III.3. Técnicas de Aplicação
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3.3. Regulação, Calibração e Afinação das
Máquinas e Material de Aplicação
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Equipamento de Medição, Comandos e
Sistemas de Regulação.
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ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Equipament
s de
Medição,
Comandos e
Sistemas de
Regulação
Fugas e pouca fiabilidade em funcionamento. X
Comandos necessários à pulverização, fora do
alcance do operador e ilegíveis.
X
Impossibilidade de abrir e fechar todos os
bicos em simultâneo.
X
Escala do manómetro não adaptada à gama
de pressão de funcionamento e difícil de ler.
X
A escala do manómetro deve ser graduada:
- 0,2 em 0,2 bar, pressões inferiores a 5 bar;
- 1,0 em 1,0 bar, pressões entre 5 bar e 20 bar
ou, todos os 2,0 bar para pressões superiores
a 20 bar.
X
Diâmetro do manómetro inferior a 63mm. X
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Inspeção de
Equipamentos
de Medição,
Comandos e
Sistemas de
Regulação
Inspeção de
Equipamentos de
Medição,
Comandos e
Sistemas de
Regulação
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Impo
rtn
Continuaçã
o
Equipamen
tos de
Medição,
Comandos
e Sistemas
de
Regulação
A exactidão do manómetro deve ser ± 0,2 bar
nas pressões de trabalho compreendidas entre
1 bar e 2 bar (incluídos).
X
O manómetro deve medir com uma exactidão
de ± 10 % do valor real, a partir de uma
pressão de 2 bar.
X
A agulha do manómetro deve manter -se
estável a fim de permitir a leitura da pressão
de
trabalho.
X
Se existirem outros dispositivos de medição,
devem ter um erro não superior a 5 % do
valor real medido.
X
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Mangueiras e Tubos
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Mangueiras e Tubos
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Mangueiras e
Tubos
Não devem ocorrer fugas provenientes dos tubos e
mangueiras quando submetidos à pressão máxima
que é possível obter pelo sistema.
X
O posicionamento das mangueiras deve evitar a
ocorrência de curvas apertadas ou fricções.
X
Quando em posição de trabalho, as mangueiras não
devem ficar suspensas na área do jacto de
pulverização.
X
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Filtragem
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Filtragem
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Filtragem
Deve existir pelo menos um filtro no lado de pressão
da bomba (excluindo filtros de bicos); deve existir
um filtro no lado da aspiração no caso de bombas
volumétricas.
X
O ou os filtros devem estar em bom estado; os
filtros dos bicos devem ser de dimensão da malha
adaptada aos bicos montados (de acordo com as
especificações do fabricante dos bicos).
X
Quando for fornecido um dispositivo de isolamento,
deve ser possível, com o depósito
cheio até ao seu volume nominal, limpar os filtros;
nenhuma calda se deve escoar, com
excepção da eventualmente existente na caixa do
filtro e nos tubos de aspiração.
X
Deve ser possível a substituição dos elementos
filtrantes.
X
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Bicos
(Pulverizadores de culturas baixas)
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Bicos
(Pulverizadores de culturas baixas)
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Bicos
Os bicos instalados devem ter os componentes
idênticos (filtros, dispositivos antigotejo).
X
Os bicos não devem gotejar 5 s depois da paragem
do jacto de pulverização
X
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Bicos
(Pulverizadores de culturas arbustivas e arbóreas)
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ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Bicos
Todos os bicos devem ser idênticos (tipo, dimensão,
material e origem) ao longo de toda a
barra, com exceção dos que são destinados a
funções específicas.
X
Deve ser possível fechar cada bico individualmente
ou a cada porta -bicos múltiplo (se for caso disso). X
A posição dos bicos deve poder ser ajustada de
modo simétrico e reprodutível.
X
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Bicos
(Pulverizadores de culturas arbustivas e arbóreas)
Barras de Pulverização
(Pulverizadores de culturas baixas)
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Barras de
Pulverização
(pulverizadores de
culturas baixas)
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Import
n
Barras
de
Pulveriza
ção
(culturas
baixas)
Continua
A barra não deve estar dobrada nem ter folgas
em nenhuma articulação; a barra deve ser
estável em todas as direções.
X
O comprimento das secções (direita e esquerda)
da barra deve ser idêntico.
X
O sistema de reposicionamento automático da
barra, se existir, deve funcionar de modo fiável,
movimentando a barra para trás ou para a frente
quando do contacto com obstáculos
X
A barra deve poder ser bloqueada em posição de
transporte.
X
O espaçamento e a orientação dos bicos devem
ser uniformes ao longo da barra (são exceção
os equipamentos especiais, p. ex. para
pulverização de bordaduras).
X
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Barras de
Pulverização
(pulverizado
res de
culturas
baixas)
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Impor
tn
Continuaçã
o
Barras de
Pulverizaçã
o
(culturas
baixas)
Continua
A distância entre as extremidades inferiores dos bicos e
uma superfície plana não deve ocorrer variações
superiores a 10 cm ou a 1 % da metade da largura de
trabalho.
X
A calda não deve ser pulverizada sobre o próprio
pulverizador, qualquer que seja a altura da barra acima
do solo.
X
Em barras com largura de trabalho da barra superior ou
igual a 10 m deve estar instalado um dispositivo que
evite danificar os bicos se a barra tocar no solo.
X
As secções da barra devem poder ser abertas e fechadas
individualmente. X
Os dispositivos de regulação em altura da barra devem
ter um funcionamento fiável X
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Barras de Pulverização
(pulverizadores de culturas baixas)
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Continuação
Barras de
Pulverização
(culturas
baixas)
Os dispositivos de correcção da inclinação da barra e de
amortecimento dos movimentos imprevistos da barra
devem ser fiáveis.
X
Quando a pressão for medida à entrada das secções da
barra, a pressão não deve variar mais de 10 %, quando
as secções são fechadas uma a uma.
X
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Distribuição Transversal
(Pulverizadores de culturas baixas)
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ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Distribuiçã
o
transversal
Na zona de sobreposição a distribuição
transversal deve ser uniforme; não deve
ultrapassar 10 % na avaliação feita com base no
coeficiente de variação; o líquido recolhido em
cada canalete do banco de distribuição não deve
ter uma variação superior a ± 20 % do valor
médio total.
X
O desvio do débito medido em cada bico do
mesmo tipo não deve ter uma variação superior
a ± 10 % do débito nominal (indicado pelo
fabricante).
X
A perda de pressão medida na extremidade de
cada secção de barra não deve ultrapassar 10 %
da pressão indicada no manómetro do
pulverizador.
X
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Distribuição
Transversal
(Pulverizadores
de culturas
baixas)
Distribuição
(Pulverizadores de culturas arbustivas e arbóreas)
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Distribuição
(Pulverizadores de
culturas arbustivas e
arbóreas)
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Distribuição
Cada bico deve formar um jacto
uniforme na forma e homogeneidade.
X
O desvio do débito medido em cada
bico do mesmo tipo não deve ter uma
variação superior
a ± 15 % do débito nominal (indicado
pelo fabricante) ou superior 10 % em
relação ao
débito médio de todos os bicos com
referência idêntica.
