Fim

Correia transporadora

Pilha e Fila estática
Prof. Sérgio Souza Costa

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Sobre mim
Sérgio Souza Costa
Professor - UFMA
Doutor em Computação Aplicada (INPE)
prof.sergio.costa@gmail.com

https://sites.google.com/site/profsergiocosta/home
http://www.slideshare.net/skosta/presentations?order=popular
https://twitter.com/profsergiocosta
http://gplus.to/sergiosouzacosta
Pilhas

Disciplina| Professor

Um dos conceitos mais úteis na ciência da computação é o de
pilha. Nesta aula, examinaremos essa simples estrutura de
dados e verificaremos por que ela desempenha esse
proeminente papel nas áreas de programação e de linguagens
de programação.

Esta aula pode ser
vista também no
vídeo abaixo:
Pilhas
Quais operações você pode fazer
com pilhas ?
Quais operações você pode fazer
com pilhas ?

Empilhar
Quais operações você pode fazer
com pilhas ?

Empilhar
No topo
Quais operações você pode fazer
com pilhas ?

Empilhar
No topo

Desempilhar
Quais operações você pode fazer
com pilhas ?

Empilhar
No topo

Desempilhar
Do topo
Pilha: Conceito básico

(1)
Pilha: Conceito básico

empilha
(1)

(2)
Pilha: Conceito básico
empilha
empilha
(1)

(2)

(3)
Pilha: Conceito básico
empilha
empilha
empilha
(1)

(2)

(3)

(4)
Pilha: Conceito básico
empilha
empilha
empilha
(1)
Desempilha

(5)

(2)

(3)

(4)
Pilha: Conceito básico
empilha
empilha
empilha
(1)

(2)

Desempilha
empilha

(5)

(6)

(3)

(4)
Pilha: Conceito básico
empilha
empilha
empilha
(1)

(2)

Desempilha

(3)
Desempilha

empilha

(5)

(6)

(7)

(4)
Pilha: Conceito básico
empilha
empilha
empilha
(1)

(2)

Desempilha

(3)
Desempilha

empilha

(5)

(4)

Desempilha

(6)

(7)

(8)
Pilha: Conceito básico
O primeiro que entra
é o último que sai.
LIFO (do inglês, Last
In First Out) empilha

empilha
empilha

.
(1)

(2)

Desempilha

(3)
Desempilha

empilha

(5)

(4)

Desempilha

(6)

(7)

(8)
O Tipo Abstrato Pilha
O Tipo Abstrato Pilha
Ou seja, as operações que descrevem o
comportamento da Pilha.
Quais seriam estas
operações, vocês são
capazes de enumerá-las ?
1. Empilhar
1. Empilhar

2. Desempilhar
1. Empilhar
2. Desempilhar

3. Verificar o valor do
topo
1. Empilhar
2. Desempilhar
3. Verificar o valor do topo

4. Verificar se a pilha
está vazia
1. Empilhar
2. Desempilhar
3. Verificar o valor do topo
4. Verificar se a pilha está vazia

5. Cria uma Pilha
TAD: Pilha
Significado das operações (P sendo uma pilha e x
um elemento)
1.cria_pilha () - Inicializa uma pilha, retornando uma dada
pilha P
2.empilha(P,x) - Acrescenta o elemento x no topo da pilha P
(o tamanho de P aumenta)
3.desempilha (P) - Remove e retorna o elemento no topo da
pilha (o tamanho de P diminui)
4.pilha_vazia (P) - Verifica se a pilha está vazia (ou seja,
não possui nenhum elemento)
5.topo (P) – Retorna o valor que está no topo da pilha
Qual será o estado final da pilha após
estas operações ?
p = cria_pilha()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
10
p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
20
10
p

