O documento discute a educação de pessoas surdas, argumentando que (1) o debate entre gestualistas e oralistas deve ser superado para que se foque no potencial individual de cada pessoa surda, (2) a educação especial deve estimular os processos perceptivos, cognitivos e linguísticos das pessoas surdas para que se desenvolvam plenamente, e (3) a abordagem bilíngue que usa a Língua Brasileira de Sinais e a língua portuguesa escrita é essencial para o sucesso educacional das pessoas surdas.