SlideShare uma empresa Scribd logo
As Raízes do
Modernismo
Brasileiro
 O Pré-modernismo
 Modernismo
 Suas Fases
ManoelBandeira
Equipe:
Carolayne
Elbia
Isabel
Miguel
Rayane
MonteiroLobato
Sumário:
Pré-modernismo..............................................................................................4
Pontos de conflito no brasil pré-modernista................................................5
Caracterização...............................................................................................7
Principais autores pré-modernistas...............................................................8
 Monteiro Lobato.........................................................................................9
 Euclides da Cunha....................................................................................11
 Lima Barreto...............................................................................................13
Augusto dos anjos.........................................................................................15
Modernismo...................................................................................................17
Fases................................................................................................................21
A semana de arte moderna........................................................................22
A semana.......................................................................................................24
Manuel Bandeira...........................................................................................27
 Principais obras..........................................................................................29
 Poemas.......................................................................................................30
Pré-modernismo
O pré-modernismo ou Também
chamado estética impressionista foi um
período literário brasileiro, que marcau a
transição entre o simbolismo e o
movimento modernista. Em Portugal, o
pré-modernismo configura o movimento
denominado saudosismo .
O termo pré-modernismo parece ter
sido criado por Tristão de Athayde, para
designar os "escritores contemporâneos
do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920",
no dizer de Joaquim Francisco Coelho
Pontos de conflito no
Brasil pré-
modernista
Para os autores, o momento histórico brasileiro
interferiu na produção literária, marcando a transição dos
valores éticos do século XIX para uma nova realidade
que se desenhava, essencialmente pautado por uma
série de conflitos como o fanatismo religioso do Padre
Cícero e de Antônio Conselheiro e o cangaço,
no Nordeste, as revoltas da Vacina e da Chibata, no Rio
de Janeiro, as greves operárias em São Paulo e a Guerra
do Contestado (na fronteira entre Paraná e Santa
Catarina); além disso a política seguia marcadamente
dirigida pela oligarquia rural, o nascimento
da burguesia urbana, a industrialização, segregação dos
negros pós-abolição, o surgimento do proletariado e:
finalmente, a imigração europeia.
Além desses fatos somam-se as lutas políticas
constantes pelo coronelismo, e disputas provincianas
como as existentes no Rio Grande do
Sul entre maragatos e republicanos.
Caracterização:
Embora vários autores sejam classificados
como pré-modernistas, este não se constituiu num
estilo ou escola literária, dado a forte individualidade
de suas obras , mas essencialmente eram marcados
por duas características comuns:
 conservadorismo - traziam na sua estética os valores
naturalistas;
 renovação - demonstravam íntima relação com a
realidade brasileira e as tensões vividas pela
sociedade do período
Embora tenham rompido com a temática dos
períodos anteriores, esses autores não avançaram o
bastante para ser considerados modernos - notando-
se, até, alguns casos, resistência às novas estéticas.
Principais Autores
Pré-modernista
PRINCIPAIS OBRAS:
 Urupês (1918) - Aborda a decadência da agricultura no
Vale do Paraíba, após o “ciclo” do café.
 Ideias de Jeca Tatu (1919) - História de Vilela, Camilo e
Rita envolvidos em um triângulo amoroso.
 A Menina do Narizinho Arrebitado (1920) - Tem como
personagens principais Emília e Narizinho em mais uma
de suas histórias inéditas.
 O Pica-Pau Amarelo (1939) - Aborda a Turma do Sítio
(Emília, Narizinho, Pedrinho, Marquês de Rabicó,
Conselheiro, Quindim, Visconde de Sabugosa, Dona
Benta, Tia Nastácia, Tio Barnabé, Cuca, Saci, etc)
vivendo situações e aventuras que mexem com a
imaginação da criançada.
 Os Sertões (1902) - Retrata a Guerra dos Canudos,
sendo publicado nos seguintes idiomas: alemão, chinês,
francês, inglês, dinamarquês, espanhol, holandês,
italiano e sueco.
 Contrastes e Confrontos (1907) - Pode-se dizer que é
uma obra científica e uma obra de arte. Trata-se de
uma obra única na história das letras brasileiras.
 À Margem da História (1909) - Publicação póstuma,
reúne os artigos de Euclides sobre a Amazônia antes e
após sua viagem à região. Os ensaios amazônicos
reforçam a tese de uma formação histórica marcada
por contrastes e antagonismos. O dever da ciência e
dos intelectuais era, para Euclides da Cunha, promover
o encontro entre Estado e nação.
PRINCIPAIS OBRAS:
 Recordações do Escrivão Isaías
Caminha (romance – 1909)
 Triste Fim de Policarpo Quaresma (romance – 1911)
 Numa e Ninfa (romance – 1915)
 Morte e M. J. Gonzaga de Sá (romance – 1919)
 Os Bruzundangas (crônica – 1923)
 Clara dos Anjos (romance – 1924)
 Histórias e Sonhos (contos – 1956)
 Diário Íntimo (memórias – 1956)
 Cemitério dos Vivos (memórias – 1956)
PRINCIPAIS OBRAS:
 Saudade (poema - 1900) - Mostra que tanto os atos
bons quanto os ruins do passado de alguém são
necessários para completar o indivíduo.
 Eu e Outras Poesias (único livro de poemas - 1912) -
Articula o trinômio como reflexo de um momento
histórico marcado por um sentimento de perda, um
mal-estar disseminado entre os intelectuais, uma
angústia diante da falência da Civilização Ocidental e
dos ideais do Progresso.
 Psicologia de um Vencido (soneto) - Com o uso de
palavras rebuscadas e repleto de simbolismo, este
soneto aborda o pessimismo marcante e retrata a
tragédia da morte com naturalidade.
 Versos íntimos - Como todos os outros poemas e sonetos
de Anjos, este também aborda a morte e o próprio "eu"
o centro do seu pensamento.
PRINCIPAIS OBRAS:
Modernismo
O modernismo brasileiro foi um amplo
movimento cultural que repercutiu fortemente
sobre a cena artística e a sociedade brasileira na
primeira metade do século XX, sobretudo no
campo da literatura e das artes plásticas. O
movimento no Brasil foi desencadeado a partir da
assimilação de tendências culturais e artísticas
lançadas pelas vanguardas europeias no período
que antecedeu a Primeira Guerra Mundial, como
o Cubismo e o Futurismo. As novas linguagens
modernas colocadas pelos movimentos artísticos e
literários europeus foram aos poucos assimiladas
pelo contexto artístico brasileiro, mas colocando
como enfoque elementos da cultura brasileira.