10

p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20
10
p

20

10

10

p

p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20

20

10
p

20

10

10

10

p

p

p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20

50
20
10
p

20

10
p

20

10

10

10

p

p

p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20

20

10
p

20

10

10

10

p

p

p

p

50
20

20

10

10

p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20

20

10
p

20

10

10

10

p

p

p

p

50
20

20

10

10

10

p

p

p

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20

20

10
p

20

10

10

10

p

p

p

p

50
20

20

10

10

10

10

p

p

p

p

90

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
30
20

20

10
p

20

10

10

10

p

p

p

p

50
20

20

10

10

10

10

p

p

p

p

90

p = cria_pilha ()
empilha (p, 10)
empilha (p, 20)
empilha (p, 30)
desempilha (p)
empilha (p,50)
desempilha (p)
desempilha (p)
empilha (p,90)
Entenderam o conceito da
pilha ?
Como podemos codificar
esta estrutura ?
Que elementos podemos
usar ?
Vídeo Aula
Esta aula pode ser vista também no vídeo
abaixo:
TAD: Pilha
Uma possibilidade é usar vetores, dados que estes
permitem armazenar uma coleção de dados.
TAD: Pilha
Uma possibilidade é usar vetores, dados que estes
permitem armazenar uma coleção de dados.
Uma pilha que usa vetor como estrutura básica é
chamada de pilha estática.
TAD: Pilha
Uma possibilidade é usar vetores, dados que estes
permitem armazenar uma coleção de dados.
Uma pilha que usa vetor como estrutura básica é
chamada de pilha estática.
Na Unidade II, veremos como codificar uma pilha
dinâmica usando listas encadeadas.
Codificando o TAD Pilha
•Antes de prosseguir, pause a aula e tentem rascunhar
em papel como seria as operações:
–Empilha e
–Desempilha
Codificando o TAD Pilha
•Ao usar um vetor como estrutura para a nossa pilha
precisamos:
–Saber em qual posição do vetor o elemento deve ser
empilhado.
–Saber quando a pilha encheu, ou seja, precisaremos de
uma operação que verifica se a pilha encheu.
Codificando o TAD Pilha
•O que vamos precisar para codificar a nossa pilha?
Codificando o TAD Pilha
•O que vamos precisar para codificar a nossa pilha?

Registros
Codificando o TAD Pilha
•O que vamos precisar para codificar a nossa pilha?

Registros

Funções
Codificando o TAD Pilha
•O que vamos precisar para codificar a nossa pilha?

Registros

Funções

Ponteiros
Codificando o TAD Pilha
•O que vamos precisar para codificar a nossa pilha?

Registros

Funções

Alocação Dinâmica

Ponteiros
Codificando o TAD Pilha
Criando o tipo de dado Pilha ...

typedef struct
} Pilha;

{

Esta é a sintaxe básica
para criar qualquer tipo de
dado. Mas o que uma
pilha irá ter ?

.
Codificando o TAD Pilha
Criando o tipo de dado Pilha ...

typedef struct
int v[10];
} Pilha;

{

Um vetor v com um
dado tamanho para
armazenar os dados.
Codificando o TAD Pilha
Criando o tipo de dado Pilha ...

#define MAX 10
typedef struct {
int v[MAX];
} Pilha;

Porém, usamos uma
constante para definir o
tamanho do vetor. Por
que ?
Codificando o TAD Pilha
Criando o tipo de dado Pilha ...

#define MAX 10
typedef struct {
int v[MAX];
int topo;
} Pilha;

Precisamos ainda saber
em qual posicão inserir,
para isso usamos o
atributo topo
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
Pilha* criaPilha (){
Pilha* p = (Pilha*)
malloc (sizeof(Pilha));
p->topo = 0;
return p;
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
// verifica se a pilha está cheia
int pilhaCheia (Pilha *p) {
return (p->topo == MAX);
}
// verifica se está vazia
int pilhaVazia (Pilha* p) {
return p->topo == 0;
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
void empilha (Pilha *p, int x) {
p->v[p->topo++] = x;
}
int desempilha (Pilha* p) {
return p->v[--p->topo];
}
// retorna o elemento do topo, sem desempilhar
int topo (Pilha* p) {
return p->v[p->topo-1];
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
void empilha (Pilha *p, int x) {
p->v[p->topo++] = x;
}
int desempilha (Pilha* p) {
return p->v[--p->topo];
}
// retorna o elemento do topo, sem desempilhar
int topo (Pilha* p) {
return p->v[p->topo-1];
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
void empilha (Pilha *p, int x) {
void empilha (Pilha *p, int x) {
p->v[p->topo] = x;
p->v[p->topo++] = x;
p->topo++;
}
}
int desempilha (Pilha* p) {
return p->v[--p->topo];
}
// retorna o elemento do topo, sem desempilhar
int topo (Pilha* p) {
return p->v[p->topo-1];
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
void empilha (Pilha *p, int x) {
p->v[p->topo++] = x;
}
int desempilha (Pilha* p) {
return p->v[--p->topo];
}
// retorna o elemento do topo, sem desempilhar
int topo (Pilha* p) {
return p->v[p->topo-1];
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
void empilha (Pilha *p, int x) {
p->v[p->topo++] = x;
}
void desempilha (Pilha *) {
p->topo--;
int desempilhareturn p->v[p->topo];
(Pilha* p) {
return p->v[--p->topo];
}
}
// retorna o elemento do topo, sem desempilhar
int topo (Pilha* p) {
return p->v[p->topo-1];
}
Codificando o TAD Pilha
Codificando as operações:
void empilha (Pilha *p, int x) {
p->v[p->topo++] = x;
}
int desempilha (Pilha* p) {
return p->v[--p->topo];
}
// retorna o elemento do topo, sem desempilhar
int topo (Pilha* p) {
return p->v[p->topo-1];
}
Codificando o TAD Pilha
•Aplicação Cliente: Testando nossa pilha:
– O que será impresso ?
int main () {
Pilha* p = criaPilha ();
empilha (p, 10);
empilha (p, 30);
empilha (p, 40);
printf ("%dn", desempilha (p));
printf ("%dn", desempilha (p));
printf ("%dn", desempilha (p));
}
APLICAÇÕES
Aplicações
•Como o uso das pilhas é possivel simplificar diversos
algoritmos.
–O próprio sistema operacional utiliza pilha para tratar as
chamadas a funções.
–Uma outra aplicação comum é na avaliação de
expressões e de parênteses.
Identificando palíndromos
• Palíndromos são palavras ou frases que são iguais
quando lidas de frente para trás
• Exemplos:
ANA
ARARA
ROTOR
SOCORRAM ME SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS (não considerando os espaços
em branco)
Identificando palíndromos
• Algoritmo
1. Empilhe n/2 letras
2. Descarta letra central se houver
3. Repita
1. Compare o topo da pilha com a proxima letra
2. Se são iguais entao Desempilhe
3. Senao Não é um palíndromo
4. Se no final a pilha está vazia entao a palavra é um
palíndromo
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =0
Base =1

