SlideShare uma empresa Scribd logo
daAgriculturaFamiliar
ABC
Adubação
alternativa
Adubação
alternativa
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Embrapa Informação Tecnológica
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Embrapa Informação Tecnológica
Brasília, DF
2006
Todos os direitos reservados.
A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em
parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei no. 9.610).
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação – CIP
Embrapa Informação Tecnológica
Adubação alternativa. – Brasília, DF : Embrapa Informação Tecnológica, 2006.
30 p. : il. – (ABC da Agricultura Familiar, 7).
Compilação e edição, CW Produções Ltda.
ISBN 85-7383-344-0
1. Adubo. 2. Adubação verde. 3. Adubo orgânico.
CDD 361.87
Fotos
CW Produções Ltda.
(Tâmara Cláudia de A. Gomes)
Exemplares desta publicação podem ser adquiridos na:
Embrapa Informação Tecnológica
Parque Estação Biológica (PqEB), Av. W3 Norte (final)
CEP 70770-901 Brasília, DF
Fone: (61) 3340-9999
Fax: (61) 3340-2753
vendas@sct.embrapa.br
www.sct.embrapa.br
Coordenação geral
Fernando do Amaral Pereira
Coordenação editorial
Lillian Alvares
Lucilene Maria de Andrade
Compilação e edição
CW Produções Ltda.
Revisão técnica
Marisa de Goes
Revisão de texto
Wesley José da Rocha
1ª edição
1ª impressão (2006): 1.000 exemplares
Editoração eletrônica
Mário César Moura de Aguiar
Capa
Carlos Eduardo Felice Barbeiro
Ilustração da capa
CW Produções Ltda.
(Benedito Neto
Eloi Neves Gameleira)
Ilustrações do texto
CW Produções Ltda.
(Paulo César Rocha)
Embrapa2006©
Apresentação
Empenhada em auxiliar o pequeno produtor, a
Embrapa lança o ABC da Agricultura Familiar, que
oferece valiosas instruções sobre o trabalho no campo.
Elaboradas em linguagem simples e objetiva,
as publicações abordam temas relacionados à
agropecuária e mostram como otimizar a atividade
rural. A criação de animais, técnicas de plantio,
práticas de controle de pragas e doenças, adubação
alternativa e fabricação de conservas de frutas são
alguns dos assuntos tratados.
De forma independente ou reunidas em
associações, as famílias poderão beneficiar-se
dessas informações e, com isso, diminuir custos,
aumentar a produção de alimentos, criar outras fontes
de renda e agregar valor a seus produtos.
Assim, a Embrapa cumpre o propósito adicional
de ajudar a fixar o homem no campo, pois coloca a
pesquisa a seu alcance e oferece alternativas de
melhoria na qualidade de vida.
Fernando do Amaral Pereira
Gerente-Geral
Embrapa InformaçãoTecnológica
abc da agricultura familiar - solos
Sumário
Os adubos orgânicos são bons
e baratos................................................... 7
Composto ................................................. 8
Cinzas .................................................... 16
Aproveite os restos de cultura ................. 18
Aproveite os ossos.................................. 18
Use esterco ............................................ 19
Adubo verde ........................................... 20
Biofertilizante .......................................... 22
Os três minerais mais importantes
para a planta ........................................... 24
Adubo mineral (adubos comerciais) ........ 26
Medida prática de peso para adubos ...... 27
Medidas práticas de comprimento,
largura e altura ........................................ 28
6
7
Os adubos orgânicos
são bons e baratos
Nas propriedades e nas casas, des-
perdiçam-se muitos materiais que, quase sem
gasto, podem ser usados como adubos: são
os adubos naturais e orgânicos. Com um
pequeno esforço, você pode preparar e usar
esse tipo de adubo para melhorar a nutrição
das plantas.
Os principais adubos orgânicos são:
• Composto.
• Cinza.
• Osso queimado.
• Esterco de animais.
• Adubo verde.
• Biofertilizante.
A seguir, você encontrará informações
sobre esses adubos.
8
Composto
Prepare um bom
adubo quase de graça
Oadubochamadocompostoéfeitocom
a mistura de esterco, raspa de chiqueiro,
restos de colheita, restos de ervas invasoras,
capim, folhas, excesso de frutas do pomar,
sabugos, cinzas e outros materiais orgânicos.
Material orgânico é aquele que vem de
um ser vivo, seja ele planta ou animal.
A cinza pode ser considerada material
orgânico porque vem da lenha ou do carvão,
que são materiais orgânicos.
Como preparar o composto
• Faça um cercado de varas com uns
cinco palmos de largura (um metro e
dez centímetros), comprimento
variável e altura de sete a oito palmos
(um metro e meio a um metro e oitenta
9
centímetros). Forre o chão do cercado
