ESCOLA BÁSICA 2,3 DE SÃO VICENTE CURSO EFA B3 2007/08 CIDADANIA E EMPREGABILIDADE TÂNIA, TERESA E MARISA
INTRODUÇÃO Neste trabalho, vamos falar sobre a vida e obra de Amália Rodrigues.  Iremos falar desde  o seu nascimento até à sua morte, passando pelas suas participações mundiais, suas estreias em cinema, teatro e televisão, até às suas homenagens feitas pelo primeiro ministro e pelo padre.
 
Biografia Em 1920  nasce Amália da Piedade Rodrigues na  freguesia da Pena. Em 1935  Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra, pelo tio João Rebordão. Em 1939  Estreia-se no Retiro da Severa, como fadista profissional. EM 1996  faz pausa por doença grave. Em 1999  Amália Rodrigues morre no dia 6 de Outubro, com 79 anos .
 
Discografia  1945 – 1949: Ai Mouraria (…)   1950 – 1959: Que Deus me Perdoe, Uma Casa Portuguesa, Tudo Isto É Fado (…) 1960 – 1969: Estranha Forma de Vida, Povo que Lavas no Rio (…) 1970 – 1979 :  Gaivota, Fado Português  (…) 1980 – 1989: Há Festa na Mouraria, Fadinho da Ti Maria Benta (…) 1990 – 1998: Vou Dar de Beber à Dor,   Barco Negro (…)
 
Cinema, teatro e televisão Fado Amália Realização de Augusto Fraga Curta-Metragem, 1947  A Rosa Cantadeira Opereta Teatro Apolo, 1944 (Músicas:  Fado do Ciúme ) A Sapateira Prodigiosa De Federico Garcia Lorca Realização de Fernando Frazão, 1968
 
Casa Museu A casa amarela que fica no nº 193 na Rua de São Bento, em Lisboa, é uma casa portuguesa com certeza. Foi lá que Amália Rodrigues viveu meio século. As memórias que guarda fazem agora parte do imaginário colectivo. Os grandes ramos de flores que ofereciam à fadista continuam a chegar. E, não obstante as remodelações efectuadas pela Fundação Amália, "quase tudo está como a dona da casa deixou", diz Madalena Braz Teixeira, directora do Museu do Traje, a quem coube a tarefa de orientar a transformação da casa em museu.
 
Homenagem do Presidente da República (…) A voz de Amália, essa voz criadora, transformou-lhe a vida em destino. Amália fez da sua voz uma pátria, um bilhete de identidade, dela e nosso, um passaporte que a levou, que nos levou, a todo o lado. Extraordinária vida a dela, a primeira mulher a entrar no nosso Panteão, que alcançou ser ouvida em todo o Mundo. (…)
 
Homenagem do Bispo  (…) Emudeceu a voz que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo. A Nação está de luto. Todos nos curvamos respeitosamente perante os restos mortais de Amália, a artista singular que cantou, como ninguém, a saudade da alma portuguesa e fez vibrar as cordas da tristeza em acordes de alegria. Artista verdadeira e construtora genial da beleza musical ficará para sempre associada ao mistério da criação. Nela brilhou com fulgor o poder criador de Deus. (…)
 
Poema de despedida Silêncio  Do silêncio faço um grito  E o corpo todo me dói  Deixai-me chorar um pouco  De sombra a sombra  Há um céu tão recolhido  De sombra a sombra  Já lhe perdi o sentido  Ao céu  Aqui me falta a luz  Aqui me falta uma estrela  Chora-se mais  Quando se vive atrás d'ela  E eu  A quem o céu esqueceu  Sou a que o mundo perdeu  Só choro agora  Que quem morre já não chora  Solidão  Que nem mesmo essa é inteira  Há sempre uma companheira  Uma profunda amargura  Ai solidão  Quem fora escorpião  Ai solidão  E se mordera a cabeça  Adeus  Já fui p'r'além da vida  Do que já fui tenho sede  Sou sombra triste  Encostada a uma parede  Adeus  Vida que tanto duras  Vem morte que tanto tardas  Ai como dói  A solidão quase loucura
 
Conclusão  Com este trabalho concluímos, que Amália Rodrigues foi a primeira fadista portuguesa a ser conhecida mundialmente, deixando este mundo com imensas lágrimas e saudades na sua partida. Concluímos também que esta grande senhora foi e sempre será a nossa maior diva do fado a nível mundial.
                                                                                                                                                                          1920 / 1999

