EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
GRÉCIA ANTIGA
● trabalho escravo;
● Escola voltada como espaço para o ócio e prática de esportes;
● formação intelectual limitada a uma parcela da sociedade.
IDADE MÉDIA
● Cultivo;
● Técnicas de trabalho simples não sistematizadas;
● Educação limitada ao clero.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
● Fábricas e máquinas;
● Transmissão de conhecimentos técnicos através da educação;
● Fábrica e escola nascem juntas;
● Nasce o ideal de escola elementar gratuita e para todos, tanto na América do
Norte como na França revolucionária.
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL
● Predominância de uma mentalidade jurídico-profissional, voltada
inteiramente para as carreiras liberais e para as letras, a política e a
administração, visto que o labor era destinado a negros e indíogenas
escravizados;
● A educação que os jesuítas ofereciam criou, no Brasil, uma mentalidade
que levou ao desprezo pelo ensino de ofícios;
● Os liceus de artes e ofícios, criados em 1858, trouxeram seus uma outra
maneira de encarar o ensino técnico-profissional;
● A abolição da escravatura contribuiu para uma nova maneira de encarar
o trabalho que não fosse intelectual.
● O contexto da industrialização e da revolução de 1930 destaca a relação entre
trabalho e educação como problema fundamental;
● Na Constituição de 1937, o ensino pré-vocacional e profissional fica destinado às
classes menos favorecidas;
● Embora as escolas técnicas profissionais continuassem destinadas aos pobres,
percebia-se nitidamente uma mudança na concepção da ,educação profissional
● A industrialização, a partir principalmente dos anos 30 do último século, modifica
lentamente a sociedade brasileira, tornando necessária uma nova proposta de
educação: faz-se necessário preparar trabalhadores para a indústria;
● Nos anos 30 e de novo nos anos 40 reforma-se o ensino secundário. A partir de
1942 são baixadas por decreto-lei as conhecidas “leis orgânicas da educação
nacional” para o ensino secundário, o ensino industrial, o ensino comercial, o
ensino primário, o ensino normal e o ensino agrícola.
● Na década de 1950 é que se passou a permitir a equivalência entre os estudos
acadêmicos e profissionalizantes;
● Em 1961, com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(Lei n. 4024 de 20 de dezembro de 1961) fica estabelecida a completa
equivalência entre os cursos técnicos e o curso secundário para efeitos de
ingresso nos cursos superiores.
● Na década de 70, as escolas técnicas viram-se procuradas por levas de
estudantes que pouco ou nenhum interesse tinham por seus cursos profissionais.
● Em 82 retirou a obrigatoriedade da habilitação profissional no ensino de 2o grau.
Em decorrência, a ‘educação profissional’ voltou a ficar restrita aos
estabelecimentos especializados;
● A Lei n. 9.394/96, atual Lei de Diretrizes e Bases (LDB), configura a identidade
do ensino médio como uma etapa de consolidação da educação básica e dispõe
que “a educação profissional (...) conduz ao permanente desenvolvimento de
aptidões para a vida produtiva”. Pela primeira vez, consta em uma lei geral da
educação brasileira um capítulo específico sobre ‘educação profissional’.
● Em 1997, o governo federal baixou o Decreto n. 2.208, regulamentando os
dispositivos da LDB referentes à ‘educação profissional’, definindo seus objetivos
e níveis, além de estabelecer orientações para a formulação dos currículos dos
cursos técnicos. O decreto especifica três níveis de ‘educação profissional’: o
básico, o técnico e o tecnológico. A reforma dos anos 90 proíbe o
desenvolvimento do ensino técnico integrado ao ensino médio e define a
‘educação profissional’ como necessariamente paralela e complementar à
educação básica.
● Em 2004, revogou-se o Decreto n. 2.208/97 e restituiu a possibilidade de
articulação plena do ensino médio com a ‘educação profissional’, mediante a
oferta de ensino técnico integrado ao ensino médio.
● Atualmente, vivencia-se a expansão e democratização da ‘educação profissional’
no Brasil.

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  • 1.
  • 2.
