DIDÁTICA – Aula 01
Prof. Fabrício Brito
PLANO DE ENSINO
• Justificativa: A didática é uma disciplina que se preocupa com o processo de
ensino e aprendizagem. Estudar didática, por sua vez, significa ir além do
acúmulo de conhecimento sobre técnicas que ajudam a desenvolver o
processo. Significa, antes de tudo, desenvolver a capacidade de
questionamento e de experimentação sobre esses procedimentos, aprender
a refletir ao escolher entre as diversas alternativas de desenvolvimento da
atividade docente. É muito importante que você, futuro professor, tenha
uma visão ampla e profunda do contexto em que se desenvolverá sua
atividade profissional, ou seja, da escola e, principalmente, da sala de aula.
• Ementa: Educação e Didática na Realidade Contemporânea: O Professor, O
Estudante e O Conhecimento; A Natureza do trabalho Docente; Concepções
de Ensino; A Sala de Aula e seus Eventos; Planejamento e Gestão do
Processo de Ensino-Aprendizagem.
PLANO DE ENSINO
• Objetivos:
Geral
Promover a discussão crítica sobre os princípios e os pressupostos históricos,
filosóficos, políticos e sociais que fundamentam a ação docente nas diferentes
abordagens do processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista as concepções
de sociedade, homem, educação, ensino-aprendizagem, metodologia, avaliação e
a relação professor-aluno que permeiam esse processo.
• Específico
 Possibilitar a reflexão crítica sobre o planejamento escolar enquanto elemento
norteador do processo de ensino-aprendizagem;
 articular estratégias que possam contribuir para que os alunos entendam às
concepções de educação e conhecimento que fundamentam a prática docente;
 possibilitar a compreensão sobre a avaliação como processo intencional de
favorecimento da aprendizagem discente e do trabalho docente.
PLANO DE ENSINO
• Avaliação:
Avaliação Continua como prevê Regimento Interno da Instituição (4,0
pontos - bimestrais)
Fichamentos, Relatórios, Apresentações de Trabalhos somaram pontos de
Trabalhos.
Verificações de Aprendizagens – individuais. (6,0 pontos - bimestrais)
• Metodologia:
Exposições introdutórias;
Leitura extraclasse dos textos da bibliografia básica, complementares e
afins;
Leitura e discussão dos textos em sala de aula;
Produção de sínteses e sistematizações;
Metodologias Ativas, uso de ambiente virtual.
AULA DE HOJE
• Introdução: Autonomia docente
• Debate sobre a opinião de Maria Teresa
Mantoan (vídeo)
• Formação Didática do Educador
Contemporâneo: Desafios e Perspectivas
(parte I)
(Celso dos S. Vasconcellos)
INTRODUÇÃO:
Autonomia Docente
A disciplina DIDÁTICA não propõe um caráter de
“prestação de contas”, mas sim, vem com intuito de
fazê-los perceber alguns processos que vocês passarão
daqui algum tempo: o de planejar aulas e interferir
nas trilhas educativas de seus próprios alunos.
O maior conteúdo que podemos “ensinar” vocês, ou
seja, “ajudá-los a construir”, é o que pode ser
nomeado como autonomia docente.
• Autonomia Docente
A ausência de “receitas prontas” no curso de graduação reflete
nosso desejo e preocupação de vê-los cada vez mais
autônomos, capazes de construir o que é preciso sozinhos, ou
sabendo onde buscar ajuda.
Conhecer a proposta pedagógica dos pedagogos musicais
clássicos é uma tarefa indispensável, usar técnicas consagradas
para o ensino musical vai acontecer bastante durante o
percurso de vocês, mas o olhar único, o temperinho pessoal e
a adequação ao material humano que vocês têm sob suas
responsabilidade também é muito, muito necessário.
