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Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira 
(UAGRA/CCTA/UFCG) 
1 
AGRICULTURA GERAL 
COMPOSTAGEM 
POMBAL – PB 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Conceito 
1) Processo de transformação de materiais orgânicos grosseiros 
(palhas, estercos, etc.) em composto orgânico prontamente 
utilizáveis na agricultura com auxílio dos microorganismos 
(fungos e bactérias). 
2) É a produção de adubo a partir de resíduos orgânicos 
inadequados para o emprego direto na agricultura com vista a 
melhorar as propriedades do solo e contribuir para o aumento 
da produtividade das culturas.
Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira 
(UAGRA/CCTA/UFCG) 
2 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
Esquema do Processo 
Mat. Orgânicos + Microorganismos + O2 
↓ 
Composto orgânico + CO2 + H2O + Calor 
+ Nutrientes 
CCOOMMPPOOSSTTOO OORRGGÂÂNNIICCOO 
 Definições 
• Cientificamente 
• Degradação biológica da MO na presença de oxigênio do 
ar, sob condições controladas, cujos produtos são: matéria 
orgânica compostada, CO2, calor e água 
• Legislação – Lei 86955 
• Fertilizante composto obtido por processo bioquímico 
natural ou controlado, com mistura de resíduos de origem 
animal e vegetal
Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira 
(UAGRA/CCTA/UFCG) 
3 
VANTAGENS DDAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Favorece o melhor aproveitamento de resíduos orgânicos 
 Permite o melhor aproveitamento de resíduos industriais e de 
centros urbanos 
 Permitir a utilização de resíduos orgânicos grosseiros que por 
sua natureza física, química e biológica não seriam aproveitados 
 Apressar a transformação dos resíduos orgânicos em composto 
sob condições controladas 
VVAANNTTAAGGEENNSS NNAA AAPPLLIICCAAÇÇÃÃOO DDOO CCOOMMPPOOSSTTOO 
OORRGGÂÂNNIICCOO 
 Serve para enriquecer solos pobres em nutrientes e melhorar as 
características físicas do solo 
 Aumenta a capacidade das plantas na absorção de nutrientes 
(macro e micro) 
 Facilita a aeração do solo, a retenção da água e reduz a erosão 
provocada pelas chuvas 
 Funciona como inoculante através da adição microorganismos 
benéficos a formação dos solos 
 Contribui para manter e,ou aumentar a produtividade das culturas
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(UAGRA/CCTA/UFCG) 
4 
AABBSSOORRÇÇÃÃOO DDEE NNUUTTRRIIEENNTTEESS PPEELLAASS PPLLAANNTTAASS 
FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Presença de microorganismos 
• Esterco ou estrume diversos 
• Composto orgânico já pronto 
• Lixo doméstico e lodo de esgoto 
• Preparados especiais (Inoculantes comerciais) 
→Não é um método eficiente 
→Pilha de resíduos orgânicos deve ser esterilizada
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5 
FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Umidade 
• Microorganismos precisam de água 
→Processo de multiplicação 
→Degradação dos resíduos orgânicos 
• Umidade ótima: 40 a 60% 
•  40% reduz-se a atividade microbiológica 
•  60% composto fica encharcado (reduz o oxigênio) 
FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Aeração 
Composto pode ser formado tanto na presença quanto na 
ausência de oxigênio 
→Vantagens da compostagem na presença de oxigênio 
• Tempo para obtenção do composto é menor 
• O composto produzido é de melhor qualidade 
• Não libera mal cheiro e não atrai moscas
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6 
FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Aeração 
Como manter uma boa aeração? 
• Utilizar materiais orgânicos grosseiros: palhas e cascas 
• Revolvimentos constantes 
• Espaços vazios requeridos na pilha: 30% 
• Teor de oxigênio mínimo requerido no interior da pilha: 5% 
FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Temperatura 
• Decomposição microbiana dos resíduos orgânicos libera calor 
• Em apenas dois ou três dias: 40 a 50ºC 
• Em até quinze dias: 70ºC 
• Temperatura ideal: 50 a 70ºC 
• Temperatura  70ºC: queima do matéria orgânica 
• Revolvimento e irrigação
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7 
FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) 
• Leguminosas: 20 a 30/1 
• Palhas e cascas de cereais: 50 a 200/1 
• Madeiras: 500 a 1000/1 
• Relação C/N ideal no resíduo orgânico 
→Próximo de 30/1: microorganismos consomem 30C / 1N 
→Qual a saída? 
