Cadeira de Genetica Medica
Doenças Autoimunes e
Transplantes
Universidade Zambeze
Faculdade de ciencias de Saude
Integrantes do grupo 11
Hortega de Jenova Paulo Zucula
Isabel Joaquim Agostinho Andrigo
Mileno Orlando dos Santos
Samuel Catingane Muchador Mazive
Shelvia Elisa Domingos Uique
Doenças Autoimunes e
Transplantes
Dra. Victorina Macarringue
Objetivos
Geral
 Descrever as Doenças Autoimunes e os Transplantes
Específicos
 Descrever as principais doenças autoimunes que afetam o
homem
 Abordar de forma integra sobre a tolerancia imunologica e
autoimunidade
 Descrever os principais tipos de transplantes
Introdução
As doenças autoimunes são condições complexas em que o sistema
imunológico, em vez de proteger o corpo, ataca suas próprias células e
tecidos, resultando em inflamação e danos a diversos órgãos. Em
casos avançados, o transplante de órgãos pode se tornar uma opção
terapêutica necessária para restaurar a funcionalidade e a saúde do
paciente.
Tolerância e Doença Autoimune
 A tolerância imunológica é um fenômeno do sistema
imunológico que impede que o corpo reaja de forma
exagerada ou inadequada a substâncias que normalmente
não são prejudiciais, como proteínas do próprio organismo
(autoantígenos) ou antígenos ambientais, como alimentos e
bactérias benéficas.
 Em outras palavras, é a capacidade do sistema imunológico
de reconhecer e aceitar essas substâncias sem desencadear
uma resposta imune.
Tolerância de células T
O principal processo pelo qual linfócitos T adquirem a
capacidade de distinguir o próprio do não próprio
ocorre no timo fetal. Esse processo, denominado
deleção clonal, envolve a morte de células T (“seleção
negativa”) que reagem contra antígenos
(principalmente proteínas do MHC próprias) presentes
no feto naquele momento.
Tolerância central
Ocorre durante o
desenvolvimento das células T
e B no timo e na medula
óssea, respectivamente.
Durante esse processo, as
células que reconhecem
fortemente os autoantígenos
são eliminadas ou inativadas,
evitando que causem danos
ao corpo.
Tolerância periférica
 Refere-se à inibição da
resposta imune às substâncias
em tecidos periféricos.
 Isso pode acontecer através de
mecanismos como a anergia
(quando as células T são
ativadas, mas não
respondem), a supressão por
células T reguladoras ou a
eliminação de células
potencialmente prejudiciais.
Fatores que levam à falha da autotolerância e ao
desenvolvimento de doenças autoimunes
 Herdar genes de suscetibilidade que podem
interferir em diferentes vias de tolerância e
 Infecções e alterações teciduais que podem
expor autoantígenos ou ativar APCs e
linfócitos nos tecidos
Doenças autoimunes
 Doenças autoimunes sao condições em que o
sistema imunológico do corpo ataca suas próprias
células , tecidos ou orgãos, como fossem
invasores externos,como virus ou bactérias.
 Esse ataque indevido pode levar a inflamaçõo e
danos teciduais.
Factores que influenciam para doenças
autoimunes
 Factores genéticos (história familiar).
 Factores ambientais ( infecções e exposição a
substâncias quimicas).
 Estilo de vida.
 Hormônios ( muitas doenças autoimunes afetam
mulheres que homens), o estrógeno pode ser um factor
de risco.
 Sistema imunológico (disfunção imunológica).
 Idade e factores étnicos.
Doenças autoimunes
Lúpus Eritematoso Sistêmico
 O LES é uma doença sistémica autoimune
causada pela presença de anticorpos
produzidos contra numerosos autoantígenos
e a formação de complexos imunológicos.
 Os principais autoanticorpos e os
responsáveis pela formação de complexos
imunes circulantes são dirigidos contra
antígenos nucleares.
 Manifestações da doença incluem nefrite,
lesões da pele, artrite e anormalidades
hematológicas e neurológicas.
Síndrome de Sjogren
 A síndrome de Sjögren é uma doença
inflamatória que afeta basicamente as
glândulas salivares e lacrimais, causando
secura da boca e olhos.
