O documento discute as tensões entre leis, costumes e direitos humanos universais. Apresenta como a antropologia pode ajudar a resolver este dilema enfatizando a incompletude de todas as culturas e o potencial do diálogo intercultural para promover mudanças éticas. Também argumenta que direitos humanos, moral e ética devem ser vistos como princípios distintos que podem se contestar mutuamente e levar ao avanço dos direitos.