PSICOPEDAGOGIA
INSTITUCIONAL E CLÍNICA
Discentes: CRISTIANE DE SOUSA, GLAUCYA VELOSO E NAYNA SILVA
Centro Universitário de Ensino Superior Franciscano - UNIESF
Profª Orientador(a): Lizilene Araújo Neves Saldanha
Identificação do Cliente
• Nome: Y. A. S
• Data de nascimento: 03/11/2014
• Sexo: Feminino
• Série/Ano: 5° ano do Ensino Fundamental
• Escola: Pública, localizada em Buriticupu–MA.
QUEIXA -Dificuldades persistentes na leitura, escrita e raciocínio
lógico-matemático, comprometendo o desempenho acadêmico.
Instrumentos utilizados
1. Entrevista inicial contratual com a Família.
2. EOCA ( Entrevista Operatória Centra das na
Aprendiza gem .
3. Visita na Esco la e Entrevista com a pro fessora.
4. Prov a Peda gógica – avalia ção da co nsciência
fonoló gica, teste de compreensã o o ral,
latera lidade.
5. Técni ca Projet iva - vínculo escolar, familiar e
co nsigo mesmo, Aná lise do material escolar.
6. Prov a Operatória – conservaçã o de quantidade
de líquido , conservação de ma ssa , massa
matéria e seriação.
7. Ana mnese.
8. Devolutiva Fa mília.
9. Devolutiva Escola.
10. Devolutiva Cliente.
De acordo com as análises dos instrumentos
de avaliação foi gerado o terceiro sistema de
hipóteses:
DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM E
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
Hipótese
Instrumentos
Técnicas Projetivas- Os quatro
momentos do dia
P r o v a p e d a g ó g i c a -
L a t e r a l i d a d d e
Prova operatória- conservação de massa
Aspectos Cognitivo
Na realização das provas aplicadas observamos que Y.A.S apresenta uma defasagem em
relação a sua idade cognitiva e a sua idade cronológica.
Resultados e Discussões
Segundo Oliveira et al. (2022), a defasagem cognitiva em crianças com DI
está associada a dificuldades no processamento da informação, o que
impacta diretamente a memória de curto prazo, a organização das ideias e
a resolução de problemas. Essa defasagem, quando não acompanhada
por intervenções adequadas, amplia a distância entre idade cronológica e
desempenho escolar.
Aspectos Pedagógico
Resultados e Discussões
Para avaliar os níveis da cliente, aplicamos provas pedagógicas, por meio
consciência fonológica, compreensão oral, lateralidade.
Para Emilia Ferreiro (1985), o processo de alfabetização deve ser
entendido como um percurso construtivo, em que a criança
elabora hipóteses sobre a escrita e gradativamente avança na
compreensão da relação entre fonema e grafema. Quando essa
evolução não ocorre dentro do esperado, observa-se a
permanência em níveis pré-silábicos ou silábicos iniciais, indicando
atrasos que interferem diretamente no desempenho escolar.
Aspectos Social e Afetivos
Resultados e Discussões
Para conhecermos melhor o seu cotidiano e como Y.A.S se comporta, aplicamos
as Técnicas Projetivas, para avaliar o seu aspecto afetivo e social.
Evely Vallon (1998), por sua vez, enfatiza que as dificuldades de
aprendizagem não devem ser vistas unicamente sob o prisma cognitivo,
mas como resultado da interação entre fatores emocionais, sociais e
pedagógicos. A afetividade, segundo a autora, exerce papel fundamental
no processo de aquisição do conhecimento, podendo atuar tanto como
facilitadora quanto como bloqueio da aprendizagem. A ausência de
estímulo, situações de desqualificação e fragilidades nos vínculos afetivos
podem contribuir para o surgimento ou agravamento de defasagens
pedagógicas.
“O estágio supervisionado foi de grande relevância para nossa formação
profissional, proporcionando conhecimento, experiência e aprendizagem
significativa. Além disso, possibilitou relacionar a teoria adquirida em sala de
aula com a prática vivenciada nas sessões, fortalecendo o vínculo entre saber
acadêmico e atuação profissional.”
Considerações Finais
Referências Bibliográficas
• PIAGET, J. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem
e representação. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.
• VALLON, Evely. Afetividade e aprendizagem: relações possíveis. São Paulo:
Cortez, 1998.
• ERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto
Alegre: Artmed, 1985.
• Artigo de periódico:
OLIVEIRA, M. A.; SILVA, J. P.; SOUZA, R. C. Título do artigo. Nome do
Periódico, v. 10, n. 2, p. 45-60, 2022.
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infographics & images by Freepik
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APRESENTAÇÃO -SLIDES psicopedagogia.pptx

  • 1.
    PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL E CLÍNICA Discentes:CRISTIANE DE SOUSA, GLAUCYA VELOSO E NAYNA SILVA Centro Universitário de Ensino Superior Franciscano - UNIESF Profª Orientador(a): Lizilene Araújo Neves Saldanha
  • 2.
    Identificação do Cliente •Nome: Y. A. S • Data de nascimento: 03/11/2014 • Sexo: Feminino • Série/Ano: 5° ano do Ensino Fundamental • Escola: Pública, localizada em Buriticupu–MA. QUEIXA -Dificuldades persistentes na leitura, escrita e raciocínio lógico-matemático, comprometendo o desempenho acadêmico.
  • 3.
    Instrumentos utilizados 1. Entrevistainicial contratual com a Família. 2. EOCA ( Entrevista Operatória Centra das na Aprendiza gem . 3. Visita na Esco la e Entrevista com a pro fessora. 4. Prov a Peda gógica – avalia ção da co nsciência fonoló gica, teste de compreensã o o ral, latera lidade. 5. Técni ca Projet iva - vínculo escolar, familiar e co nsigo mesmo, Aná lise do material escolar. 6. Prov a Operatória – conservaçã o de quantidade de líquido , conservação de ma ssa , massa matéria e seriação. 7. Ana mnese. 8. Devolutiva Fa mília. 9. Devolutiva Escola. 10. Devolutiva Cliente.
  • 4.
    De acordo comas análises dos instrumentos de avaliação foi gerado o terceiro sistema de hipóteses: DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Hipótese
  • 5.
    Instrumentos Técnicas Projetivas- Osquatro momentos do dia P r o v a p e d a g ó g i c a - L a t e r a l i d a d d e Prova operatória- conservação de massa
  • 6.
    Aspectos Cognitivo Na realizaçãodas provas aplicadas observamos que Y.A.S apresenta uma defasagem em relação a sua idade cognitiva e a sua idade cronológica. Resultados e Discussões Segundo Oliveira et al. (2022), a defasagem cognitiva em crianças com DI está associada a dificuldades no processamento da informação, o que impacta diretamente a memória de curto prazo, a organização das ideias e a resolução de problemas. Essa defasagem, quando não acompanhada por intervenções adequadas, amplia a distância entre idade cronológica e desempenho escolar.
  • 7.
    Aspectos Pedagógico Resultados eDiscussões Para avaliar os níveis da cliente, aplicamos provas pedagógicas, por meio consciência fonológica, compreensão oral, lateralidade. Para Emilia Ferreiro (1985), o processo de alfabetização deve ser entendido como um percurso construtivo, em que a criança elabora hipóteses sobre a escrita e gradativamente avança na compreensão da relação entre fonema e grafema. Quando essa evolução não ocorre dentro do esperado, observa-se a permanência em níveis pré-silábicos ou silábicos iniciais, indicando atrasos que interferem diretamente no desempenho escolar.
  • 8.
    Aspectos Social eAfetivos Resultados e Discussões Para conhecermos melhor o seu cotidiano e como Y.A.S se comporta, aplicamos as Técnicas Projetivas, para avaliar o seu aspecto afetivo e social. Evely Vallon (1998), por sua vez, enfatiza que as dificuldades de aprendizagem não devem ser vistas unicamente sob o prisma cognitivo, mas como resultado da interação entre fatores emocionais, sociais e pedagógicos. A afetividade, segundo a autora, exerce papel fundamental no processo de aquisição do conhecimento, podendo atuar tanto como facilitadora quanto como bloqueio da aprendizagem. A ausência de estímulo, situações de desqualificação e fragilidades nos vínculos afetivos podem contribuir para o surgimento ou agravamento de defasagens pedagógicas.
  • 9.
    “O estágio supervisionadofoi de grande relevância para nossa formação profissional, proporcionando conhecimento, experiência e aprendizagem significativa. Além disso, possibilitou relacionar a teoria adquirida em sala de aula com a prática vivenciada nas sessões, fortalecendo o vínculo entre saber acadêmico e atuação profissional.” Considerações Finais
  • 10.
    Referências Bibliográficas • PIAGET,J. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. • VALLON, Evely. Afetividade e aprendizagem: relações possíveis. São Paulo: Cortez, 1998. • ERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1985. • Artigo de periódico: OLIVEIRA, M. A.; SILVA, J. P.; SOUZA, R. C. Título do artigo. Nome do Periódico, v. 10, n. 2, p. 45-60, 2022.
  • 11.
    CREDITS: This presentationtemplate was created by Slidesgo, including icons by Flaticon, infographics & images by Freepik OBRIGADA! Please keep this slide for attribution