SECRETARIA DE ESTADO DASECRETARIA DE ESTADO DA
SASAÚÚDE DO PARANDE DO PARANÁÁ
A Rede de AtenA Rede de Atenççãoão àà UrgênciaUrgência
e Emergênciae Emergência
Abril/2012Abril/2012
OS DESAFIOS PARA OS
SISTEMAS DE SAÚDE
NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS PARA OSOS DESAFIOS PARA OS
SISTEMAS DE SASISTEMAS DE SAÚÚDEDE
NO INNO INÍÍCIO DO SCIO DO SÉÉCULO XXICULO XXI
Da atenDa atenççãoão ààs condis condiççõesões
agudas para asagudas para as
condicondiçções crônicasões crônicas
MudanMudançça de modelo dea de modelo de
atenatenççãoão àà sasaúúdede
Do sistema fragmentadoDo sistema fragmentado
para o sistema integradopara o sistema integrado
MudanMudançça de modelo dea de modelo de
organizaorganizaçção doão do
sistema de sasistema de saúúdede
Da gestão dos recursosDa gestão dos recursos
para a gestão dos finspara a gestão dos fins
MudanMudançça de modelo dea de modelo de
gestão do sistema degestão do sistema de
sasaúúdede
MUDANMUDANÇÇA DE MODELOS NO SISTEMAA DE MODELOS NO SISTEMA
DE SADE SAÚÚDEDE
CondiCondiçções Agudas eões Agudas e
CrônicasCrônicas
Redes de AtenRedes de Atenççãoão
àà SaSaúúdede
Gestão daGestão da
ClClíínicanica
CIDADÃOSCIDADÃOS
VIVENDO MAISVIVENDO MAIS
E MELHORE MELHOR
MODELOS DE ATENMODELOS DE ATENÇÇÃOÃO ÀÀ SASAÚÚDEDE
CondiCondiçções crônicas:ões crônicas:
•• Rede Mãe ParanaenseRede Mãe Paranaense
•• Rede SaRede Saúúde Mentalde Mental
•• Rede de AtenRede de Atenççãoão àà SaSaúúde do Idosode do Idoso
CondiCondiçções agudas:ões agudas:
•• Rede de atenRede de atenççãoão àà urgência eurgência e
emergênciaemergência
•• ProntoPronto--socorros lotadossocorros lotados
•• Dificuldade de internaDificuldade de internaççãoão
•• Recusa de recebimento de ambulânciasRecusa de recebimento de ambulâncias
•• Transporte fragmentado e desorganizadoTransporte fragmentado e desorganizado
•• Ausência de atendimento especializadoAusência de atendimento especializado
•• Atendimento e lotaAtendimento e lotaçção nos servião nos serviçços deos de
urgência de pacientes de baixo riscourgência de pacientes de baixo risco
•• Sistema despreparado para catSistema despreparado para catáástrofesstrofes
Uma crise mundialUma crise mundial
Hospital-Based Emergency Care: At the Breaking Point
http://www.nap.edu/catalog/11621.html
HISTHISTÓÓRICORICO
CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
•• ÉÉ um processo de gestão doum processo de gestão do
risco clrisco clíínico que tem pornico que tem por
objetivo estabelecerobjetivo estabelecer prioridadeprioridade
para o atendimentopara o atendimento dos cidadãosdos cidadãos
que acessam os servique acessam os serviçços deos de
urgência e emergênciaurgência e emergência
8
CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
FundamentaFundamenta--se em 3 varise em 3 variááveis:veis:
1. Gravidade (risco)1. Gravidade (risco)
2. Recurso necess2. Recurso necessááriorio
3. Tempo de resposta3. Tempo de resposta
OBJETIVOS DA
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
OBJETIVOS DAOBJETIVOS DA
CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
 Personalizar o atendimentoPersonalizar o atendimento
 Avaliar o cidadão logo na sua chegadaAvaliar o cidadão logo na sua chegada
 Reduzir o tempo para o atendimento: o cidadãoReduzir o tempo para o atendimento: o cidadão
atendido no tempo certo deatendido no tempo certo de acordo com a suaacordo com a sua
gravidadegravidade
 Determinar aDeterminar a áárea de atendimento adequada: orea de atendimento adequada: o
cidadão deve ser encaminhado ao setor ou pontocidadão deve ser encaminhado ao setor ou ponto
de atende atençção adequadoão adequado
 Gerenciar o tempo de esperaGerenciar o tempo de espera
 Retornar informaRetornar informaçções ao cidadão/familiaresões ao cidadão/familiares
Cuidado com o improviso
Come on! It can‘t go
wrong every time...
Vamos lá, não podemos errar
todas...
FUNDAMENTAÇÃO PARA
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
FUNDAMENTAFUNDAMENTAÇÇÃO PARAÃO PARA
CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
 The Canadian Emergency Department Triage & AcuityThe Canadian Emergency Department Triage & Acuity
Scale (CTAS)Scale (CTAS)
 Australasian Triage Scale (ATS)Australasian Triage Scale (ATS)
 Manchester Triage System (MTS)Manchester Triage System (MTS)
 Advanced Trauma Life Suport (ATLS)Advanced Trauma Life Suport (ATLS)
 Advanced Cardiac Life Suport (ACLS)Advanced Cardiac Life Suport (ACLS)
 Hospital Municipal Dr. MHospital Municipal Dr. Máário Gatti, Projetorio Gatti, Projeto
Acolhimento do Pronto SocorroAcolhimento do Pronto Socorro
 Cartilha de Acolhimento com ClassificaCartilha de Acolhimento com Classificaçção de Riscoão de Risco
da Polda Políítica Nacional de Humanizatica Nacional de Humanizaçção / MSão / MS
 Diretrizes de ClassificaDiretrizes de Classificaçção de Risco das UPAsão de Risco das UPAs
(Unidades de Pronto(Unidades de Pronto--Atendimento) de Belo HorizonteAtendimento) de Belo Horizonte
OS PROTOCOLOS CLÍNICOS DE
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
OS PROTOCOLOS CLOS PROTOCOLOS CLÍÍNICOS DENICOS DE
URGÊNCIA E EMERGÊNCIAURGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 Canadense
 Americano
 Manchester (Inglês)
 Australásiano
COMPARACOMPARAÇÇÃO ENTRE OS PROTOCOLOSÃO ENTRE OS PROTOCOLOS
DE CLASSIFICADE CLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
Característica ATS CTAS MTS ESI MAT
Escala de 5 Níveis SIM SIM SIM SIM SIM
Utilização universal no País SIM SIM SIM NÃO SIM
Baseada em Categorias de sintomas NÃO NÃO SIM NÃO SIM
Baseados em discriminantes chave SIM NÃO SIM SIM SIM
Baseado em algoritmos clínicos NÃO NÃO SIM SIM SIM
Baseados em escalas de urgência pré-definidas SIM SIM NÃO NÃO SIM
Tempo de execução (< 3 minutos) NÃO NÃO SIM SIM NÃO
Fonte:J.gomez jimenez,
2007
PROTOCOLO DE CLASSIFICAPROTOCOLO DE CLASSIFICAÇÇÃO DEÃO DE
RISCO:RISCO: O PROTOCOLO DEO PROTOCOLO DE
MANCHESTERMANCHESTER
15
VERMELHO Emergência 0 minutos
LARANJA Muito urgente 10 minutos
AMARELO Urgente 60 minutos
VERDE Pouco urgente 120 minutos
AZUL Não urgente 240 minutos
FONTE: MACKWAY-JONES et al. (2006)
 AmeaAmeaççaa àà vidavida
 AmeaAmeaççaa àà funfunççãoão
 DorDor
 DuraDuraçção doão do
problemaproblema
 IdadeIdade
 HistHistóóriaria
 Risco de mausRisco de maus
tratostratos
Fatores queFatores que
determinam umadeterminam uma
prioridade:prioridade:
O PROTOCOLO DEO PROTOCOLO DE
MANCHESTERMANCHESTER
Comprometimento vias aéreas
VERME
LHO
Respiração inadequada
Choque
Dor intensa
LARANJA
Dor irradiando para o dorso
Vômito de sangue
Evacuação de sangue vivo ou escurecido
Sangramento vaginal e > 20 semanas de gravidez
Febre alta
Possível gravidez
AMARELO
Irradiação para ombro
Fezes enegrecidas ou vermelhas
História de vômito agudo de sangue
Vômito persistente
Febre alta
Dor moderada
Dor leve recente
VERDE
Vômito
Problema recente
AZUL
PROTOCOLO DE MANCHESTER: DOR ABDOMINAL EMPROTOCOLO DE MANCHESTER: DOR ABDOMINAL EM
ADULTOADULTO
Apresentação
Identificação da Prioridade Clínica
Fluxograma
VERMELHO
LARANJA
AMARELO
AZUL
VERDE
Discriminadores
Discriminadores
Discriminadores Discriminadores
DeterminanteDeterminante ClassificaClassificaçção de Riscoão de Risco Ponto ideal na RedePonto ideal na Rede Tempo IdealTempo Ideal
Dor Abdominal em
Adultos
Hospital Microrregional ou
Hospital Macrorregional*
Atendimento Imediato
Em áreas remotas
Transferência em no
máximo 30 minutos
Dor Abdominal em
Adultos
Hospital Microrregional** Atendimento em no
máximo 10 minutos
Transferência em no
máximo 30 minutos
Dor Abdominal em
Adultos
Hospital Microrregional *** Atendimento em 60
minutos.