X
Em pulverização simétrica, a
diferença entre os débitos médios de
ambos os lados não deve ser superior
a 10 %.
X
A diferença de pressão, à entrada de
cada secção, não deve ser superior a
15 %.
X
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Ventilador
(Pulverizadores de culturas arbustivas e arbóreas)
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Ventilador
(Pulverizadores
de culturas
arbustivas e
arbóreas)
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Ventilador
Deve existir um protetor que impeça o acesso
ao ventilador. X
O ventilador deve rodar à velocidade indicada
pelo fabricante. X
A embraiagem do ventilador deve ser fiável
(se existir) . X
Todos os deflectores reguláveis do sistema de
ventilação devem funcionar corretamente. X
Os elementos do equipamento só devem
estar expostos à pulverização quando isso se
tornar necessário para o funcionamento do
ventilador; neste caso não deve ocorrer a
formação de gotas.
X
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Calibragem de Pulverizadores
• Foi publicado no passado dia 21 de Outubro de 2009 a
Diretiva Europeia 2009/128/CE que obriga a inspeção de
pulverizadores em todos os Estados membros da União
Europeia. Diretiva Europeia 2009/128/CE.
• No passado dia 15 de Julho de 2010 foi também publicado o
Decreto-Lei n.º 86/2010 que transpõe para o direito nacional
a Diretiva atrás mencionada. Decreto-Lei n.º 86/2010.
Veio telescópico de cardans
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Inspeção de
Cardans
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Órgãos
de
transmiss
ão de
Potência
(cardans)
Componentes do veio com marcas de
desgaste exagerado. X
Protetor do veio com sinais de desgaste,
deformações, buracos e rasgos. X
Falta de correntes no protetor do veio,
ou mal colocadas. X
Obstáculos ao bom funcionamento do
veio e da proteção. X
Falta de suporte para o veio de cardans
quando desligado. X
Falta de protetor do veio de cardans. X
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Bomba
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Inspeção da Bomba
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Bomba
Débito inferior a 90%, do débito nominal indicado
pelo fabricante.
X
Débito inferior ao indicado pelo fabricante, para a
pressão máxima de trabalho.
X
Identificar pulsações originadas pela bomba.
X
A válvula de segurança de pressão quando existir
deve funcionar corretamente.
X
Fugas visíveis na bomba.
X
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Agitador
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Inspeção do Agitador
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Agitador
Durante a pulverização, ao regime nominal da
tomada de força e com o depósito cheio
até metade da sua capacidade nominal, deve ser
obtida uma recirculação claramente
visível, caso em contrário…
X
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Depósito da Calda
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Depósito da
Calda
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Depósito
da Calda
Não devem ocorrer fugas visíveis
provenientes do depósito ou do
orifício de enchimento quando a
tampa está colocada.
X
O orifício de enchimento deve dispor
de um filtro em bom estado. X
O incorporador de produto (se existir)
deve dispor de um filtro. X
Deve estar assegurada a compensação
de pressão do depósito. X
O indicador do nível do líquido no
depósito deve ser claramente visível e
legível desde o
posto de condução e desde o local de
abastecimento do depósito.
X
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Depósito da
Calda
ITEM REQUISITOS
Anomalia
Menor Importn
Continuação
Depósito da
Calda
O esvaziamento do depósito deve ser
feito de modo simples, seguro e sem
recurso a ferramenta; a calda deve
poder ser recolhida e não devem
ocorrer fugas.
X
O sistema de não retorno no
dispositivo de abastecimento de água
ao depósito (se existir)
deve funcionar de modo fiável.
X
O incorporador do produto (se existir)
deve funcionar de modo fiável. X
O dispositivo de limpeza das
embalagens dos produtos
fitofarmacêuticos (se existir) deve
funcionar de modo fiável.
X
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Princípios da aprovação e reprovação
• 1 — São reprovados os equipamentos de aplicação de
produtos fitofarmacêuticos que numa inspeção:
a) Apresentem pelo menos uma anomalia importante;
e ou
b) Apresentem mais de duas anomalias menores; e ou
c) Apresentem qualquer anomalia menor detetada na
inspeção precedente.
• 2 — São reprovados os equipamentos de aplicação de
produtos fitofarmacêuticos que numa reinspecção apresentem as
anomalias que conduziram à reprovação na inspeção precedente.
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Componentes que devem ser Inspecionados:
• Transmissão de potência por veio de cardans;
• Bomba;
• Agitação;
• Depósito;
• Regulação, medição e controlo;
• Tubagens e ligações;
• Filtros;
• Barra de pulverização;
• Bicos;
• Ventilador.
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3.4. Arrastamento da Calda
De acordo com a definição dada na ISO 22866 Standard “a
deriva ou arrastamento de pulverização é a quantidade de
produto fitofarmacêutico que é transportado para fora da
área a tratar pela ação de correntes de ar durante o
processo de aplicação”.
A consequência da dispersão de parte da calda de
pulverização para fora da área a tratar pode ser a
contaminação de cursos de água, zonas sensíveis (parques
naturais, parques infantis, áreas inundáveis, etc.), áreas
urbanas ou a indesejável contaminação de culturas
vizinhas. Mais tarde, poderá resultar em resíduos de
substâncias não autorizadas ou mesmo danos diretos,
como fitotoxicidade.
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3.5. Cálculo de doses, concentrações e volumes
de calda com herbicidas, inseticidas, fungicidas e
outros produtos fitofarmacêuticos
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Cálculo da Calda deve obedecer:
– Tipo de Cultura a tratar:
• Altas ou baixas
• Muito ou pouco densa
– Tipo de agente a combater:
• Pragas
• Doenças
• Infestantes
– Método de cálculo:
• Por áreas
• Por volume de massa vegetal
– As indicações do rótulo
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Cálculo da Calda deve obedecer:
– Tipo de Pulverizador disponível:
• Térmico
• Centrifugo
• Jacto projectado
• Jacto transportado
• Atomizador
– Volume de calda desejado:
• Ultra baixo volume
• Muito baixo volume
• Baixo volume
• Médio volume
• Alto volume
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Variação do Volume de Calda
• Maiores volumes para:
– Culturas altas e densas.
– Combater infestantes.
– Método de cálculo por área.
– Pulverizadores de Dorso e Jato projetado.
• Menores volumes para:
– Culturas baixas e pouco densas. Combater pragas e
doenças.
– Método de cálculo por volume de massa vegetal.
– Pulverizadores Centrífugos, Jato transportado e
Atomizadores.