• Transformando saberes em ação
As pessoas que têm vontade de se envolverem com a atividade
docente deverão buscar conhecer-se, saber sobre si próprias
para poder criar sua própria maneira de agir dentro e fora da
sala de aula como professores.
“Nas aulas de musicalização infantil, muita gente aparece para
saber como se faz. Abro espaço para todos, sempre que o
espaço permite. Esse momento é sempre de troca, os
comentários, os questionamentos, os olhares que um
observador traz para nosso ambiente são sempre provocadores
para melhorar como professor.” (Comentário da Professora
Paula Pecker)
• O papel da graduação
Nosso papel como formadores, professores
formadores, é importante. Abrimos algumas
portas, mostramos conteúdos e lugares onde
achar mais conteúdo. Mas esse universo de
possibilidades é finito, diferente do universo
infinito que existe fora do mundo da graduação
e da sala de aula.
DEBATE SOBRE A OPINIÃO DE MARIA TERESA
MANTOAN SOBRE DIDÁTICA
(VÍDEO)
Formação Didática do Educador
Contemporâneo: Desafios e Perspectivas
Celso dos S. Vasconcellos
Doutor em Didática
A formação dos educadores é uma demanda constante. Se a formação ao
longo da vida é, em função dos avanços teóricos e práticos, uma exigência
em qualquer campo profissional no caso dos educadores de profissão, ela
se torna especial por, pelo menos, três razões.
• enorme complexidade de nossa atividade com o agravante da sua
recente crise de sentido (“Professor, estudar para quê?”);
• à cres­
cente demanda da sociedade em relação às atribuições da escola
(trânsito, consumo, drogas, doenças sexualmente transmissíveis,
violência, gravidez na adolescência, ecologia).
• frágil formação inicial dos educadores, tanto pela qualidade da
formação frequentemente disponibilizada, quanto pela falta de
interesse do acadêmico na sua formação, reflexo, entre outras coisas, da
vivência curricular, logo no início do Ensino Funda­
mental
A Didática é um dos campos teóricos (ou
teórico-metodológicos) mais específicos da
função docente, pois dominar bem uma área de
conhecimento não nos faz professores, mas
especialistas naquela área.
1. Descompasso entre Ensino e Aprendizagem
• Merece relevo porque, como em qualquer
profissão, a qualidade do trabalho está
estreitamente vinculada à formação teórica e
prática do trabalhador. É delicada porque
mexe diretamente com a autoimagem do
educador, sobretudo quando se constata a
fragilidade desta formação (conceitual,
procedimental e atitudinal).
2.Fragilidade da Formação Didática
Vamos partir de uma situação bem concreta: o
professor percebe um aluno que não está
aprendendo, qual é a sua postura?
A frágil formação pedagógica como um todo e a falta de domínio didático
do profes­
sor, em particular, levou ao longo da história a um conjunto de
equívocos.
• Tomamos como referência a escola elementar, de Gramática, uma vez
que será a base da escola moderna. Quando houve uma significativa
expansão no século XII, em função — entre outras coisas — da retomada
do crescimento urbano, a questão se evidenciou e sucessivas foram as ini­
ciativas inadequadas para resolver os problemas no comportamento e
na aprendizagem. A primeira grande medida tomada foi o uso da vara.
2.Fragilidade da Formação Didática
• Outra forma utilizada, só que de maneira não consciente ou
não assumida, foi a pres­
são de enquadramento do aluno pela
avaliação. Em um primeiro momento, foi a emulação, a
competição entre os alunos pelo melhor desempenho,
obtendo-se assim melhor comporta­
mento (muitas vezes
associada à prática de delação dos colegas). A Ratio Studiorum
(1599 ver CÓDIGO... 2009), dos colégios jesuítas,
recomendava este procedimento ao prefeito de estudos e aos
mestres.
• A outra forma de uso da avaliação como elemento de controle
de com­
portamento foi a ameaça da reprovação. Esta, como
sabemos, lamentavelmente tem fortes reflexos até hoje.