Transferência no mesmo
dia (24 horas)
Dor Abdominal em
Adultos
UAPS Atendimento em 120
minutos
Dor Abdominal em
Adultos
UAPS Atendimento em 240
minutos
*Aneurisma dissecante de aorta **Inclui PA Microrregional ***Tratamento Clínico
MATRIZ DOS PONTOS DE ATENMATRIZ DOS PONTOS DE ATENÇÇÃO DA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAÃO DA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
ALGORITMO PARA A ATENÇÃO À
DEMANDA ESPONTÂNEA
ALGORITMO PARA A ATENALGORITMO PARA A ATENÇÇÃOÃO ÀÀ
DEMANDA ESPONTÂNEADEMANDA ESPONTÂNEA
CIDADÃO PROCURA A UAPS POR DEMANDA ESPONTÂNEACIDADÃO PROCURA A UAPS POR DEMANDA ESPONTÂNEA
CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
EMERGÊNCIAEMERGÊNCIA??
VERMELHOVERMELHO
SUPORTESUPORTE
BBÁÁSICOSICO
DE VIDADE VIDA
SAMUSAMU
P.SP.S
URGÊNCIAURGÊNCIA??
URGÊNCIAURGÊNCIA
MAIORMAIOR
(AMARELO)(AMARELO)
SAMUSAMU
P.AP.A
URGÊNCIAURGÊNCIA
MENORMENOR
(VERDE)(VERDE)
PRIORIDADEPRIORIDADE
UAPSUAPS
ELETIVO (AZUL)ELETIVO (AZUL)
AGENDAMENTOAGENDAMENTO
UAPSUAPS
LARANJALARANJA
SUPORTESUPORTE
BBÁÁSICOSICO
DE VIDADE VIDA
S.NS.N
SAMUSAMU
P.SP.S
PROTOCOLO DE MANCHESTERPROTOCOLO DE MANCHESTER
•• Garante critGarante critéérios uniformes ao longo dorios uniformes ao longo do
tempo e com diferentes equipestempo e com diferentes equipes
•• Acaba com triagem sem fundamentaAcaba com triagem sem fundamentaççãoão
cientcientííficafica
•• SSóó pode ser feita por enfermeiro ou mpode ser feita por enfermeiro ou méédicodico
•• Garante a seguranGarante a seguranççaa
–– Do cidadão que serDo cidadão que seráá avaliadoavaliado
–– Do profissional de saDo profissional de saúúdede
•• ÉÉ rráápidopido
•• Testada no Reino Unido, Portugal, Espanha,Testada no Reino Unido, Portugal, Espanha,
Alemanha, HolandaAlemanha, Holanda
•• Prevê auditoriaPrevê auditoria
O PROTOCOLO DE MANCHESTER:O PROTOCOLO DE MANCHESTER:
EVIDÊNCIAS INTERNACIONAISEVIDÊNCIAS INTERNACIONAIS
PROTOCOLO DE MANCHESTERPROTOCOLO DE MANCHESTER
• Vermelho = 0,5 a 1%
• Laranja = 6 a 10%
• Amarelo = 40%
• Verde = 35%
• Azul = 5%
• Branco = não pertence ao Serviço de
Urgência
Portugal
•• Does the Manchester triage system detect the critically ill? CooDoes the Manchester triage system detect the critically ill? Cookeke
MW, Jinks S, J Accid Emerg. Medicine 1999;MW, Jinks S, J Accid Emerg. Medicine 1999;
•• Validation of physiological scoring system in the A& EValidation of physiological scoring system in the A& E
departmentdepartment-- Subbe CP, Slater A, Menon D, Gemmel LSubbe CP, Slater A, Menon D, Gemmel L--Emerg MedEmerg Med
Journal, 2006;Journal, 2006;
•• Detecting High risk patients with Chest painDetecting High risk patients with Chest pain-- Speak D, Teece S,Speak D, Teece S,
MackwayMackway--Jones KJones K-- Emergency nurse 2003;Emergency nurse 2003;
•• Is Manchester (MTS) more than a triage system? Studying it`sIs Manchester (MTS) more than a triage system? Studying it`s
association with death and admission in a large Portugueseassociation with death and admission in a large Portuguese
HospitalHospital-- (EMJ(EMJ--2009);2009);
•• Reliability and validity of Manchester Triage system in a generaReliability and validity of Manchester Triage system in a generall
emergency department patient population in the netherlands:emergency department patient population in the netherlands:
results of a simulation studyresults of a simulation study--Emergency Medicine Journal 2008.Emergency Medicine Journal 2008.
Evidências sobre a eficiência e seguranEvidências sobre a eficiência e seguranççaa
do Protocolo de Manchesterdo Protocolo de Manchester
HipHipóóteses comprovadasteses comprovadas
 Os pacientes com prioridades mais altasOs pacientes com prioridades mais altas
(vermelho, laranja) são admitidos no(vermelho, laranja) são admitidos no
hospital numa proporhospital numa proporçção muito maior queão muito maior que
os de menor prioridadeos de menor prioridade
 AssociaAssociaçção entre grau de prioridade eão entre grau de prioridade e
mortes:mortes: 17 vezes maior no grupo de laranjas17 vezes maior no grupo de laranjas
e vermelhose vermelhos
 Houve reduHouve reduçção de mortes com o uso daão de mortes com o uso da
classificaclassificaçção de riscoão de risco
H. M. G. Martins, L. CuH. M. G. Martins, L. Cuñña, P. T.Freitas EMJa, P. T.Freitas EMJ
20092009
26
27
FONTE: HFF
RISCO RELATIVO VERMELHO LARANJA AMARELO VERDE AZUL
SEM
TRIAGEM
Readmissão até às 72h 0,00 0,84 6,54 0,58 0,00 0,00
Duração superior a 6h 1,33 3,52 3,98 0,38 0,67 0,00
Internação diferente de Cuidados
Intensivos
5,74 7,16 2,45 0,19 0,10 0,27
Internação em Cuidados
Intensivos
511,63 0,79 0,24 0,00 0,00 3,86
Realização de 2 ou mais análises
iguais
0,00 0,84 6,54 0,58 0,00 0,00
Realização de 2 ou mais análises
diferentes
1,39 5,97 2,64 0,11 0,00 0,00
Realização de 2 ou mais exames
de imagiologia
0,60 7,52 4,31 0,20 0,14 0,02
Realização de 2 ou mais
medicações EV
1,45 1,68 6,12 0,37 0,15 0,05
Observação por 2 ou mais
Médicos
0,95 3,89 3,87 0,35 0,08 0,00
Fonte: Humberto Machado - Tese de Mestrado na universidade Nova Lisboa
NHS: EVIDENCE ADOPTION CENTRENHS: EVIDENCE ADOPTION CENTRE
Model of Care Managing EmergengyModel of Care Managing Emergengy
Department Attendences: A rapid review ofDepartment Attendences: A rapid review of
research literature. Feburary, 2011research literature. Feburary, 2011
 Conclusões:Conclusões:
 A atenA atenççãoão àà U/E na APS reduz o nU/E na APS reduz o núúmero demero de
encaminhamentos para os serviencaminhamentos para os serviçços de urgênciaos de urgência
 O atendimento por telefone reduz a demanda paraO atendimento por telefone reduz a demanda para
os hospitaisos hospitais
 A triagem realizada pelos enfermeirosA triagem realizada pelos enfermeiros éé custocusto
efetivaefetiva
ARTIGOSARTIGOS
 LOWY A, KOHLER B, NICHOLL J. Attendance at accident andLOWY A, KOHLER B, NICHOLL J. Attendance at accident and
emergency departments: unnecessary or inappropriate?emergency departments: unnecessary or inappropriate?
Journal of PublicJournal of Public Health Medicine 1994;16(2):134Health Medicine 1994;16(2):134--40.40.
 VAN UDEN CJT, CREBOLDER HFJM. Does setting up out ofVAN UDEN CJT, CREBOLDER HFJM. Does setting up out of
hours primary care cooperatives outside a hospital reducehours primary care cooperatives outside a hospital reduce
demand for emergency care?demand for emergency care? Emergency Medicine JournalEmergency Medicine Journal
2004;21(6):7222004;21(6):722--3.3.
 RICHARDS SH, WINDER R, SEAMARK D, SEAMARK C, EWINGSRICHARDS SH, WINDER R, SEAMARK D, SEAMARK C, EWINGS
P, BARWIckP, BARWIck A, et al. Accessing outA, et al. Accessing out--ofof--hours care followinghours care following
implementation of the GMS contract: an observational study.implementation of the GMS contract: an observational study.
British Journal ofBritish Journal of General Practice 2008;58(550):331General Practice 2008;58(550):331--8.8.
 CAMPBELL JL. General practitioner appointment systems,CAMPBELL JL. General practitioner appointment systems,
patient satisfaction, and use of accident and emergencypatient satisfaction, and use of accident and emergency
servicesservices----a study in one geographical area.a study in one geographical area. Family PracticeFamily Practice
1994;11(4):4381994;11(4):438--4545..