Associar resíduos orgânicos que somados sua relação C/N 
fique aproximada de 30/1 
FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) 
• Leguminosa (30/1) --- 10 partes de C (1/3) + 1N = CO (10/1) 
--- 20 partes de C (2/3) = CO2 
• Palha cereal (100/1) --- 10 partes de C (1/10) + 1N = CO (10/1) 
--- 90 partes de C (9/10) = CO2 
• Relação C/N no composto orgânico 
→Próximo de 10/1: microorganismos tem relação C/N de 10/1 
→Ideal: 10 a 12/1 
→Na prática: 15 a 18/1
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8 
FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) 
• Alta relação C/N: 
→Redução na eficiência da compostagem 
→Aumenta o tempo para obtenção do composto orgânico 
• Baixa relação C/N: 
→Esterco de galinha  30/1 
→Haverá excesso de N e falta de C 
→Excesso de N é perdido na forma de NH3 
TTIIPPOOSS DDEE CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Indore 
• Pilhas, montes ou medas 
• mais utilizado 
 Laminar (variante do sistema indore) 
 Bokashi (farelos e inoculantes)
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9 
MATERIAIS UTILIZADOS NNAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Materiais energéticos: alta relação C/N 
Palhas, galhos, troncos, cascas, sabugos, capins, serragem, etc. 
 Materiais nutritivos: média relação C/N 
Tortas vegetais (mamona, algodão, amendoim, etc.) e as plantas 
leguminosas (feijão, crotalária, soja, etc.) 
 Inoculantes: fornecedores de microoganismos 
Estercos, lixo, lodo de esgoto, composto orgânico pronto 
OO PPRROOCCEESSSSOO DDEE CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Fases 
• Termofílica 
• aquecimento 
• degradação 
• Mesofílica 
• resfriamento (depleção do substrato) 
• manutenção ou cura
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10 
O PROCESSO DDEE CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Microorganismos 
• Tipos 
• Principalmente fungos e bactérias 
• Classificação em função da temperatura 
• psicrófilos: de 0-20 ºC 
• mesófilos: de 15-43 ºC 
• termófilos: de 40-85 ºC 
RREEAAÇÇÕÕEESS NNAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 FASE 1 
• forte crescimento de mesófilos com aumento da temperatura 
em função da biodegradação; 
 FASE 2 
• diminuição da atividade de mesófilos e aumento da atividade 
dos termófilos (mais ativos); ocorre intensa e rápida degradação 
da MO; o aumento da temperatura elimina os microorganismos 
patogênicos (degradação e higienização)
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11 
RREEAAÇÇÕÕEESS NNAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 FASE 3 
• diminuição da temperatura, redução da atividade dos termófilos 
e retorno dos mesófilos; a atividade biológica estabiliza → 
humificação 
 FASE 4 
• maturação do composto 
CCOOMMPPOOSSIIÇÇÃÃOO QQUUÍÍMMIICCAA DDOOSS RREESSÍÍDDUUOOSS 
Importante para estimar os teores de 
nutrientes no composto orgânico após 
formado e para regular o processo visando 
satisfazer as necessidades das planta 
• relação C/N e composição química
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12 
PREPARO DDAA PPIILLHHAA EE CCOONNDDUUÇÇÃÃOO DDAA 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM 
 Associar todas as categorias de resíduos orgânicos 
 Obter mistura de relação C/N (30/1) 
 A pilha deve apresentar umidade e aeração adequada 
 Presença do inoculante (microorganismos) 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS 
 Local 
• plano, de fácil acesso, fonte de água, sem vento e sombra 
 Dimensões da pilha (formato de retângulo) 
• largura: 2,0 a 3,0 m 
• altura: 1,5 m 
• comprimento: livre 
• disposição das camadas: 15 cm de palha, com camadas de 
esterco de 5 cm
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13 
COMPOSTAGEM: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS
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14 
COMPOSTAGEM: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS
Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira 
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15 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: IIRRRRIIGGAAÇÇÃÃOO 
 Importante para decomposição rápida 
Turno de rega 
• a cada 2 dias 
• evitar o excesso 
 Monitoramento 
•escorrimento manual 
• mofo branco no interior da pilha 
Dias de chuva: proteção com lona ou capim 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: IIRRRRIIGGAAÇÇÃÃOO
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16 
COMPOSTAGEM: PILHA, MMOONNTTEE OOUU MMEEDDAA 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: RREEVVIIRRAAMMEENNTTOOSS 
 Objetivos 
• Controle da temperatura da pilha 
• Controle da umidade da pilha 
Tipos 
• Manual e mecânico 
 Estratégia/Número 
• 1ª: aos 7 dias após montagem da pilha 
• As demais: intervalos de 15 dias
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17 
COMPOSTAGEM: TTEEMMPPEERRAATTUURRAA 
 Ideal 
• 50-70 ºC 
 Acompanhamento 
•evitar aumento excessivo: queima do material ( 70 ºC) 
• reviramentos e irrigação 
 Monitoramento 
• termômetro de haste longa 
• teste prático: haste de ferro 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: TTEEMMPPEERRAATTUURRAA
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18 
COMPOSTAGEM: EENNRRIIQQUUEECCIIMMEENNTTOO 
 Objetivos 
• melhorar a qualidade do composto orgânico 
 Materiais 
• orgânicos 
• estercos, resíduos agroindustriais, materiais ricos em N, urina 
de vaca, etc 
• inorgânicos 
• pó de rocha (fosfato natural), calcário, gesso, cinzas, etc. 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: RREENNDDIIMMEENNTTOO 
 30 a 60 dias (bioestabilizado – pode ser usado) 
90 a 120 dias (está pronto) 
Rendimento da pilha 
• 1/3 a ½ do volume inicial 
• 250 kg/m3 (50 % de umidade) 
 Formas de aplicação 
• função da quantidade, fertilidade do solo e demanda da cultura 
• lanço • covas • sulco de plantio
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19 
COMPOSTAGEM: FFOORRMMAASS DDEE AAPPLLIICCAAÇÇÃÃOO 
CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: CCUUSSTTOO DDEE PPRROODDUUÇÇÃÃOO 
 Poucas informações 
• Sousa (1998): pilha de 36 m3 →9 t 
• preço final da pilha: R$ 284,10 
• custo por t: R$ 31,60 
• preço de esterco de galinha fresco: 1 t = 
R$ 100,00
Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira 
(UAGRA/CCTA/UFCG) 
20 
CCÁÁLLCCUULLOO DDAA AADDUUBBAAÇÇÃÃOO 
 Fatores a serem considerados 
• Fertilidade do solo 
• Teor de matéria orgânica 
• Espécie cultivada e fatores climáticos 
 Análise de solo e foliar 
 Orientação agronômica 
CCOONNVVEERRSSÃÃOO DDOOSS MMAATTEERRIIAAIISS 
 A planta absorve nutrientes na forma mineral 
 Mineralização 
• processo lento 
• necessidade de aporte de grandes quantidades 
• Vantagem é que perdas pequenas
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(UAGRA/CCTA/UFCG) 
21 
CONVERSÃO DDEE NNUUTTRRIIEENNTTEESS 
 Índice de conversão de nutrientes da forma orgânica para mineral 
Índice de conversão (%) 
1º ano 
40 
N 30 10 
P 50 
20 10 
K 100 
- - 
Ca, Mg, S 50 
20 10 
Fonte: Valle et al. (1995) 
2º ano 3º ano 
Nutriente 
CCÁÁLLCCUULLOO DDAA AADDUUBBAAÇÇÃÃOO 
 Informações requeridas 
• necessidade da cultura – NPK, em kg/ha (A) 
• teor de matéria seca do fertilizante orgânico, % 
(B) 
• teor do nutriente na matéria seca, % (C) 
• índice de conversão do nutriente aplicado da 
forma orgânica para mineral, % (D)
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22 
QUANTIDADE DDEE CCOOMMPPOOSSTTOO 
A 
B/100 x C/100 x D/100 
X = 
Fonte: Theodoro  Caixeta (1999) 
EEXXEEMMPPLLOO 
 Qual a quantidade de composto orgânico (kg/m 
linear de sulco) que deve ser aplicado no 
meloeiro, sabendo-se que a necessidade da 
cultura em N é de 120 kg/ha; o teor de matéria 
seca do composto é de 50 %; o teor de N na 
matéria seca é de 3,0 % e o índice de conversão 
do N é de 40 %? O espaçamento entre fileiras do 
meloeiro é de 2,0 m.