Considera-se a Semana de Arte
Moderna, realizada em São Paulo, em 1922,
como ponto de partida do modernismo no
Brasil. Porém, nem todos os participantes
desse evento eram modernistas: Graça
Aranha, um pré-modernista, por exemplo,
foi um dos oradores. Não sendo dominante
desde o início, o modernismo, com o
tempo, suplantou os anteriores. Foi
marcado, sobretudo, pela liberdade de
estilo e aproximação com a linguagem
falada, sendo os da primeira fase mais
radicais em relação a esse marco.
Fases:
Didaticamente, divide-se o Modernismo
em três fases: a primeira fase, mais radical e
fortemente oposta a tudo que foi anterior,
cheia de irreverência e escândalo; uma
segunda mais amena, que formou grandes
romancistas e poetas; e uma terceira,
também chamada Pós-Modernismo por
vários autores, que se opunha de certo modo
a primeira e era por isso ridicularizada com o
apelido de Parnasianismo.
A semana de arte moderna
A Semana de Arte Moderna,
também chamada de Semana de 22,
ocorreu em São Paulo no ano
de 1922, entre os dias 11 a 17 de
fevereiro, no Teatro Municipal da
cidade.
Apesar do designativo
"semana", o evento ocorreu em três
dias. Cada dia da semana trabalhou
um aspecto
cultural: pintura, escultura,
poesia, literatura e música. O evento
marcou o início do modernismo no
Brasil e tornou-se referência cultural
do século XX.
A Semana de Arte Moderna representou uma
verdadeira renovação de linguagem, na busca de
experimentação, na liberdade criadora da ruptura
com o passado e até corporal, pois a arte passou
então da vanguarda, para o modernismo. O evento
marcou época ao apresentar novas ideias e
conceitos artísticos, como a poesia através da
declamação, que antes era só escrita; a música por
meio de concertos, que antes só havia cantores sem
acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte
plástica exibida em telas, esculturas e maquetes
de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos.
O adjetivo "novo" passou a ser marcado em todas
estas manifestações que propunha algo no mínimo
curioso e de interesse.
A Semana:
A Semana, de uma certa maneira, nada mais foi
do que uma ebulição de novas ideias totalmente
libertadas, nacionalista em busca de uma identidade
própria e de uma maneira mais livre de expressão. Não se
tinha, porém, um programa definido: sentia-se muito mais
um desejo de experimentar diferentes caminhos do que
de definir um único ideal moderno.
 13 de fevereiro (Segunda-feira) - Casa cheia, abertura
oficial do evento. Espalhadas pelo saguão do Teatro
Municipal de São Paulo, várias pinturas e esculturas
provocam reações de espanto e repúdio por parte do
público. O espetáculo tem início com a confusa
conferência de Graça Aranha, intitulada "A emoção
estética da Arte Moderna". Tudo transcorreu em certa
calma neste dia.
 15 de fevereiro (Quarta-feira) - Guiomar Novaes era
para ser a grande atração da noite. Contra a vontade
dos demais artistas modernistas, aproveitou um intervalo
do espetáculo para tocar alguns clássicos consagrados,
iniciativa aplaudida pelo público. Mas a "atração"
dessa noite foi a palestra de Menotti del Picchia sobre a
arte estética. Menotti apresenta os novos escritores dos
novos tempos e surgem vaias e barulhos diversos
(miados, latidos, grunhidos, relinchos…) que se alternam
e confundem com aplausos. Quando Ronald de
Carvalho lê o poema intitulado Os Sapos de Manuel
Bandeira, (poema criticando abertamente
o parnasianismo e seus adeptos) o público faz coro
atrapalhando a leitura do texto. A noite acaba em
algazarra. Ronald teve de declamar o poema pois
Bandeira estava impedido de fazê-lo por causa de uma
crise de tuberculose.
 17 de fevereiro (Sexta-feira)
- O dia mais tranquilo da
semana, apresentações
musicais de Villa-Lobos, com
participação de vários
músicos. O público em
número reduzido, portava-
se com mais respeito, até
que Villa-Lobos entra de
casaca, mas com um pé
calçado com um sapato, e
outro com chinelo; o
público interpreta a atitude
como futurista e
desrespeitosa e vaia o
artista impiedosamente.
Mais tarde, o maestro
explicaria que não se
tratava de modismo e, sim,
de um calo inflamado…
Manuel Bandeira
Manuel Carneiro
de Sousa Bandeira
Filho (Recife, 19 de
abril de 1886 - Rio
de Janeiro, 13 de
outubro de 1968)
foi um poeta,
crítico literário e
de arte, professor
de literatura e
tradutor brasileiro.
 A Cinza das Horas – Jornal do Comércio – Rio de Janeiro,
1917 (Edição do Autor)
 Carnaval – Rio de janeiro,1919 (Edição do Autor)
 Poesias (acrescida de O Ritmo Dissoluto) – Rio de Janeiro,
1924
 Libertinagem – Rio de Janeiro, 1930 (Edição do Autor)
 Estrela da Manhã – Rio de Janeiro, 1936 (Edição do Autor)
 Mafuá do Malungo – Barcelona, 1948 (Editor João Cabral de
Melo Neto)
 Poesias completas (acrescidas de Opus 10) – Rio de Janeiro,
1955
 Poesia e prosa completa (acrescida de Estrela da Tarde), Rio
de Janeiro, 1958
 Alumbramentos – Rio de Janeiro, 1960
 Estrela da Tarde – Rio de Janeiro, 1960
 Estrela a vida inteira, Rio de Janeiro, 1966 (edição em
homenagem aos 80 anos do poeta)
PRINCIPAIS OBRAS:
Os Sapos
Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.
Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
— “Meu pai foi à guerra!”
— “Não foi!” — “Foi!” — “Não foi!”.
O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: — “Meu cancioneiro
É bem martelado.
Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.
O meu verso é bom
Frumento sem joio.
Faço rimas com
Consoantes de apoio.
Vai por cinquenta anos
Que lhes dei a norma:
Reduzi sem danos
A fôrmas a forma.
Clame a saparia
Em críticas céticas:
Não há mais poesia,
Mas há artes poéticas…”
O Anel de Vidro
Aquele pequenino anel que tu me deste,
— Ai de mim — era vidro e logo se quebrou
Assim também o eterno amor que prometeste,
— Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.
Frágil penhor que foi do amor que me tiveste,
Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, —
Aquele pequenino anel que tu me deste,
— Ai de mim — era vidro e logo se quebrou
Não me turbou, porém, o despeito que investe
Gritando maldições contra aquilo que amou.
De ti conservo no peito a saudade celeste
Como também guardei o pó que me ficou
Daquele pequenino anel que tu me deste
O BICHO
VI ONTEM um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Estrela da tarde
Estrela da tarde - Manuel
Bandeira
A vida
Não vale a pena e a dor de ser
vivida
Os corpos se entendem mas as
almas não.
A única coisa a fazer é tocar um
tango argentino.
Vou-me embora pra Pasárgada!
Aqui eu não sou feliz.
Quero esquecer tudo:
– A dor de ser homem...
Este anseio infinito e vão
De possuir o que me possuí.
Quero descansar
Humildemente pensando na
vida e nas mulheres
que amei...
Na vida inteira que podia ter sido
e que não foi.
Quero descansar.
Morrer.
Morrer de corpo e de alma.
Completamente.
(Todas as manhãs o aeroporto
em frente me
dá lições de partir.)
Quando a Indesejada das
gentes chegar
Encontrará lavrado o campo, a
casa limpa,
A mesa posta,
Cada coisa em seu lugar.
As raízes do modernismo brasileiro