ARTIGOSARTIGOS
•• WARD P, HUDDY J, HARGREAVES S, TOUQUET R, HURLEY J,WARD P, HUDDY J, HARGREAVES S, TOUQUET R, HURLEY J,
FOTHERGILL J.FOTHERGILL J. Primary care in London: an evaluation ofPrimary care in London: an evaluation of
general practitioners working in an inner city accident andgeneral practitioners working in an inner city accident and
emergency department.emergency department. Journal of Accident & EmergencyJournal of Accident & Emergency
Medicine 1996;13(1):11Medicine 1996;13(1):11--55
•• MURPHY AW, BURY G, PLUNKETT PK, GIBNEY D, SMITH M,MURPHY AW, BURY G, PLUNKETT PK, GIBNEY D, SMITH M,
MULLAN E, etMULLAN E, et al. Randomised controlled trial of generalal. Randomised controlled trial of general
practitioner versus usual medical care in an urban accident andpractitioner versus usual medical care in an urban accident and
emergency department: process, outcome, and comparativeemergency department: process, outcome, and comparative
cost.cost. BMJBMJ 1996;312(7039):11351996;312(7039):1135--4242
•• ROBERTS E, MAYS N. Can primary care and communityROBERTS E, MAYS N. Can primary care and community--basedbased
models of emergency care substitute for the hospital accidentmodels of emergency care substitute for the hospital accident
andand emergency (A & E) department?emergency (A & E) department? Health PolicyHealth Policy
1998;44(3):1911998;44(3):191--214214
O PROTOCOLO DEO PROTOCOLO DE
MANCHESTER:MANCHESTER: A EXPERIÊNCIAA EXPERIÊNCIA
DA SMS DE UBERLÂNDIADA SMS DE UBERLÂNDIA
Setor LesteSetor Leste
Setor SulSetor Sul
Setor NorteSetor Norte
Setor OesteSetor Oeste
Setor CentroSetor Centro
Rede de Atenção em SaúdeRede de Atenção em Saúde
UAI (8)
UBS (8)
UBSF (39)
UFU (2)
CAPS (6)
DST/AIDS
AMB. OFT.
C. REGUL.
ZOON. (2)
CRM
CA DIAB.
CRST
C. RADIOL.
FONOAUD.
L. LÁB. PAL.
V. EPIDEM.
V. SANIT.
A. FARMAC.
GIDS
LAB. CQ
TUB/HANS.
M. PL/TANC
UAI Roosevelt
2 Eq. PSF
UBS N. S. das Graças
UBS BrasilUBS Santa Rosa
Setor Norte
Sala de ClassificaSala de Classificaççãoão
Cidadã classificada como AZUL,Cidadã classificada como AZUL,
atendimento agendado na APSatendimento agendado na APS
Cidadã classificada como AZUL:Cidadã classificada como AZUL:
Agendamento na APSAgendamento na APS
Cidadã classificada como AZUL,Cidadã classificada como AZUL,
atendimento na APSatendimento na APS
AUDITORIA DO PROTOCOLOAUDITORIA DO PROTOCOLO
DE MANCHESTERDE MANCHESTER
•• NNºº de entradasde entradas--62126212
•• EpisEpisóódios classificadosdios classificados--53135313
–– Vermelho: 09 (0,17%)Vermelho: 09 (0,17%)
–– Laranja: 276 (5,2%)Laranja: 276 (5,2%)
–– Amarelo: 925: (17,4%)Amarelo: 925: (17,4%)
–– Verde: 3811 (71,8%)Verde: 3811 (71,8%)
–– Azul: 180 (3,4%)Azul: 180 (3,4%)
•• Branco: 112 (2,1%)Branco: 112 (2,1%)
•• Tempo mTempo méédio admissão e classificadio admissão e classificaçção: 12ão: 12’’3737””
•• Tempo mTempo méédio classificadio classificaçção: 1ão: 1’’1717””
•• ClassificaClassificaçções corretas: 78%ões corretas: 78%
•• Tempo atendimento mTempo atendimento méédico:dico: VV--(0)(0) LL--(9(9’’4242””)) AA--(13(13’’)) VV--(29(29’’
AA--(30(30’’))
•• NNºº de entradasde entradas--18.63018.630
•• EpisEpisóódios classificadosdios classificados--16.16016.160
–– Vermelho: 32 (0,2%)Vermelho: 32 (0,2%)
–– Laranja: 662 (4,1%)Laranja: 662 (4,1%)
–– Amarelo: 1.115: (6,9%)Amarelo: 1.115: (6,9%)
–– Verde: 13.832 (85,6%)Verde: 13.832 (85,6%)
–– Azul: 517 (3,2%)Azul: 517 (3,2%)
•• Branco: 0 (0%)Branco: 0 (0%)
•• Tempo mTempo méédio admissão e classificadio admissão e classificaçção: 13ão: 13’’4141””
•• Tempo mTempo méédio classificadio classificaçção: 1ão: 1’’3535””
•• ClassificaClassificaçções corretas: 83%ões corretas: 83%
•• Tempo atendimento mTempo atendimento méédico:dico: VV--(0)(0) LL--(14(14’’33””)) AA--(33(33’’33””))
VV-- (51(51’’)) AA-- (75(75’’
87%, dizem que são bem atendidos nas UAIs e 84%87%, dizem que são bem atendidos nas UAIs e 84%
consideram o atendimento mconsideram o atendimento méédicodico óótimo ou bomtimo ou bom
““A pesquisa mostra que mais de 80% dos usuA pesquisa mostra que mais de 80% dos usuáários estãorios estão
satisfeitos com o servisatisfeitos com o serviçço prestado e com isso, vamoso prestado e com isso, vamos
aprimorar ainda mais o sistema.aprimorar ainda mais o sistema. 95% dos pacientes95% dos pacientes
confiam no atendimentoconfiam no atendimento e isso pra gentee isso pra gente éé muitomuito
importanteimportante””, afirmou o secret, afirmou o secretáário Municipal de Sario Municipal de Saúúde,de,
Gladstone Rodrigues da Cunha.Gladstone Rodrigues da Cunha.
““Os esforOs esforçços que todos nos que todos nóós estamos fazendo, sãos estamos fazendo, são
reconhecidos pela populareconhecidos pela populaçção. Não vamos parar por ai.ão. Não vamos parar por ai.
Vamos continuar investindo e apoiando todas as aVamos continuar investindo e apoiando todas as açções deões de
sasaúúde no nosso municde no nosso municíípio, porque essapio, porque essa éé uma prioridadeuma prioridade
do meu governodo meu governo””, destacou o prefeito., destacou o prefeito.
PESQUISA DE SATISFAPESQUISA DE SATISFAÇÇÃO DAÃO DA
POPULAPOPULAÇÇÃOÃO
A REDE DE ATENA REDE DE ATENÇÇÃOÃO ÀÀ
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA EMURGÊNCIA E EMERGÊNCIA EM
MINAS GERAISMINAS GERAIS
APVP / 1000 habAPVP / 1000 hab -- 20052005
*Source: IDB*Source: IDB –– Basic data and Indicatorsdores, 2006Basic data and Indicatorsdores, 2006 –– DataSUSDataSUS
Source: SES MG, 2008, drawn up by INDGSource: SES MG, 2008, drawn up by INDG
82,58
69,61
66,79 64,91 64,28 63,59
57,43 57,06
RJ ES PR RS SP MG SC DF
Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira;
de Lucia
APVPAPVP
APVPAPVP
DoenDoençça Cardiovasculara Cardiovascular -- 20052005
Fonte: IDBFonte: IDB –– Indicadores e Dados BIndicadores e Dados Báásicos 2006sicos 2006 –– DatasusDatasus
Fonte: SES MG, 2008, elaborado por INDGFonte: SES MG, 2008, elaborado por INDG
14,99
12,20 12,11 11,80
11,30 11,25
9,69 9,55
RJ ES SP PR RS MG DF SC
APVPAPVP
TraumaTrauma -- 20052005
Fonte: IDBFonte: IDB –– Indicadores e Dados BIndicadores e Dados Báásicos 2006sicos 2006 –– DatasusDatasus
Fonte: SES MG, 2008, elaborado por INDGFonte: SES MG, 2008, elaborado por INDG
24,31
22,81
19,77
17,18 16,44 15,79
14,84 14,61
ES RJ PR DF SC SP MG RS
OBJETIVO
LEVAR O USULEVAR O USUÁÁRIO PARA ORIO PARA O
HOSPITALHOSPITAL
MAIS PRMAIS PRÓÓXIMOXIMO
1.1.Encaminhar corretamente o cidadãoEncaminhar corretamente o cidadão
2.2.Ao ponto de atenAo ponto de atenççãoão àà sasaúúde certo,de certo,
capaz de prestar o cuidado efetivocapaz de prestar o cuidado efetivo
3.3.No menor tempo possNo menor tempo possíívelvel
FONTE: CORDEIRO JUNIOR (2008)
O DESENHO DA REDE DE ATENÇÃO
A MUDANA MUDANÇÇA DOS OBJETIVOS PARA AA DOS OBJETIVOS PARA A
ATENATENÇÇÃOÃO ÀÀ URGÊNCIA E EMERGÊNCIAURGÊNCIA E EMERGÊNCIA
OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
A MACRORREGIÃO NORTE DE MINASA MACRORREGIÃO NORTE DE MINAS
 Área Territorial: 122.176 Km²
(SP: 1.523 Km²)
 População: 1.558.610
(SP: 10.990.249 hab)
 Densidade: 12,6 Hab/ Km²
(SP: 7.216 hab/ Km²)
 8 microrregiões
 86 municípios
 Até 500 km de distância até a sede
microrregional
OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
UAPS 300
HOSP. LOCAL 9
HOSP. MICRO 3
HOSP. NÍVEL 3 4
HOSP. NÍVEL 1 4
OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
 UAPS:UAPS: éé local de atendimento de agudoslocal de atendimento de agudos
 Hospitais locais de baixa escala: têm importância na rede quandoHospitais locais de baixa escala: têm importância na rede quando oo