com varas, galhos, bambus ou ta-
quara. Escolha, de preferência, um
lugar sombreado.
• É necessário também enterrar
algumas varas ou bambus, que
devem ficar em pé, espalhados pelo
vão onde será formado o monte.
Essas varas devem ser retiradas
quando o monte estiver pronto,
ficando os buracos que servem para
arejar o composto.
• No cercado, vá empilhando os mate-
riais disponíveis, bem picados, de tal
forma que fiquem três partes de restos
de plantas (folhas verdes ou secas,
bagaços, cascas, sabugos, restos de
podas) e uma parte de esterco ou de
raspa de chiqueiro. Isso corresponde
a três palmos de partes de plantas e
um palmo de esterco (ou de raspa de
chiqueiro). Por cima das camadas de
esterco, devem ser espalhados dois
10
quilos de cinza, aproximadamente.
Cada camada deve ser molhada, sem
ficar encharcada, e revirada.
• Para obter um monte, você deve
repetir esse empilhamento por duas
vezes, ou seja: três palmos de restos
de plantas, um palmo de esterco e
mais ou menos dois quilos de cinza;
mais uma vez, três palmos de restos
de plantas, um palmo de esterco e
mais ou menos dois quilos de cinza.
• Não confunda o monte de composto
orgânico com um monte de lixo.
O monte de composto só deve
receber material orgânico. Não jogue
nele latas, vidros, cacos, plásticos ou
outros materiais não-orgânicos.
• Por causa da fermentação que
acontece em seu interior, o monte de
composto fica quente. A temperatura
deve ser controlada molhando e
revirandoomonte.Parasaberquando
11
é hora de revirar, enterre no monte,
por alguns minutos, um vergalhão de
ferro (ou uma foice). Se o ferro estiver
tão quente que não possa ser
segurado, então o monte deve ser
revirado e molhado.
12
• Mesmo que a temperatura não esteja
alta, o monte deve ser revirado a cada
duas semanas. Se não estiver
chovendo nessa ocasião, o monte
deverá ser molhado, sem ficar
encharcado.
• Na hora de revirar o monte, é con-
veniente abrir um dos lados do
cercado de varas para que a mistura
possa ser feita com maior facilidade.
• Deixe cada monte fermentar durante,
pelos menos, três meses.
• Faça vários montes; assim que
completar um, comece outro, pois,
dessa forma, você controla melhor o
tempo de fermentação e sempre terá
composto pronto para ser usado.
Observação: ocompostotambémpode
ser preparado em montes sem varas.
13
14
Vantagens e usos do composto
O composto é um adubo orgânico com
minerais. Quanto mais rico for o material
usado na preparação do composto, mais rico
ele será em minerais. Cinzas são uma
excelente fonte de minerais, e você não deve
perdê-las.
Faça com cuidado o composto e você
terá um bom adubo para melhorar a produção
de suas plantas.
O composto é um ótimo adubo
para hortas e fruteiras
Na horta, você pode colocar de cinco a
dez litros por metro de canteiro, misturando
bem com a terra.
Nas covas, para o plantio de fruteiras,
coloque meia lata (10 litros), misturando com
a terra de cima, no fundo da cova.
Você pode usar o composto também em
outras plantações, aplicando cinco litros por
metro de sulco.
15
16
Cinzas
Às vezes a terra é ácida e por isso as
plantas não crescem direito. A correção da
acidez geralmente é feita com calcário, dois
ou três meses antes do plantio.
Na falta de calcário, você pode usar
cinza de fogão ou de fogueira. É mais barata
e tem nutrientes para as plantas. Use as
cinzas do fogão, das olarias, das padarias e
das carvoarias. Uma boa fonte de cinza é a
casca de arroz.
Você já sabe que é bom plantar em
lugares com grande quantidade de cinzas,
como nas áreas queimadas. Tudo que é
plantado ali nasce forte e vigoroso, produtivo
e doce, como o milho, a abóbora e a melancia.
Porém, ao fazer uma queimada você põe em
risco toda a área em volta. Por isso, evite
queimar o mato; se for necessário, faça
aceiros e tome o máximo de cuidados para
evitar incêndios e acidentes.
17
Você pode usar um quilo de cinza em
cada cova de árvore frutífera. Mas se você
misturou cinza no composto, não precisa usar
separadamente.
As cinzas também ajudam no controle
de pragas e de doenças. Misture 100 gramas
de cinzas com 60 quilos de grãos antes de
guardá-los, pois assim eles ficam protegidos
contra carunchos e outras pragas. Você deve
colocar os grãos em latas ou em tambores
com tampas, em sacos plásticos com a boca
bem amarrada ou em cabaças. Essas são
também boas formas de guardar as se-
mentes de um ano para o outro.
Atenção!
Não coloque casca de arroz na terra, nem
mesmo quando ela vier misturada ao esterco
de galinha. Ela demora muito para se
desmanchar e prejudica o desenvolvimento