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Modernismo Brasileiro
Modernismo BrasileiroModernismo Brasileiro
Modernismo Brasileiro
Andrea Dressler
 
Vanguardas Europeias - Literatura
Vanguardas Europeias - LiteraturaVanguardas Europeias - Literatura
Vanguardas Europeias - Literatura
Faell Vasconcelos
 
Parnasianismo de Olavo Bilac
Parnasianismo de Olavo BilacParnasianismo de Olavo Bilac
Parnasianismo de Olavo Bilac
Vitor Morais
 
Romantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geraçãoRomantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geração
Quezia Neves
 
Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922
seixasmarianas
 
Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922
seixasmarianas
 
Modernismo brasileiro 1ª geração
Modernismo brasileiro 1ª geraçãoModernismo brasileiro 1ª geração
Modernismo brasileiro 1ª geração
Carolina Loçasso Pereira
 
Semana de arte moderna
Semana de arte modernaSemana de arte moderna
Semana de arte moderna
Robson Oliveira
 
O romantismo da segunda geração
O romantismo da segunda geraçãoO romantismo da segunda geração
O romantismo da segunda geração
Antonio Minharro
 
As vanguardas europeias
As vanguardas europeiasAs vanguardas europeias
As vanguardas europeias
Marcia Oliveira
 
Arcadismo[1]..
Arcadismo[1]..Arcadismo[1]..
Arcadismo[1]..
guesta61019
 
Modernismo no Brasil - Literatura
Modernismo no Brasil - LiteraturaModernismo no Brasil - Literatura
Modernismo no Brasil - Literatura
Carlos Eduardo
 