acesso a um serviacesso a um serviçço de maior densidade tecnolo de maior densidade tecnolóógica ultrapassa umagica ultrapassa uma
hora de deslocamentohora de deslocamento
 UPA: Unidade de Pronto Atendimento: são estruturas intermediUPA: Unidade de Pronto Atendimento: são estruturas intermediááriasrias
entre atenentre atençção primão primáária e hospitais; têm sentido portanto em municria e hospitais; têm sentido portanto em municíípiospios
maiores ou como estruturas de estabilizamaiores ou como estruturas de estabilizaçção simples e devem serão simples e devem ser
formalmente vinculadas ao hospital de referênciaformalmente vinculadas ao hospital de referência
 Hospitais microrregionais: têm que ser referência para no mHospitais microrregionais: têm que ser referência para no míínimonimo
100.000 habitantes e alguns deles devem responder a traumas mais100.000 habitantes e alguns deles devem responder a traumas mais
complexos de forma definitiva ou como estabilizacomplexos de forma definitiva ou como estabilizaççãoão
 Hospitais macrorregionais: se especializam de acordo com o fluxoHospitais macrorregionais: se especializam de acordo com o fluxo prpréé--
determinado e alguns têm que ter escala mdeterminado e alguns têm que ter escala míínima de um milhão denima de um milhão de
habitantes para se tornarem referência (ex: trauma maior)habitantes para se tornarem referência (ex: trauma maior)
 Hospitais de Referência ao Trauma MaiorHospitais de Referência ao Trauma Maior
 Hospitais de Referência para a Urgência ClHospitais de Referência para a Urgência Clíínica (Doennica (Doençças Cardiovasculares)as Cardiovasculares)
COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENCOMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENÇÇÃOÃO
PONTO DEPONTO DE
ATENATENÇÇÃOÃO
COMPETÊNCIA DOCOMPETÊNCIA DO
PONTO DE ATENPONTO DE ATENÇÇÃOÃO
TERRITTERRITÓÓRIORIO
SANITSANITÁÁRIORIO
CallCenterCallCenter
rederede
interligada192interligada192
••Classificar o riscoClassificar o risco
••OrientarOrientar
••Ativar a ambulânciaAtivar a ambulância
MunicMunicíípiopio
DomicDomicííliolio
••Identificar sinais de alertaIdentificar sinais de alerta
••Adotar atitudes de prevenAdotar atitudes de prevençção;ão;
••Acionar o 192Acionar o 192
MunicMunicíípiopio
APSAPS
••11ºº atendimentoatendimento vermelhovermelho ,,laranjalaranja ee
amareloamarelo
••AtendimentoAtendimento verdeverde ee azulazul
MunicMunicíípiopio
MATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DEMATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE
ATENATENÇÇÃOÃO
PONTO DE
ATENÇÃO
COMPETÊNCIA DO
PONTO DE ATENÇÃO
TERRITÓRIO
SANITÁRIO
UPA
•Estabilização vermelho e laranja
•Atendimento amarelo e verde
•Acolhimento e encaminhamento azul
Município
> 200.000
habitantes
Hospital
Microrregional
sem UTI
•Estabilização vermelho
•Atendimento vermelho e laranja de acordo com
os protocolos
•Atendimento amarelo e verde
•Acolhimento e encaminhamento azul
Microrregião
Hospital
Microrregional
com UTI
•Estabilização vermelho
•Atendimento vermelho e laranja de acordo com
os protocolos
•Atendimento para amarelo e verde
•Atendimento referenciado segundo protocolo
•Acolhimento e encaminhamento azul
Microrregião
SAMU •Estabilização vermelho,laranja e amarelo Microrregião
MATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DEMATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE
ATENATENÇÇÃOÃO
PONTO DE
ATENÇÃO
COMPETÊNCIA DO
PONTO DE ATENÇÃO
TERRITÓRIO
SANITÁRIO
SAMU •Estabilização para vermelho e laranja Macrorregião
Pronto Socorro
do Hospital
Macrorregional
•Atendimento vermelho, laranja e
amarelo
Macrorregião
Hospital
Macrorregional
•Atendimento vermelho,laranja e
amarelo
•Encaminhamento verde e azul
Macrorregião
Hospital de
Longa
Permanência
•Pacientes de longa permanência Macrorregião
MATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENMATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENÇÇÃOÃO
ATENATENÇÇÃO PRIMÃO PRIMÁÁRIARIA ÀÀ SASAÚÚDEDE
PIRAPORAPIRAPORA -- MGMG
OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
QUALIFICAQUALIFICAÇÇÃO:ÃO:
 Reforma da estrutura, adequaReforma da estrutura, adequaçção dos fluxos,ão dos fluxos,
equipamentosequipamentos
 ConstruConstruçção de 60 novos leitos de terapiaão de 60 novos leitos de terapia
intensiva na região (40 em municintensiva na região (40 em municíípios ppios póóloslos
microrregionais)microrregionais)
 InformatizaInformatizaçção do Protocolo de Manchesterão do Protocolo de Manchester
 CapacitaCapacitaçção em Manchester:ão em Manchester:
 485 enfermeiros da APS485 enfermeiros da APS
 383 enfermeiros dos Hospitais de referência383 enfermeiros dos Hospitais de referência
 Outras capacitaOutras capacitaçções: ATLS, ACLS, Winfocusões: ATLS, ACLS, Winfocus
OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
OS SISTEMAS LOGÍSTICOS
TRANSPORTE SANITTRANSPORTE SANITÁÁRIORIO
RegionalizaRegionalizaçção do SAMUão do SAMU
 Atuava somente no municAtuava somente no municíípio de Montespio de Montes
ClarosClaros
 Estendido para toda a região com aumentoEstendido para toda a região com aumento
de 44 ambulâncias (6 USA e 38 USB)de 44 ambulâncias (6 USA e 38 USB)
 Custeio compartilhado pelos municCusteio compartilhado pelos municíípiospios
(15%), estado (37,5%) e união (50%)(15%), estado (37,5%) e união (50%)
 InIníício em marcio em marçço/2009o/2009
Parceria com a PolParceria com a Políícia Militar MGcia Militar MG
 1 helic1 helicóópteroptero
OS SISTEMAS LOGÍSTICOS
192
CALL CENTER
(central estadual)
193 / 190
PONTOS DE ATENÇÃO
CENTRAL DE
URGÊNCIA/EMERGÊNCIA
1 médico regulador
1 equipe de técnicos
Segue protocolo de classificação de risco.
Avalia a necessidade de enviar uma equipe com ou
sem médico ao local da ocorrência.
Decide junto com o médico regulador de leitos o
encaminhamento para o hospital.
Transfere para o Call Center as chamadas não
urgentes.
CENTRAL DE LEITOS
CONSULTAS, EXAMES E OUTROS
PROCEDIMENTOS
1 médico regulador
1 equipe de técnicos
1 equipe de apoio de especialistas
Verifica continuamente as demandas e disponibilidade
da rede.
Prioriza o atendimento à U/E.
Gerencia a lista de espera, interferindo quando é
extrapolado o teto físico e/ou financeiro.
Orienta a auditoria.
USUÁRIO
REDE
NÃO
URGÊNCIA
URGÊNCIA
COMPLEXO REGULADOR
central macrorregional
1 coordenador geral
CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO
HC - UFMG HJXXIII
Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira; de Lucia
O ATENDIMENTO AO INFARTO AGUDOO ATENDIMENTO AO INFARTO AGUDO
DO MIOCDO MIOCÁÁRDIORDIO
Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira; de Lucia
Reduzindo oReduzindo o
atendimento e a esperaatendimento e a espera
Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira;
de Lucia
VENCENDO AS DISTÂNCIAS:VENCENDO AS DISTÂNCIAS:
SÃO JOÃO DA BARRASÃO JOÃO DA BARRA
PELA TERRA,PELA TERRA, ÁÁGUA OU ARGUA OU AR
Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira;
de Lucia
““Nesse mundo de transformaNesse mundo de transformaçções eões e
turbulências crescentes, as pessoasturbulências crescentes, as pessoas
precisam de ajuda para aprender eprecisam de ajuda para aprender e
inovar. As organizainovar. As organizaçções tambões tambéém.m.
Não basta apenas fazer o que sempreNão basta apenas fazer o que sempre
foi feito.foi feito. ÉÉ preciso fazer o que nuncapreciso fazer o que nunca
foi feito antesfoi feito antes..””
FONTE: CHIAVENATO (2002)FONTE: CHIAVENATO (2002)
GRATA!GRATA!
mariaemi@brturbo.com.brmariaemi@brturbo.com.br

Apsus classificacao risco_aps2012

  • 1.