das plantas e dos frutos. Para ser usada como
adubo, a casca de arroz deve ser queimada.
18
Aproveite os
restos de cultura
Aproveite a palhada que sobra da plan-
tação: pique os restos de cultura e jogue-os
no monte de composto ou queime-os.
Aproveite os ossos
• Junte todos os ossos que puder: de
peixes, aves, caprinos, ovinos, suínos
ou bovinos abatidos para o consumo.
• Faça um amontoado dos ossos, cubra
tudo com bastante lenha e ponha
fogo, de preferência à noite, quando
os ventos são mais fracos. No dia
seguinte, o monte estará frio.
• Separe o carvão e retire os ossos
queimados, junto com as cinzas.
• Triture no pilão ou em máquina.
• Guarde em sacos, latas ou tambores.
19
Use meio quilo de cinza de ossos em
cada cova e misture bem com a terra. Molhe
por 15 dias. Só depois coloque o esterco, o
estrume e o adubo químico. Continue
molhando por mais oito dias antes de plantar.
É preciso um tempo para evitar que as
sementes, ao brotar, sejam queimadas pelo
adubo.
As padarias usam grandes quantidades
de ovos, e as cascas são jogadas no lixo.
Converse com os donos, peça as cascas e
junte-as aos ossos na hora da queima.
Use esterco
Você pode utilizar esterco de todos os
animais criados em sua propriedade.
O esterco é muito importante, pois a
terra precisa receber de volta um pouco do
que dá às plantas. Além de possuir bons
nutrientesparaaplanta,oestercodeixaaterra
mais fofa e ajuda a manter sua umidade.
20
Coloque cinco litros de esterco de
galinha, bem curtido, por cova de árvore
frutífera ou por metro de canteiro.
Para os demais estercos, aplique 10
litros por cova de fruteira; de 5 a 10 litros por
metro de canteiro; e 5 litros para cada metro
linear de sulco.
Os estercos devem ser curtidos por, no
mínimo, 30 dias, e sua aplicação deve ser
feita quinze dias antes do plantio.
Cada vaca, porco, galinha, coelho,
jumento, cavalo, bode e ovelha que você tem
é uma fábrica de adubo orgânico.
Adubo verde
Os adubos verdes são plantas muito
ricas em nitrogênio, que é um dos alimentos
básicos da planta, como se explica mais
adiante.
Aadubação verde é recomendada para
plantações maiores porque é necessário
deixar o terreno ocupado com as plantas (os
adubos verdes) por um período inteiro de
21
plantio, para que elas se desenvolvam. Vale
a pena porque é uma forma muito barata de
enriquecer o solo.
As plantas leguminosas, como o
guandu, o amendoim, a mucuna, a soja e
todos os feijões, são adubos verdes. Durante
seu desenvolvimento, bactérias benéficas
chamadas rizóbios entram em suas raízes e
transformam o nitrogênio que a planta retira
do ar em compostos nitrogenados fáceis de
serem utilizados pelas plantas. Assim, as
bactérias enriquecem o solo e essas plantas
ficam mais ricas em nitrogênio.
O processo é simples: depois de
crescida,aleguminosaquevocêplantoupode
serenterradacomousodeumarado,oupode
simplesmente ser roçada e deixada como
cobertura do solo, que, além de adubar,
protege a terra.
O feijão-caupi (feijão-de-corda ou feijão-
de-macáçar) e todas as leguminosas também
funcionam como adubo verde se enterrarmos
a palhada que resta depois da colheita.
22
Biofertilizante
O biofertilizante é um adubo obtido pela
fermentação do esterco verde.
• Num tambor, com tampa, que pode
ter entre 50 e 200 litros de capacidade,
coloque metade de esterco e metade
de água, mexendo até misturar bem.
• É necessário deixar um espaço de
sete a oito dedos (15 centímetros)
entre a superfície do líquido e a boca
do tambor.
• Faça um furo na tampa para passar
uma mangueira de meia polegada e
de um metro e meio de comprimento.
Uma das pontas deve atravessar a
tampa e ficar acima do líquido; a outra
deve ser enfiada numa garrafa (de
vidro ou de plástico) com água, para
deixar passar o gás formado no
tambor, sem deixar entrar ar.
• A tampa e a mangueira devem ficar
23
bem vedadas. Após 30 dias, filtre o
líquido do tambor usando um pano.
• A parte sólida deve ser deixada ao ar
livre para curtir e ser usada como
adubo depois de uns 30 dias.
• A parte líquida é o biofertilizante, que
deve ser diluído na base de duas
partes para uma parte de água; use
essa mistura, imediatamente, para
regar em volta das plantas.
• Não molhe as plantas diretamente,
mas somente a terra em volta delas.
24
Os três minerais mais
importantes para a planta
Para se desenvolver, a planta precisa
de muitos minerais (nutrientes/fertilizantes),
cada um contribuindo de alguma maneira. Os
três mais importantes são descritos a seguir.
Nitrogênio
É o nutriente responsável pelo cres-
cimento e pela produção das plantas. Dá a