Arte moderna slide
Arte moderna slideArte moderna slide
Arte moderna slide
Isabel Aguiar
 
2ª geração modenista (POESIA)
2ª geração modenista (POESIA)2ª geração modenista (POESIA)
2ª geração modenista (POESIA)
Nathaly Caldas Costa
 
Gil Vicente
Gil VicenteGil Vicente
Gil Vicente
Cláudia Heloísa
 
A semana de arte moderna (1922) apresentação
A semana de arte moderna (1922) apresentaçãoA semana de arte moderna (1922) apresentação
A semana de arte moderna (1922) apresentação
Zenia Ferreira
 
2ª Fase do Modernismo (Poesia)
2ª Fase do Modernismo (Poesia)2ª Fase do Modernismo (Poesia)
2ª Fase do Modernismo (Poesia)
rkhelena
 
Pré-Modernismo
Pré-ModernismoPré-Modernismo
Pré-Modernismo
Faell Vasconcelos
 
Simbolismo
SimbolismoSimbolismo
Simbolismo
Naldinho Amorim
 
3ª geração do romantismo no brasil
3ª geração do romantismo no brasil3ª geração do romantismo no brasil
3ª geração do romantismo no brasil
GabrielaLimaPereira
 

Mais procurados (20)

Modernismo Brasileiro
Modernismo BrasileiroModernismo Brasileiro
Modernismo Brasileiro
 
Vanguardas Europeias - Literatura
Vanguardas Europeias - LiteraturaVanguardas Europeias - Literatura
Vanguardas Europeias - Literatura
 
Parnasianismo de Olavo Bilac
Parnasianismo de Olavo BilacParnasianismo de Olavo Bilac
Parnasianismo de Olavo Bilac
 
Romantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geraçãoRomantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geração
 
Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922
 
Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922Semana de Arte Moderna 1922
Semana de Arte Moderna 1922
 
Modernismo brasileiro 1ª geração
Modernismo brasileiro 1ª geraçãoModernismo brasileiro 1ª geração
Modernismo brasileiro 1ª geração
 
Semana de arte moderna
Semana de arte modernaSemana de arte moderna
Semana de arte moderna
 
O romantismo da segunda geração
O romantismo da segunda geraçãoO romantismo da segunda geração
O romantismo da segunda geração
 
As vanguardas europeias
As vanguardas europeiasAs vanguardas europeias
As vanguardas europeias
 
Arcadismo[1]..
Arcadismo[1]..Arcadismo[1]..
Arcadismo[1]..
 
Modernismo no Brasil - Literatura
Modernismo no Brasil - LiteraturaModernismo no Brasil - Literatura
Modernismo no Brasil - Literatura
 
Arte moderna slide
Arte moderna slideArte moderna slide
Arte moderna slide
 
2ª geração modenista (POESIA)
2ª geração modenista (POESIA)2ª geração modenista (POESIA)
2ª geração modenista (POESIA)
 
Gil Vicente
Gil VicenteGil Vicente
Gil Vicente
 
A semana de arte moderna (1922) apresentação
A semana de arte moderna (1922) apresentaçãoA semana de arte moderna (1922) apresentação
A semana de arte moderna (1922) apresentação
 
2ª Fase do Modernismo (Poesia)
2ª Fase do Modernismo (Poesia)2ª Fase do Modernismo (Poesia)
2ª Fase do Modernismo (Poesia)
 
Pré-Modernismo
Pré-ModernismoPré-Modernismo
Pré-Modernismo
 
Simbolismo
SimbolismoSimbolismo
Simbolismo
 
3ª geração do romantismo no brasil
3ª geração do romantismo no brasil3ª geração do romantismo no brasil
3ª geração do romantismo no brasil
 

Destaque

Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
infoeducp2
 
Modernismo.
Modernismo.Modernismo.
Modernismo.
Bruna
 
Pré-modernismo
Pré-modernismoPré-modernismo
MODERNISMO EM PORTUGAL
MODERNISMO EM PORTUGALMODERNISMO EM PORTUGAL
MODERNISMO EM PORTUGAL
luisant
 
Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)
Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)
Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)
CrisBiagio
 
Modernismo no brasil 2014
Modernismo no brasil   2014Modernismo no brasil   2014
Modernismo no brasil 2014
Lidiane Andrade
 
Movimentos de Vanguarda no Modernismo
Movimentos de Vanguarda no ModernismoMovimentos de Vanguarda no Modernismo
Movimentos de Vanguarda no Modernismo
Thiago Rodrigues
 
Modernismo fases
Modernismo fasesModernismo fases
Modernismo fases
Miquéias Vitorino
 
Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)
Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)
Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)
Xanda Lemos
 
1 pré-modernismo
1   pré-modernismo1   pré-modernismo
1 pré-modernismo
Grupo Educacional Ávila
 
Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)
Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)
Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)
Luiz1123
 
2ª fase do modernismo brasileiro
2ª fase do modernismo brasileiro2ª fase do modernismo brasileiro
2ª fase do modernismo brasileiro
Colégio Santa Luzia
 
Modernismo no brasil
Modernismo no brasilModernismo no brasil
Modernismo no brasil
Miquéias Vitorino
 