 Acredita-se que a doença seja causada
por uma reação autoimune das células T
contra um ou mais autoantígenos
desconhecidos expressos nessas
glândulas
Doenças autoimunes
Lúpus Eritematoso Sistêmico Síndrome de Sjogren
Esclerose Sistêmica
(Esclerodermia)
 A esclerose sistêmica (SS) é uma
desordem imunológica
caracterizada por fibrose excessiva
em múltiplos tecidos, doença
vascular obliterante e evidência de
autoimunidade, principalmente a
produção de múltiplos
autoanticorpos.
 É comumente chamada de
esclerodermia porque a pele é um
alvo importante, mas esse distúrbio
é mais bem definido como
“sistêmico”, pois as lesões estão
presentes por todo o corpo.
A SS pode ser classificada em dois grupos com base em sua
evolução clínica
 Esclerodermia difusa, caracterizada pelo envolvimento inicial
disseminado da pele com rápida progressão e envolvimento
visceral precoce.
 Esclerodermia limitada, com envolvimento relativamente leve
da pele, em geral limitado aos dedos e à face.
 O envolvimento visceral é tardio e, por isso, a doença nesses
pacientes apresenta evolução relativamente benigna.
 Também é chamada de síndrome CREST devido ao
aparecimento frequente de calcinose, fenômeno de Raynaud,
dismotilidade esofagiana, esclerodactilia e telangiectasia.
Miopatias Inflamatórias
Miopatias inflamatórias formam um grupo heterogêneo de
doenças raras caracterizadas por lesão muscular imunomediada e
inflamação.
Com base nas características clínicas, morfológicas e imunológicas,
três distúrbio:
 Polimiosite
 Dermatomiosite
 miosite por corpo de inclusão
Doença Mista do Tecido Conjuntivo
 A expressão doença mista do tecido conjuntivo se refere a
um espectro de processos patológicos em pacientes que
apresentam várias manifestações sugestivas de LES,
polimiosite e ES; eles também apresentam títulos altos de
anticorpos contra um antígeno RNP chamado de U1RNP.
 A baixa incidência de doença renal e uma resposta
extremamente boa aos corticosteroides indicam bom
prognóstico a longo prazo.
Poliarterite Nodosa e Outras Vasculites
 A poliarterite nodosa pertence ao grupo de doenças
caracterizadas pela inflamação necrosante da parede
dos vasos sanguíneos, provavelmente de origem
imunológica.
 A denominação generalizada de vasculite necrosante
não infecciosa diferencia essas condições daquelas
atribuídas à infecção direta do vaso (p. ex., um
abscesso) e enfatiza que qualquer tipo de vaso
sanguíneo pode ser envolvido — artérias, arteríolas,
veias ou capilares.
Miastenia gravis
 Resulta de um ataque autoimune aos receptores de
acetilcolina pós-sinápticos, que interrompe a transmissão
neuromuscular.
 Resultando em quadro clinico como: fraquesa
muscular,ptose palpebral, diplopia,disfgia, disartria,
fadiga excessiva, crises miastenicas.
Transplantes
 Transplante o processo de retirada das celulas, tecido e orgãos,
chamados de encherte de um individuo colocando-os em outro
individuo(geralmente ) Diferentes.
 Nas primeiras tentativas, os enxertos ou transplantes de tecidos de um
indivíduo para qualquer outro não sobreviviam mais do que alguns
dias.
 Porém, quando esses transplantes eram realizados entre gêmeos
monozigóticos, normalmente eram bem-sucedidos.
Tipos de transplantes ou enxertos
 Autotransplante
 É o transplante de tecido do próprio indivíduo.
 Isotransplante ou transplante isogênico
 É um transplante entre indivíduos geneticamente idênticos.
 Alotransplante ou transplante alogênico
 É o transplante realizado entre dois indivíduos da mesma espécie, mas
geneticamente diferentes.
 Xenotransplante
 É o transplante entre membros de espécies diferentes.
Exemplo: transplante de pele ou de osso de um
local do corpo para outro.
Exemplo: transplante entre gêmeos monozigóticos
Exemplo: transplante do macaco para o homem.