cor verde-escura às folhas e aumenta a
velocidade de crescimento. A falta desse
mineral faz as folhas ficarem verde-claras ou
amareladas. Já o excesso faz os frutos
ficarem mais moles e mais aguados que o
normal, além de estragarem com facilidade e
demorarem a amadurecer. O nitrogênio é
fornecido pelo esterco, pelas leguminosas
(adubos verdes), pelo composto, pela uréia,
pela amônia e por adubos minerais.
25
Fósforo
O fósforo é o alimento que ajuda na
formação e no crescimento das raízes. Por
causa dele, as plantas crescem mais
depressa e com mais vigor. É importante na
formação das sementes e aumenta a
produção e o tamanho dos frutos. A falta de
fósforo faz as folhas ficarem vermelhas ou
roxas. Esse nutriente é fornecido pela farinha
de ossos queimados, pelos superfosfatos e
pelos fosfatos de rocha.
Potássio
O potássio aumenta o vigor das plantas
e sua resistência às doenças. Aumenta a
quantidade de açúcar nos frutos e também o
volume dos grãos e das sementes, além de
melhorar a resistência do fruto colhido. Afalta
de potássio diminui o vigor da planta e
aumenta o risco de doenças. O cloreto de
potássio ou o sulfato de potássio são fontes
de potássio encontradas no esterco e nas
cinzas,naurinadevacaenobagaçodecasca
de coco.
26
Adubo mineral
(adubos comerciais)
Usar adubos minerais, comprados nos
armazéns ou casas de produtos agrope-
cuários, é uma forma de garantir que as
plantas tenham todo o alimento de que elas
precisam para produzir. É um complemento
para a adubação orgânica.
O uso do adubo mineral requer, porém,
um gasto que nem sempre pode ser assu-
mido.
Nas fruteiras, meio quilo de adubo
mineral por árvore é suficiente para aumentar
a produção, e isso custa de R$ 1,00 (um real)
a R$ 1,50 (um real e cinqüenta centavos). Em
casos como esse, vale a pena usar o adubo
mineral: cada árvore produzirá muitos frutos,
que poderão ser vendidos, além de
enriquecerem a alimentação da família.
Assim, haverá uma renda extra, mesmo
descontando o custo do adubo.
27
Medida prática
de peso para adubos
• Corte o gargalo de uma garrafa de
plástico de refrigerante (dois litros).
• Divida o corpo da garrafa em três
partes.
• Use a parte debaixo (um terço da
garrafa) como medida para adubos
minerais.
Esse pedaço da garrafa cheio, corres-
ponde,maisoumenos,ameioquilodeadubo.
Metade desse pedaço corresponde a
um quarto de quilo (250 gramas).
28
Medidas práticas
de comprimento,
largura e altura
• Meio palmo equivale a 11 centímetros.
• Um palmo equivale a 22 centímetros.
• Dois palmos equivalem a 44 centí-
metros.
Documento principal para a elaboração deste
texto: CARVALHO, R. N. de. Cultivo da
melancia para a agricultura familiar. Brasília,
DF: Embrapa Informação Tecnológica, 1999.
29
Para mais informações e esclarecimentos,
procure um técnico da extensão rural, da
Embrapa, da prefeitura ou de alguma
organização de assistência aos agricultores.
Atenção!
30
Forme uma associação
com seus vizinhos
Quando você se associa com outros
membros de sua comunidade, as vantagens
são muitas, pois:
• Fica mais fácil procurar as autoridades
e pedir apoio para os projetos.
• Os associados podem comprar
máquinas e aparelhos em conjunto.
• Fica mais fácil obter crédito.
• Juntos, os associados podem vender
melhor sua produção.
• Os associados podem organizar
mutirões.
A união faz a força!
31
Títulos lançados
• Como organizar uma associação
• Como plantar abacaxi
• Como plantar hortaliças
• Controle alternativo de pragas e
doenças das plantas
• Caupi: o feijão do Sertão
• Como cultivar a bananeira
• Adubação alternativa
• Cultivo de peixes
• Como produzir melancia
• Alimentação das criações na seca
• Conservas caseiras de frutas
Impressão e acabamento
Embrapa Informação Tecnológica
Informação Tecnológica
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
CGPE:5848
ISBN85-7383-344-0
Com o lançamento do ,
a Embrapa coloca à disposição do pequeno produtor
valiosas instruções sobre as atividades do campo.
Numa linguagem simples e objetiva, os títulos abordam
a criação de animais, técnicas de plantio, práticas
de controle de pragas e doenças, adubação alternativa
e fabricação de conservas de frutas, dentre outros
assuntos que exemplificam como otimizar o trabalho rural.
Inicialmente produzidas para atender demandas por
informação do Semi-Árido nordestino, as recomendações
apresentadas são de aplicabilidade prática também
em outras regiões do País.
Com o a Embrapa
demonstra o compromisso assumido com
o sucesso da agricultura familiar.
ABC da Agricultura Familiar
ABC da Agricultura Familiar,