    SECRETARIA DE ESTADODASECRETARIA DE ESTADO DA SASAÚÚDE DO PARANDE DO PARANÁÁ A Rede de AtenA Rede de Atenççãoão àà UrgênciaUrgência e Emergênciae Emergência Abril/2012Abril/2012
  • 2.
    OS DESAFIOS PARAOS SISTEMAS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI OS DESAFIOS PARA OSOS DESAFIOS PARA OS SISTEMAS DE SASISTEMAS DE SAÚÚDEDE NO INNO INÍÍCIO DO SCIO DO SÉÉCULO XXICULO XXI Da atenDa atenççãoão ààs condis condiççõesões agudas para asagudas para as condicondiçções crônicasões crônicas MudanMudançça de modelo dea de modelo de atenatenççãoão àà sasaúúdede Do sistema fragmentadoDo sistema fragmentado para o sistema integradopara o sistema integrado MudanMudançça de modelo dea de modelo de organizaorganizaçção doão do sistema de sasistema de saúúdede Da gestão dos recursosDa gestão dos recursos para a gestão dos finspara a gestão dos fins MudanMudançça de modelo dea de modelo de gestão do sistema degestão do sistema de sasaúúdede
  • 3.
    MUDANMUDANÇÇA DE MODELOSNO SISTEMAA DE MODELOS NO SISTEMA DE SADE SAÚÚDEDE CondiCondiçções Agudas eões Agudas e CrônicasCrônicas Redes de AtenRedes de Atenççãoão àà SaSaúúdede Gestão daGestão da ClClíínicanica CIDADÃOSCIDADÃOS VIVENDO MAISVIVENDO MAIS E MELHORE MELHOR
  • 4.
    MODELOS DE ATENMODELOSDE ATENÇÇÃOÃO ÀÀ SASAÚÚDEDE CondiCondiçções crônicas:ões crônicas: •• Rede Mãe ParanaenseRede Mãe Paranaense •• Rede SaRede Saúúde Mentalde Mental •• Rede de AtenRede de Atenççãoão àà SaSaúúde do Idosode do Idoso CondiCondiçções agudas:ões agudas: •• Rede de atenRede de atenççãoão àà urgência eurgência e emergênciaemergência
  • 5.
    •• ProntoPronto--socorros lotadossocorroslotados •• Dificuldade de internaDificuldade de internaççãoão •• Recusa de recebimento de ambulânciasRecusa de recebimento de ambulâncias •• Transporte fragmentado e desorganizadoTransporte fragmentado e desorganizado •• Ausência de atendimento especializadoAusência de atendimento especializado •• Atendimento e lotaAtendimento e lotaçção nos servião nos serviçços deos de urgência de pacientes de baixo riscourgência de pacientes de baixo risco •• Sistema despreparado para catSistema despreparado para catáástrofesstrofes Uma crise mundialUma crise mundial Hospital-Based Emergency Care: At the Breaking Point http://www.nap.edu/catalog/11621.html
  • 6.
  • 7.
    CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃODE RISCO •• ÉÉ um processo de gestão doum processo de gestão do risco clrisco clíínico que tem pornico que tem por objetivo estabelecerobjetivo estabelecer prioridadeprioridade para o atendimentopara o atendimento dos cidadãosdos cidadãos que acessam os servique acessam os serviçços deos de urgência e emergênciaurgência e emergência
  • 8.
    8 CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃODE RISCO FundamentaFundamenta--se em 3 varise em 3 variááveis:veis: 1. Gravidade (risco)1. Gravidade (risco) 2. Recurso necess2. Recurso necessááriorio 3. Tempo de resposta3. Tempo de resposta
  • 9.
    OBJETIVOS DA CLASSIFICAÇÃO DERISCO OBJETIVOS DAOBJETIVOS DA CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO  Personalizar o atendimentoPersonalizar o atendimento  Avaliar o cidadão logo na sua chegadaAvaliar o cidadão logo na sua chegada  Reduzir o tempo para o atendimento: o cidadãoReduzir o tempo para o atendimento: o cidadão atendido no tempo certo deatendido no tempo certo de acordo com a suaacordo com a sua gravidadegravidade  Determinar aDeterminar a áárea de atendimento adequada: orea de atendimento adequada: o cidadão deve ser encaminhado ao setor ou pontocidadão deve ser encaminhado ao setor ou ponto de atende atençção adequadoão adequado  Gerenciar o tempo de esperaGerenciar o tempo de espera  Retornar informaRetornar informaçções ao cidadão/familiaresões ao cidadão/familiares
  • 10.
    Cuidado com oimproviso Come on! It can‘t go wrong every time... Vamos lá, não podemos errar todas...
  • 11.
    FUNDAMENTAÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO DERISCO FUNDAMENTAFUNDAMENTAÇÇÃO PARAÃO PARA CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO  The Canadian Emergency Department Triage & AcuityThe Canadian Emergency Department Triage & Acuity Scale (CTAS)Scale (CTAS)  Australasian Triage Scale (ATS)Australasian Triage Scale (ATS)  Manchester Triage System (MTS)Manchester Triage System (MTS)  Advanced Trauma Life Suport (ATLS)Advanced Trauma Life Suport (ATLS)  Advanced Cardiac Life Suport (ACLS)Advanced Cardiac Life Suport (ACLS)  Hospital Municipal Dr. MHospital Municipal Dr. Máário Gatti, Projetorio Gatti, Projeto Acolhimento do Pronto SocorroAcolhimento do Pronto Socorro  Cartilha de Acolhimento com ClassificaCartilha de Acolhimento com Classificaçção de Riscoão de Risco da Polda Políítica Nacional de Humanizatica Nacional de Humanizaçção / MSão / MS  Diretrizes de ClassificaDiretrizes de Classificaçção de Risco das UPAsão de Risco das UPAs (Unidades de Pronto(Unidades de Pronto--Atendimento) de Belo HorizonteAtendimento) de Belo Horizonte
  • 12.
    OS PROTOCOLOS CLÍNICOSDE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA OS PROTOCOLOS CLOS PROTOCOLOS CLÍÍNICOS DENICOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAURGÊNCIA E EMERGÊNCIA  Canadense  Americano  Manchester (Inglês)  Australásiano
  • 14.
    COMPARACOMPARAÇÇÃO ENTRE OSPROTOCOLOSÃO ENTRE OS PROTOCOLOS DE CLASSIFICADE CLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO Característica ATS CTAS MTS ESI MAT Escala de 5 Níveis SIM SIM SIM SIM SIM Utilização universal no País SIM SIM SIM NÃO SIM Baseada em Categorias de sintomas NÃO NÃO SIM NÃO SIM Baseados em discriminantes chave SIM NÃO SIM SIM SIM Baseado em algoritmos clínicos NÃO NÃO SIM SIM SIM Baseados em escalas de urgência pré-definidas SIM SIM NÃO NÃO SIM Tempo de execução (< 3 minutos) NÃO NÃO SIM SIM NÃO Fonte:J.gomez jimenez, 2007
  • 15.
    PROTOCOLO DE CLASSIFICAPROTOCOLODE CLASSIFICAÇÇÃO DEÃO DE RISCO:RISCO: O PROTOCOLO DEO PROTOCOLO DE MANCHESTERMANCHESTER 15 VERMELHO Emergência 0 minutos LARANJA Muito urgente 10 minutos AMARELO Urgente 60 minutos VERDE Pouco urgente 120 minutos AZUL Não urgente 240 minutos FONTE: MACKWAY-JONES et al. (2006)
  • 16.
     AmeaAmeaççaa ààvidavida  AmeaAmeaççaa àà funfunççãoão  DorDor  DuraDuraçção doão do problemaproblema  IdadeIdade  HistHistóóriaria  Risco de mausRisco de maus tratostratos Fatores queFatores que determinam umadeterminam uma prioridade:prioridade: O PROTOCOLO DEO PROTOCOLO DE MANCHESTERMANCHESTER
  • 17.
    Comprometimento vias aéreas VERME LHO Respiraçãoinadequada Choque Dor intensa LARANJA Dor irradiando para o dorso Vômito de sangue Evacuação de sangue vivo ou escurecido Sangramento vaginal e > 20 semanas de gravidez Febre alta Possível gravidez AMARELO Irradiação para ombro Fezes enegrecidas ou vermelhas História de vômito agudo de sangue Vômito persistente Febre alta Dor moderada Dor leve recente VERDE Vômito Problema recente AZUL PROTOCOLO DE MANCHESTER: DOR ABDOMINAL EMPROTOCOLO DE MANCHESTER: DOR ABDOMINAL EM ADULTOADULTO
  • 18.
    Apresentação Identificação da PrioridadeClínica Fluxograma VERMELHO LARANJA AMARELO AZUL VERDE Discriminadores Discriminadores Discriminadores Discriminadores
  • 19.