Tipos de transplantes
Reações aos transplantes
 No caso de transplantes, os genes das células ou tecidos transplantados
podem codificar moléculas estranhas que são detectadas pelo sistema
imune do receptor e funcionam como antígenos de histocompatibilidade
 O reconhecimento direto
 envolve a apresentação de antígenos pelas células apresentadoras de
antígenos do doador às células T do receptor;
 O reconhecimento indireto
 envolve a apresentação de antígenos pelas próprias células
apresentadoras de antígenos do receptor às células T
Mecanismos Efetores da Rejeição dos Transplantes
 Rejeição Mediada pelas Células T
 As CTLs destroem células no tecido transplantado, causando morte das
células parenquimatosas e, talvez mais importante, das células endoteliais
(resultando em trombose e isquemia do enxerto).
 A resposta ou rejeição crônica
 É o tipo mais lento de rejeição. Os tecidos os órgãos transplantados
começam a funcionar normalmente durante semanas, meses ou anos antes de
serem percebidos os primeiros sinais de rejeição.
 A resposta ou rejeição hiperaguda
 É o tipo mais rápido de rejeição, que ocorre pouco após o transplante,
geralmente antes que o tecido ou órgão transplantado possa estabelecer
conexões vasculares com os tecidos do Receptor.
 A resposta ou rejeição aguda
 ocorre depois que o transplante parece ter sido aceito, com o
suprimento sanguíneo estabelecido, mas dentro de alguns dias
(período que vai
depender das diferenças antigênicas entre doador e receptor, mas em
geral pode durar até um mês), o tecido transplantado morre e se
desprende.
 Reação transplante versus receptor
 As células do doador, se forem imunocompetentes, também reagem
contra os antígenos do hospedeiro. Esta é a reação transplante versus
receptor.
 Prevenção da rejeição do transplante
 As estratégias utilizadas na prática clínica e em modelos experimentais
para evitar ou retardar a rejeição são a imunossupressão geral e a redução
da força da reação alogênica específica. Uma meta importante da pesquisa
em transplantes é encontrar maneiras de induzir a tolerância específica ao
doador, que permitiria que os enxertos sobrevivessem sem
imunossupressão inespecífica.
 Seleção do doador
 A identidade quanto aos alelos do MHC entre doador e receptor
é essencial para o sucesso de um transplante. Assim, a determinação
dos haplótipos HLA do receptor e dos possíveis doadores é de
fundamental importância, já que a rejeição de um transplante ocorre
devido à ativação do sistema linfático do receptor por moléculas do
MHC do doador
Obrigado pela atenção
dispensada

Autoimunidade-1.pptx apresentação do tra

  • 1.
    Cadeira de GeneticaMedica Doenças Autoimunes e Transplantes Universidade Zambeze Faculdade de ciencias de Saude
  • 2.
    Integrantes do grupo11 Hortega de Jenova Paulo Zucula Isabel Joaquim Agostinho Andrigo Mileno Orlando dos Santos Samuel Catingane Muchador Mazive Shelvia Elisa Domingos Uique Doenças Autoimunes e Transplantes Dra. Victorina Macarringue
  • 3.
    Objetivos Geral  Descrever asDoenças Autoimunes e os Transplantes Específicos  Descrever as principais doenças autoimunes que afetam o homem  Abordar de forma integra sobre a tolerancia imunologica e autoimunidade  Descrever os principais tipos de transplantes
  • 4.
    Introdução As doenças autoimunessão condições complexas em que o sistema imunológico, em vez de proteger o corpo, ataca suas próprias células e tecidos, resultando em inflamação e danos a diversos órgãos. Em casos avançados, o transplante de órgãos pode se tornar uma opção terapêutica necessária para restaurar a funcionalidade e a saúde do paciente.
  • 5.
    Tolerância e DoençaAutoimune  A tolerância imunológica é um fenômeno do sistema imunológico que impede que o corpo reaja de forma exagerada ou inadequada a substâncias que normalmente não são prejudiciais, como proteínas do próprio organismo (autoantígenos) ou antígenos ambientais, como alimentos e bactérias benéficas.  Em outras palavras, é a capacidade do sistema imunológico de reconhecer e aceitar essas substâncias sem desencadear uma resposta imune.
  • 6.
    Tolerância de célulasT O principal processo pelo qual linfócitos T adquirem a capacidade de distinguir o próprio do não próprio ocorre no timo fetal. Esse processo, denominado deleção clonal, envolve a morte de células T (“seleção negativa”) que reagem contra antígenos (principalmente proteínas do MHC próprias) presentes no feto naquele momento.
  • 7.