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Controle alternativo de pragas e doenças nas plantas
Controle alternativo de pragas e doenças nas  plantasControle alternativo de pragas e doenças nas  plantas
Controle alternativo de pragas e doenças nas plantas
João Siqueira da Mata
 
Frango caipira avifran
Frango caipira avifranFrango caipira avifran
Frango caipira avifran
Lenildo Araujo
 
ABC Caupi feijão do sertão
ABC Caupi feijão do sertãoABC Caupi feijão do sertão
ABC Caupi feijão do sertão
Lenildo Araujo
 
ABC Umbuzeiro valorize o que e seu
ABC Umbuzeiro valorize o que e seuABC Umbuzeiro valorize o que e seu
ABC Umbuzeiro valorize o que e seu
Lenildo Araujo
 
ABC Como Garantir Água na Seca
ABC Como Garantir Água na SecaABC Como Garantir Água na Seca
ABC Como Garantir Água na Seca
Lenildo Araujo
 
Abc criação de galinhas caipiras
Abc criação de galinhas caipirasAbc criação de galinhas caipiras
Abc criação de galinhas caipiras
Lenildo Araujo
 
ABC Criação de bovinos de leite no semiarido
ABC Criação de bovinos de leite no semiaridoABC Criação de bovinos de leite no semiarido
ABC Criação de bovinos de leite no semiarido
Lenildo Araujo
 
Abc da agricultura como instalar colmeias
Abc da agricultura como instalar colmeiasAbc da agricultura como instalar colmeias
Abc da agricultura como instalar colmeias
Lenildo Araujo
 
ABC Como produzir melancia
ABC Como produzir melanciaABC Como produzir melancia
ABC Como produzir melancia
Lenildo Araujo
 
Banco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animalBanco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animal
Lenildo Araujo
 
Abc da agricultura minhocultura
Abc da agricultura minhoculturaAbc da agricultura minhocultura
Abc da agricultura minhocultura
Lenildo Araujo
 
Abc criação de caprinos e ovinos
Abc criação de caprinos e ovinosAbc criação de caprinos e ovinos
Abc criação de caprinos e ovinos
Lenildo Araujo
 
ABC Criação de abelhas
ABC Criação de abelhasABC Criação de abelhas
ABC Criação de abelhas
Lenildo Araujo
 
Peixes
PeixesPeixes
Conservas de frutas caseira
Conservas de frutas caseiraConservas de frutas caseira
Conservas de frutas caseira
Beatriz Esteves
 
Abc da agricultura como capturar enxames em voo
Abc da agricultura como capturar enxames em vooAbc da agricultura como capturar enxames em voo
Abc da agricultura como capturar enxames em voo
Lenildo Araujo
 
Abc da agricultura como capturar enxames com caixais
Abc da agricultura como capturar enxames com caixaisAbc da agricultura como capturar enxames com caixais
Abc da agricultura como capturar enxames com caixais
Lenildo Araujo
 
Abelhas sem-ferrao
Abelhas sem-ferraoAbelhas sem-ferrao
Abelhas sem-ferrao
Lenildo Araujo
 
Ce cartilha agroecologia_3edicao
Ce cartilha agroecologia_3edicaoCe cartilha agroecologia_3edicao
Ce cartilha agroecologia_3edicao
João Siqueira da Mata
 

Mais procurados (19)

Controle alternativo de pragas e doenças nas plantas
Controle alternativo de pragas e doenças nas  plantasControle alternativo de pragas e doenças nas  plantas
Controle alternativo de pragas e doenças nas plantas
 
Frango caipira avifran
Frango caipira avifranFrango caipira avifran
Frango caipira avifran
 
ABC Caupi feijão do sertão
ABC Caupi feijão do sertãoABC Caupi feijão do sertão
ABC Caupi feijão do sertão
 
ABC Umbuzeiro valorize o que e seu
ABC Umbuzeiro valorize o que e seuABC Umbuzeiro valorize o que e seu
ABC Umbuzeiro valorize o que e seu
 
ABC Como Garantir Água na Seca
ABC Como Garantir Água na SecaABC Como Garantir Água na Seca
ABC Como Garantir Água na Seca
 
