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Redes
Quando nos conectamos com o mundo
Vamos falar de redes
Bem vind@! :)
Esta apresentação traz, de maneira resumida, como podemos entender o que são redes, redes sociais
e mais algumas coisas que se relacionam a esse assunto.
Se você tem perfil no Facebook, Twitter ou Google plus (talvez tenha passado também pelo Orkut), já
ouviu falar sobre rede social. Vamos, então, tentar descobrir que mundo é esse?
Para começar, o que seriam redes?
Bem, a partir de alguns teóricos da sociologia, matemática, física e de outros campos do conhecimento,
podemos resumir o termo rede como um composto de nós e conexões. São nós que se comunicam,
que interagem, algo como esta “conta” que apresentamos abaixo:
O que seriam redes?
Essa definição pode ser aplicada a sistemas, estruturas ou desenhos organizacionais que envolvem
elementos dispersos espacialmente, mas que possuem alguma conexão entre si.
Assim sendo, podemos enxergar redes em todo lugar.
Para você, isso
é uma rede?
E isso?
Isso também?
Poderíamos trazer experiências na saúde, como a Rede de Atenção Psicossocial, rede de
pesquisadores da saúde, movimentos sociais, entre outros. O importante é entender que são estruturas
que mostram elementos distantes se conectando.
Uma trama de fluxos, seja de capitais, de informação, seja de política, de comunicação.
É uma formação dinâmica, que permite entender as relações de uma estrutura.
Rede social
Quando falamos de rede social, falamos de rede de pessoas. E redes de pessoas existem desde que o
mundo é mundo, correto?
Por mais que essa expressão tenha se popularizado no momento em que nossa sociedade conheceu o
Orkut, o MySpace ou o Facebook, sabemos que em nossa vida formamos redes com outras pessoas.
redes com outras pessoas.
O que rola
O que temos hoje é a internet e as tecnologias da informação potencializando a formação de redes,
diminuindo barreiras entre as conexões. Pessoas do mundo todo formam redes, acessando seus
computadores e se comunicando por meio de tecnologias como o e-mail, não é?
OBS.: Internet significa “entre redes”. É o sistema global de redes de computadores, ou “um mundo
de pontas”.
O que entendemos por IP (Internet Protocol) é um acordo sobre como fazer para que as coisas
funcionem em conjunto. Através desse protocolo, conseguimos nos comunicar por e-mail, acessar
sistemas e criar redes.
Os portais de redes sociais e a Web 2.0
Como falamos antes, a expressão rede social ficou muito popular quando começamos a usar o Orkut, o
Facebook e outros sites. É claro que já nos relacionávamos com outras pessoas, formando redes, bem
pessoas, formando redes, bem antes de o computador pessoal entrar em cena.
Mas podemos tentar avançar a partir de um marco importante para a nossa participação na internet:
quando surgiu a web 2.0!
Os portais de redes sociais e a Web 2.0
A Web 2.0 é um conceito popular criado para designar o que seria uma segunda geração de
serviços na Web (início dos anos 2000).
Se antes nós só tínhamos acesso a sites, com limitações para nos comunicar ou desenvolver algo,
a Web 2.0 introduziu a possibilidade de aproveitar os efeitos de rede.
Os portais de redes sociais e a Web 2.0
É a possibilidade de muitos se comunicarem com muitos. Permite a colaboração entre diversos atores,
a troca de experiências, a formação de um conhecimento coletivo. É mais fácil se comunicar, é mais
propício para construir relações.
São os blogs e miniblogs, as plataformas de colaboração como a wikipédia, o desenvolvimento de
sistemas integrados (ex.: misturar um site de mapas on-line com um serviço de segurança de rua), os
botões para compartilhar em diversos ambientes virtuais e os famosos sites de redes sociais.
“Nós definimos sites de redes sociais como serviços oferecidos na
Internet que permitem aos indivíduos (1) construir um perfil público
ou semipúblico dentro de um sistema limitado, (2) articular uma
lista de outros usuários com quem eles compartilham uma
conexão, e (3) ver e percorrer sua lista de conexões e aquelas
criadas por outros usuários dentro do sistema. A natureza e
nomenclatura dessas conexões varia de site para site”
(BOYD; ELLISON, 2007)
BOYD, Danah.; ELLISON, Nicole. Social network sites: definition, history, and
scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, [S.l.], v. 13, 2007. Disponível
em: <http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.html>
Isso significa que, quando formos falar de redes sociais, precisamos entender que não estamos
citando o Facebook nem o Twitter.