    DeterminanteDeterminante ClassificaClassificaçção deRiscoão de Risco Ponto ideal na RedePonto ideal na Rede Tempo IdealTempo Ideal Dor Abdominal em Adultos Hospital Microrregional ou Hospital Macrorregional* Atendimento Imediato Em áreas remotas Transferência em no máximo 30 minutos Dor Abdominal em Adultos Hospital Microrregional** Atendimento em no máximo 10 minutos Transferência em no máximo 30 minutos Dor Abdominal em Adultos Hospital Microrregional *** Atendimento em 60 minutos. Transferência no mesmo dia (24 horas) Dor Abdominal em Adultos UAPS Atendimento em 120 minutos Dor Abdominal em Adultos UAPS Atendimento em 240 minutos *Aneurisma dissecante de aorta **Inclui PA Microrregional ***Tratamento Clínico MATRIZ DOS PONTOS DE ATENMATRIZ DOS PONTOS DE ATENÇÇÃO DA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAÃO DA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
  • 20.
    ALGORITMO PARA AATENÇÃO À DEMANDA ESPONTÂNEA ALGORITMO PARA A ATENALGORITMO PARA A ATENÇÇÃOÃO ÀÀ DEMANDA ESPONTÂNEADEMANDA ESPONTÂNEA CIDADÃO PROCURA A UAPS POR DEMANDA ESPONTÂNEACIDADÃO PROCURA A UAPS POR DEMANDA ESPONTÂNEA CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃO DE RISCO EMERGÊNCIAEMERGÊNCIA?? VERMELHOVERMELHO SUPORTESUPORTE BBÁÁSICOSICO DE VIDADE VIDA SAMUSAMU P.SP.S URGÊNCIAURGÊNCIA?? URGÊNCIAURGÊNCIA MAIORMAIOR (AMARELO)(AMARELO) SAMUSAMU P.AP.A URGÊNCIAURGÊNCIA MENORMENOR (VERDE)(VERDE) PRIORIDADEPRIORIDADE UAPSUAPS ELETIVO (AZUL)ELETIVO (AZUL) AGENDAMENTOAGENDAMENTO UAPSUAPS LARANJALARANJA SUPORTESUPORTE BBÁÁSICOSICO DE VIDADE VIDA S.NS.N SAMUSAMU P.SP.S
  • 21.
    PROTOCOLO DE MANCHESTERPROTOCOLODE MANCHESTER •• Garante critGarante critéérios uniformes ao longo dorios uniformes ao longo do tempo e com diferentes equipestempo e com diferentes equipes •• Acaba com triagem sem fundamentaAcaba com triagem sem fundamentaççãoão cientcientííficafica •• SSóó pode ser feita por enfermeiro ou mpode ser feita por enfermeiro ou méédicodico •• Garante a seguranGarante a seguranççaa –– Do cidadão que serDo cidadão que seráá avaliadoavaliado –– Do profissional de saDo profissional de saúúdede •• ÉÉ rráápidopido •• Testada no Reino Unido, Portugal, Espanha,Testada no Reino Unido, Portugal, Espanha, Alemanha, HolandaAlemanha, Holanda •• Prevê auditoriaPrevê auditoria
  • 22.
    O PROTOCOLO DEMANCHESTER:O PROTOCOLO DE MANCHESTER: EVIDÊNCIAS INTERNACIONAISEVIDÊNCIAS INTERNACIONAIS
  • 23.
    PROTOCOLO DE MANCHESTERPROTOCOLODE MANCHESTER • Vermelho = 0,5 a 1% • Laranja = 6 a 10% • Amarelo = 40% • Verde = 35% • Azul = 5% • Branco = não pertence ao Serviço de Urgência Portugal
  • 24.
    •• Does theManchester triage system detect the critically ill? CooDoes the Manchester triage system detect the critically ill? Cookeke MW, Jinks S, J Accid Emerg. Medicine 1999;MW, Jinks S, J Accid Emerg. Medicine 1999; •• Validation of physiological scoring system in the A& EValidation of physiological scoring system in the A& E departmentdepartment-- Subbe CP, Slater A, Menon D, Gemmel LSubbe CP, Slater A, Menon D, Gemmel L--Emerg MedEmerg Med Journal, 2006;Journal, 2006; •• Detecting High risk patients with Chest painDetecting High risk patients with Chest pain-- Speak D, Teece S,Speak D, Teece S, MackwayMackway--Jones KJones K-- Emergency nurse 2003;Emergency nurse 2003; •• Is Manchester (MTS) more than a triage system? Studying it`sIs Manchester (MTS) more than a triage system? Studying it`s association with death and admission in a large Portugueseassociation with death and admission in a large Portuguese HospitalHospital-- (EMJ(EMJ--2009);2009); •• Reliability and validity of Manchester Triage system in a generaReliability and validity of Manchester Triage system in a generall emergency department patient population in the netherlands:emergency department patient population in the netherlands: results of a simulation studyresults of a simulation study--Emergency Medicine Journal 2008.Emergency Medicine Journal 2008. Evidências sobre a eficiência e seguranEvidências sobre a eficiência e seguranççaa do Protocolo de Manchesterdo Protocolo de Manchester
  • 25.
    HipHipóóteses comprovadasteses comprovadas Os pacientes com prioridades mais altasOs pacientes com prioridades mais altas (vermelho, laranja) são admitidos no(vermelho, laranja) são admitidos no hospital numa proporhospital numa proporçção muito maior queão muito maior que os de menor prioridadeos de menor prioridade  AssociaAssociaçção entre grau de prioridade eão entre grau de prioridade e mortes:mortes: 17 vezes maior no grupo de laranjas17 vezes maior no grupo de laranjas e vermelhose vermelhos  Houve reduHouve reduçção de mortes com o uso daão de mortes com o uso da classificaclassificaçção de riscoão de risco H. M. G. Martins, L. CuH. M. G. Martins, L. Cuñña, P. T.Freitas EMJa, P. T.Freitas EMJ 20092009
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    RISCO RELATIVO VERMELHOLARANJA AMARELO VERDE AZUL SEM TRIAGEM Readmissão até às 72h 0,00 0,84 6,54 0,58 0,00 0,00 Duração superior a 6h 1,33 3,52 3,98 0,38 0,67 0,00 Internação diferente de Cuidados Intensivos 5,74 7,16 2,45 0,19 0,10 0,27 Internação em Cuidados Intensivos 511,63 0,79 0,24 0,00 0,00 3,86 Realização de 2 ou mais análises iguais 0,00 0,84 6,54 0,58 0,00 0,00 Realização de 2 ou mais análises diferentes 1,39 5,97 2,64 0,11 0,00 0,00 Realização de 2 ou mais exames de imagiologia 0,60 7,52 4,31 0,20 0,14 0,02 Realização de 2 ou mais medicações EV 1,45 1,68 6,12 0,37 0,15 0,05 Observação por 2 ou mais Médicos 0,95 3,89 3,87 0,35 0,08 0,00 Fonte: Humberto Machado - Tese de Mestrado na universidade Nova Lisboa
  • 30.
    NHS: EVIDENCE ADOPTIONCENTRENHS: EVIDENCE ADOPTION CENTRE Model of Care Managing EmergengyModel of Care Managing Emergengy Department Attendences: A rapid review ofDepartment Attendences: A rapid review of research literature. Feburary, 2011research literature. Feburary, 2011  Conclusões:Conclusões:  A atenA atenççãoão àà U/E na APS reduz o nU/E na APS reduz o núúmero demero de encaminhamentos para os serviencaminhamentos para os serviçços de urgênciaos de urgência  O atendimento por telefone reduz a demanda paraO atendimento por telefone reduz a demanda para os hospitaisos hospitais  A triagem realizada pelos enfermeirosA triagem realizada pelos enfermeiros éé custocusto efetivaefetiva
  • 31.
    ARTIGOSARTIGOS  LOWY A,KOHLER B, NICHOLL J. Attendance at accident andLOWY A, KOHLER B, NICHOLL J. Attendance at accident and emergency departments: unnecessary or inappropriate?emergency departments: unnecessary or inappropriate? Journal of PublicJournal of Public Health Medicine 1994;16(2):134Health Medicine 1994;16(2):134--40.40.  VAN UDEN CJT, CREBOLDER HFJM. Does setting up out ofVAN UDEN CJT, CREBOLDER HFJM. Does setting up out of hours primary care cooperatives outside a hospital reducehours primary care cooperatives outside a hospital reduce demand for emergency care?demand for emergency care? Emergency Medicine JournalEmergency Medicine Journal 2004;21(6):7222004;21(6):722--3.3.  RICHARDS SH, WINDER R, SEAMARK D, SEAMARK C, EWINGSRICHARDS SH, WINDER R, SEAMARK D, SEAMARK C, EWINGS P, BARWIckP, BARWIck A, et al. Accessing outA, et al. Accessing out--ofof--hours care followinghours care following implementation of the GMS contract: an observational study.implementation of the GMS contract: an observational study. British Journal ofBritish Journal of General Practice 2008;58(550):331General Practice 2008;58(550):331--8.8.  CAMPBELL JL. General practitioner appointment systems,CAMPBELL JL. General practitioner appointment systems, patient satisfaction, and use of accident and emergencypatient satisfaction, and use of accident and emergency servicesservices----a study in one geographical area.a study in one geographical area. Family PracticeFamily Practice 1994;11(4):4381994;11(4):438--4545..
  • 32.