Abc criação de galinhas caipiras
Abc criação de galinhas caipirasAbc criação de galinhas caipiras
Abc criação de galinhas caipiras
 
ABC Criação de bovinos de leite no semiarido
ABC Criação de bovinos de leite no semiaridoABC Criação de bovinos de leite no semiarido
ABC Criação de bovinos de leite no semiarido
 
Abc da agricultura como instalar colmeias
Abc da agricultura como instalar colmeiasAbc da agricultura como instalar colmeias
Abc da agricultura como instalar colmeias
 
ABC Como produzir melancia
ABC Como produzir melanciaABC Como produzir melancia
ABC Como produzir melancia
 
Banco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animalBanco de proteina para ração animal
Banco de proteina para ração animal
 
Abc da agricultura minhocultura
Abc da agricultura minhoculturaAbc da agricultura minhocultura
Abc da agricultura minhocultura
 
Abc criação de caprinos e ovinos
Abc criação de caprinos e ovinosAbc criação de caprinos e ovinos
Abc criação de caprinos e ovinos
 
ABC Criação de abelhas
ABC Criação de abelhasABC Criação de abelhas
ABC Criação de abelhas
 
Peixes
PeixesPeixes
Peixes
 
Conservas de frutas caseira
Conservas de frutas caseiraConservas de frutas caseira
Conservas de frutas caseira
 
Abc da agricultura como capturar enxames em voo
Abc da agricultura como capturar enxames em vooAbc da agricultura como capturar enxames em voo
Abc da agricultura como capturar enxames em voo
 
Abc da agricultura como capturar enxames com caixais
Abc da agricultura como capturar enxames com caixaisAbc da agricultura como capturar enxames com caixais
Abc da agricultura como capturar enxames com caixais
 
Abelhas sem-ferrao
Abelhas sem-ferraoAbelhas sem-ferrao
Abelhas sem-ferrao
 
Ce cartilha agroecologia_3edicao
Ce cartilha agroecologia_3edicaoCe cartilha agroecologia_3edicao
Ce cartilha agroecologia_3edicao
 

Destaque

Practica blog
Practica blogPractica blog
Practica blog
briggittramirez
 
002 introduction java programming
002 introduction  java programming002 introduction  java programming
002 introduction java programming
udayanka sampath
 
Wirtschaft ppt
Wirtschaft pptWirtschaft ppt
Wirtschaft ppt
katharinaendres
 
AppJobber - your eyes and ears on site
AppJobber - your eyes and ears on siteAppJobber - your eyes and ears on site
AppJobber - your eyes and ears on site
AppJobber
 
Location report
Location reportLocation report
Location report
LivMcNeaney
 
Agroecologia conceitos-e-princpios1
Agroecologia conceitos-e-princpios1Agroecologia conceitos-e-princpios1
Agroecologia conceitos-e-princpios1
Leonardo Martins Santana
 
Biology quizdom
Biology quizdomBiology quizdom
Biology quizdom
Johnny Varkey
 
The fundamental differences imc
The fundamental differences imcThe fundamental differences imc
The fundamental differences imc
Sushil Sinha
 
Ict grade 10
Ict grade 10Ict grade 10
Ict grade 10
udayanka sampath
 
2.водич управување со доо
2.водич управување со доо2.водич управување со доо
2.водич управување со доо
Nikolce Kostencov
 
Chapter 10 crafting the brand positioning
Chapter 10 crafting the brand positioningChapter 10 crafting the brand positioning
Chapter 10 crafting the brand positioning
Belinda Ella
 
Organisational buying behavior mk 2
Organisational buying behavior mk 2Organisational buying behavior mk 2
Organisational buying behavior mk 2
Sushil Sinha
 
Binary phase shift keying (bpsk)
Binary phase shift keying (bpsk)Binary phase shift keying (bpsk)
Binary phase shift keying (bpsk)
Taief Alaa
 

Destaque (13)

Practica blog
Practica blogPractica blog
Practica blog
 
002 introduction java programming
002 introduction  java programming002 introduction  java programming
002 introduction java programming
 
Wirtschaft ppt
Wirtschaft pptWirtschaft ppt
Wirtschaft ppt
 
AppJobber - your eyes and ears on site
AppJobber - your eyes and ears on siteAppJobber - your eyes and ears on site
AppJobber - your eyes and ears on site
 
Location report
Location reportLocation report
Location report
 
Agroecologia conceitos-e-princpios1
Agroecologia conceitos-e-princpios1Agroecologia conceitos-e-princpios1
Agroecologia conceitos-e-princpios1
 
Biology quizdom
Biology quizdomBiology quizdom
Biology quizdom
 
The fundamental differences imc
The fundamental differences imcThe fundamental differences imc
The fundamental differences imc
 
Ict grade 10
Ict grade 10Ict grade 10
Ict grade 10
 
2.водич управување со доо
2.водич управување со доо2.водич управување со доо
2.водич управување со доо
 