Sites de redes sociais permitem que formemos nossas redes.
Redes sociais são estruturas de pessoas. Elas podem usar espaços virtuais ou não.
Todas elas são iguais?
Tipo isso ?
Todas elas são iguais?
A foto anterior foi tirada nas manifestações de junho de 2013. Vocês se lembram?
Milhões de pessoas sairam às ruas mostrando insatisfação. Apesar do movimento contra o aumento de
20 centavos na tarifa de ônibus (não era apenas pelos 20 centavos), muitos saíram às ruas protestando
por diversos motivos. Alguns se mobilizaram por meio de sites de redes sociais, outros, pelos
corredores de universidades.
Não havia um chefe ou um representante legal.
Podemos dizer que havia ali um movimento de rede. Mas
essa estrutura se parece com uma rede de
relacionamentos como esta?
Todas elas são iguais?
Observando linhas e pontos
Bem, no começo desta apresentação, vimos que é possível ver-se redes em quase tudo, seja rede
de pessoas, redes de saúde, seja a própria internet, mas como podemos ver, é possível visualizar
redes com formatos diferentes.
O cientista americano Paul Baran publicou, em 1964, um relatório que trazia a proposta de uma
infraestrutura de comunicação que daria base à criação da internet. Nele podemos ver três
imagens que ajudam a entender como as redes podem ser diferenciar.
Observando linhas e pontos. Mas olhe
bem!
Sobre os três gráficos
Esses gráficos unem os mesmos pontos, porém de diferentes maneiras. Essas disposições
descrevem três formas possíveis de organização de uma rede: centralizada, descentralizada e
distribuída.
Reflexão: Como a informação se distribui nesses gráficos? Como a comunicação acontece?
Redes são conexões
Se redes são conexões, quanto mais centralizada for a relação entre os nós, menor será a conexão.
Se redes são nós que interagem entre si, quanto mais centralizada for, menos interação ela possuirá.
Podemos chamar de redes sociais as redes que são mais distribuídas que centralizadas.
Estruturas centralizadas são hierarquias.
Redes são estruturas fixas?
"Redes reais representam populações de componentes individuais que estão fazendo algo na realidade
- gerando energia, enviando dados ou até tomando decisões" (DUNCAN WATTS, 2009).
Isso significa que redes provocam interações, são dinâmicas, e isso afeta o comportamento individual
de cada componente ou do coletivo. Redes precisam ser vistas como algo em movimento.
Fechando o papo
Aqui vimos um pouco do que são redes. É claro que não aprofundamos muito por ser um material
introdutório.
Por isso, caso tenha maior interesse, acesse as referências.
Bibliografia
● AMARAL, V. Redes sociais: conexões. In: MARTINHO, C. et al. (Org.). Redes: uma introdução às dinâmicas da conectividade e
da auto-organização. 2. ed. Brasília, DF: WWF-Brasil, 2004. Disponível em
<http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?3960>.
● BARABÁSI, Albert-Lázlo. Linked: a nova ciência dos networks. São Paulo: Leopardo, 2009.
● BARAN, Paul. On distributed communications. 1964. Disponível em:
<http://www.rand.org/pubs/research_memoranda/RM3420.html>
● BOYD, D. M.; ELLISON, N. B. Social network sites: definition, history, and scholarship. Journal of Computer-Mediated
Communication, [S.l.], v. 13, 2007. Disponível em: <http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.html>
● FRANCO, Augusto de. É o social, estúpido. 2011. Disponível em: <http://www.slideshare.net/augustodefranco/o-social-estpido>
● RECUERO, Raquel. Teoria das redes e redes sociais na internet. Trabalho apresentado no XXVII INTERCOM, Porto Alegre.
Setembro de 2004. Disponível em
<http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/121985795651418859729998795470196200751.pdf>
● SEARLS, D.; WEINBERGER, D. Mundo de pontas: o que é a internet e como evitar confundir ela com outra coisa. 2003.