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Aula de compostagem

  • 1. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 1 AGRICULTURA GERAL COMPOSTAGEM POMBAL – PB CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Conceito 1) Processo de transformação de materiais orgânicos grosseiros (palhas, estercos, etc.) em composto orgânico prontamente utilizáveis na agricultura com auxílio dos microorganismos (fungos e bactérias). 2) É a produção de adubo a partir de resíduos orgânicos inadequados para o emprego direto na agricultura com vista a melhorar as propriedades do solo e contribuir para o aumento da produtividade das culturas.
  • 2. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 2 CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Esquema do Processo Mat. Orgânicos + Microorganismos + O2 ↓ Composto orgânico + CO2 + H2O + Calor + Nutrientes CCOOMMPPOOSSTTOO OORRGGÂÂNNIICCOO Definições • Cientificamente • Degradação biológica da MO na presença de oxigênio do ar, sob condições controladas, cujos produtos são: matéria orgânica compostada, CO2, calor e água • Legislação – Lei 86955 • Fertilizante composto obtido por processo bioquímico natural ou controlado, com mistura de resíduos de origem animal e vegetal
  • 3. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 3 VANTAGENS DDAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Favorece o melhor aproveitamento de resíduos orgânicos Permite o melhor aproveitamento de resíduos industriais e de centros urbanos Permitir a utilização de resíduos orgânicos grosseiros que por sua natureza física, química e biológica não seriam aproveitados Apressar a transformação dos resíduos orgânicos em composto sob condições controladas VVAANNTTAAGGEENNSS NNAA AAPPLLIICCAAÇÇÃÃOO DDOO CCOOMMPPOOSSTTOO OORRGGÂÂNNIICCOO Serve para enriquecer solos pobres em nutrientes e melhorar as características físicas do solo Aumenta a capacidade das plantas na absorção de nutrientes (macro e micro) Facilita a aeração do solo, a retenção da água e reduz a erosão provocada pelas chuvas Funciona como inoculante através da adição microorganismos benéficos a formação dos solos Contribui para manter e,ou aumentar a produtividade das culturas
  • 4. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 4 AABBSSOORRÇÇÃÃOO DDEE NNUUTTRRIIEENNTTEESS PPEELLAASS PPLLAANNTTAASS FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Presença de microorganismos • Esterco ou estrume diversos • Composto orgânico já pronto • Lixo doméstico e lodo de esgoto • Preparados especiais (Inoculantes comerciais) →Não é um método eficiente →Pilha de resíduos orgânicos deve ser esterilizada
  • 5. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 5 FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Umidade • Microorganismos precisam de água →Processo de multiplicação →Degradação dos resíduos orgânicos • Umidade ótima: 40 a 60% • 40% reduz-se a atividade microbiológica • 60% composto fica encharcado (reduz o oxigênio) FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Aeração Composto pode ser formado tanto na presença quanto na ausência de oxigênio →Vantagens da compostagem na presença de oxigênio • Tempo para obtenção do composto é menor • O composto produzido é de melhor qualidade • Não libera mal cheiro e não atrai moscas
  • 6. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 6 FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Aeração Como manter uma boa aeração? • Utilizar materiais orgânicos grosseiros: palhas e cascas • Revolvimentos constantes • Espaços vazios requeridos na pilha: 30% • Teor de oxigênio mínimo requerido no interior da pilha: 5% FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Temperatura • Decomposição microbiana dos resíduos orgânicos libera calor • Em apenas dois ou três dias: 40 a 50ºC • Em até quinze dias: 70ºC • Temperatura ideal: 50 a 70ºC • Temperatura 70ºC: queima do matéria orgânica • Revolvimento e irrigação