Chapter 10 crafting the brand positioning
Chapter 10 crafting the brand positioningChapter 10 crafting the brand positioning
Chapter 10 crafting the brand positioning
 
Organisational buying behavior mk 2
Organisational buying behavior mk 2Organisational buying behavior mk 2
Organisational buying behavior mk 2
 
Binary phase shift keying (bpsk)
Binary phase shift keying (bpsk)Binary phase shift keying (bpsk)
Binary phase shift keying (bpsk)
 

Semelhante a abc da agricultura familiar - solos

Alimentação das criações na seca
Alimentação das criações na secaAlimentação das criações na seca
Alimentação das criações na seca
Lenildo Araujo
 
Abc caju
Abc cajuAbc caju
Abc caju
pauloweimann
 
Abc guandu petrolina
Abc guandu petrolinaAbc guandu petrolina
Abc guandu petrolina
pauloweimann
 
10 dicas para hortas ecológicas
10 dicas para hortas ecológicas10 dicas para hortas ecológicas
10 dicas para hortas ecológicas
Andre Luiz Ramos
 
Abc bananeira
Abc bananeiraAbc bananeira
Abc bananeira
pauloweimann
 
Abc hortaliças
Abc hortaliçasAbc hortaliças
Abc hortaliças
pauloweimann
 
Apostila Embrapa Como plantar hortaliça
Apostila Embrapa Como plantar hortaliçaApostila Embrapa Como plantar hortaliça
Apostila Embrapa Como plantar hortaliça
Evelyn Golin
 
0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv
0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv
0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv
TarkinTarkin
 
Manual compostagem doméstica e industrial
Manual compostagem doméstica e industrialManual compostagem doméstica e industrial
Manual compostagem doméstica e industrial
EcoHospedagem
 
Manual morada da_floresta_(2014) compostagem doméstica
Manual morada da_floresta_(2014) compostagem domésticaManual morada da_floresta_(2014) compostagem doméstica
Manual morada da_floresta_(2014) compostagem doméstica
Alexandre Panerai
 
Abc umbuzeiro
Abc umbuzeiroAbc umbuzeiro
Abc umbuzeiro
pauloweimann
 
21438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp02
21438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp0221438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp02
21438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp02
Ronildo Barros Pereira
 
Oficina faça compostagem doméstica
Oficina faça compostagem domésticaOficina faça compostagem doméstica
Oficina faça compostagem doméstica
Alexandre Panerai
 
Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4
Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4
Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4
Lenildo Araujo
 
Cartilhaeucaliptoneo
CartilhaeucaliptoneoCartilhaeucaliptoneo
Cartilhaeucaliptoneo
Desireé Alvarez
 
Mini apostila prática- compostagem em pequenos locais
Mini apostila prática- compostagem em pequenos locaisMini apostila prática- compostagem em pequenos locais
Mini apostila prática- compostagem em pequenos locais
Alexandre Panerai
 
Compostagem domestica
Compostagem domesticaCompostagem domestica
Compostagem domestica
mvezzone
 
Abc cultivo de peixes
Abc cultivo de peixesAbc cultivo de peixes
Abc cultivo de peixes
pauloweimann
 
Compostagem domestica de_lixo
Compostagem domestica de_lixoCompostagem domestica de_lixo
Compostagem domestica de_lixo
João Siqueira da Mata
 
Compostagem doméstica do lixo
Compostagem doméstica do lixoCompostagem doméstica do lixo
Compostagem doméstica do lixo
Magno José Silva
 

Semelhante a abc da agricultura familiar - solos (20)

Alimentação das criações na seca
Alimentação das criações na secaAlimentação das criações na seca
Alimentação das criações na seca
 
Abc caju
Abc cajuAbc caju
Abc caju
 
Abc guandu petrolina
Abc guandu petrolinaAbc guandu petrolina
Abc guandu petrolina
 
10 dicas para hortas ecológicas
10 dicas para hortas ecológicas10 dicas para hortas ecológicas
10 dicas para hortas ecológicas
 
Abc bananeira
Abc bananeiraAbc bananeira
Abc bananeira
 
Abc hortaliças
Abc hortaliçasAbc hortaliças
Abc hortaliças
 
Apostila Embrapa Como plantar hortaliça
Apostila Embrapa Como plantar hortaliçaApostila Embrapa Como plantar hortaliça
Apostila Embrapa Como plantar hortaliça
 
0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv
0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv
0007876uuÿyyttt5tttyyyy6tf6yf7yf6yf7yfuyf7yf7y7tf7yf7yfyf7yv
 
Manual compostagem doméstica e industrial
Manual compostagem doméstica e industrialManual compostagem doméstica e industrial
Manual compostagem doméstica e industrial
 