Amalia Rodrigues Cidadania

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    ESCOLA BÁSICA 2,3DE SÃO VICENTE CURSO EFA B3 2007/08 CIDADANIA E EMPREGABILIDADE TÂNIA, TERESA E MARISA
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    INTRODUÇÃO Neste trabalho,vamos falar sobre a vida e obra de Amália Rodrigues. Iremos falar desde o seu nascimento até à sua morte, passando pelas suas participações mundiais, suas estreias em cinema, teatro e televisão, até às suas homenagens feitas pelo primeiro ministro e pelo padre.
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    Biografia Em 1920 nasce Amália da Piedade Rodrigues na freguesia da Pena. Em 1935 Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra, pelo tio João Rebordão. Em 1939 Estreia-se no Retiro da Severa, como fadista profissional. EM 1996 faz pausa por doença grave. Em 1999 Amália Rodrigues morre no dia 6 de Outubro, com 79 anos .
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    Discografia 1945– 1949: Ai Mouraria (…) 1950 – 1959: Que Deus me Perdoe, Uma Casa Portuguesa, Tudo Isto É Fado (…) 1960 – 1969: Estranha Forma de Vida, Povo que Lavas no Rio (…) 1970 – 1979 : Gaivota, Fado Português (…) 1980 – 1989: Há Festa na Mouraria, Fadinho da Ti Maria Benta (…) 1990 – 1998: Vou Dar de Beber à Dor, Barco Negro (…)
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    Cinema, teatro etelevisão Fado Amália Realização de Augusto Fraga Curta-Metragem, 1947 A Rosa Cantadeira Opereta Teatro Apolo, 1944 (Músicas: Fado do Ciúme ) A Sapateira Prodigiosa De Federico Garcia Lorca Realização de Fernando Frazão, 1968
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    Casa Museu Acasa amarela que fica no nº 193 na Rua de São Bento, em Lisboa, é uma casa portuguesa com certeza. Foi lá que Amália Rodrigues viveu meio século. As memórias que guarda fazem agora parte do imaginário colectivo. Os grandes ramos de flores que ofereciam à fadista continuam a chegar. E, não obstante as remodelações efectuadas pela Fundação Amália, "quase tudo está como a dona da casa deixou", diz Madalena Braz Teixeira, directora do Museu do Traje, a quem coube a tarefa de orientar a transformação da casa em museu.
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    Homenagem do Presidenteda República (…) A voz de Amália, essa voz criadora, transformou-lhe a vida em destino. Amália fez da sua voz uma pátria, um bilhete de identidade, dela e nosso, um passaporte que a levou, que nos levou, a todo o lado. Extraordinária vida a dela, a primeira mulher a entrar no nosso Panteão, que alcançou ser ouvida em todo o Mundo. (…)
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    Homenagem do Bispo (…) Emudeceu a voz que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo. A Nação está de luto. Todos nos curvamos respeitosamente perante os restos mortais de Amália, a artista singular que cantou, como ninguém, a saudade da alma portuguesa e fez vibrar as cordas da tristeza em acordes de alegria. Artista verdadeira e construtora genial da beleza musical ficará para sempre associada ao mistério da criação. Nela brilhou com fulgor o poder criador de Deus. (…)
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    Poema de despedidaSilêncio Do silêncio faço um grito E o corpo todo me dói Deixai-me chorar um pouco De sombra a sombra Há um céu tão recolhido De sombra a sombra Já lhe perdi o sentido Ao céu Aqui me falta a luz Aqui me falta uma estrela Chora-se mais Quando se vive atrás d'ela E eu A quem o céu esqueceu Sou a que o mundo perdeu Só choro agora Que quem morre já não chora Solidão Que nem mesmo essa é inteira Há sempre uma companheira Uma profunda amargura Ai solidão Quem fora escorpião Ai solidão E se mordera a cabeça Adeus Já fui p'r'além da vida Do que já fui tenho sede Sou sombra triste Encostada a uma parede Adeus Vida que tanto duras Vem morte que tanto tardas Ai como dói A solidão quase loucura
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    Conclusão Comeste trabalho concluímos, que Amália Rodrigues foi a primeira fadista portuguesa a ser conhecida mundialmente, deixando este mundo com imensas lágrimas e saudades na sua partida. Concluímos também que esta grande senhora foi e sempre será a nossa maior diva do fado a nível mundial.
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                                                                                                                                                                             1920 / 1999