    Tolerância central Ocorre duranteo desenvolvimento das células T e B no timo e na medula óssea, respectivamente. Durante esse processo, as células que reconhecem fortemente os autoantígenos são eliminadas ou inativadas, evitando que causem danos ao corpo.
  • 8.
    Tolerância periférica  Refere-seà inibição da resposta imune às substâncias em tecidos periféricos.  Isso pode acontecer através de mecanismos como a anergia (quando as células T são ativadas, mas não respondem), a supressão por células T reguladoras ou a eliminação de células potencialmente prejudiciais.
  • 9.
    Fatores que levamà falha da autotolerância e ao desenvolvimento de doenças autoimunes  Herdar genes de suscetibilidade que podem interferir em diferentes vias de tolerância e  Infecções e alterações teciduais que podem expor autoantígenos ou ativar APCs e linfócitos nos tecidos
  • 10.
    Doenças autoimunes  Doençasautoimunes sao condições em que o sistema imunológico do corpo ataca suas próprias células , tecidos ou orgãos, como fossem invasores externos,como virus ou bactérias.  Esse ataque indevido pode levar a inflamaçõo e danos teciduais.
  • 11.
    Factores que influenciampara doenças autoimunes  Factores genéticos (história familiar).  Factores ambientais ( infecções e exposição a substâncias quimicas).  Estilo de vida.  Hormônios ( muitas doenças autoimunes afetam mulheres que homens), o estrógeno pode ser um factor de risco.  Sistema imunológico (disfunção imunológica).  Idade e factores étnicos.
  • 12.
    Doenças autoimunes Lúpus EritematosoSistêmico  O LES é uma doença sistémica autoimune causada pela presença de anticorpos produzidos contra numerosos autoantígenos e a formação de complexos imunológicos.  Os principais autoanticorpos e os responsáveis pela formação de complexos imunes circulantes são dirigidos contra antígenos nucleares.  Manifestações da doença incluem nefrite, lesões da pele, artrite e anormalidades hematológicas e neurológicas. Síndrome de Sjogren  A síndrome de Sjögren é uma doença inflamatória que afeta basicamente as glândulas salivares e lacrimais, causando secura da boca e olhos.  Acredita-se que a doença seja causada por uma reação autoimune das células T contra um ou mais autoantígenos desconhecidos expressos nessas glândulas
  • 13.
    Doenças autoimunes Lúpus EritematosoSistêmico Síndrome de Sjogren
  • 14.
    Esclerose Sistêmica (Esclerodermia)  Aesclerose sistêmica (SS) é uma desordem imunológica caracterizada por fibrose excessiva em múltiplos tecidos, doença vascular obliterante e evidência de autoimunidade, principalmente a produção de múltiplos autoanticorpos.  É comumente chamada de esclerodermia porque a pele é um alvo importante, mas esse distúrbio é mais bem definido como “sistêmico”, pois as lesões estão presentes por todo o corpo.
  • 15.
    A SS podeser classificada em dois grupos com base em sua evolução clínica  Esclerodermia difusa, caracterizada pelo envolvimento inicial disseminado da pele com rápida progressão e envolvimento visceral precoce.  Esclerodermia limitada, com envolvimento relativamente leve da pele, em geral limitado aos dedos e à face.  O envolvimento visceral é tardio e, por isso, a doença nesses pacientes apresenta evolução relativamente benigna.  Também é chamada de síndrome CREST devido ao aparecimento frequente de calcinose, fenômeno de Raynaud, dismotilidade esofagiana, esclerodactilia e telangiectasia.
  • 16.
    Miopatias Inflamatórias Miopatias inflamatóriasformam um grupo heterogêneo de doenças raras caracterizadas por lesão muscular imunomediada e inflamação. Com base nas características clínicas, morfológicas e imunológicas, três distúrbio:  Polimiosite  Dermatomiosite  miosite por corpo de inclusão
  • 17.
    Doença Mista doTecido Conjuntivo  A expressão doença mista do tecido conjuntivo se refere a um espectro de processos patológicos em pacientes que apresentam várias manifestações sugestivas de LES, polimiosite e ES; eles também apresentam títulos altos de anticorpos contra um antígeno RNP chamado de U1RNP.  A baixa incidência de doença renal e uma resposta extremamente boa aos corticosteroides indicam bom prognóstico a longo prazo.
  • 18.