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Volume (l/ha) por
altura da cultura
• Alto volume:
– Culturas Baixas – 700 l/ha
– Culturas Altas – 1000 l/ha
• Médio volume:
– Culturas Baixas – 200 a 700 l/ha
– Culturas Altas – 500 a 1000 l/ha
• Baixo volume:
– Culturas Baixas – 50 a 200 l/ha
– Culturas Altas – 200 a 500 l/ha
• Muito baixo volume:
– Culturas Baixas – 5 a 50 l/ha
– Culturas Altas – 50 a 200 l/ha
• Ultra baixo volume:
– Culturas Baixas e Altas – inferior a 5 l/ha
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Formulas de cálculo da quantidade de calda por área:
•Comprovar a velocidade de avanço e o débito em função da
quantidade de calda:
Quantidade de calda (l/ha)=
Débito (l/min) x 600 (constante)
Velocidade (km/h) x largura trabalho (m)
Quantidade de calda (l/m2)=
Débito (l/min)
Velocidade (m/min) x largura trabalho (m)
Velocidade (km/h)=
Débito (l/m) x 600
Quant. de Calda (l/ha) x Larg. Trab. (m)
Débito (l/min) = Quant. de Calda (l/ha) x Velocidade (km/h) x Larg. Trab. (m)
600
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Formulas de cálculo da quantidade de calda por volume de
massa vegetal:
Método de calibração por TRV (Tree- Row - Volume)
TRVM3
(vegetação/ha)=
Altura das árvores (m) x Largura de copa (m) x 10 000 m2
Distância entre linhas (m)
Exemplo:
Altura das árvores (T) - 4m
Largura de copa ( C) - 3m
Distancia entre linhas ( R) - 4m
TRV= 4x3x10000/4
= 30 000m3/ha
Litros por ha (l/ha)= (TRV(m3/ha) x calda (l/1000m3) )/1000
Litros por ha (l/ha)= (30 000 x 20 )/1000 = 600 l/ha
Fruticultura:
-Alto Volume = 60 litros/1000m3
-Médio Volume = 40 litros/ //
-Baixo Volume = 20 litros/ //
Cálculo das doses = (TVR * (litros calda/1000m3 vegetação) * (concentração do produto Comercial (kg/l de calda)) / 1000
Dose (para 600 l/ha) = (30 000 * 20) * (0,002) / 1000 = 1,2 kg/ha
Exemplo do Calculo da Dose para um PF que recomende 2 kg/ha
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Cálculo de Débitos
O Débito é a quantidade em Litros (líquidos) ou Quilos (sólidos),
que um determinado equipamento, aplica, espalha ou
distribui, numa determinada operação, durante um minuto.
• Sendo representado da seguinte forma:
– Líquidos – litros por minuto (l/min).
– Sólidos – quilos por minuto (kg/min).
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O Débito depende:
– Diâmetro e tipo de Bicos:
• Bico de jacto regulável
• Volume da câmara de turbulência
• Posição da pastilha (> maior / < menor)
– Pressão: Bar ou kg/cm2 ou PSI
• 1 Bar = 1 kg/cm2 = 14 PSI
• 14 PSI = 1 kg/cm2 = 1 Bar
– Número de bicos
Variação da pressão em função do débito desejado
• Pressão actual x ( volume desejado / Volume actual)2 = nova
pressão
• Exemplo:
10 Bar x ( 400 l/ha / 432 l/ha )2 = 8,5 Bar
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Ensaio de Débitos do Pulverizador
• Acertar a TDF para as 540 rpm;
• Regular a pressão;
• Abrir condutas de pulverização;
• Corrigir pressão;
• Fechar condutas de pulverização;
• Abrir condutas, cronometrar e recolher água durante um minuto;
• Medir débito individual e comparar valores tendo em conta a
regra dos 10%.
• Calcular e comparar valores por rampa e total.
• Substituir ou limpar bicos e repetir ensaio se necessário.
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Diferenças de Débito em relação ao estado dos Bicos
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Razões que levam à substituição dos Bicos
• Na zona de sobreposição a distribuição transversal deve ser
uniforme; não deve ultrapassar 10 % na avaliação feita com base
no coeficiente de variação;
• O líquido recolhido em cada canalete do banco de distribuição não
deve ter uma variação superior a ± 20 % do valor médio total.
• O desvio do débito medido em cada bico do mesmo tipo não deve
ter uma variação superior a ± 10 % do débito nominal (indicado
pelo fabricante).
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Pulverização Arbustiva e Arbórea
• Em pulverização simétrica, a diferença entre os débitos
médios de ambos os lados não deve ser superior a 10 %.
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Verificação da simetria do Ventilador
(caso exista)
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Comprovar Velocidade de Avanço
Velocidade (Km/h) =
100 m (distância percorrida) x 3,6
Tempo em segundos
Comprovar Velocidade de Avanço
Velocidade (Km/h) =
100 m (distância percorrida) x 3,6
Tempo em segundos
Variação da Velocidade
• Variação da velocidade em função do volume pretendido.
Velocidade conhecida x (volume actual / volume pretendido) =
nova velocidade
Exemplo:
5 km/h x ( 480 l/ha / 600 l/ha ) = 4 km/h
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Ensaio em branco
O ensaio em branco, é um teste de pulverização real feito com
água, realizado antes de iniciar-mos a aplicação da calda. É
onde se avalia a qualidade da pulverização, em função da
quantidade de calda anteriormente determinada.
• Material necessário para realizar um Ensaio em Branco:
• Equipamento de Pulverização
• Resultados do cálculo de calda
• Papeis hidro-sensíveis
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Procedimentos na realização de um ensaio em branco:
• Colocar os papéis hidro-sensíveis em vários pontos da
planta (interior e exterior da copa) ou outra superfície a
tratar.
• Regular o pulverizador de forma a ter o débito predefinido.
• Avançar com a velocidade de deslocação predefinida.
• Dar inicio à pulverização.
• Avaliar os resultados.
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Papeis Hidrosensíveis
3.6. Técnicas de Aplicação
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Tipos de equipamentos utilizados no tratamento
fitossanitário das plantas
• Polvilhadores
– Equipamentos que fazem a distribuição de produtos
fitofarmacêuticos sobre a forma sólida (pó).
• Pulverizadores
– Equipamentos que fraciona e reparte, homogeneamente,
uma determinada quantidade de líquido sobre a
vegetação ou o solo nu, fazendo a distribuição de
produtos fitofarmacêuticos em caldas.
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Polvilhadores
• Manuais
• Dorso
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Polvilhadores
• Montados
• Rebocados
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Polvilhadores
• São equipamentos de proteção
fitossanitária, utilizados para a
aplicação de produtos
fitofarmacêuticos com ação e
persistência no estado sólido
(ex: enxofre em pó), em que a sua
distribuição é feita através um fluxo de
ar produzido por uma turbina.
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Polvilhadores
• São diversos os sistemas de
distribuição do pó, mas os mais
eficazes e seguros, são aqueles em
que o pó não fica em contacto com
a turbina.
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Tipos de deslocação ou
transporte dos
equipamentos de
proteção das plantas
• Manuais
• Dorso
• Carro de Mão
• Montados ou Suspensos
• Semi-montados
• Rebocados
• Automotrizes
• Aéreos
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Equipamentos Manuais
Equipamentos de Dorso
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Equipamentos Carro de
Mão
Equipamentos acoplados ao
Trator
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Equipamentos Automotrizes
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Equipamentos Aéreos
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• Pressão Prévia
• Pressão Continua
• Centrifugo
• Térmico
• Jato Projetado
• Jato Transportado
• Atomizador ou Pneumático
Modo de Pulverização
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Pulverizador de Pressão Prévia
• O operador introduz previamente ar dentro do depósito
através do acionamento de uma bomba de êmbolo
pneumática.