  • 7. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 7 FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) • Leguminosas: 20 a 30/1 • Palhas e cascas de cereais: 50 a 200/1 • Madeiras: 500 a 1000/1 • Relação C/N ideal no resíduo orgânico →Próximo de 30/1: microorganismos consomem 30C / 1N →Qual a saída? Associar resíduos orgânicos que somados sua relação C/N fique aproximada de 30/1 FFAATTOORREESS QQUUEE CCOONNTTRROOLLAAMM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) • Leguminosa (30/1) --- 10 partes de C (1/3) + 1N = CO (10/1) --- 20 partes de C (2/3) = CO2 • Palha cereal (100/1) --- 10 partes de C (1/10) + 1N = CO (10/1) --- 90 partes de C (9/10) = CO2 • Relação C/N no composto orgânico →Próximo de 10/1: microorganismos tem relação C/N de 10/1 →Ideal: 10 a 12/1 →Na prática: 15 a 18/1
  • 8. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 8 FATORES QUE CONTROLAM AA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) • Alta relação C/N: →Redução na eficiência da compostagem →Aumenta o tempo para obtenção do composto orgânico • Baixa relação C/N: →Esterco de galinha 30/1 →Haverá excesso de N e falta de C →Excesso de N é perdido na forma de NH3 TTIIPPOOSS DDEE CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Indore • Pilhas, montes ou medas • mais utilizado Laminar (variante do sistema indore) Bokashi (farelos e inoculantes)
  • 9. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 9 MATERIAIS UTILIZADOS NNAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Materiais energéticos: alta relação C/N Palhas, galhos, troncos, cascas, sabugos, capins, serragem, etc. Materiais nutritivos: média relação C/N Tortas vegetais (mamona, algodão, amendoim, etc.) e as plantas leguminosas (feijão, crotalária, soja, etc.) Inoculantes: fornecedores de microoganismos Estercos, lixo, lodo de esgoto, composto orgânico pronto OO PPRROOCCEESSSSOO DDEE CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Fases • Termofílica • aquecimento • degradação • Mesofílica • resfriamento (depleção do substrato) • manutenção ou cura
  • 10. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 10 O PROCESSO DDEE CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Microorganismos • Tipos • Principalmente fungos e bactérias • Classificação em função da temperatura • psicrófilos: de 0-20 ºC • mesófilos: de 15-43 ºC • termófilos: de 40-85 ºC RREEAAÇÇÕÕEESS NNAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM FASE 1 • forte crescimento de mesófilos com aumento da temperatura em função da biodegradação; FASE 2 • diminuição da atividade de mesófilos e aumento da atividade dos termófilos (mais ativos); ocorre intensa e rápida degradação da MO; o aumento da temperatura elimina os microorganismos patogênicos (degradação e higienização)
  • 11. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 11 RREEAAÇÇÕÕEESS NNAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM FASE 3 • diminuição da temperatura, redução da atividade dos termófilos e retorno dos mesófilos; a atividade biológica estabiliza → humificação FASE 4 • maturação do composto CCOOMMPPOOSSIIÇÇÃÃOO QQUUÍÍMMIICCAA DDOOSS RREESSÍÍDDUUOOSS Importante para estimar os teores de nutrientes no composto orgânico após formado e para regular o processo visando satisfazer as necessidades das planta • relação C/N e composição química
  • 12. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 12 PREPARO DDAA PPIILLHHAA EE CCOONNDDUUÇÇÃÃOO DDAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM Associar todas as categorias de resíduos orgânicos Obter mistura de relação C/N (30/1) A pilha deve apresentar umidade e aeração adequada Presença do inoculante (microorganismos) CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS Local • plano, de fácil acesso, fonte de água, sem vento e sombra Dimensões da pilha (formato de retângulo) • largura: 2,0 a 3,0 m • altura: 1,5 m • comprimento: livre • disposição das camadas: 15 cm de palha, com camadas de esterco de 5 cm