Slide sobre o escritor Monteiro Lobato
Slide sobre o escritor Monteiro LobatoSlide sobre o escritor Monteiro Lobato
Slide sobre o escritor Monteiro Lobato
Giovana Gabrielle
 
Movimentos verde amarelo e anta
Movimentos verde amarelo e antaMovimentos verde amarelo e anta
Movimentos verde amarelo e anta
ma.no.el.ne.ves
 
Pr modernismo-Profª Lisandra
Pr modernismo-Profª LisandraPr modernismo-Profª Lisandra
Pr modernismo-Profª Lisandra
Laboratório de Informática
 
Panorama do modernismo no brasil
Panorama do modernismo no brasilPanorama do modernismo no brasil
Panorama do modernismo no brasil
Cláudia Simões Mariano
 
Primeira fase do Modernismo no Brasil
Primeira fase do Modernismo no BrasilPrimeira fase do Modernismo no Brasil
Primeira fase do Modernismo no Brasil
eeadolpho
 
Modernismo fases
Modernismo fasesModernismo fases
Modernismo fases
Matheus Italo Nascimento
 

Destaque (20)

Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 
Modernismo.
Modernismo.Modernismo.
Modernismo.
 
Pré-modernismo
Pré-modernismoPré-modernismo
Pré-modernismo
 
MODERNISMO EM PORTUGAL
MODERNISMO EM PORTUGALMODERNISMO EM PORTUGAL
MODERNISMO EM PORTUGAL
 
Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)
Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)
Modernismo – 1ª fase (1922 a 1930)
 
Modernismo no brasil 2014
Modernismo no brasil   2014Modernismo no brasil   2014
Modernismo no brasil 2014
 
Movimentos de Vanguarda no Modernismo
Movimentos de Vanguarda no ModernismoMovimentos de Vanguarda no Modernismo
Movimentos de Vanguarda no Modernismo
 
Modernismo fases
Modernismo fasesModernismo fases
Modernismo fases
 
Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)
Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)
Modernismo Brasileiro (PORT 2201- Intermediate Portuguese 2)
 
1 pré-modernismo
1   pré-modernismo1   pré-modernismo
1 pré-modernismo
 
Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)
Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)
Autores e obras da 2ª fase do modernismo brasileiro (prosa)
 
2ª fase do modernismo brasileiro
2ª fase do modernismo brasileiro2ª fase do modernismo brasileiro
2ª fase do modernismo brasileiro
 
Modernismo no brasil
Modernismo no brasilModernismo no brasil
Modernismo no brasil
 
Slide sobre o escritor Monteiro Lobato
Slide sobre o escritor Monteiro LobatoSlide sobre o escritor Monteiro Lobato
Slide sobre o escritor Monteiro Lobato
 
Movimentos verde amarelo e anta
Movimentos verde amarelo e antaMovimentos verde amarelo e anta
Movimentos verde amarelo e anta
 
Pr modernismo-Profª Lisandra
Pr modernismo-Profª LisandraPr modernismo-Profª Lisandra
Pr modernismo-Profª Lisandra
 
Panorama do modernismo no brasil
Panorama do modernismo no brasilPanorama do modernismo no brasil
Panorama do modernismo no brasil
 
Primeira fase do Modernismo no Brasil
Primeira fase do Modernismo no BrasilPrimeira fase do Modernismo no Brasil
Primeira fase do Modernismo no Brasil
 
Modernismo fases
Modernismo fasesModernismo fases
Modernismo fases
 

Semelhante a As raízes do modernismo brasileiro

Apresentação (4).pptx
Apresentação (4).pptxApresentação (4).pptx
Apresentação (4).pptx
EndelCosta1
 
Pré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptx
Pré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptxPré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptx
Pré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptx
EndelCosta1
 
PORTUGUES - ATIVIDADES
PORTUGUES - ATIVIDADESPORTUGUES - ATIVIDADES
PORTUGUES - ATIVIDADES
liceuterceiroc
 
Semana de 22 modernistas
Semana de 22   modernistasSemana de 22   modernistas
Semana de 22 modernistas
Carlos Zaranza
 
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Andriane Cursino
 
Modernismo Novo
Modernismo NovoModernismo Novo
Modernismo novo
Modernismo novoModernismo novo
Modernismo no Brasil - 1ª fase
Modernismo no Brasil - 1ª faseModernismo no Brasil - 1ª fase
Modernismo no Brasil - 1ª fase
Miriam Zelmikaitis
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
PATRICIA VIANA
 
01 modernismo - 1a fase - 3o ano
01   modernismo - 1a fase - 3o ano01   modernismo - 1a fase - 3o ano
01 modernismo - 1a fase - 3o ano
jasonrplima
 
Tdpp2
Tdpp2Tdpp2
Tdpp2
lokitoloko
 
Apresentação sobre modernismo e pós modernismo
Apresentação sobre modernismo e pós modernismo Apresentação sobre modernismo e pós modernismo
Apresentação sobre modernismo e pós modernismo
MariaPiedadeSILVA
 
Terceira fase do modernismo no Brasil
Terceira fase do modernismo no BrasilTerceira fase do modernismo no Brasil
Terceira fase do modernismo no Brasil
Gusthavo Batista
 
M O D E R N I S M
M O D E R N I S MM O D E R N I S M
M O D E R N I S M
Prof Palmito Rocha
 
