O documento discute o tratamento avançado de águas de abastecimento, especialmente focando na dureza da água gerada por íons minerais como cálcio e magnésio. Ele examina métodos de abrandamento, incluindo precipitação química e troca catiônica, destacando suas vantagens e desvantagens, além do impacto da dureza na qualidade da água e em processos industriais. A recomendação é que a dureza da água para abastecimento público deve ser mantida entre 80 mg/l e 100 mg/l como carbonato de cálcio.