2.Fragilidade da Formação Didática
• Sem que tivesse havido um avanço na formação
pedagógica dos docentes, a perspectiva de medicalização
ganhou espaço (COLLARES; MOYSÉS, 1996). Inicialmente,
na forma de “encaminhamentos” para especialistas, e mais
recentemente pelo uso quase que indiscriminado de
drogas, notadamente a Ritalina (cloridrato de metilfeni­
dato). Qualquer manifestação que não se enquadre nas
expectativas do professor, já há a suspeita de
Hiperatividade ou Déficit de Atenção. Esta visão se
propagou de tal forma que existem testes em revistas ou
em sites para que pais e professores avaliem se seus filhos
ou alunos são portadores de TDAH (Transtorno do Déficit
de Atenção com Hiperatividade) (VASCONCELLOS, 2009).
3.Sobre o Desinteresse pela Formação
Didática
• Constatamos este paradoxo: alunos não aprendendo e muitos professores
revelando desprezo pela formação, seja inicial, seja continuada. Vejamos
alguns indicadores disto. For­
mação Inicial: futuro professor procura curso
mais curto, procura curso menos exigente, chega atrasado na aula; sai
antes; não lê ou só o faz para fazer prova ou trabalho; conclui curso sem
ter lido uma obra por completo, tem xerox de xerox; pede para outro
assinar lis­
ta de presença; cola (o importante é tirar nota; isto demonstra o
quanto o futuro professor aprendeu sobre a escola, o quanto incorporou o
“esquema” - Imprinting); acha que não preci­
sa fazer o estágio, pede para
só assinarem. Formação Continuada: desprezo pela teoria; acha bobagem
ter reuniões de formação toda semana (HTPC); falta às reuniões; chega
atrasado; sai antes; não participa da reunião (nem para sugerir, nem para
criticar); fica conversando durante reunião (conversas paralelas); busca
congresso/seminários só em função do certifi­
cado; pouco lê ou pesquisa.

AULA DE DIDÁTICA DO PROFESSOR – Aula 01.pptx

  • 1.
    DIDÁTICA – Aula01 Prof. Fabrício Brito
  • 2.
    PLANO DE ENSINO •Justificativa: A didática é uma disciplina que se preocupa com o processo de ensino e aprendizagem. Estudar didática, por sua vez, significa ir além do acúmulo de conhecimento sobre técnicas que ajudam a desenvolver o processo. Significa, antes de tudo, desenvolver a capacidade de questionamento e de experimentação sobre esses procedimentos, aprender a refletir ao escolher entre as diversas alternativas de desenvolvimento da atividade docente. É muito importante que você, futuro professor, tenha uma visão ampla e profunda do contexto em que se desenvolverá sua atividade profissional, ou seja, da escola e, principalmente, da sala de aula. • Ementa: Educação e Didática na Realidade Contemporânea: O Professor, O Estudante e O Conhecimento; A Natureza do trabalho Docente; Concepções de Ensino; A Sala de Aula e seus Eventos; Planejamento e Gestão do Processo de Ensino-Aprendizagem.
  • 3.
    PLANO DE ENSINO •Objetivos: Geral Promover a discussão crítica sobre os princípios e os pressupostos históricos, filosóficos, políticos e sociais que fundamentam a ação docente nas diferentes abordagens do processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista as concepções de sociedade, homem, educação, ensino-aprendizagem, metodologia, avaliação e a relação professor-aluno que permeiam esse processo. • Específico  Possibilitar a reflexão crítica sobre o planejamento escolar enquanto elemento norteador do processo de ensino-aprendizagem;  articular estratégias que possam contribuir para que os alunos entendam às concepções de educação e conhecimento que fundamentam a prática docente;  possibilitar a compreensão sobre a avaliação como processo intencional de favorecimento da aprendizagem discente e do trabalho docente.
  • 4.