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Pulverizadores de Pressão Continua
• O operador mantém uma pressão continua através do
acionamento manual de uma bomba hidráulica de êmbolo.
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Pulverizador Centrifugo
• Acionamento elétrico de um disco, que adquire um movimento
centrifugo, que é aproveitado para fazer o espalhamento da calda
com o mesmo movimento.
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Pulverizador Térmico
• Acionado através da queima de combustível numa câmara de
combustão, que vai produzir o calor necessário para vaporizar
e espalhar a calda que vai saindo do depósito para o tubo de
escape.
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Pulverizador de Jato Projetado
• Dispõem de uma bomba hidráulica de
caudal contínuo, que permite através de um
regulador de pressão, ajustar a pressão de
saída do jato projetado por um orifício de
diâmetro reduzido (bico ou pastilha).
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Princípio de Funcionamento
Pulverizadores de Pressão Hidráulica de Jato Projetado
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Pulverizador de Jato Transportado
• Dispõem de uma bomba hidráulica de caudal contínuo,
que permite através de um regulador de pressão, ajustar
a pressão de saída do jato projetado por um orifício de
diâmetro reduzido (bico ou pastilha). Jato esse que é
transportado através de um fluxo de ar produzido por
uma turbina, que vai permitir o esmiuçamento das gotas
e transporta-las até ao interior da massa vegetativa,
permitindo assim uma pulverização homogénea por
toda a planta.
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Pulverizador Pneumático ou Atomizador
• A calda desce por gravidade às boquilhas de distribuição, onde é regulado o
caudal através de torneiras reguladoras, está equipado com uma turbina que
produz um fluxo de ar que passa pelas boquilhas, atomizando e conduzindo
as gotas de calda para o interior da massa vegetativa, permitindo assim uma
pulverização homogénea por toda a planta.
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Princípio de Funcionamento
Pulverizadores Pneumáticos ou Atomizadores
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Constituição do Pulverizador
• Tampa do depósito;
• Pré-filtro;
• Depósito
• Filtro (primário);
• Bomba (êmbolo, membrana ou êmbolo/membrana);
• Diafragma ou campânula;
• Filtro (secundário)(facultativo);
• Válvula reguladora de pressão;
• Manómetro;
• Comandos de distribuição (manuais ou automáticos);
• Filtro (secundário ou terciário);
• Rampas de distribuição (verticais ou horizontais);
• Bicos de pulverização (com filtro e anti-gota);
• Turbina e deflectores ou condutas (mangas) de ar, apenas nos
pulverizadores de Jato Transportado e Pneumáticos;
Filtros
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Filtro de enchimento
Filtro de linha
Suporte do
filtro de linha Filtro do bico
Bombas Volumétricas de Movimento Alternativo
• Êmbolos - Alta pressão e alto caudal.
• Êmbolo – membrana – Média pressão e médio
caudal. Também podem ser de alta pressão.
• Membrana – Baixa pressão e baixo/médio caudal.
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• Bombas de êmbolos
• Bomba êmbolo membrana
• Bomba de membranas
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Comandos: Pressão e Distribuição
• A escala do manómetro deve ser graduada:
• Todos os 0,2 bar para as pressões de trabalho inferiores a 5 bar;
• Todos os 1,0 bar para as pressões de trabalho compreendidas entre 5 bar
e 20 bar;
• Todos os 2,0 bar para as pressões de
trabalho superiores a 20 bar.
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Comando Elétrico
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Manómetro
• A escala do manómetro deve ser graduada da seguinte forma:
– 0,2 em 0,2 bar, pressões inferiores a 5 bar;
– 1,0 em 1,0 bar, pressões entre 5 bar e 20 bar;
– todos os 2,0 bar para pressões superiores a 20 bar.
• O manómetro deve ter um diâmetro igual ou superior a
63mm.
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Bicos de Pulverização
• Bicos cónicos ou de turbulência
• Bicos de fenda ou leque
• Bicos de espelho ou deflectores
• Pastilhas
Exemplos de Pulverização
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Suporte para Bicos de Pulverização
• Suporte de conjunto de bicos
com anti-gota.
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Ângulos de Pulverização do Bico de Fenda
Distância do bico ao solo ou alvo a tratar
• Tendo em conta a distância entre bicos de 50 cm ao longo
da barra de pulverização ao solo:
– Os bicos de 110º devem estar a uma altura de 50cm;
– Os bicos de 80º devem estar a uma altura de 70cm.
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Sobreposição do Jato Projetado pelos Bicos de Fenda ou
Leque na barra de pulverização:
Para garantir uma distribuição homogénea da calda, temos que garantir a
sobreposição do leque em 25% da largura de distribuição.
Ex: em bicos com 110º, a uma distância entre bicos de 50cm, à altura de 50cm, a
largura de distribuição é 75cm, a largura de trabalho vai ser 50cm.
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Dimensão das gotículas
• Quanto menores forem as
gotículas, maior é a
superfície tocada pelo
produto, logo mais eficiente
se torna a pulverização.
50 m
100 m
200 m
400 m




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Relação entre o diâmetro das gotas e o tipo de bico,
para um débito de 1 l / min, à pressão de 3 bar
Tipo de bico Diâmetro
volumétrico
médio (*), em mm
turbulência 260
fenda de
110º
300
fenda de 80º 400
espelho 650
(*) DVM é o diâmetro da gota cujo
volume é a média aritmética dos
volumes de todas as gotas de uma
população
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Fatores que condicionam a dimensão das gotas:
• Tipo de bicos;
• Ângulo do jato pois, quanto maior for este menor é o diâmetro das
gotas;
• Dimensão do orifício, quanto maior for este, maiores serão as gotas;
• Pressão no bico, quanto maior esta for menores serão as gotas.
3.7. Conservação e Manutenção do
Material de Aplicação
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Fazer a manutenção?
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Manutenção do Pulverizador
• Limpeza interna e externa do pulverizador.
• Limpeza do circuito de pulverização.
• Limpeza de todos os filtros.
• Limpeza dos bicos.
• Verificação da pressão do diafragma da bomba.
• Verificação dos níveis de óleo.
• Substituição do óleo da bomba ás 200 horas.
• Substituição do óleo da transmissão ás 150 horas.
• Lubrificação do veio de cardan.
• Armazenar o pulverizador em cima de uma palete e sempre ao abrigo do
sol, da chuva e do frio, durante este período, devemos ter a bomba vazia
ou com anticongelante.

aplicação

  • 1.
    III.3. Técnicas deAplicação mariofcunha@gmail.com
  • 2.
    3.3. Regulação, Calibraçãoe Afinação das Máquinas e Material de Aplicação mariofcunha@gmail.com
  • 3.
    Equipamento de Medição,Comandos e Sistemas de Regulação. mariofcunha@gmail.com
  • 4.
    ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Equipament sde Medição, Comandos e Sistemas de Regulação Fugas e pouca fiabilidade em funcionamento. X Comandos necessários à pulverização, fora do alcance do operador e ilegíveis. X Impossibilidade de abrir e fechar todos os bicos em simultâneo. X Escala do manómetro não adaptada à gama de pressão de funcionamento e difícil de ler. X A escala do manómetro deve ser graduada: - 0,2 em 0,2 bar, pressões inferiores a 5 bar; - 1,0 em 1,0 bar, pressões entre 5 bar e 20 bar ou, todos os 2,0 bar para pressões superiores a 20 bar. X Diâmetro do manómetro inferior a 63mm. X mariofcunha@gmail.com Inspeção de Equipamentos de Medição, Comandos e Sistemas de Regulação
  • 5.
    Inspeção de Equipamentos de Medição, Comandose Sistemas de Regulação ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Impo rtn Continuaçã o Equipamen tos de Medição, Comandos e Sistemas de Regulação A exactidão do manómetro deve ser ± 0,2 bar nas pressões de trabalho compreendidas entre 1 bar e 2 bar (incluídos). X O manómetro deve medir com uma exactidão de ± 10 % do valor real, a partir de uma pressão de 2 bar. X A agulha do manómetro deve manter -se estável a fim de permitir a leitura da pressão de trabalho. X Se existirem outros dispositivos de medição, devem ter um erro não superior a 5 % do valor real medido. X mariofcunha@gmail.com
  • 6.
  • 7.
    Mangueiras e Tubos ITEMREQUISITOS Anomalia Menor Importn Mangueiras e Tubos Não devem ocorrer fugas provenientes dos tubos e mangueiras quando submetidos à pressão máxima que é possível obter pelo sistema. X O posicionamento das mangueiras deve evitar a ocorrência de curvas apertadas ou fricções. X Quando em posição de trabalho, as mangueiras não devem ficar suspensas na área do jacto de pulverização. X mariofcunha@gmail.com
  • 8.
  • 9.
    Filtragem ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Filtragem Deveexistir pelo menos um filtro no lado de pressão da bomba (excluindo filtros de bicos); deve existir um filtro no lado da aspiração no caso de bombas volumétricas. X O ou os filtros devem estar em bom estado; os filtros dos bicos devem ser de dimensão da malha adaptada aos bicos montados (de acordo com as especificações do fabricante dos bicos). X Quando for fornecido um dispositivo de isolamento, deve ser possível, com o depósito cheio até ao seu volume nominal, limpar os filtros; nenhuma calda se deve escoar, com excepção da eventualmente existente na caixa do filtro e nos tubos de aspiração. X Deve ser possível a substituição dos elementos filtrantes. X mariofcunha@gmail.com
  • 10.
    Bicos (Pulverizadores de culturasbaixas) mariofcunha@gmail.com
  • 11.
    Bicos (Pulverizadores de culturasbaixas) ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Bicos Os bicos instalados devem ter os componentes idênticos (filtros, dispositivos antigotejo). X Os bicos não devem gotejar 5 s depois da paragem do jacto de pulverização X mariofcunha@gmail.com
  • 12.
    Bicos (Pulverizadores de culturasarbustivas e arbóreas) mariofcunha@gmail.com
  • 13.
    ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Bicos Todosos bicos devem ser idênticos (tipo, dimensão, material e origem) ao longo de toda a barra, com exceção dos que são destinados a funções específicas. X Deve ser possível fechar cada bico individualmente ou a cada porta -bicos múltiplo (se for caso disso). X A posição dos bicos deve poder ser ajustada de modo simétrico e reprodutível. X mariofcunha@gmail.com Bicos (Pulverizadores de culturas arbustivas e arbóreas)
  • 14.
    Barras de Pulverização (Pulverizadoresde culturas baixas) mariofcunha@gmail.com
  • 15.
    Barras de Pulverização (pulverizadores de culturasbaixas) ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Import n Barras de Pulveriza ção (culturas baixas) Continua A barra não deve estar dobrada nem ter folgas em nenhuma articulação; a barra deve ser estável em todas as direções. X O comprimento das secções (direita e esquerda) da barra deve ser idêntico. X O sistema de reposicionamento automático da barra, se existir, deve funcionar de modo fiável, movimentando a barra para trás ou para a frente quando do contacto com obstáculos X A barra deve poder ser bloqueada em posição de transporte. X O espaçamento e a orientação dos bicos devem ser uniformes ao longo da barra (são exceção os equipamentos especiais, p. ex. para pulverização de bordaduras). X mariofcunha@gmail.com
  • 16.
    Barras de Pulverização (pulverizado res de culturas baixas) ITEMREQUISITOS Anomalia Menor Impor tn Continuaçã o Barras de Pulverizaçã o (culturas baixas) Continua A distância entre as extremidades inferiores dos bicos e uma superfície plana não deve ocorrer variações superiores a 10 cm ou a 1 % da metade da largura de trabalho. X A calda não deve ser pulverizada sobre o próprio pulverizador, qualquer que seja a altura da barra acima do solo. X Em barras com largura de trabalho da barra superior ou igual a 10 m deve estar instalado um dispositivo que evite danificar os bicos se a barra tocar no solo. X As secções da barra devem poder ser abertas e fechadas individualmente. X Os dispositivos de regulação em altura da barra devem ter um funcionamento fiável X mariofcunha@gmail.com
  • 17.
    Barras de Pulverização (pulverizadoresde culturas baixas) ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Continuação Barras de Pulverização (culturas baixas) Os dispositivos de correcção da inclinação da barra e de amortecimento dos movimentos imprevistos da barra devem ser fiáveis. X Quando a pressão for medida à entrada das secções da barra, a pressão não deve variar mais de 10 %, quando as secções são fechadas uma a uma. X mariofcunha@gmail.com
  • 18.
    Distribuição Transversal (Pulverizadores deculturas baixas) mariofcunha@gmail.com
  • 19.
    ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Distribuiçã o transversal Nazona de sobreposição a distribuição transversal deve ser uniforme; não deve ultrapassar 10 % na avaliação feita com base no coeficiente de variação; o líquido recolhido em cada canalete do banco de distribuição não deve ter uma variação superior a ± 20 % do valor médio total. X O desvio do débito medido em cada bico do mesmo tipo não deve ter uma variação superior a ± 10 % do débito nominal (indicado pelo fabricante). X A perda de pressão medida na extremidade de cada secção de barra não deve ultrapassar 10 % da pressão indicada no manómetro do pulverizador. X mariofcunha@gmail.com Distribuição Transversal (Pulverizadores de culturas baixas)
  • 20.
    Distribuição (Pulverizadores de culturasarbustivas e arbóreas) mariofcunha@gmail.com
  • 21.
    Distribuição (Pulverizadores de culturas arbustivase arbóreas) ITEM REQUISITOS Anomalia Menor Importn Distribuição Cada bico deve formar um jacto uniforme na forma e homogeneidade. X O desvio do débito medido em cada bico do mesmo tipo não deve ter uma variação superior a ± 15 % do débito nominal (indicado pelo fabricante) ou superior 10 % em relação ao débito médio de todos os bicos com referência idêntica. X Em pulverização simétrica, a diferença entre os débitos médios de ambos os lados não deve ser superior a 10 %. X A diferença de pressão, à entrada de cada secção, não deve ser superior a 15 %. X mariofcunha@gmail.com
  • 22.