    ARTIGOSARTIGOS •• WARD P,HUDDY J, HARGREAVES S, TOUQUET R, HURLEY J,WARD P, HUDDY J, HARGREAVES S, TOUQUET R, HURLEY J, FOTHERGILL J.FOTHERGILL J. Primary care in London: an evaluation ofPrimary care in London: an evaluation of general practitioners working in an inner city accident andgeneral practitioners working in an inner city accident and emergency department.emergency department. Journal of Accident & EmergencyJournal of Accident & Emergency Medicine 1996;13(1):11Medicine 1996;13(1):11--55 •• MURPHY AW, BURY G, PLUNKETT PK, GIBNEY D, SMITH M,MURPHY AW, BURY G, PLUNKETT PK, GIBNEY D, SMITH M, MULLAN E, etMULLAN E, et al. Randomised controlled trial of generalal. Randomised controlled trial of general practitioner versus usual medical care in an urban accident andpractitioner versus usual medical care in an urban accident and emergency department: process, outcome, and comparativeemergency department: process, outcome, and comparative cost.cost. BMJBMJ 1996;312(7039):11351996;312(7039):1135--4242 •• ROBERTS E, MAYS N. Can primary care and communityROBERTS E, MAYS N. Can primary care and community--basedbased models of emergency care substitute for the hospital accidentmodels of emergency care substitute for the hospital accident andand emergency (A & E) department?emergency (A & E) department? Health PolicyHealth Policy 1998;44(3):1911998;44(3):191--214214
  • 33.
    O PROTOCOLO DEOPROTOCOLO DE MANCHESTER:MANCHESTER: A EXPERIÊNCIAA EXPERIÊNCIA DA SMS DE UBERLÂNDIADA SMS DE UBERLÂNDIA
  • 34.
    Setor LesteSetor Leste SetorSulSetor Sul Setor NorteSetor Norte Setor OesteSetor Oeste Setor CentroSetor Centro Rede de Atenção em SaúdeRede de Atenção em Saúde UAI (8) UBS (8) UBSF (39) UFU (2) CAPS (6) DST/AIDS AMB. OFT. C. REGUL. ZOON. (2) CRM CA DIAB. CRST C. RADIOL. FONOAUD. L. LÁB. PAL. V. EPIDEM. V. SANIT. A. FARMAC. GIDS LAB. CQ TUB/HANS. M. PL/TANC
  • 35.
    UAI Roosevelt 2 Eq.PSF UBS N. S. das Graças UBS BrasilUBS Santa Rosa Setor Norte
  • 37.
    Sala de ClassificaSalade Classificaççãoão
  • 46.
    Cidadã classificada comoAZUL,Cidadã classificada como AZUL, atendimento agendado na APSatendimento agendado na APS
  • 47.
    Cidadã classificada comoAZUL:Cidadã classificada como AZUL: Agendamento na APSAgendamento na APS
  • 48.
    Cidadã classificada comoAZUL,Cidadã classificada como AZUL, atendimento na APSatendimento na APS
  • 49.
    AUDITORIA DO PROTOCOLOAUDITORIADO PROTOCOLO DE MANCHESTERDE MANCHESTER
  • 50.
    •• NNºº deentradasde entradas--62126212 •• EpisEpisóódios classificadosdios classificados--53135313 –– Vermelho: 09 (0,17%)Vermelho: 09 (0,17%) –– Laranja: 276 (5,2%)Laranja: 276 (5,2%) –– Amarelo: 925: (17,4%)Amarelo: 925: (17,4%) –– Verde: 3811 (71,8%)Verde: 3811 (71,8%) –– Azul: 180 (3,4%)Azul: 180 (3,4%) •• Branco: 112 (2,1%)Branco: 112 (2,1%) •• Tempo mTempo méédio admissão e classificadio admissão e classificaçção: 12ão: 12’’3737”” •• Tempo mTempo méédio classificadio classificaçção: 1ão: 1’’1717”” •• ClassificaClassificaçções corretas: 78%ões corretas: 78% •• Tempo atendimento mTempo atendimento méédico:dico: VV--(0)(0) LL--(9(9’’4242””)) AA--(13(13’’)) VV--(29(29’’ AA--(30(30’’))
  • 51.
    •• NNºº deentradasde entradas--18.63018.630 •• EpisEpisóódios classificadosdios classificados--16.16016.160 –– Vermelho: 32 (0,2%)Vermelho: 32 (0,2%) –– Laranja: 662 (4,1%)Laranja: 662 (4,1%) –– Amarelo: 1.115: (6,9%)Amarelo: 1.115: (6,9%) –– Verde: 13.832 (85,6%)Verde: 13.832 (85,6%) –– Azul: 517 (3,2%)Azul: 517 (3,2%) •• Branco: 0 (0%)Branco: 0 (0%) •• Tempo mTempo méédio admissão e classificadio admissão e classificaçção: 13ão: 13’’4141”” •• Tempo mTempo méédio classificadio classificaçção: 1ão: 1’’3535”” •• ClassificaClassificaçções corretas: 83%ões corretas: 83% •• Tempo atendimento mTempo atendimento méédico:dico: VV--(0)(0) LL--(14(14’’33””)) AA--(33(33’’33””)) VV-- (51(51’’)) AA-- (75(75’’
  • 52.
    87%, dizem quesão bem atendidos nas UAIs e 84%87%, dizem que são bem atendidos nas UAIs e 84% consideram o atendimento mconsideram o atendimento méédicodico óótimo ou bomtimo ou bom ““A pesquisa mostra que mais de 80% dos usuA pesquisa mostra que mais de 80% dos usuáários estãorios estão satisfeitos com o servisatisfeitos com o serviçço prestado e com isso, vamoso prestado e com isso, vamos aprimorar ainda mais o sistema.aprimorar ainda mais o sistema. 95% dos pacientes95% dos pacientes confiam no atendimentoconfiam no atendimento e isso pra gentee isso pra gente éé muitomuito importanteimportante””, afirmou o secret, afirmou o secretáário Municipal de Sario Municipal de Saúúde,de, Gladstone Rodrigues da Cunha.Gladstone Rodrigues da Cunha. ““Os esforOs esforçços que todos nos que todos nóós estamos fazendo, sãos estamos fazendo, são reconhecidos pela populareconhecidos pela populaçção. Não vamos parar por ai.ão. Não vamos parar por ai. Vamos continuar investindo e apoiando todas as aVamos continuar investindo e apoiando todas as açções deões de sasaúúde no nosso municde no nosso municíípio, porque essapio, porque essa éé uma prioridadeuma prioridade do meu governodo meu governo””, destacou o prefeito., destacou o prefeito. PESQUISA DE SATISFAPESQUISA DE SATISFAÇÇÃO DAÃO DA POPULAPOPULAÇÇÃOÃO
  • 53.
    A REDE DEATENA REDE DE ATENÇÇÃOÃO ÀÀ URGÊNCIA E EMERGÊNCIA EMURGÊNCIA E EMERGÊNCIA EM MINAS GERAISMINAS GERAIS
  • 54.
    APVP / 1000habAPVP / 1000 hab -- 20052005 *Source: IDB*Source: IDB –– Basic data and Indicatorsdores, 2006Basic data and Indicatorsdores, 2006 –– DataSUSDataSUS Source: SES MG, 2008, drawn up by INDGSource: SES MG, 2008, drawn up by INDG 82,58 69,61 66,79 64,91 64,28 63,59 57,43 57,06 RJ ES PR RS SP MG SC DF Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira; de Lucia
  • 55.
  • 56.
    APVPAPVP DoenDoençça Cardiovasculara Cardiovascular-- 20052005 Fonte: IDBFonte: IDB –– Indicadores e Dados BIndicadores e Dados Báásicos 2006sicos 2006 –– DatasusDatasus Fonte: SES MG, 2008, elaborado por INDGFonte: SES MG, 2008, elaborado por INDG 14,99 12,20 12,11 11,80 11,30 11,25 9,69 9,55 RJ ES SP PR RS MG DF SC
  • 57.
    APVPAPVP TraumaTrauma -- 20052005 Fonte:IDBFonte: IDB –– Indicadores e Dados BIndicadores e Dados Báásicos 2006sicos 2006 –– DatasusDatasus Fonte: SES MG, 2008, elaborado por INDGFonte: SES MG, 2008, elaborado por INDG 24,31 22,81 19,77 17,18 16,44 15,79 14,84 14,61 ES RJ PR DF SC SP MG RS
  • 58.
    OBJETIVO LEVAR O USULEVARO USUÁÁRIO PARA ORIO PARA O HOSPITALHOSPITAL MAIS PRMAIS PRÓÓXIMOXIMO 1.1.Encaminhar corretamente o cidadãoEncaminhar corretamente o cidadão 2.2.Ao ponto de atenAo ponto de atenççãoão àà sasaúúde certo,de certo, capaz de prestar o cuidado efetivocapaz de prestar o cuidado efetivo 3.3.No menor tempo possNo menor tempo possíívelvel FONTE: CORDEIRO JUNIOR (2008) O DESENHO DA REDE DE ATENÇÃO A MUDANA MUDANÇÇA DOS OBJETIVOS PARA AA DOS OBJETIVOS PARA A ATENATENÇÇÃOÃO ÀÀ URGÊNCIA E EMERGÊNCIAURGÊNCIA E EMERGÊNCIA
  • 59.
    OS PONTOS DEATENÇÃO À SAÚDE A MACRORREGIÃO NORTE DE MINASA MACRORREGIÃO NORTE DE MINAS  Área Territorial: 122.176 Km² (SP: 1.523 Km²)  População: 1.558.610 (SP: 10.990.249 hab)  Densidade: 12,6 Hab/ Km² (SP: 7.216 hab/ Km²)  8 microrregiões  86 municípios  Até 500 km de distância até a sede microrregional
  • 60.