1

2

3

4

5

6

7

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =1
Base =1

A
1

2

3

4

5

Empilha letra 1

6

7

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =2
Base =1

AR
1

2

3

4

5

Empilha letra 2

6

7

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =2
Base =1

AR
1

2

3

4

5

6

Descarta letra central

7

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =2
Base =1

AR
1

2

3

4

5

6

7

Comparar topo com próxima letra

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =1
Base =1

A
1

2

3

4

5

6

7

Se são iguais então desempilhe

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =1
Base =1

A
1

2

3

4

5

6

7

Comparar topo com próxima letra

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =1
Base =1

1

2

3

4

5

6

7

Se são iguais então desempilhe

8
Identificando palíndromos

ARARA
Topo =1
Base =1

1

2

3

4

5

6

7

8

Se no final a pilha está vazia então é um palíndromo
Outros exemplos
•Pilhas podem ser utilizadas para verificar se os
parênteses em uma expressão está balanceado.
Exemplo:
((3+4 + (4*9) ERRO: Faltam dois parênteses fechando!

Como?
Outros exemplos
•Pilhas podem ser utilizadas para verificar se os
parênteses em uma expressão está balanceado.
Exemplo:
((3+4 + (4*9) ERRO: Faltam dois parênteses fechando!

Como?

Para cada carácter da expressão faça
•Se encontrou um “(“ empilha
•Se encontrou um “)” então
•Se a pilha estiver vazia: expressão invalida
•Caso contrario desempilhe
• Se no final pilha estiver vazia, expressão válida.
Notação Infixa - Avaliação
Operadores entre operandos.
4+6*8
Como decidir quais operadores são avaliados primeiros ?
oAbordagem usual é usar as mesmas regras da
matemática.
oCaso a precedênciaseja a mesma, avalia-se da
esquerda para direita
oParenteses tem precedência sobre todos
operadores.
Notação Polonesa
É fácil observar que devido a estas regras, o algoritmo para
avaliar expressões na notação infixa não é muito trivial.
O matemático polonês Jan Łukasiewicz criou uma notação em
torno de 1920 que elimina a necessidade de regras.
Ficou sendo conhecida como notação polonesa.
Não é muito usado na matemática convencional, mas muito
usado nas ciências da computação devido sua simplicidade.
Avaliação de expressões - Notações
Infixa: A + (B*C) / D
Posfixa (polonesa reversa): A B C * + D /
Préfixa (polonesa): + A / * B C D
Avaliação de expressões - Notações
Infixa: A + (B*C) / D
Posfixa (polonesa reversa): A B C * + D /
Préfixa (polonesa): + A / * B C D
Exemplos de uso da notação polonesa

Linguagens:
Scheme e Lisp
Algoritmo de avaliação de
expressão na notação posfixa.
Notação Posfixa
A avaliação de expressões nesta notação é a mais simples.
Percorrendo uma expressão da esquerda para direita,
sabemos que ele deve operar os dois últimos valores
encontrados (considerando que os operadores são binários,
por exemplo os aritméticos).
Notação posfixa
Considerem a seguinte expressão 7 3 + 5 *
Expressão
73+5*
3+5*
+5*

Elemento Ação
7
3

Empilhar
Empilhar

Pilha
P:[]
P:[7]
P:[3,7]

5*

+

*

5

Desempilha 3
Desempilha 7
Empilha 3+7
Empilhar

P:[7]
P:[]
P:[10]
P:[5,10]

*

Desempilha 5
P:[10]
Desempilha 10
P:[]
Empilha 5*10
P:[50]
Se a pilha tiver mais de um elemento, erro, caso contrário retorna o único
valor da pilha.
Referências Bibliográficas
•AARON, Tanenbaun. Estruturas de Dados usando C.
São Paulo: Makron Books, 1995.
•PEREIRA, Silvio. Estruturas de Dados Fundamentais.
São Paulo: Editora Erica, 1996.
•VELOSO, Paulo et al. Estruturas de Dados. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 1983.
Vídeo Aula
Esta aula pode ser vista também no vídeo abaixo:
Fila: Conceito
Conceito base: O primeiro a entrar é o primeiro a
sair. Em Inglês (Fifo): First In Fist Out