O modernismo no brasil
O modernismo no brasilO modernismo no brasil
O modernismo no brasil
Claudinei Jesus
 
ModernismoTD1.pdf
ModernismoTD1.pdfModernismoTD1.pdf
ModernismoTD1.pdf
Jorge Aragão
 
Semana 2.0
Semana 2.0Semana 2.0
Semana 2.0
José Ricardo Lima
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
ModernismoModernismo

Semelhante a As raízes do modernismo brasileiro (20)

Apresentação (4).pptx
Apresentação (4).pptxApresentação (4).pptx
Apresentação (4).pptx
 
Pré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptx
Pré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptxPré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptx
Pré-modernismo e mordenismo 1°geração.pptx
 
PORTUGUES - ATIVIDADES
PORTUGUES - ATIVIDADESPORTUGUES - ATIVIDADES
PORTUGUES - ATIVIDADES
 
Semana de 22 modernistas
Semana de 22   modernistasSemana de 22   modernistas
Semana de 22 modernistas
 
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
 
Modernismo Novo
Modernismo NovoModernismo Novo
Modernismo Novo
 
Modernismo novo
Modernismo novoModernismo novo
Modernismo novo
 
Modernismo no Brasil - 1ª fase
Modernismo no Brasil - 1ª faseModernismo no Brasil - 1ª fase
Modernismo no Brasil - 1ª fase
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 
01 modernismo - 1a fase - 3o ano
01   modernismo - 1a fase - 3o ano01   modernismo - 1a fase - 3o ano
01 modernismo - 1a fase - 3o ano
 
Tdpp2
Tdpp2Tdpp2
Tdpp2
 
Apresentação sobre modernismo e pós modernismo
Apresentação sobre modernismo e pós modernismo Apresentação sobre modernismo e pós modernismo
Apresentação sobre modernismo e pós modernismo
 
Terceira fase do modernismo no Brasil
Terceira fase do modernismo no BrasilTerceira fase do modernismo no Brasil
Terceira fase do modernismo no Brasil
 
M O D E R N I S M
M O D E R N I S MM O D E R N I S M
M O D E R N I S M
 
O modernismo no brasil
O modernismo no brasilO modernismo no brasil
O modernismo no brasil
 
ModernismoTD1.pdf
ModernismoTD1.pdfModernismoTD1.pdf
ModernismoTD1.pdf
 
Semana 2.0
Semana 2.0Semana 2.0
Semana 2.0
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 

Último

Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
IslanderAndrade
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
ILDISONRAFAELBARBOSA
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 

Último (20)

Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 

As raízes do modernismo brasileiro

  • 1. As Raízes do Modernismo Brasileiro  O Pré-modernismo  Modernismo  Suas Fases ManoelBandeira
  • 3. Sumário: Pré-modernismo..............................................................................................4 Pontos de conflito no brasil pré-modernista................................................5 Caracterização...............................................................................................7 Principais autores pré-modernistas...............................................................8  Monteiro Lobato.........................................................................................9  Euclides da Cunha....................................................................................11  Lima Barreto...............................................................................................13 Augusto dos anjos.........................................................................................15 Modernismo...................................................................................................17 Fases................................................................................................................21 A semana de arte moderna........................................................................22 A semana.......................................................................................................24 Manuel Bandeira...........................................................................................27  Principais obras..........................................................................................29  Poemas.......................................................................................................30
  • 4. Pré-modernismo O pré-modernismo ou Também chamado estética impressionista foi um período literário brasileiro, que marcau a transição entre o simbolismo e o movimento modernista. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo . O termo pré-modernismo parece ter sido criado por Tristão de Athayde, para designar os "escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920", no dizer de Joaquim Francisco Coelho
  • 5. Pontos de conflito no Brasil pré- modernista
  • 6. Para os autores, o momento histórico brasileiro interferiu na produção literária, marcando a transição dos valores éticos do século XIX para uma nova realidade que se desenhava, essencialmente pautado por uma série de conflitos como o fanatismo religioso do Padre Cícero e de Antônio Conselheiro e o cangaço, no Nordeste, as revoltas da Vacina e da Chibata, no Rio de Janeiro, as greves operárias em São Paulo e a Guerra do Contestado (na fronteira entre Paraná e Santa Catarina); além disso a política seguia marcadamente dirigida pela oligarquia rural, o nascimento da burguesia urbana, a industrialização, segregação dos negros pós-abolição, o surgimento do proletariado e: finalmente, a imigração europeia. Além desses fatos somam-se as lutas políticas constantes pelo coronelismo, e disputas provincianas como as existentes no Rio Grande do Sul entre maragatos e republicanos.
  • 7. Caracterização: Embora vários autores sejam classificados como pré-modernistas, este não se constituiu num estilo ou escola literária, dado a forte individualidade de suas obras , mas essencialmente eram marcados por duas características comuns:  conservadorismo - traziam na sua estética os valores naturalistas;  renovação - demonstravam íntima relação com a realidade brasileira e as tensões vividas pela sociedade do período Embora tenham rompido com a temática dos períodos anteriores, esses autores não avançaram o bastante para ser considerados modernos - notando- se, até, alguns casos, resistência às novas estéticas.
  • 9.
  • 10. PRINCIPAIS OBRAS:  Urupês (1918) - Aborda a decadência da agricultura no Vale do Paraíba, após o “ciclo” do café.  Ideias de Jeca Tatu (1919) - História de Vilela, Camilo e Rita envolvidos em um triângulo amoroso.  A Menina do Narizinho Arrebitado (1920) - Tem como personagens principais Emília e Narizinho em mais uma de suas histórias inéditas.  O Pica-Pau Amarelo (1939) - Aborda a Turma do Sítio (Emília, Narizinho, Pedrinho, Marquês de Rabicó, Conselheiro, Quindim, Visconde de Sabugosa, Dona Benta, Tia Nastácia, Tio Barnabé, Cuca, Saci, etc) vivendo situações e aventuras que mexem com a imaginação da criançada.
  • 11.
  • 12.  Os Sertões (1902) - Retrata a Guerra dos Canudos, sendo publicado nos seguintes idiomas: alemão, chinês, francês, inglês, dinamarquês, espanhol, holandês, italiano e sueco.  Contrastes e Confrontos (1907) - Pode-se dizer que é uma obra científica e uma obra de arte. Trata-se de uma obra única na história das letras brasileiras.  À Margem da História (1909) - Publicação póstuma, reúne os artigos de Euclides sobre a Amazônia antes e após sua viagem à região. Os ensaios amazônicos reforçam a tese de uma formação histórica marcada por contrastes e antagonismos. O dever da ciência e dos intelectuais era, para Euclides da Cunha, promover o encontro entre Estado e nação. PRINCIPAIS OBRAS:
  • 13.
  • 14.  Recordações do Escrivão Isaías Caminha (romance – 1909)  Triste Fim de Policarpo Quaresma (romance – 1911)  Numa e Ninfa (romance – 1915)  Morte e M. J. Gonzaga de Sá (romance – 1919)  Os Bruzundangas (crônica – 1923)  Clara dos Anjos (romance – 1924)  Histórias e Sonhos (contos – 1956)  Diário Íntimo (memórias – 1956)  Cemitério dos Vivos (memórias – 1956) PRINCIPAIS OBRAS:
  • 15.
  • 16.  Saudade (poema - 1900) - Mostra que tanto os atos bons quanto os ruins do passado de alguém são necessários para completar o indivíduo.  Eu e Outras Poesias (único livro de poemas - 1912) - Articula o trinômio como reflexo de um momento histórico marcado por um sentimento de perda, um mal-estar disseminado entre os intelectuais, uma angústia diante da falência da Civilização Ocidental e dos ideais do Progresso.  Psicologia de um Vencido (soneto) - Com o uso de palavras rebuscadas e repleto de simbolismo, este soneto aborda o pessimismo marcante e retrata a tragédia da morte com naturalidade.  Versos íntimos - Como todos os outros poemas e sonetos de Anjos, este também aborda a morte e o próprio "eu" o centro do seu pensamento. PRINCIPAIS OBRAS:
  • 18. O modernismo brasileiro foi um amplo movimento cultural que repercutiu fortemente sobre a cena artística e a sociedade brasileira na primeira metade do século XX, sobretudo no campo da literatura e das artes plásticas. O movimento no Brasil foi desencadeado a partir da assimilação de tendências culturais e artísticas lançadas pelas vanguardas europeias no período que antecedeu a Primeira Guerra Mundial, como o Cubismo e o Futurismo. As novas linguagens modernas colocadas pelos movimentos artísticos e literários europeus foram aos poucos assimiladas pelo contexto artístico brasileiro, mas colocando como enfoque elementos da cultura brasileira.