  • 13. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 13 COMPOSTAGEM: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS
  • 14. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 14 COMPOSTAGEM: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: LLOOCCAALL EE DDIIMMEENNSSÕÕEESS
  • 15. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 15 CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: IIRRRRIIGGAAÇÇÃÃOO Importante para decomposição rápida Turno de rega • a cada 2 dias • evitar o excesso Monitoramento •escorrimento manual • mofo branco no interior da pilha Dias de chuva: proteção com lona ou capim CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: IIRRRRIIGGAAÇÇÃÃOO
  • 16. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 16 COMPOSTAGEM: PILHA, MMOONNTTEE OOUU MMEEDDAA CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: RREEVVIIRRAAMMEENNTTOOSS Objetivos • Controle da temperatura da pilha • Controle da umidade da pilha Tipos • Manual e mecânico Estratégia/Número • 1ª: aos 7 dias após montagem da pilha • As demais: intervalos de 15 dias
  • 17. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 17 COMPOSTAGEM: TTEEMMPPEERRAATTUURRAA Ideal • 50-70 ºC Acompanhamento •evitar aumento excessivo: queima do material ( 70 ºC) • reviramentos e irrigação Monitoramento • termômetro de haste longa • teste prático: haste de ferro CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: TTEEMMPPEERRAATTUURRAA
  • 18. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 18 COMPOSTAGEM: EENNRRIIQQUUEECCIIMMEENNTTOO Objetivos • melhorar a qualidade do composto orgânico Materiais • orgânicos • estercos, resíduos agroindustriais, materiais ricos em N, urina de vaca, etc • inorgânicos • pó de rocha (fosfato natural), calcário, gesso, cinzas, etc. CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: RREENNDDIIMMEENNTTOO 30 a 60 dias (bioestabilizado – pode ser usado) 90 a 120 dias (está pronto) Rendimento da pilha • 1/3 a ½ do volume inicial • 250 kg/m3 (50 % de umidade) Formas de aplicação • função da quantidade, fertilidade do solo e demanda da cultura • lanço • covas • sulco de plantio
  • 19. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 19 COMPOSTAGEM: FFOORRMMAASS DDEE AAPPLLIICCAAÇÇÃÃOO CCOOMMPPOOSSTTAAGGEEMM:: CCUUSSTTOO DDEE PPRROODDUUÇÇÃÃOO Poucas informações • Sousa (1998): pilha de 36 m3 →9 t • preço final da pilha: R$ 284,10 • custo por t: R$ 31,60 • preço de esterco de galinha fresco: 1 t = R$ 100,00
  • 20. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 20 CCÁÁLLCCUULLOO DDAA AADDUUBBAAÇÇÃÃOO Fatores a serem considerados • Fertilidade do solo • Teor de matéria orgânica • Espécie cultivada e fatores climáticos Análise de solo e foliar Orientação agronômica CCOONNVVEERRSSÃÃOO DDOOSS MMAATTEERRIIAAIISS A planta absorve nutrientes na forma mineral Mineralização • processo lento • necessidade de aporte de grandes quantidades • Vantagem é que perdas pequenas
  • 21. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 21 CONVERSÃO DDEE NNUUTTRRIIEENNTTEESS Índice de conversão de nutrientes da forma orgânica para mineral Índice de conversão (%) 1º ano 40 N 30 10 P 50 20 10 K 100 - - Ca, Mg, S 50 20 10 Fonte: Valle et al. (1995) 2º ano 3º ano Nutriente CCÁÁLLCCUULLOO DDAA AADDUUBBAAÇÇÃÃOO Informações requeridas • necessidade da cultura – NPK, em kg/ha (A) • teor de matéria seca do fertilizante orgânico, % (B) • teor do nutriente na matéria seca, % (C) • índice de conversão do nutriente aplicado da forma orgânica para mineral, % (D)
  • 22. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG) 22 QUANTIDADE DDEE CCOOMMPPOOSSTTOO A B/100 x C/100 x D/100 X = Fonte: Theodoro Caixeta (1999) EEXXEEMMPPLLOO Qual a quantidade de composto orgânico (kg/m linear de sulco) que deve ser aplicado no meloeiro, sabendo-se que a necessidade da cultura em N é de 120 kg/ha; o teor de matéria seca do composto é de 50 %; o teor de N na matéria seca é de 3,0 % e o índice de conversão do N é de 40 %? O espaçamento entre fileiras do meloeiro é de 2,0 m.