•Fila de banco
•Fila de pacientes
•Fila do supermercado
O Tipo Abstrato Fila
O Tipo Abstrato Fila
Ou seja, as operações que descrevem o
comportamento da Fila.
Quais seriam estas
operações, são capazes de
enumerá-las ?
1. criarFila
1. criarFila
2. enfileirar
1. criarFila
2. enfileirar
3. desenfileirar
Como podemos codificar
esta estrutura ?
Quais elementos podemos
usar ?
TAD: Fila
Novamente, uma possibilidade é usar vetores, dado
que estes permitem armazenar uma coleção de dados.
Uma fila que usa vetor como estrutura básica é
chamada de fila estática.
Na Unidade III, veremos como codificar uma fila
dinâmica usando listas encadeadas.
Estava pensando, e observei que na pilha a
entrada e saída é pelo mesmo “lado”.
Porém na fila é diferente, quem chega vai
para fim da fila e sai quem está no início da
fila.
Imaginando, um trabalho em série, onde
um conjunto de peças percorre uma
correia até ela ir para empacotamento
teríamos algo assim:
Fim

Inicio

Correia transporadora

Empacotador
Quando chega um novo produto, ele é colocado
no fim da fila.

Fim

Inicio

Correia transporadora

Empacotador
Quando um produto chega ao fim do processo,
a peça anterior passa a ser o inicio da fila.

Fim

Inicio

Correia transporadora

Empacotador
Quando um produto chega ao fim do processo,
a peça anterior passa a ser o inicio da fila.

Fim

Inicio

Correia transporadora

Empacotador
Quando chega um novo produto, ele é colocado
no fim da fila.

Fim

Inicio

Correia transporadora

Empacotador
CODIFICANDO ...
TAD: Fila
Definindo o tipo de dados Fila. Observe, que tivemos
que incluir os dois atributos, que marcam o inicio e o
fim da fila.
typedef struct {
int v[MAX];
int inicio, fim;
}Fila;
TAD: Fila
Codificando as operações:
Fila* criaFila () {
Fila* q = (Fila*)
malloc (sizeof(Fila));
q->inicio = 0;
q->fim = 0;
return q;
}
Antes de codificar vou pensar um pouco.
Eu sei que quando eu enfileiro estarei
incrementando o fim e quando eu
desenfileiro eu incremento o inicio. Mas
vou simular antes de codificar.
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2
1
fim
0
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2
fim

1
0

10
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim

2
1

20

0

10
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim
2

30

1

20

0

10
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim
2

30

1

20

Inicio

0
q
10

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim
2

30

Inicio

1
0
q
10
20

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim
2

30

Inicio

1
0
q
10
20

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim
2

30

Inicio

1
0
q

Erro: Mesmo tendo áreas
vagas, eu nao posso mais
adicionar elemento.

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
TAD: Fila
Solução, vetor circular:
Depois do último
elemento, temos o
primeiro e antes do
primeiro temos o
último.

Fonte:http://www2.dc.ufscar.br/~bsi/materiais/ed/u5.html
Agora vou simular novamente, mas
considerando meu vetor circular.
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2
1
fim
0
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2
fim

1
0

10
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

fim

2
1

20

0

10
q

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2

30

1

20

0

10
q

Inicio
fim

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2

30

1

20

Inicio

0
q
10

fim

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2

30

Inicio

1
0
q
10
20

fim

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2

30

Inicio

1
0

50
q

10
20

fim

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2

30

1

60

0

50
q

10
20

Inicio
fim

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2
1

60

0

50
q

10
20
30

fim

Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2
1

60

0
q
10
20
30
50

fim
Inicio

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Considerando uma fila de no máximo 3 elementos:

2

Inicio
fim

1
0
q
10
20
30
50
60

Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 50);
enfileira (q, 60);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
Codificando as operações:
void enfileira (Fila* q, int x) {
q->v[q->fim++] = x;
if (q->fim == MAX)
q->fim = 0;
}
TAD: Fila
Codificando as operações:
void enfileira (Fila* q, int x) {
q->v[q->fim++] = x;
if (q->fim == MAX)
q->fim = 0;
}
Adicionamos ao fim
da fila e
incrementamos a
variável fim.
TAD: Fila
Codificando as operações:
void enfileira (Fila* q, int x) {
q->v[q->fim++] = x;
if (q->fim == MAX)
q->fim = 0;
}
Aqui simula o vetor
circular. Se chega a
MAX, então fim
passa ser 0.
TAD: Fila
Codificando as operações:
int desenfileira(Fila* q) {
int x = q->v[q->inicio++];
if (q->inicio == MAX)
q->inicio = 0;
return x;
}

Similar ao enfileira, com a
diferença que irei remover o
elemento do inicio da fila.
TAD: Fila
Testando nossa codificação:
int main () {
Fila *q = criaFila ();
enfileira (q, 10);
enfileira (q, 20);
enfileira (q, 30);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
enfileira (q, 40);
printf ("%dn", desenfileira(q));
printf ("%dn", desenfileira(q));
return 0;
}

O que será
impresso ?
Exemplos de Aplicação
Fila: Aplicações
•Em controle de processos
operacional, fila de processos.

no

sistema

•Em algoritmo de busca em grafo (busca em
largura).
•Algoritmo de caminho mínimo (Dijkstra).
•Algoritmo de ordenação.
Referências Bibliográficas
•AARON, Tanenbaun. Estruturas de Dados usando C.
São Paulo: Makron Books, 1995.
•PEREIRA, Silvio. Estruturas de Dados Fundamentais.
São Paulo: Editora Erica, 1996.
•VELOSO, Paulo et al. Estruturas de Dados. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 1983.

