ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
PARA INFOGRAFIA ESTÁTICA
PATRICIA PRADO | DESIGNER DE INFORMAÇÃO
ANA ELISA ALTHOFF | DESIGNER DE INFORMAÇÃO
2014
ETAPAS
CONCEITO HISTÓRIA AI ANÁLISE E
ATIVIDADE
DIFERENÇA
AI E VD
3 HORAS = 100%
10% 15%
CONSTRUÇAO
35%
TIPOS DE
INFOS
10% 10%5% 15%
INFOGRAFIA
MELHOR DEFINIR INFOGRAFIA ANTES DE
PARTIR PARA A ARQUITETURA DE
INFORMAÇÃO
ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO
TÓPICOS QUE PODEM AUXILIAR NA
CONSTRUÇÃO DE UMA ARQUITETURA
HEYHOLET'SGO
BORATRABALHAR?
Alberto Cairo
[...] tem o objetivo de organizar, estruturar e
exemplificar visualmente qualquer tipo de
informação, transmitindo a mensagem de uma
maneira didática e concisa.
Antônio F. Costella
A escrita pictográfica consistiu na representação
desenhada de objetos concretos, figuras de
animais, etc., formando em sucessão, um relato
coerente. [...]
Passos e Moura
[...] o tratamento da informação pode se dar
pelo processo de agrupamento das informações
semelhantes, e seus acessos devem ser configurados
de acordo com as características almejadas pelos
usuários e suas forma de navegação.
Concluindo
A Infografia ou Design de informação (DI) auxilia a construção
de narrativas, organiza ideias, estrutura trajetos, transforma
linguagem textual em visual e, acima de tudo, busca transmitir
informação de uma maneira rápida, didatica e inteligível.
sol dado soldado
Migalhas de pão
TÁIX ME
ENTENDENDO,
MÔ QUIRIDO?
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Migalhas de pão | abstração da informação
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SENTA, QUE LÁ
VEM A HISTÓRIA
O registro do primeiro mapa, reproduzido na figura 10, foi a representação, por meio da
escavação de uma pedra em 6200 a.C., de uma cidade da Babilônia encontrada na região
de Kirkuk, Iraque.
The Times, abril de 1806
A era de ouro da estatística. Considerada importante pelo fator científico, é a gravação do movimento dos
cavalos durante uma corrida por meio de câmeras, imagens feitas por Eadweard Muybridge, nos EUA
Mapa do Metrô de Londres
Mapa do Metrô de Londres, criado por Henry Beck. Foi baseado nos sistemas de circuitos elétricos
BEM DO TIPINHO
DA INFOGRAFIA
Cronologia
Passo a passo
Processos
Trajetos e localização
Gráficos
FAÇA A PERGUNTA
CERTA. MINHAS
RESPOSTAS SÃO
LIMITADAS
EUROBÔ
QUANDO?
COMO?
PORQUE?
ONDE?
A hierarquia é organizada pela pergunta mais importante
Faça o tempo do leitor valer a pena
Conte uma boa história
O texto não é a coisa mais importante, nem a foto, nem gráficos e sim o leitor. Se o texto não
prende a atenção ou não é intuitivo para ele será uma perda de tempo. Uma boa prática é sem-
pre imaginar como o leitor pensaria: qual a novidade? Por que eu devo ler isso?.
Contar uma boa narrativa com início, meio e fim é desafio para quem trabalha com comunica-
ção. Construa um texto que leve o leitor para ações recomendadas e com sessões muito bem
estruturadas.
1
2
Pense em como você contaria esta história
Rapidamente tente contar parte deste texto para um amigo ou um colega. Ficaria mais fácil
se tivesse um gráfico, um esquema ou mapa para ajudar a explicar?.
Aumento/queda, lugar, porcentagem, pontos chave, personagens, esquemas, etc, são sinais
que o texto pede um infográfico.
3
Dê nome aos bois
Após pensar em como você contaria sua história, crie o hábito de nomear cada
sessão. Exemplo: [Página 1] [Destaque] [Citação] [Gráfico comparativo] [Mapa]. É claro que
a análise final para infografia será do designer mas fazendo esta prática você vai analisando
mais o texto e deixando a arquitetura cada vez mais intuitiva.
4
Pratique o poder da síntese
Se você tentar mostrar tudo, é provável que o leitor não entenda nada. Use apenas informa-
ções que realmente interessam, a mensagem mais forte, os números mais relevantes, textos
curtosedidáticos.Trechosrepetitivosnãosãobemvindosparaumaarquiteturaenxuta.Quan-
do possível, utilize textos de citção como fonte deixando sempre a informação principal para o
em primeiro plano do conteúdo.
5
Agrupe as informações em blocos
Escrever para arte é muito diferente que escrever um texto normal, além dos textos serem cur-
tos e dinâmicos é importante o agrupamento das informações por similares, ou por um mesmo
subtítulo, isso ajuda o leitor a ir direto ao que interessa. Se tiver vários blocos de textos é me-
lhor ainda que eles estejam do mesmo tamanho, fica mais fácil de deixar a arte bonita. Evitar
palavras longas que ocupem uma linha toda como exemplo: respectivamente, principalmente.
6
Usepalavrasqueajudamafocarapartegráfica
Considereanaturezadainformação
Estamos sim falando dos títulos. Se sua arte vai mostrar um trem, você ajuda os leitores se
“trem”ou “ferrovia estiverem no título. Seja claro, indo direto ao assunto. Bons títulos podem
brincar com palavras mas sem perder o a clareza da informação.
Os números dizem tudo e dados bem estruturados mais ainda, por isso valide sempre as infor-
mações que irão gerar alguma infografia.
7
8
IXTRUTURA ESSA
TRECO AGORA?
Organize a estrutura no papel
IN X VS
FIGHT
VAMOS
ANALISAR
REFERÊNCIAS
CAIRO, Alberto. Infografia 2.0: Visualización interactiva de información em prensa. Madrid:
Alamut, 2008.
COSTELLA, Antônio F. Comunicação – do grito ao satélite. 5a. ed. São Paulo: Mantiqueira, 2002.
MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. Apontamentos por uma metodologia projetual.
Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1983.
MUNARI, Bruno. Design e Comunicação visual. Tradução Daniel Santana, São Paulo: Martins
Fontes, 1982 (©1968).
PANIZZA, Janaína Fuentes. Metodologia e processo criativo em projetos de comunicação
visual. São Paulo: ECA/USP, 2004.
SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1985.
Tim, BROWN. Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas
ideias. Tradução Cristina Yamagami. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. Tradução: Alvamar Helena Lamparelli. São Paulo:
Martins Fontes, 1998.
OBS.: se der tempo apresente o vídeo: http://vimeo.com/29684853#
VAMOS
EXPERIMENTAR!
IMAGENS COLETADAS DA INTERNET

Arquitetura de informação para infografia estática