    PLANO DE ENSINO •Avaliação: Avaliação Continua como prevê Regimento Interno da Instituição (4,0 pontos - bimestrais) Fichamentos, Relatórios, Apresentações de Trabalhos somaram pontos de Trabalhos. Verificações de Aprendizagens – individuais. (6,0 pontos - bimestrais) • Metodologia: Exposições introdutórias; Leitura extraclasse dos textos da bibliografia básica, complementares e afins; Leitura e discussão dos textos em sala de aula; Produção de sínteses e sistematizações; Metodologias Ativas, uso de ambiente virtual.
  • 5.
    AULA DE HOJE •Introdução: Autonomia docente • Debate sobre a opinião de Maria Teresa Mantoan (vídeo) • Formação Didática do Educador Contemporâneo: Desafios e Perspectivas (parte I) (Celso dos S. Vasconcellos)
  • 6.
  • 7.
    A disciplina DIDÁTICAnão propõe um caráter de “prestação de contas”, mas sim, vem com intuito de fazê-los perceber alguns processos que vocês passarão daqui algum tempo: o de planejar aulas e interferir nas trilhas educativas de seus próprios alunos. O maior conteúdo que podemos “ensinar” vocês, ou seja, “ajudá-los a construir”, é o que pode ser nomeado como autonomia docente.
  • 8.
    • Autonomia Docente Aausência de “receitas prontas” no curso de graduação reflete nosso desejo e preocupação de vê-los cada vez mais autônomos, capazes de construir o que é preciso sozinhos, ou sabendo onde buscar ajuda. Conhecer a proposta pedagógica dos pedagogos musicais clássicos é uma tarefa indispensável, usar técnicas consagradas para o ensino musical vai acontecer bastante durante o percurso de vocês, mas o olhar único, o temperinho pessoal e a adequação ao material humano que vocês têm sob suas responsabilidade também é muito, muito necessário.
  • 9.
    • Transformando saberesem ação As pessoas que têm vontade de se envolverem com a atividade docente deverão buscar conhecer-se, saber sobre si próprias para poder criar sua própria maneira de agir dentro e fora da sala de aula como professores. “Nas aulas de musicalização infantil, muita gente aparece para saber como se faz. Abro espaço para todos, sempre que o espaço permite. Esse momento é sempre de troca, os comentários, os questionamentos, os olhares que um observador traz para nosso ambiente são sempre provocadores para melhorar como professor.” (Comentário da Professora Paula Pecker)
  • 10.
    • O papelda graduação Nosso papel como formadores, professores formadores, é importante. Abrimos algumas portas, mostramos conteúdos e lugares onde achar mais conteúdo. Mas esse universo de possibilidades é finito, diferente do universo infinito que existe fora do mundo da graduação e da sala de aula.
  • 11.
    DEBATE SOBRE AOPINIÃO DE MARIA TERESA MANTOAN SOBRE DIDÁTICA (VÍDEO)
  • 12.
    Formação Didática doEducador Contemporâneo: Desafios e Perspectivas Celso dos S. Vasconcellos Doutor em Didática
  • 13.
    A formação doseducadores é uma demanda constante. Se a formação ao longo da vida é, em função dos avanços teóricos e práticos, uma exigência em qualquer campo profissional no caso dos educadores de profissão, ela se torna especial por, pelo menos, três razões. • enorme complexidade de nossa atividade com o agravante da sua recente crise de sentido (“Professor, estudar para quê?”); • à cres­ cente demanda da sociedade em relação às atribuições da escola (trânsito, consumo, drogas, doenças sexualmente transmissíveis, violência, gravidez na adolescência, ecologia). • frágil formação inicial dos educadores, tanto pela qualidade da formação frequentemente disponibilizada, quanto pela falta de interesse do acadêmico na sua formação, reflexo, entre outras coisas, da vivência curricular, logo no início do Ensino Funda­ mental
  • 14.