Disponível em: <www.brockerhoff.net/bb/viewtopic .php?t=10&sid=4b54cbf1e3e0b60e7d26213d66589f55>
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Apresentação redes

  • 3. Bem vind@! :) Esta apresentação traz, de maneira resumida, como podemos entender o que são redes, redes sociais e mais algumas coisas que se relacionam a esse assunto. Se você tem perfil no Facebook, Twitter ou Google plus (talvez tenha passado também pelo Orkut), já ouviu falar sobre rede social. Vamos, então, tentar descobrir que mundo é esse?
  • 4. Para começar, o que seriam redes? Bem, a partir de alguns teóricos da sociologia, matemática, física e de outros campos do conhecimento, podemos resumir o termo rede como um composto de nós e conexões. São nós que se comunicam, que interagem, algo como esta “conta” que apresentamos abaixo:
  • 5. O que seriam redes? Essa definição pode ser aplicada a sistemas, estruturas ou desenhos organizacionais que envolvem elementos dispersos espacialmente, mas que possuem alguma conexão entre si. Assim sendo, podemos enxergar redes em todo lugar.
  • 9. Poderíamos trazer experiências na saúde, como a Rede de Atenção Psicossocial, rede de pesquisadores da saúde, movimentos sociais, entre outros. O importante é entender que são estruturas que mostram elementos distantes se conectando. Uma trama de fluxos, seja de capitais, de informação, seja de política, de comunicação. É uma formação dinâmica, que permite entender as relações de uma estrutura.
  • 10. Rede social Quando falamos de rede social, falamos de rede de pessoas. E redes de pessoas existem desde que o mundo é mundo, correto? Por mais que essa expressão tenha se popularizado no momento em que nossa sociedade conheceu o Orkut, o MySpace ou o Facebook, sabemos que em nossa vida formamos redes com outras pessoas. redes com outras pessoas.
  • 11. O que rola O que temos hoje é a internet e as tecnologias da informação potencializando a formação de redes, diminuindo barreiras entre as conexões. Pessoas do mundo todo formam redes, acessando seus computadores e se comunicando por meio de tecnologias como o e-mail, não é? OBS.: Internet significa “entre redes”. É o sistema global de redes de computadores, ou “um mundo de pontas”. O que entendemos por IP (Internet Protocol) é um acordo sobre como fazer para que as coisas funcionem em conjunto. Através desse protocolo, conseguimos nos comunicar por e-mail, acessar sistemas e criar redes.
  • 12.
  • 13. Os portais de redes sociais e a Web 2.0 Como falamos antes, a expressão rede social ficou muito popular quando começamos a usar o Orkut, o Facebook e outros sites. É claro que já nos relacionávamos com outras pessoas, formando redes, bem pessoas, formando redes, bem antes de o computador pessoal entrar em cena. Mas podemos tentar avançar a partir de um marco importante para a nossa participação na internet: quando surgiu a web 2.0!
  • 14. Os portais de redes sociais e a Web 2.0 A Web 2.0 é um conceito popular criado para designar o que seria uma segunda geração de serviços na Web (início dos anos 2000). Se antes nós só tínhamos acesso a sites, com limitações para nos comunicar ou desenvolver algo, a Web 2.0 introduziu a possibilidade de aproveitar os efeitos de rede.
  • 15. Os portais de redes sociais e a Web 2.0 É a possibilidade de muitos se comunicarem com muitos. Permite a colaboração entre diversos atores, a troca de experiências, a formação de um conhecimento coletivo. É mais fácil se comunicar, é mais propício para construir relações. São os blogs e miniblogs, as plataformas de colaboração como a wikipédia, o desenvolvimento de sistemas integrados (ex.: misturar um site de mapas on-line com um serviço de segurança de rua), os botões para compartilhar em diversos ambientes virtuais e os famosos sites de redes sociais.
  • 16. “Nós definimos sites de redes sociais como serviços oferecidos na Internet que permitem aos indivíduos (1) construir um perfil público ou semipúblico dentro de um sistema limitado, (2) articular uma lista de outros usuários com quem eles compartilham uma conexão, e (3) ver e percorrer sua lista de conexões e aquelas criadas por outros usuários dentro do sistema. A natureza e nomenclatura dessas conexões varia de site para site” (BOYD; ELLISON, 2007) BOYD, Danah.; ELLISON, Nicole. Social network sites: definition, history, and scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, [S.l.], v. 13, 2007. Disponível em: <http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.html>
  • 17. Isso significa que, quando formos falar de redes sociais, precisamos entender que não estamos citando o Facebook nem o Twitter. Sites de redes sociais permitem que formemos nossas redes. Redes sociais são estruturas de pessoas. Elas podem usar espaços virtuais ou não. Todas elas são iguais?