Pilha e Fila Estática

  • 1.
    Fim Correia transporadora Pilha eFila estática Prof. Sérgio Souza Costa Inicio
  • 2.
    Sobre mim Sérgio SouzaCosta Professor - UFMA Doutor em Computação Aplicada (INPE) prof.sergio.costa@gmail.com https://sites.google.com/site/profsergiocosta/home http://www.slideshare.net/skosta/presentations?order=popular https://twitter.com/profsergiocosta http://gplus.to/sergiosouzacosta
  • 3.
    Pilhas Disciplina| Professor Um dosconceitos mais úteis na ciência da computação é o de pilha. Nesta aula, examinaremos essa simples estrutura de dados e verificaremos por que ela desempenha esse proeminente papel nas áreas de programação e de linguagens de programação. Esta aula pode ser vista também no vídeo abaixo:
  • 4.
  • 5.
    Quais operações vocêpode fazer com pilhas ?
  • 6.
    Quais operações vocêpode fazer com pilhas ? Empilhar
  • 7.
    Quais operações vocêpode fazer com pilhas ? Empilhar No topo
  • 8.
    Quais operações vocêpode fazer com pilhas ? Empilhar No topo Desempilhar
  • 9.
    Quais operações vocêpode fazer com pilhas ? Empilhar No topo Desempilhar Do topo
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    Pilha: Conceito básico Oprimeiro que entra é o último que sai. LIFO (do inglês, Last In First Out) empilha empilha empilha . (1) (2) Desempilha (3) Desempilha empilha (5) (4) Desempilha (6) (7) (8)
  • 19.
  • 20.
    O Tipo AbstratoPilha Ou seja, as operações que descrevem o comportamento da Pilha.
  • 21.
    Quais seriam estas operações,vocês são capazes de enumerá-las ?
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    1. Empilhar 2. Desempilhar 3.Verificar o valor do topo
  • 25.
    1. Empilhar 2. Desempilhar 3.Verificar o valor do topo 4. Verificar se a pilha está vazia
  • 26.
    1. Empilhar 2. Desempilhar 3.Verificar o valor do topo 4. Verificar se a pilha está vazia 5. Cria uma Pilha
  • 27.
    TAD: Pilha Significado dasoperações (P sendo uma pilha e x um elemento) 1.cria_pilha () - Inicializa uma pilha, retornando uma dada pilha P 2.empilha(P,x) - Acrescenta o elemento x no topo da pilha P (o tamanho de P aumenta) 3.desempilha (P) - Remove e retorna o elemento no topo da pilha (o tamanho de P diminui) 4.pilha_vazia (P) - Verifica se a pilha está vazia (ou seja, não possui nenhum elemento) 5.topo (P) – Retorna o valor que está no topo da pilha
  • 28.
    Qual será oestado final da pilha após estas operações ? p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 29.
    p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 30.
    10 p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 31.
    20 10 p 10 p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 32.
    30 20 10 p 20 10 10 p p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 33.
    30 20 20 10 p 20 10 10 10 p p p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 34.
    30 20 50 20 10 p 20 10 p 20 10 10 10 p p p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 35.
    30 20 20 10 p 20 10 10 10 p p p p 50 20 20 10 10 p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 36.
    30 20 20 10 p 20 10 10 10 p p p p 50 20 20 10 10 10 p p p p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 37.
    30 20 20 10 p 20 10 10 10 p p p p 50 20 20 10 10 10 10 p p p p 90 p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 38.
    30 20 20 10 p 20 10 10 10 p p p p 50 20 20 10 10 10 10 p p p p 90 p = cria_pilha() empilha (p, 10) empilha (p, 20) empilha (p, 30) desempilha (p) empilha (p,50) desempilha (p) desempilha (p) empilha (p,90)
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
    Vídeo Aula Esta aulapode ser vista também no vídeo abaixo:
  • 43.
    TAD: Pilha Uma possibilidadeé usar vetores, dados que estes permitem armazenar uma coleção de dados.
  • 44.
    TAD: Pilha Uma possibilidadeé usar vetores, dados que estes permitem armazenar uma coleção de dados. Uma pilha que usa vetor como estrutura básica é chamada de pilha estática.
  • 45.
    TAD: Pilha Uma possibilidadeé usar vetores, dados que estes permitem armazenar uma coleção de dados. Uma pilha que usa vetor como estrutura básica é chamada de pilha estática. Na Unidade II, veremos como codificar uma pilha dinâmica usando listas encadeadas.
  • 46.
    Codificando o TADPilha •Antes de prosseguir, pause a aula e tentem rascunhar em papel como seria as operações: –Empilha e –Desempilha
  • 47.
    Codificando o TADPilha •Ao usar um vetor como estrutura para a nossa pilha precisamos: –Saber em qual posição do vetor o elemento deve ser empilhado. –Saber quando a pilha encheu, ou seja, precisaremos de uma operação que verifica se a pilha encheu.
  • 48.
    Codificando o TADPilha •O que vamos precisar para codificar a nossa pilha?
  • 49.
    Codificando o TADPilha •O que vamos precisar para codificar a nossa pilha? Registros
  • 50.
    Codificando o TADPilha •O que vamos precisar para codificar a nossa pilha? Registros Funções