    A Didática éum dos campos teóricos (ou teórico-metodológicos) mais específicos da função docente, pois dominar bem uma área de conhecimento não nos faz professores, mas especialistas naquela área.
  • 15.
    1. Descompasso entreEnsino e Aprendizagem • Merece relevo porque, como em qualquer profissão, a qualidade do trabalho está estreitamente vinculada à formação teórica e prática do trabalhador. É delicada porque mexe diretamente com a autoimagem do educador, sobretudo quando se constata a fragilidade desta formação (conceitual, procedimental e atitudinal).
  • 16.
    2.Fragilidade da FormaçãoDidática Vamos partir de uma situação bem concreta: o professor percebe um aluno que não está aprendendo, qual é a sua postura? A frágil formação pedagógica como um todo e a falta de domínio didático do profes­ sor, em particular, levou ao longo da história a um conjunto de equívocos. • Tomamos como referência a escola elementar, de Gramática, uma vez que será a base da escola moderna. Quando houve uma significativa expansão no século XII, em função — entre outras coisas — da retomada do crescimento urbano, a questão se evidenciou e sucessivas foram as ini­ ciativas inadequadas para resolver os problemas no comportamento e na aprendizagem. A primeira grande medida tomada foi o uso da vara.
  • 17.
    2.Fragilidade da FormaçãoDidática • Outra forma utilizada, só que de maneira não consciente ou não assumida, foi a pres­ são de enquadramento do aluno pela avaliação. Em um primeiro momento, foi a emulação, a competição entre os alunos pelo melhor desempenho, obtendo-se assim melhor comporta­ mento (muitas vezes associada à prática de delação dos colegas). A Ratio Studiorum (1599 ver CÓDIGO... 2009), dos colégios jesuítas, recomendava este procedimento ao prefeito de estudos e aos mestres. • A outra forma de uso da avaliação como elemento de controle de com­ portamento foi a ameaça da reprovação. Esta, como sabemos, lamentavelmente tem fortes reflexos até hoje.
  • 18.
    2.Fragilidade da FormaçãoDidática • Sem que tivesse havido um avanço na formação pedagógica dos docentes, a perspectiva de medicalização ganhou espaço (COLLARES; MOYSÉS, 1996). Inicialmente, na forma de “encaminhamentos” para especialistas, e mais recentemente pelo uso quase que indiscriminado de drogas, notadamente a Ritalina (cloridrato de metilfeni­ dato). Qualquer manifestação que não se enquadre nas expectativas do professor, já há a suspeita de Hiperatividade ou Déficit de Atenção. Esta visão se propagou de tal forma que existem testes em revistas ou em sites para que pais e professores avaliem se seus filhos ou alunos são portadores de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) (VASCONCELLOS, 2009).
  • 19.
    3.Sobre o Desinteressepela Formação Didática • Constatamos este paradoxo: alunos não aprendendo e muitos professores revelando desprezo pela formação, seja inicial, seja continuada. Vejamos alguns indicadores disto. For­ mação Inicial: futuro professor procura curso mais curto, procura curso menos exigente, chega atrasado na aula; sai antes; não lê ou só o faz para fazer prova ou trabalho; conclui curso sem ter lido uma obra por completo, tem xerox de xerox; pede para outro assinar lis­ ta de presença; cola (o importante é tirar nota; isto demonstra o quanto o futuro professor aprendeu sobre a escola, o quanto incorporou o “esquema” - Imprinting); acha que não preci­ sa fazer o estágio, pede para só assinarem. Formação Continuada: desprezo pela teoria; acha bobagem ter reuniões de formação toda semana (HTPC); falta às reuniões; chega atrasado; sai antes; não participa da reunião (nem para sugerir, nem para criticar); fica conversando durante reunião (conversas paralelas); busca congresso/seminários só em função do certifi­ cado; pouco lê ou pesquisa.