    Ventilador (Pulverizadores de culturasarbustivas e arbóreas) mariofcunha@gmail.com
  • 23.
    Ventilador (Pulverizadores de culturas arbustivas e arbóreas) ITEMREQUISITOS Anomalia Menor Importn Ventilador Deve existir um protetor que impeça o acesso ao ventilador. X O ventilador deve rodar à velocidade indicada pelo fabricante. X A embraiagem do ventilador deve ser fiável (se existir) . X Todos os deflectores reguláveis do sistema de ventilação devem funcionar corretamente. X Os elementos do equipamento só devem estar expostos à pulverização quando isso se tornar necessário para o funcionamento do ventilador; neste caso não deve ocorrer a formação de gotas. X mariofcunha@gmail.com
  • 24.
    mariofcunha@gmail.com Calibragem de Pulverizadores •Foi publicado no passado dia 21 de Outubro de 2009 a Diretiva Europeia 2009/128/CE que obriga a inspeção de pulverizadores em todos os Estados membros da União Europeia. Diretiva Europeia 2009/128/CE. • No passado dia 15 de Julho de 2010 foi também publicado o Decreto-Lei n.º 86/2010 que transpõe para o direito nacional a Diretiva atrás mencionada. Decreto-Lei n.º 86/2010.
  • 25.
    Veio telescópico decardans mariofcunha@gmail.com
  • 26.
    Inspeção de Cardans ITEM REQUISITOS Anomalia MenorImportn Órgãos de transmiss ão de Potência (cardans) Componentes do veio com marcas de desgaste exagerado. X Protetor do veio com sinais de desgaste, deformações, buracos e rasgos. X Falta de correntes no protetor do veio, ou mal colocadas. X Obstáculos ao bom funcionamento do veio e da proteção. X Falta de suporte para o veio de cardans quando desligado. X Falta de protetor do veio de cardans. X mariofcunha@gmail.com
  • 27.
  • 28.
    Inspeção da Bomba ITEMREQUISITOS Anomalia Menor Importn Bomba Débito inferior a 90%, do débito nominal indicado pelo fabricante. X Débito inferior ao indicado pelo fabricante, para a pressão máxima de trabalho. X Identificar pulsações originadas pela bomba. X A válvula de segurança de pressão quando existir deve funcionar corretamente. X Fugas visíveis na bomba. X mariofcunha@gmail.com
  • 29.
  • 30.
    Inspeção do Agitador ITEMREQUISITOS Anomalia Menor Importn Agitador Durante a pulverização, ao regime nominal da tomada de força e com o depósito cheio até metade da sua capacidade nominal, deve ser obtida uma recirculação claramente visível, caso em contrário… X mariofcunha@gmail.com
  • 31.
  • 32.
    Depósito da Calda ITEM REQUISITOS Anomalia MenorImportn Depósito da Calda Não devem ocorrer fugas visíveis provenientes do depósito ou do orifício de enchimento quando a tampa está colocada. X O orifício de enchimento deve dispor de um filtro em bom estado. X O incorporador de produto (se existir) deve dispor de um filtro. X Deve estar assegurada a compensação de pressão do depósito. X O indicador do nível do líquido no depósito deve ser claramente visível e legível desde o posto de condução e desde o local de abastecimento do depósito. X mariofcunha@gmail.com
  • 33.
    Depósito da Calda ITEM REQUISITOS Anomalia MenorImportn Continuação Depósito da Calda O esvaziamento do depósito deve ser feito de modo simples, seguro e sem recurso a ferramenta; a calda deve poder ser recolhida e não devem ocorrer fugas. X O sistema de não retorno no dispositivo de abastecimento de água ao depósito (se existir) deve funcionar de modo fiável. X O incorporador do produto (se existir) deve funcionar de modo fiável. X O dispositivo de limpeza das embalagens dos produtos fitofarmacêuticos (se existir) deve funcionar de modo fiável. X mariofcunha@gmail.com
  • 34.
    Princípios da aprovaçãoe reprovação • 1 — São reprovados os equipamentos de aplicação de produtos fitofarmacêuticos que numa inspeção: a) Apresentem pelo menos uma anomalia importante; e ou b) Apresentem mais de duas anomalias menores; e ou c) Apresentem qualquer anomalia menor detetada na inspeção precedente. • 2 — São reprovados os equipamentos de aplicação de produtos fitofarmacêuticos que numa reinspecção apresentem as anomalias que conduziram à reprovação na inspeção precedente. mariofcunha@gmail.com
  • 35.
    Componentes que devemser Inspecionados: • Transmissão de potência por veio de cardans; • Bomba; • Agitação; • Depósito; • Regulação, medição e controlo; • Tubagens e ligações; • Filtros; • Barra de pulverização; • Bicos; • Ventilador. mariofcunha@gmail.com
  • 36.
    3.4. Arrastamento daCalda De acordo com a definição dada na ISO 22866 Standard “a deriva ou arrastamento de pulverização é a quantidade de produto fitofarmacêutico que é transportado para fora da área a tratar pela ação de correntes de ar durante o processo de aplicação”. A consequência da dispersão de parte da calda de pulverização para fora da área a tratar pode ser a contaminação de cursos de água, zonas sensíveis (parques naturais, parques infantis, áreas inundáveis, etc.), áreas urbanas ou a indesejável contaminação de culturas vizinhas. Mais tarde, poderá resultar em resíduos de substâncias não autorizadas ou mesmo danos diretos, como fitotoxicidade.
  • 37.
    mariofcunha@gmail.com 3.5. Cálculo dedoses, concentrações e volumes de calda com herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros produtos fitofarmacêuticos
  • 38.
    mariofcunha@gmail.com Cálculo da Caldadeve obedecer: – Tipo de Cultura a tratar: • Altas ou baixas • Muito ou pouco densa – Tipo de agente a combater: • Pragas • Doenças • Infestantes – Método de cálculo: • Por áreas • Por volume de massa vegetal – As indicações do rótulo
  • 39.
    mariofcunha@gmail.com Cálculo da Caldadeve obedecer: – Tipo de Pulverizador disponível: • Térmico • Centrifugo • Jacto projectado • Jacto transportado • Atomizador – Volume de calda desejado: • Ultra baixo volume • Muito baixo volume • Baixo volume • Médio volume • Alto volume
  • 40.
    mariofcunha@gmail.com Variação do Volumede Calda • Maiores volumes para: – Culturas altas e densas. – Combater infestantes. – Método de cálculo por área. – Pulverizadores de Dorso e Jato projetado. • Menores volumes para: – Culturas baixas e pouco densas. Combater pragas e doenças. – Método de cálculo por volume de massa vegetal. – Pulverizadores Centrífugos, Jato transportado e Atomizadores.