  • 51.
    Codificando o TADPilha •O que vamos precisar para codificar a nossa pilha? Registros Funções Ponteiros
  • 52.
    Codificando o TADPilha •O que vamos precisar para codificar a nossa pilha? Registros Funções Alocação Dinâmica Ponteiros
  • 53.
    Codificando o TADPilha Criando o tipo de dado Pilha ... typedef struct } Pilha; { Esta é a sintaxe básica para criar qualquer tipo de dado. Mas o que uma pilha irá ter ? .
  • 54.
    Codificando o TADPilha Criando o tipo de dado Pilha ... typedef struct int v[10]; } Pilha; { Um vetor v com um dado tamanho para armazenar os dados.
  • 55.
    Codificando o TADPilha Criando o tipo de dado Pilha ... #define MAX 10 typedef struct { int v[MAX]; } Pilha; Porém, usamos uma constante para definir o tamanho do vetor. Por que ?
  • 56.
    Codificando o TADPilha Criando o tipo de dado Pilha ... #define MAX 10 typedef struct { int v[MAX]; int topo; } Pilha; Precisamos ainda saber em qual posicão inserir, para isso usamos o atributo topo
  • 57.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: Pilha* criaPilha (){ Pilha* p = (Pilha*) malloc (sizeof(Pilha)); p->topo = 0; return p; }
  • 58.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: // verifica se a pilha está cheia int pilhaCheia (Pilha *p) { return (p->topo == MAX); } // verifica se está vazia int pilhaVazia (Pilha* p) { return p->topo == 0; }
  • 59.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: void empilha (Pilha *p, int x) { p->v[p->topo++] = x; } int desempilha (Pilha* p) { return p->v[--p->topo]; } // retorna o elemento do topo, sem desempilhar int topo (Pilha* p) { return p->v[p->topo-1]; }
  • 60.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: void empilha (Pilha *p, int x) { p->v[p->topo++] = x; } int desempilha (Pilha* p) { return p->v[--p->topo]; } // retorna o elemento do topo, sem desempilhar int topo (Pilha* p) { return p->v[p->topo-1]; }
  • 61.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: void empilha (Pilha *p, int x) { void empilha (Pilha *p, int x) { p->v[p->topo] = x; p->v[p->topo++] = x; p->topo++; } } int desempilha (Pilha* p) { return p->v[--p->topo]; } // retorna o elemento do topo, sem desempilhar int topo (Pilha* p) { return p->v[p->topo-1]; }
  • 62.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: void empilha (Pilha *p, int x) { p->v[p->topo++] = x; } int desempilha (Pilha* p) { return p->v[--p->topo]; } // retorna o elemento do topo, sem desempilhar int topo (Pilha* p) { return p->v[p->topo-1]; }
  • 63.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: void empilha (Pilha *p, int x) { p->v[p->topo++] = x; } void desempilha (Pilha *) { p->topo--; int desempilhareturn p->v[p->topo]; (Pilha* p) { return p->v[--p->topo]; } } // retorna o elemento do topo, sem desempilhar int topo (Pilha* p) { return p->v[p->topo-1]; }
  • 64.
    Codificando o TADPilha Codificando as operações: void empilha (Pilha *p, int x) { p->v[p->topo++] = x; } int desempilha (Pilha* p) { return p->v[--p->topo]; } // retorna o elemento do topo, sem desempilhar int topo (Pilha* p) { return p->v[p->topo-1]; }
  • 65.
    Codificando o TADPilha •Aplicação Cliente: Testando nossa pilha: – O que será impresso ? int main () { Pilha* p = criaPilha (); empilha (p, 10); empilha (p, 30); empilha (p, 40); printf ("%dn", desempilha (p)); printf ("%dn", desempilha (p)); printf ("%dn", desempilha (p)); }
  • 66.
  • 67.
    Aplicações •Como o usodas pilhas é possivel simplificar diversos algoritmos. –O próprio sistema operacional utiliza pilha para tratar as chamadas a funções. –Uma outra aplicação comum é na avaliação de expressões e de parênteses.
  • 68.
    Identificando palíndromos • Palíndromossão palavras ou frases que são iguais quando lidas de frente para trás • Exemplos: ANA ARARA ROTOR SOCORRAM ME SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS (não considerando os espaços em branco)
  • 69.
    Identificando palíndromos • Algoritmo 1.Empilhe n/2 letras 2. Descarta letra central se houver 3. Repita 1. Compare o topo da pilha com a proxima letra 2. Se são iguais entao Desempilhe 3. Senao Não é um palíndromo 4. Se no final a pilha está vazia entao a palavra é um palíndromo
  • 70.
  • 71.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =1 Base=1 A 1 2 3 4 5 Empilha letra 1 6 7 8
  • 72.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =2 Base=1 AR 1 2 3 4 5 Empilha letra 2 6 7 8
  • 73.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =2 Base=1 AR 1 2 3 4 5 6 Descarta letra central 7 8
  • 74.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =2 Base=1 AR 1 2 3 4 5 6 7 Comparar topo com próxima letra 8
  • 75.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =1 Base=1 A 1 2 3 4 5 6 7 Se são iguais então desempilhe 8
  • 76.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =1 Base=1 A 1 2 3 4 5 6 7 Comparar topo com próxima letra 8