    GRÉCIA ANTIGA ● trabalhoescravo; ● Escola voltada como espaço para o ócio e prática de esportes; ● formação intelectual limitada a uma parcela da sociedade.
  • 3.
    IDADE MÉDIA ● Cultivo; ●Técnicas de trabalho simples não sistematizadas; ● Educação limitada ao clero.
  • 4.
    REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ● Fábricase máquinas; ● Transmissão de conhecimentos técnicos através da educação; ● Fábrica e escola nascem juntas; ● Nasce o ideal de escola elementar gratuita e para todos, tanto na América do Norte como na França revolucionária.
  • 5.
    EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOBRASIL ● Predominância de uma mentalidade jurídico-profissional, voltada inteiramente para as carreiras liberais e para as letras, a política e a administração, visto que o labor era destinado a negros e indíogenas escravizados; ● A educação que os jesuítas ofereciam criou, no Brasil, uma mentalidade que levou ao desprezo pelo ensino de ofícios; ● Os liceus de artes e ofícios, criados em 1858, trouxeram seus uma outra maneira de encarar o ensino técnico-profissional; ● A abolição da escravatura contribuiu para uma nova maneira de encarar o trabalho que não fosse intelectual.
  • 6.
    ● O contextoda industrialização e da revolução de 1930 destaca a relação entre trabalho e educação como problema fundamental; ● Na Constituição de 1937, o ensino pré-vocacional e profissional fica destinado às classes menos favorecidas; ● Embora as escolas técnicas profissionais continuassem destinadas aos pobres, percebia-se nitidamente uma mudança na concepção da ,educação profissional
  • 7.
    ● A industrialização,a partir principalmente dos anos 30 do último século, modifica lentamente a sociedade brasileira, tornando necessária uma nova proposta de educação: faz-se necessário preparar trabalhadores para a indústria; ● Nos anos 30 e de novo nos anos 40 reforma-se o ensino secundário. A partir de 1942 são baixadas por decreto-lei as conhecidas “leis orgânicas da educação nacional” para o ensino secundário, o ensino industrial, o ensino comercial, o ensino primário, o ensino normal e o ensino agrícola.
  • 8.
    ● Na décadade 1950 é que se passou a permitir a equivalência entre os estudos acadêmicos e profissionalizantes; ● Em 1961, com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 4024 de 20 de dezembro de 1961) fica estabelecida a completa equivalência entre os cursos técnicos e o curso secundário para efeitos de ingresso nos cursos superiores. ● Na década de 70, as escolas técnicas viram-se procuradas por levas de estudantes que pouco ou nenhum interesse tinham por seus cursos profissionais.
  • 9.
    ● Em 82retirou a obrigatoriedade da habilitação profissional no ensino de 2o grau. Em decorrência, a ‘educação profissional’ voltou a ficar restrita aos estabelecimentos especializados; ● A Lei n. 9.394/96, atual Lei de Diretrizes e Bases (LDB), configura a identidade do ensino médio como uma etapa de consolidação da educação básica e dispõe que “a educação profissional (...) conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva”. Pela primeira vez, consta em uma lei geral da educação brasileira um capítulo específico sobre ‘educação profissional’.
  • 10.
    ● Em 1997,o governo federal baixou o Decreto n. 2.208, regulamentando os dispositivos da LDB referentes à ‘educação profissional’, definindo seus objetivos e níveis, além de estabelecer orientações para a formulação dos currículos dos cursos técnicos. O decreto especifica três níveis de ‘educação profissional’: o básico, o técnico e o tecnológico. A reforma dos anos 90 proíbe o desenvolvimento do ensino técnico integrado ao ensino médio e define a ‘educação profissional’ como necessariamente paralela e complementar à educação básica.
  • 11.
    ● Em 2004,revogou-se o Decreto n. 2.208/97 e restituiu a possibilidade de articulação plena do ensino médio com a ‘educação profissional’, mediante a oferta de ensino técnico integrado ao ensino médio. ● Atualmente, vivencia-se a expansão e democratização da ‘educação profissional’ no Brasil.