O documento discute as transformações no mercado de trabalho devido à tecnologia, destacando a automação e a inteligência artificial como fatores que geram desemprego estrutural e precarização. Aborda também a reestruturação do setor bancário, a crescente digitalização e os novos modelos de trabalho, como o home-office e serviços financeiros digitais. Por fim, questiona o papel dos sindicatos em um contexto de trabalhadores atomizados e sugere a necessidade de novos modelos de associativismo.