  • 77.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =1 Base=1 1 2 3 4 5 6 7 Se são iguais então desempilhe 8
  • 78.
    Identificando palíndromos ARARA Topo =1 Base=1 1 2 3 4 5 6 7 8 Se no final a pilha está vazia então é um palíndromo
  • 79.
    Outros exemplos •Pilhas podemser utilizadas para verificar se os parênteses em uma expressão está balanceado. Exemplo: ((3+4 + (4*9) ERRO: Faltam dois parênteses fechando! Como?
  • 80.
    Outros exemplos •Pilhas podemser utilizadas para verificar se os parênteses em uma expressão está balanceado. Exemplo: ((3+4 + (4*9) ERRO: Faltam dois parênteses fechando! Como? Para cada carácter da expressão faça •Se encontrou um “(“ empilha •Se encontrou um “)” então •Se a pilha estiver vazia: expressão invalida •Caso contrario desempilhe • Se no final pilha estiver vazia, expressão válida.
  • 81.
    Notação Infixa -Avaliação Operadores entre operandos. 4+6*8 Como decidir quais operadores são avaliados primeiros ? oAbordagem usual é usar as mesmas regras da matemática. oCaso a precedênciaseja a mesma, avalia-se da esquerda para direita oParenteses tem precedência sobre todos operadores.
  • 82.
    Notação Polonesa É fácilobservar que devido a estas regras, o algoritmo para avaliar expressões na notação infixa não é muito trivial. O matemático polonês Jan Łukasiewicz criou uma notação em torno de 1920 que elimina a necessidade de regras. Ficou sendo conhecida como notação polonesa. Não é muito usado na matemática convencional, mas muito usado nas ciências da computação devido sua simplicidade.
  • 83.
    Avaliação de expressões- Notações Infixa: A + (B*C) / D Posfixa (polonesa reversa): A B C * + D / Préfixa (polonesa): + A / * B C D
  • 84.
    Avaliação de expressões- Notações Infixa: A + (B*C) / D Posfixa (polonesa reversa): A B C * + D / Préfixa (polonesa): + A / * B C D
  • 85.
    Exemplos de usoda notação polonesa Linguagens: Scheme e Lisp
  • 86.
    Algoritmo de avaliaçãode expressão na notação posfixa.
  • 87.
    Notação Posfixa A avaliaçãode expressões nesta notação é a mais simples. Percorrendo uma expressão da esquerda para direita, sabemos que ele deve operar os dois últimos valores encontrados (considerando que os operadores são binários, por exemplo os aritméticos).
  • 88.
    Notação posfixa Considerem aseguinte expressão 7 3 + 5 * Expressão 73+5* 3+5* +5* Elemento Ação 7 3 Empilhar Empilhar Pilha P:[] P:[7] P:[3,7] 5* + * 5 Desempilha 3 Desempilha 7 Empilha 3+7 Empilhar P:[7] P:[] P:[10] P:[5,10] * Desempilha 5 P:[10] Desempilha 10 P:[] Empilha 5*10 P:[50] Se a pilha tiver mais de um elemento, erro, caso contrário retorna o único valor da pilha.
  • 89.
    Referências Bibliográficas •AARON, Tanenbaun.Estruturas de Dados usando C. São Paulo: Makron Books, 1995. •PEREIRA, Silvio. Estruturas de Dados Fundamentais. São Paulo: Editora Erica, 1996. •VELOSO, Paulo et al. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1983.
  • 90.
    Vídeo Aula Esta aulapode ser vista também no vídeo abaixo:
  • 91.
    Fila: Conceito Conceito base:O primeiro a entrar é o primeiro a sair. Em Inglês (Fifo): First In Fist Out •Fila de banco •Fila de pacientes •Fila do supermercado
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    O Tipo AbstratoFila Ou seja, as operações que descrevem o comportamento da Fila.
  • 94.
    Quais seriam estas operações,são capazes de enumerá-las ?
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  • 100.
    TAD: Fila Novamente, umapossibilidade é usar vetores, dado que estes permitem armazenar uma coleção de dados. Uma fila que usa vetor como estrutura básica é chamada de fila estática. Na Unidade III, veremos como codificar uma fila dinâmica usando listas encadeadas.
  • 101.
    Estava pensando, eobservei que na pilha a entrada e saída é pelo mesmo “lado”. Porém na fila é diferente, quem chega vai para fim da fila e sai quem está no início da fila.
  • 102.
    Imaginando, um trabalhoem série, onde um conjunto de peças percorre uma correia até ela ir para empacotamento teríamos algo assim:
  • 103.
  • 104.
    Quando chega umnovo produto, ele é colocado no fim da fila. Fim Inicio Correia transporadora Empacotador
  • 105.
    Quando um produtochega ao fim do processo, a peça anterior passa a ser o inicio da fila. Fim Inicio Correia transporadora Empacotador
  • 106.
    Quando um produtochega ao fim do processo, a peça anterior passa a ser o inicio da fila. Fim Inicio Correia transporadora Empacotador
  • 107.
    Quando chega umnovo produto, ele é colocado no fim da fila. Fim Inicio Correia transporadora Empacotador
  • 108.
  • 109.
    TAD: Fila Definindo otipo de dados Fila. Observe, que tivemos que incluir os dois atributos, que marcam o inicio e o fim da fila. typedef struct { int v[MAX]; int inicio, fim; }Fila;
  • 110.