  • 19. Todas elas são iguais? A foto anterior foi tirada nas manifestações de junho de 2013. Vocês se lembram? Milhões de pessoas sairam às ruas mostrando insatisfação. Apesar do movimento contra o aumento de 20 centavos na tarifa de ônibus (não era apenas pelos 20 centavos), muitos saíram às ruas protestando por diversos motivos. Alguns se mobilizaram por meio de sites de redes sociais, outros, pelos corredores de universidades. Não havia um chefe ou um representante legal.
  • 20. Podemos dizer que havia ali um movimento de rede. Mas essa estrutura se parece com uma rede de relacionamentos como esta? Todas elas são iguais?
  • 21. Observando linhas e pontos Bem, no começo desta apresentação, vimos que é possível ver-se redes em quase tudo, seja rede de pessoas, redes de saúde, seja a própria internet, mas como podemos ver, é possível visualizar redes com formatos diferentes. O cientista americano Paul Baran publicou, em 1964, um relatório que trazia a proposta de uma infraestrutura de comunicação que daria base à criação da internet. Nele podemos ver três imagens que ajudam a entender como as redes podem ser diferenciar.
  • 22. Observando linhas e pontos. Mas olhe bem!
  • 23. Sobre os três gráficos Esses gráficos unem os mesmos pontos, porém de diferentes maneiras. Essas disposições descrevem três formas possíveis de organização de uma rede: centralizada, descentralizada e distribuída. Reflexão: Como a informação se distribui nesses gráficos? Como a comunicação acontece?
  • 24. Redes são conexões Se redes são conexões, quanto mais centralizada for a relação entre os nós, menor será a conexão. Se redes são nós que interagem entre si, quanto mais centralizada for, menos interação ela possuirá. Podemos chamar de redes sociais as redes que são mais distribuídas que centralizadas. Estruturas centralizadas são hierarquias.
  • 25. Redes são estruturas fixas? "Redes reais representam populações de componentes individuais que estão fazendo algo na realidade - gerando energia, enviando dados ou até tomando decisões" (DUNCAN WATTS, 2009). Isso significa que redes provocam interações, são dinâmicas, e isso afeta o comportamento individual de cada componente ou do coletivo. Redes precisam ser vistas como algo em movimento.
  • 26. Fechando o papo Aqui vimos um pouco do que são redes. É claro que não aprofundamos muito por ser um material introdutório. Por isso, caso tenha maior interesse, acesse as referências.
  • 27. Bibliografia ● AMARAL, V. Redes sociais: conexões. In: MARTINHO, C. et al. (Org.). Redes: uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização. 2. ed. Brasília, DF: WWF-Brasil, 2004. Disponível em <http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?3960>. ● BARABÁSI, Albert-Lázlo. Linked: a nova ciência dos networks. São Paulo: Leopardo, 2009. ● BARAN, Paul. On distributed communications. 1964. Disponível em: <http://www.rand.org/pubs/research_memoranda/RM3420.html> ● BOYD, D. M.; ELLISON, N. B. Social network sites: definition, history, and scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, [S.l.], v. 13, 2007. Disponível em: <http://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.html> ● FRANCO, Augusto de. É o social, estúpido. 2011. Disponível em: <http://www.slideshare.net/augustodefranco/o-social-estpido> ● RECUERO, Raquel. Teoria das redes e redes sociais na internet. Trabalho apresentado no XXVII INTERCOM, Porto Alegre. Setembro de 2004. Disponível em <http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/121985795651418859729998795470196200751.pdf> ● SEARLS, D.; WEINBERGER, D. Mundo de pontas: o que é a internet e como evitar confundir ela com outra coisa. 2003. Disponível em: <www.brockerhoff.net/bb/viewtopic .php?t=10&sid=4b54cbf1e3e0b60e7d26213d66589f55>
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