    OS PONTOS DEATENÇÃO À SAÚDE UAPS 300 HOSP. LOCAL 9 HOSP. MICRO 3 HOSP. NÍVEL 3 4 HOSP. NÍVEL 1 4
  • 61.
    OS PONTOS DEATENÇÃO À SAÚDE  UAPS:UAPS: éé local de atendimento de agudoslocal de atendimento de agudos  Hospitais locais de baixa escala: têm importância na rede quandoHospitais locais de baixa escala: têm importância na rede quando oo acesso a um serviacesso a um serviçço de maior densidade tecnolo de maior densidade tecnolóógica ultrapassa umagica ultrapassa uma hora de deslocamentohora de deslocamento  UPA: Unidade de Pronto Atendimento: são estruturas intermediUPA: Unidade de Pronto Atendimento: são estruturas intermediááriasrias entre atenentre atençção primão primáária e hospitais; têm sentido portanto em municria e hospitais; têm sentido portanto em municíípiospios maiores ou como estruturas de estabilizamaiores ou como estruturas de estabilizaçção simples e devem serão simples e devem ser formalmente vinculadas ao hospital de referênciaformalmente vinculadas ao hospital de referência  Hospitais microrregionais: têm que ser referência para no mHospitais microrregionais: têm que ser referência para no míínimonimo 100.000 habitantes e alguns deles devem responder a traumas mais100.000 habitantes e alguns deles devem responder a traumas mais complexos de forma definitiva ou como estabilizacomplexos de forma definitiva ou como estabilizaççãoão  Hospitais macrorregionais: se especializam de acordo com o fluxoHospitais macrorregionais: se especializam de acordo com o fluxo prpréé-- determinado e alguns têm que ter escala mdeterminado e alguns têm que ter escala míínima de um milhão denima de um milhão de habitantes para se tornarem referência (ex: trauma maior)habitantes para se tornarem referência (ex: trauma maior)  Hospitais de Referência ao Trauma MaiorHospitais de Referência ao Trauma Maior  Hospitais de Referência para a Urgência ClHospitais de Referência para a Urgência Clíínica (Doennica (Doençças Cardiovasculares)as Cardiovasculares) COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENCOMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENÇÇÃOÃO
  • 62.
    PONTO DEPONTO DE ATENATENÇÇÃOÃO COMPETÊNCIADOCOMPETÊNCIA DO PONTO DE ATENPONTO DE ATENÇÇÃOÃO TERRITTERRITÓÓRIORIO SANITSANITÁÁRIORIO CallCenterCallCenter rederede interligada192interligada192 ••Classificar o riscoClassificar o risco ••OrientarOrientar ••Ativar a ambulânciaAtivar a ambulância MunicMunicíípiopio DomicDomicííliolio ••Identificar sinais de alertaIdentificar sinais de alerta ••Adotar atitudes de prevenAdotar atitudes de prevençção;ão; ••Acionar o 192Acionar o 192 MunicMunicíípiopio APSAPS ••11ºº atendimentoatendimento vermelhovermelho ,,laranjalaranja ee amareloamarelo ••AtendimentoAtendimento verdeverde ee azulazul MunicMunicíípiopio MATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DEMATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENATENÇÇÃOÃO
  • 63.
    PONTO DE ATENÇÃO COMPETÊNCIA DO PONTODE ATENÇÃO TERRITÓRIO SANITÁRIO UPA •Estabilização vermelho e laranja •Atendimento amarelo e verde •Acolhimento e encaminhamento azul Município > 200.000 habitantes Hospital Microrregional sem UTI •Estabilização vermelho •Atendimento vermelho e laranja de acordo com os protocolos •Atendimento amarelo e verde •Acolhimento e encaminhamento azul Microrregião Hospital Microrregional com UTI •Estabilização vermelho •Atendimento vermelho e laranja de acordo com os protocolos •Atendimento para amarelo e verde •Atendimento referenciado segundo protocolo •Acolhimento e encaminhamento azul Microrregião SAMU •Estabilização vermelho,laranja e amarelo Microrregião MATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DEMATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENATENÇÇÃOÃO
  • 64.
    PONTO DE ATENÇÃO COMPETÊNCIA DO PONTODE ATENÇÃO TERRITÓRIO SANITÁRIO SAMU •Estabilização para vermelho e laranja Macrorregião Pronto Socorro do Hospital Macrorregional •Atendimento vermelho, laranja e amarelo Macrorregião Hospital Macrorregional •Atendimento vermelho,laranja e amarelo •Encaminhamento verde e azul Macrorregião Hospital de Longa Permanência •Pacientes de longa permanência Macrorregião MATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENMATRIZ DE COMPETÊNCIA DOS PONTOS DE ATENÇÇÃOÃO
  • 65.
    ATENATENÇÇÃO PRIMÃO PRIMÁÁRIARIAÀÀ SASAÚÚDEDE PIRAPORAPIRAPORA -- MGMG OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
  • 67.
    QUALIFICAQUALIFICAÇÇÃO:ÃO:  Reforma daestrutura, adequaReforma da estrutura, adequaçção dos fluxos,ão dos fluxos, equipamentosequipamentos  ConstruConstruçção de 60 novos leitos de terapiaão de 60 novos leitos de terapia intensiva na região (40 em municintensiva na região (40 em municíípios ppios póóloslos microrregionais)microrregionais)  InformatizaInformatizaçção do Protocolo de Manchesterão do Protocolo de Manchester  CapacitaCapacitaçção em Manchester:ão em Manchester:  485 enfermeiros da APS485 enfermeiros da APS  383 enfermeiros dos Hospitais de referência383 enfermeiros dos Hospitais de referência  Outras capacitaOutras capacitaçções: ATLS, ACLS, Winfocusões: ATLS, ACLS, Winfocus OS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE
  • 68.
    OS SISTEMAS LOGÍSTICOS TRANSPORTESANITTRANSPORTE SANITÁÁRIORIO RegionalizaRegionalizaçção do SAMUão do SAMU  Atuava somente no municAtuava somente no municíípio de Montespio de Montes ClarosClaros  Estendido para toda a região com aumentoEstendido para toda a região com aumento de 44 ambulâncias (6 USA e 38 USB)de 44 ambulâncias (6 USA e 38 USB)  Custeio compartilhado pelos municCusteio compartilhado pelos municíípiospios (15%), estado (37,5%) e união (50%)(15%), estado (37,5%) e união (50%)  InIníício em marcio em marçço/2009o/2009 Parceria com a PolParceria com a Políícia Militar MGcia Militar MG  1 helic1 helicóópteroptero
  • 69.
  • 70.
    192 CALL CENTER (central estadual) 193/ 190 PONTOS DE ATENÇÃO CENTRAL DE URGÊNCIA/EMERGÊNCIA 1 médico regulador 1 equipe de técnicos Segue protocolo de classificação de risco. Avalia a necessidade de enviar uma equipe com ou sem médico ao local da ocorrência. Decide junto com o médico regulador de leitos o encaminhamento para o hospital. Transfere para o Call Center as chamadas não urgentes. CENTRAL DE LEITOS CONSULTAS, EXAMES E OUTROS PROCEDIMENTOS 1 médico regulador 1 equipe de técnicos 1 equipe de apoio de especialistas Verifica continuamente as demandas e disponibilidade da rede. Prioriza o atendimento à U/E. Gerencia a lista de espera, interferindo quando é extrapolado o teto físico e/ou financeiro. Orienta a auditoria. USUÁRIO REDE NÃO URGÊNCIA URGÊNCIA COMPLEXO REGULADOR central macrorregional 1 coordenador geral
  • 71.
    CLASSIFICACLASSIFICAÇÇÃO DE RISCOÃODE RISCO HC - UFMG HJXXIII Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira; de Lucia
  • 72.
    O ATENDIMENTO AOINFARTO AGUDOO ATENDIMENTO AO INFARTO AGUDO DO MIOCDO MIOCÁÁRDIORDIO Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira; de Lucia
  • 73.
    Reduzindo oReduzindo o atendimentoe a esperaatendimento e a espera Shimazaki; Mafra; Cordeiro; Ferreira; de Lucia
  • 75.
    VENCENDO AS DISTÂNCIAS:VENCENDOAS DISTÂNCIAS: SÃO JOÃO DA BARRASÃO JOÃO DA BARRA
  • 76.
    PELA TERRA,PELA TERRA,ÁÁGUA OU ARGUA OU AR
  • 77.
    Shimazaki; Mafra; Cordeiro;Ferreira; de Lucia
  • 78.
    ““Nesse mundo detransformaNesse mundo de transformaçções eões e turbulências crescentes, as pessoasturbulências crescentes, as pessoas precisam de ajuda para aprender eprecisam de ajuda para aprender e inovar. As organizainovar. As organizaçções tambões tambéém.m. Não basta apenas fazer o que sempreNão basta apenas fazer o que sempre foi feito.foi feito. ÉÉ preciso fazer o que nuncapreciso fazer o que nunca foi feito antesfoi feito antes..”” FONTE: CHIAVENATO (2002)FONTE: CHIAVENATO (2002)
  • 79.