  • 19.
  • 20. Considera-se a Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, em 1922, como ponto de partida do modernismo no Brasil. Porém, nem todos os participantes desse evento eram modernistas: Graça Aranha, um pré-modernista, por exemplo, foi um dos oradores. Não sendo dominante desde o início, o modernismo, com o tempo, suplantou os anteriores. Foi marcado, sobretudo, pela liberdade de estilo e aproximação com a linguagem falada, sendo os da primeira fase mais radicais em relação a esse marco.
  • 21. Fases: Didaticamente, divide-se o Modernismo em três fases: a primeira fase, mais radical e fortemente oposta a tudo que foi anterior, cheia de irreverência e escândalo; uma segunda mais amena, que formou grandes romancistas e poetas; e uma terceira, também chamada Pós-Modernismo por vários autores, que se opunha de certo modo a primeira e era por isso ridicularizada com o apelido de Parnasianismo.
  • 22. A semana de arte moderna A Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, ocorreu em São Paulo no ano de 1922, entre os dias 11 a 17 de fevereiro, no Teatro Municipal da cidade. Apesar do designativo "semana", o evento ocorreu em três dias. Cada dia da semana trabalhou um aspecto cultural: pintura, escultura, poesia, literatura e música. O evento marcou o início do modernismo no Brasil e tornou-se referência cultural do século XX.
  • 23. A Semana de Arte Moderna representou uma verdadeira renovação de linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora da ruptura com o passado e até corporal, pois a arte passou então da vanguarda, para o modernismo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos. O adjetivo "novo" passou a ser marcado em todas estas manifestações que propunha algo no mínimo curioso e de interesse.
  • 24. A Semana: A Semana, de uma certa maneira, nada mais foi do que uma ebulição de novas ideias totalmente libertadas, nacionalista em busca de uma identidade própria e de uma maneira mais livre de expressão. Não se tinha, porém, um programa definido: sentia-se muito mais um desejo de experimentar diferentes caminhos do que de definir um único ideal moderno.  13 de fevereiro (Segunda-feira) - Casa cheia, abertura oficial do evento. Espalhadas pelo saguão do Teatro Municipal de São Paulo, várias pinturas e esculturas provocam reações de espanto e repúdio por parte do público. O espetáculo tem início com a confusa conferência de Graça Aranha, intitulada "A emoção estética da Arte Moderna". Tudo transcorreu em certa calma neste dia.
  • 25.  15 de fevereiro (Quarta-feira) - Guiomar Novaes era para ser a grande atração da noite. Contra a vontade dos demais artistas modernistas, aproveitou um intervalo do espetáculo para tocar alguns clássicos consagrados, iniciativa aplaudida pelo público. Mas a "atração" dessa noite foi a palestra de Menotti del Picchia sobre a arte estética. Menotti apresenta os novos escritores dos novos tempos e surgem vaias e barulhos diversos (miados, latidos, grunhidos, relinchos…) que se alternam e confundem com aplausos. Quando Ronald de Carvalho lê o poema intitulado Os Sapos de Manuel Bandeira, (poema criticando abertamente o parnasianismo e seus adeptos) o público faz coro atrapalhando a leitura do texto. A noite acaba em algazarra. Ronald teve de declamar o poema pois Bandeira estava impedido de fazê-lo por causa de uma crise de tuberculose.
  • 26.  17 de fevereiro (Sexta-feira) - O dia mais tranquilo da semana, apresentações musicais de Villa-Lobos, com participação de vários músicos. O público em número reduzido, portava- se com mais respeito, até que Villa-Lobos entra de casaca, mas com um pé calçado com um sapato, e outro com chinelo; o público interpreta a atitude como futurista e desrespeitosa e vaia o artista impiedosamente. Mais tarde, o maestro explicaria que não se tratava de modismo e, sim, de um calo inflamado…
  • 28. Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho (Recife, 19 de abril de 1886 - Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1968) foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro.
  • 29.  A Cinza das Horas – Jornal do Comércio – Rio de Janeiro, 1917 (Edição do Autor)  Carnaval – Rio de janeiro,1919 (Edição do Autor)  Poesias (acrescida de O Ritmo Dissoluto) – Rio de Janeiro, 1924  Libertinagem – Rio de Janeiro, 1930 (Edição do Autor)  Estrela da Manhã – Rio de Janeiro, 1936 (Edição do Autor)  Mafuá do Malungo – Barcelona, 1948 (Editor João Cabral de Melo Neto)  Poesias completas (acrescidas de Opus 10) – Rio de Janeiro, 1955  Poesia e prosa completa (acrescida de Estrela da Tarde), Rio de Janeiro, 1958  Alumbramentos – Rio de Janeiro, 1960  Estrela da Tarde – Rio de Janeiro, 1960  Estrela a vida inteira, Rio de Janeiro, 1966 (edição em homenagem aos 80 anos do poeta) PRINCIPAIS OBRAS:
  • 30. Os Sapos Enfunando os papos, Saem da penumbra, Aos pulos, os sapos. A luz os deslumbra. Em ronco que aterra, Berra o sapo-boi: — “Meu pai foi à guerra!” — “Não foi!” — “Foi!” — “Não foi!”. O sapo-tanoeiro, Parnasiano aguado, Diz: — “Meu cancioneiro É bem martelado. Vede como primo Em comer os hiatos! Que arte! E nunca rimo Os termos cognatos. O meu verso é bom Frumento sem joio. Faço rimas com Consoantes de apoio. Vai por cinquenta anos Que lhes dei a norma: Reduzi sem danos A fôrmas a forma. Clame a saparia Em críticas céticas: Não há mais poesia, Mas há artes poéticas…”
  • 31. O Anel de Vidro Aquele pequenino anel que tu me deste, — Ai de mim — era vidro e logo se quebrou Assim também o eterno amor que prometeste, — Eterno! era bem pouco e cedo se acabou. Frágil penhor que foi do amor que me tiveste, Símbolo da afeição que o tempo aniquilou, — Aquele pequenino anel que tu me deste, — Ai de mim — era vidro e logo se quebrou Não me turbou, porém, o despeito que investe Gritando maldições contra aquilo que amou. De ti conservo no peito a saudade celeste Como também guardei o pó que me ficou Daquele pequenino anel que tu me deste
  • 32. O BICHO VI ONTEM um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem.
  • 33. Estrela da tarde Estrela da tarde - Manuel Bandeira A vida Não vale a pena e a dor de ser vivida Os corpos se entendem mas as almas não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino. Vou-me embora pra Pasárgada! Aqui eu não sou feliz. Quero esquecer tudo: – A dor de ser homem... Este anseio infinito e vão De possuir o que me possuí. Quero descansar Humildemente pensando na vida e nas mulheres que amei... Na vida inteira que podia ter sido e que não foi. Quero descansar. Morrer. Morrer de corpo e de alma. Completamente. (Todas as manhãs o aeroporto em frente me dá lições de partir.) Quando a Indesejada das gentes chegar Encontrará lavrado o campo, a casa limpa, A mesa posta, Cada coisa em seu lugar.