  • 41.
    mariofcunha@gmail.com Volume (l/ha) por alturada cultura • Alto volume: – Culturas Baixas – 700 l/ha – Culturas Altas – 1000 l/ha • Médio volume: – Culturas Baixas – 200 a 700 l/ha – Culturas Altas – 500 a 1000 l/ha • Baixo volume: – Culturas Baixas – 50 a 200 l/ha – Culturas Altas – 200 a 500 l/ha • Muito baixo volume: – Culturas Baixas – 5 a 50 l/ha – Culturas Altas – 50 a 200 l/ha • Ultra baixo volume: – Culturas Baixas e Altas – inferior a 5 l/ha
  • 42.
    mariofcunha@gmail.com Formulas de cálculoda quantidade de calda por área: •Comprovar a velocidade de avanço e o débito em função da quantidade de calda: Quantidade de calda (l/ha)= Débito (l/min) x 600 (constante) Velocidade (km/h) x largura trabalho (m) Quantidade de calda (l/m2)= Débito (l/min) Velocidade (m/min) x largura trabalho (m) Velocidade (km/h)= Débito (l/m) x 600 Quant. de Calda (l/ha) x Larg. Trab. (m) Débito (l/min) = Quant. de Calda (l/ha) x Velocidade (km/h) x Larg. Trab. (m) 600
  • 43.
    mariofcunha@gmail.com Formulas de cálculoda quantidade de calda por volume de massa vegetal: Método de calibração por TRV (Tree- Row - Volume) TRVM3 (vegetação/ha)= Altura das árvores (m) x Largura de copa (m) x 10 000 m2 Distância entre linhas (m) Exemplo: Altura das árvores (T) - 4m Largura de copa ( C) - 3m Distancia entre linhas ( R) - 4m TRV= 4x3x10000/4 = 30 000m3/ha Litros por ha (l/ha)= (TRV(m3/ha) x calda (l/1000m3) )/1000 Litros por ha (l/ha)= (30 000 x 20 )/1000 = 600 l/ha Fruticultura: -Alto Volume = 60 litros/1000m3 -Médio Volume = 40 litros/ // -Baixo Volume = 20 litros/ // Cálculo das doses = (TVR * (litros calda/1000m3 vegetação) * (concentração do produto Comercial (kg/l de calda)) / 1000 Dose (para 600 l/ha) = (30 000 * 20) * (0,002) / 1000 = 1,2 kg/ha Exemplo do Calculo da Dose para um PF que recomende 2 kg/ha
  • 44.
    mariofcunha@gmail.com Cálculo de Débitos ODébito é a quantidade em Litros (líquidos) ou Quilos (sólidos), que um determinado equipamento, aplica, espalha ou distribui, numa determinada operação, durante um minuto. • Sendo representado da seguinte forma: – Líquidos – litros por minuto (l/min). – Sólidos – quilos por minuto (kg/min).
  • 45.
    mariofcunha@gmail.com O Débito depende: –Diâmetro e tipo de Bicos: • Bico de jacto regulável • Volume da câmara de turbulência • Posição da pastilha (> maior / < menor) – Pressão: Bar ou kg/cm2 ou PSI • 1 Bar = 1 kg/cm2 = 14 PSI • 14 PSI = 1 kg/cm2 = 1 Bar – Número de bicos
  • 46.
    Variação da pressãoem função do débito desejado • Pressão actual x ( volume desejado / Volume actual)2 = nova pressão • Exemplo: 10 Bar x ( 400 l/ha / 432 l/ha )2 = 8,5 Bar mariofcunha@gmail.com
  • 47.
    Ensaio de Débitosdo Pulverizador • Acertar a TDF para as 540 rpm; • Regular a pressão; • Abrir condutas de pulverização; • Corrigir pressão; • Fechar condutas de pulverização; • Abrir condutas, cronometrar e recolher água durante um minuto; • Medir débito individual e comparar valores tendo em conta a regra dos 10%. • Calcular e comparar valores por rampa e total. • Substituir ou limpar bicos e repetir ensaio se necessário. mariofcunha@gmail.com
  • 48.
  • 49.
    Diferenças de Débitoem relação ao estado dos Bicos mariofcunha@gmail.com
  • 50.
    Razões que levamà substituição dos Bicos • Na zona de sobreposição a distribuição transversal deve ser uniforme; não deve ultrapassar 10 % na avaliação feita com base no coeficiente de variação; • O líquido recolhido em cada canalete do banco de distribuição não deve ter uma variação superior a ± 20 % do valor médio total. • O desvio do débito medido em cada bico do mesmo tipo não deve ter uma variação superior a ± 10 % do débito nominal (indicado pelo fabricante). mariofcunha@gmail.com
  • 51.
    Pulverização Arbustiva eArbórea • Em pulverização simétrica, a diferença entre os débitos médios de ambos os lados não deve ser superior a 10 %. mariofcunha@gmail.com
  • 52.
    Verificação da simetriado Ventilador (caso exista) mariofcunha@gmail.com
  • 53.
    mariofcunha@gmail.com Comprovar Velocidade deAvanço Velocidade (Km/h) = 100 m (distância percorrida) x 3,6 Tempo em segundos Comprovar Velocidade de Avanço Velocidade (Km/h) = 100 m (distância percorrida) x 3,6 Tempo em segundos
  • 54.
    Variação da Velocidade •Variação da velocidade em função do volume pretendido. Velocidade conhecida x (volume actual / volume pretendido) = nova velocidade Exemplo: 5 km/h x ( 480 l/ha / 600 l/ha ) = 4 km/h mariofcunha@gmail.com
  • 55.
    mariofcunha@gmail.com Ensaio em branco Oensaio em branco, é um teste de pulverização real feito com água, realizado antes de iniciar-mos a aplicação da calda. É onde se avalia a qualidade da pulverização, em função da quantidade de calda anteriormente determinada. • Material necessário para realizar um Ensaio em Branco: • Equipamento de Pulverização • Resultados do cálculo de calda • Papeis hidro-sensíveis
  • 56.
    mariofcunha@gmail.com Procedimentos na realizaçãode um ensaio em branco: • Colocar os papéis hidro-sensíveis em vários pontos da planta (interior e exterior da copa) ou outra superfície a tratar. • Regular o pulverizador de forma a ter o débito predefinido. • Avançar com a velocidade de deslocação predefinida. • Dar inicio à pulverização. • Avaliar os resultados.
  • 57.
  • 58.
    3.6. Técnicas deAplicação mariofcunha@gmail.com
  • 59.
    mariofcunha@gmail.com Tipos de equipamentosutilizados no tratamento fitossanitário das plantas • Polvilhadores – Equipamentos que fazem a distribuição de produtos fitofarmacêuticos sobre a forma sólida (pó). • Pulverizadores – Equipamentos que fraciona e reparte, homogeneamente, uma determinada quantidade de líquido sobre a vegetação ou o solo nu, fazendo a distribuição de produtos fitofarmacêuticos em caldas.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
    mariofcunha@gmail.com Polvilhadores • São equipamentosde proteção fitossanitária, utilizados para a aplicação de produtos fitofarmacêuticos com ação e persistência no estado sólido (ex: enxofre em pó), em que a sua distribuição é feita através um fluxo de ar produzido por uma turbina.
  • 63.
    mariofcunha@gmail.com Polvilhadores • São diversosos sistemas de distribuição do pó, mas os mais eficazes e seguros, são aqueles em que o pó não fica em contacto com a turbina.