    TAD: Fila Codificando asoperações: Fila* criaFila () { Fila* q = (Fila*) malloc (sizeof(Fila)); q->inicio = 0; q->fim = 0; return q; }
  • 111.
    Antes de codificarvou pensar um pouco. Eu sei que quando eu enfileiro estarei incrementando o fim e quando eu desenfileiro eu incremento o inicio. Mas vou simular antes de codificar.
  • 112.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 1 fim 0 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 113.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 fim 1 0 10 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 114.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 1 20 0 10 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 115.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 30 1 20 0 10 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 116.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 30 1 20 Inicio 0 q 10 Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 117.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 30 Inicio 1 0 q 10 20 Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 118.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 30 Inicio 1 0 q 10 20 Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
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    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 30 Inicio 1 0 q Erro: Mesmo tendo áreas vagas, eu nao posso mais adicionar elemento. Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 120.
    TAD: Fila Solução, vetorcircular: Depois do último elemento, temos o primeiro e antes do primeiro temos o último. Fonte:http://www2.dc.ufscar.br/~bsi/materiais/ed/u5.html
  • 121.
    Agora vou simularnovamente, mas considerando meu vetor circular.
  • 122.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 1 fim 0 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 123.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 fim 1 0 10 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 124.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: fim 2 1 20 0 10 q Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 125.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 30 1 20 0 10 q Inicio fim Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 126.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 30 1 20 Inicio 0 q 10 fim Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 127.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 30 Inicio 1 0 q 10 20 fim Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 128.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 30 Inicio 1 0 50 q 10 20 fim Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 129.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 30 1 60 0 50 q 10 20 Inicio fim Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 130.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 1 60 0 50 q 10 20 30 fim Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 131.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 1 60 0 q 10 20 30 50 fim Inicio Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 132.
    Considerando uma filade no máximo 3 elementos: 2 Inicio fim 1 0 q 10 20 30 50 60 Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 50); enfileira (q, 60); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q));
  • 133.
    Codificando as operações: voidenfileira (Fila* q, int x) { q->v[q->fim++] = x; if (q->fim == MAX) q->fim = 0; }
  • 134.
    TAD: Fila Codificando asoperações: void enfileira (Fila* q, int x) { q->v[q->fim++] = x; if (q->fim == MAX) q->fim = 0; } Adicionamos ao fim da fila e incrementamos a variável fim.
  • 135.
    TAD: Fila Codificando asoperações: void enfileira (Fila* q, int x) { q->v[q->fim++] = x; if (q->fim == MAX) q->fim = 0; } Aqui simula o vetor circular. Se chega a MAX, então fim passa ser 0.
  • 136.
    TAD: Fila Codificando asoperações: int desenfileira(Fila* q) { int x = q->v[q->inicio++]; if (q->inicio == MAX) q->inicio = 0; return x; } Similar ao enfileira, com a diferença que irei remover o elemento do inicio da fila.
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    TAD: Fila Testando nossacodificação: int main () { Fila *q = criaFila (); enfileira (q, 10); enfileira (q, 20); enfileira (q, 30); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); enfileira (q, 40); printf ("%dn", desenfileira(q)); printf ("%dn", desenfileira(q)); return 0; } O que será impresso ?
  • 138.
  • 139.
    Fila: Aplicações •Em controlede processos operacional, fila de processos. no sistema •Em algoritmo de busca em grafo (busca em largura). •Algoritmo de caminho mínimo (Dijkstra). •Algoritmo de ordenação.
  • 140.
    Referências Bibliográficas •AARON, Tanenbaun.Estruturas de Dados usando C. São Paulo: Makron Books, 1995. •PEREIRA, Silvio. Estruturas de Dados Fundamentais. São Paulo: Editora Erica, 1996. •VELOSO, Paulo et al. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1983.