    Poliarterite Nodosa eOutras Vasculites  A poliarterite nodosa pertence ao grupo de doenças caracterizadas pela inflamação necrosante da parede dos vasos sanguíneos, provavelmente de origem imunológica.  A denominação generalizada de vasculite necrosante não infecciosa diferencia essas condições daquelas atribuídas à infecção direta do vaso (p. ex., um abscesso) e enfatiza que qualquer tipo de vaso sanguíneo pode ser envolvido — artérias, arteríolas, veias ou capilares. Miastenia gravis  Resulta de um ataque autoimune aos receptores de acetilcolina pós-sinápticos, que interrompe a transmissão neuromuscular.  Resultando em quadro clinico como: fraquesa muscular,ptose palpebral, diplopia,disfgia, disartria, fadiga excessiva, crises miastenicas.
  • 19.
    Transplantes  Transplante oprocesso de retirada das celulas, tecido e orgãos, chamados de encherte de um individuo colocando-os em outro individuo(geralmente ) Diferentes.  Nas primeiras tentativas, os enxertos ou transplantes de tecidos de um indivíduo para qualquer outro não sobreviviam mais do que alguns dias.  Porém, quando esses transplantes eram realizados entre gêmeos monozigóticos, normalmente eram bem-sucedidos.
  • 20.
    Tipos de transplantesou enxertos  Autotransplante  É o transplante de tecido do próprio indivíduo.  Isotransplante ou transplante isogênico  É um transplante entre indivíduos geneticamente idênticos.  Alotransplante ou transplante alogênico  É o transplante realizado entre dois indivíduos da mesma espécie, mas geneticamente diferentes.  Xenotransplante  É o transplante entre membros de espécies diferentes. Exemplo: transplante de pele ou de osso de um local do corpo para outro. Exemplo: transplante entre gêmeos monozigóticos Exemplo: transplante do macaco para o homem.
  • 21.
  • 22.
    Reações aos transplantes No caso de transplantes, os genes das células ou tecidos transplantados podem codificar moléculas estranhas que são detectadas pelo sistema imune do receptor e funcionam como antígenos de histocompatibilidade  O reconhecimento direto  envolve a apresentação de antígenos pelas células apresentadoras de antígenos do doador às células T do receptor;  O reconhecimento indireto  envolve a apresentação de antígenos pelas próprias células apresentadoras de antígenos do receptor às células T
  • 24.
    Mecanismos Efetores daRejeição dos Transplantes  Rejeição Mediada pelas Células T  As CTLs destroem células no tecido transplantado, causando morte das células parenquimatosas e, talvez mais importante, das células endoteliais (resultando em trombose e isquemia do enxerto).  A resposta ou rejeição crônica  É o tipo mais lento de rejeição. Os tecidos os órgãos transplantados começam a funcionar normalmente durante semanas, meses ou anos antes de serem percebidos os primeiros sinais de rejeição.
  • 25.
     A respostaou rejeição hiperaguda  É o tipo mais rápido de rejeição, que ocorre pouco após o transplante, geralmente antes que o tecido ou órgão transplantado possa estabelecer conexões vasculares com os tecidos do Receptor.  A resposta ou rejeição aguda  ocorre depois que o transplante parece ter sido aceito, com o suprimento sanguíneo estabelecido, mas dentro de alguns dias (período que vai depender das diferenças antigênicas entre doador e receptor, mas em geral pode durar até um mês), o tecido transplantado morre e se desprende.
  • 27.
     Reação transplanteversus receptor  As células do doador, se forem imunocompetentes, também reagem contra os antígenos do hospedeiro. Esta é a reação transplante versus receptor.  Prevenção da rejeição do transplante  As estratégias utilizadas na prática clínica e em modelos experimentais para evitar ou retardar a rejeição são a imunossupressão geral e a redução da força da reação alogênica específica. Uma meta importante da pesquisa em transplantes é encontrar maneiras de induzir a tolerância específica ao doador, que permitiria que os enxertos sobrevivessem sem imunossupressão inespecífica.
  • 28.
     Seleção dodoador  A identidade quanto aos alelos do MHC entre doador e receptor é essencial para o sucesso de um transplante. Assim, a determinação dos haplótipos HLA do receptor e dos possíveis doadores é de fundamental importância, já que a rejeição de um transplante ocorre devido à ativação do sistema linfático do receptor por moléculas do MHC do doador
  • 29.