  • 64.
    mariofcunha@gmail.com Tipos de deslocaçãoou transporte dos equipamentos de proteção das plantas • Manuais • Dorso • Carro de Mão • Montados ou Suspensos • Semi-montados • Rebocados • Automotrizes • Aéreos
  • 65.
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
    mariofcunha@gmail.com • Pressão Prévia •Pressão Continua • Centrifugo • Térmico • Jato Projetado • Jato Transportado • Atomizador ou Pneumático Modo de Pulverização
  • 70.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizador de PressãoPrévia • O operador introduz previamente ar dentro do depósito através do acionamento de uma bomba de êmbolo pneumática.
  • 71.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizadores de PressãoContinua • O operador mantém uma pressão continua através do acionamento manual de uma bomba hidráulica de êmbolo.
  • 72.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizador Centrifugo • Acionamentoelétrico de um disco, que adquire um movimento centrifugo, que é aproveitado para fazer o espalhamento da calda com o mesmo movimento.
  • 73.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizador Térmico • Acionadoatravés da queima de combustível numa câmara de combustão, que vai produzir o calor necessário para vaporizar e espalhar a calda que vai saindo do depósito para o tubo de escape.
  • 74.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizador de JatoProjetado • Dispõem de uma bomba hidráulica de caudal contínuo, que permite através de um regulador de pressão, ajustar a pressão de saída do jato projetado por um orifício de diâmetro reduzido (bico ou pastilha).
  • 75.
  • 76.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizador de JatoTransportado • Dispõem de uma bomba hidráulica de caudal contínuo, que permite através de um regulador de pressão, ajustar a pressão de saída do jato projetado por um orifício de diâmetro reduzido (bico ou pastilha). Jato esse que é transportado através de um fluxo de ar produzido por uma turbina, que vai permitir o esmiuçamento das gotas e transporta-las até ao interior da massa vegetativa, permitindo assim uma pulverização homogénea por toda a planta.
  • 77.
    mariofcunha@gmail.com Pulverizador Pneumático ouAtomizador • A calda desce por gravidade às boquilhas de distribuição, onde é regulado o caudal através de torneiras reguladoras, está equipado com uma turbina que produz um fluxo de ar que passa pelas boquilhas, atomizando e conduzindo as gotas de calda para o interior da massa vegetativa, permitindo assim uma pulverização homogénea por toda a planta.
  • 78.
  • 79.
    mariofcunha@gmail.com Constituição do Pulverizador •Tampa do depósito; • Pré-filtro; • Depósito • Filtro (primário); • Bomba (êmbolo, membrana ou êmbolo/membrana); • Diafragma ou campânula; • Filtro (secundário)(facultativo); • Válvula reguladora de pressão; • Manómetro; • Comandos de distribuição (manuais ou automáticos); • Filtro (secundário ou terciário); • Rampas de distribuição (verticais ou horizontais); • Bicos de pulverização (com filtro e anti-gota); • Turbina e deflectores ou condutas (mangas) de ar, apenas nos pulverizadores de Jato Transportado e Pneumáticos;
  • 80.
    Filtros mariofcunha@gmail.com Filtro de enchimento Filtrode linha Suporte do filtro de linha Filtro do bico
  • 81.
    Bombas Volumétricas deMovimento Alternativo • Êmbolos - Alta pressão e alto caudal. • Êmbolo – membrana – Média pressão e médio caudal. Também podem ser de alta pressão. • Membrana – Baixa pressão e baixo/médio caudal. mariofcunha@gmail.com
  • 82.
    • Bombas deêmbolos • Bomba êmbolo membrana • Bomba de membranas mariofcunha@gmail.com
  • 83.
    Comandos: Pressão eDistribuição • A escala do manómetro deve ser graduada: • Todos os 0,2 bar para as pressões de trabalho inferiores a 5 bar; • Todos os 1,0 bar para as pressões de trabalho compreendidas entre 5 bar e 20 bar; • Todos os 2,0 bar para as pressões de trabalho superiores a 20 bar. mariofcunha@gmail.com
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    Manómetro • A escalado manómetro deve ser graduada da seguinte forma: – 0,2 em 0,2 bar, pressões inferiores a 5 bar; – 1,0 em 1,0 bar, pressões entre 5 bar e 20 bar; – todos os 2,0 bar para pressões superiores a 20 bar. • O manómetro deve ter um diâmetro igual ou superior a 63mm. mariofcunha@gmail.com
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    mariofcunha@gmail.com Bicos de Pulverização •Bicos cónicos ou de turbulência • Bicos de fenda ou leque • Bicos de espelho ou deflectores • Pastilhas
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    Suporte para Bicosde Pulverização • Suporte de conjunto de bicos com anti-gota. mariofcunha@gmail.com
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    Distância do bicoao solo ou alvo a tratar • Tendo em conta a distância entre bicos de 50 cm ao longo da barra de pulverização ao solo: – Os bicos de 110º devem estar a uma altura de 50cm; – Os bicos de 80º devem estar a uma altura de 70cm. mariofcunha@gmail.com
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    Sobreposição do JatoProjetado pelos Bicos de Fenda ou Leque na barra de pulverização: Para garantir uma distribuição homogénea da calda, temos que garantir a sobreposição do leque em 25% da largura de distribuição. Ex: em bicos com 110º, a uma distância entre bicos de 50cm, à altura de 50cm, a largura de distribuição é 75cm, a largura de trabalho vai ser 50cm. mariofcunha@gmail.com
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    mariofcunha@gmail.com Dimensão das gotículas •Quanto menores forem as gotículas, maior é a superfície tocada pelo produto, logo mais eficiente se torna a pulverização. 50 m 100 m 200 m 400 m    
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    mariofcunha@gmail.com Relação entre odiâmetro das gotas e o tipo de bico, para um débito de 1 l / min, à pressão de 3 bar Tipo de bico Diâmetro volumétrico médio (*), em mm turbulência 260 fenda de 110º 300 fenda de 80º 400 espelho 650 (*) DVM é o diâmetro da gota cujo volume é a média aritmética dos volumes de todas as gotas de uma população
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    mariofcunha@gmail.com Fatores que condicionama dimensão das gotas: • Tipo de bicos; • Ângulo do jato pois, quanto maior for este menor é o diâmetro das gotas; • Dimensão do orifício, quanto maior for este, maiores serão as gotas; • Pressão no bico, quanto maior esta for menores serão as gotas.
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    3.7. Conservação eManutenção do Material de Aplicação
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    mariofcunha@gmail.com Manutenção do Pulverizador •Limpeza interna e externa do pulverizador. • Limpeza do circuito de pulverização. • Limpeza de todos os filtros. • Limpeza dos bicos. • Verificação da pressão do diafragma da bomba. • Verificação dos níveis de óleo. • Substituição do óleo da bomba ás 200 horas. • Substituição do óleo da transmissão ás 150 horas. • Lubrificação do veio de cardan. • Armazenar o pulverizador em cima de uma palete e sempre ao abrigo do sol, da chuva e do frio, durante este período, devemos ter a bomba vazia ou com anticongelante.