Manual morada da_floresta_(2014) compostagem doméstica
Manual morada da_floresta_(2014) compostagem domésticaManual morada da_floresta_(2014) compostagem doméstica
Manual morada da_floresta_(2014) compostagem doméstica
 
Abc umbuzeiro
Abc umbuzeiroAbc umbuzeiro
Abc umbuzeiro
 
21438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp02
21438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp0221438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp02
21438184 como-plantar-hortalicas-131211194443-phpapp02
 
Oficina faça compostagem doméstica
Oficina faça compostagem domésticaOficina faça compostagem doméstica
Oficina faça compostagem doméstica
 
Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4
Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4
Abc da agricultura alimentação das criações na seca 4
 
Cartilhaeucaliptoneo
CartilhaeucaliptoneoCartilhaeucaliptoneo
Cartilhaeucaliptoneo
 
Mini apostila prática- compostagem em pequenos locais
Mini apostila prática- compostagem em pequenos locaisMini apostila prática- compostagem em pequenos locais
Mini apostila prática- compostagem em pequenos locais
 
Compostagem domestica
Compostagem domesticaCompostagem domestica
Compostagem domestica
 
Abc cultivo de peixes
Abc cultivo de peixesAbc cultivo de peixes
Abc cultivo de peixes
 
Compostagem domestica de_lixo
Compostagem domestica de_lixoCompostagem domestica de_lixo
Compostagem domestica de_lixo
 
Compostagem doméstica do lixo
Compostagem doméstica do lixoCompostagem doméstica do lixo
Compostagem doméstica do lixo
 

Último

NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdfNR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
guilhermefontenele8
 
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdfRelação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
maripinkmarianne
 
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdfCirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
BrunaNeves80
 
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
OttomGonalvesDaSilva
 
TREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das Mãos
TREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das MãosTREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das Mãos
TREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das Mãos
Anderson1783
 
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RXPosicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
paathizinhya
 
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
KauFelipo
 

Último (7)

NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdfNR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
NR 12 - OPERADOR DE CESTO AÉREO elet.pdf
 
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdfRelação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
Relação de Médicos e Prestadores 2023.pdf
 
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdfCirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
Cirurgia Bucomaxilofacial - Roberto Prado _ OCR.pdf
 
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024mini curso de suturas para enfermeiros 2024
mini curso de suturas para enfermeiros 2024
 
TREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das Mãos
TREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das MãosTREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das Mãos
TREINAMENTO PROTEÇÃO DAS MÃOS.ppt Proteção das Mãos
 
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RXPosicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
Posicionamento dos ombros para avalizaçao por RX
 
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
9 - Nutrição e Longevidade - apóstila.pdf
 

abc da agricultura familiar - solos

  • 2. Adubação alternativa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Informação Tecnológica Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Embrapa Informação Tecnológica Brasília, DF 2006
  • 3. Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei no. 9.610). Dados Internacionais de Catalogação na Publicação – CIP Embrapa Informação Tecnológica Adubação alternativa. – Brasília, DF : Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 30 p. : il. – (ABC da Agricultura Familiar, 7). Compilação e edição, CW Produções Ltda. ISBN 85-7383-344-0 1. Adubo. 2. Adubação verde. 3. Adubo orgânico. CDD 361.87 Fotos CW Produções Ltda. (Tâmara Cláudia de A. Gomes) Exemplares desta publicação podem ser adquiridos na: Embrapa Informação Tecnológica Parque Estação Biológica (PqEB), Av. W3 Norte (final) CEP 70770-901 Brasília, DF Fone: (61) 3340-9999 Fax: (61) 3340-2753 vendas@sct.embrapa.br www.sct.embrapa.br Coordenação geral Fernando do Amaral Pereira Coordenação editorial Lillian Alvares Lucilene Maria de Andrade Compilação e edição CW Produções Ltda. Revisão técnica Marisa de Goes Revisão de texto Wesley José da Rocha 1ª edição 1ª impressão (2006): 1.000 exemplares Editoração eletrônica Mário César Moura de Aguiar Capa Carlos Eduardo Felice Barbeiro Ilustração da capa CW Produções Ltda. (Benedito Neto Eloi Neves Gameleira) Ilustrações do texto CW Produções Ltda. (Paulo César Rocha) Embrapa2006©
  • 4. Apresentação Empenhada em auxiliar o pequeno produtor, a Embrapa lança o ABC da Agricultura Familiar, que oferece valiosas instruções sobre o trabalho no campo. Elaboradas em linguagem simples e objetiva, as publicações abordam temas relacionados à agropecuária e mostram como otimizar a atividade rural. A criação de animais, técnicas de plantio, práticas de controle de pragas e doenças, adubação alternativa e fabricação de conservas de frutas são alguns dos assuntos tratados. De forma independente ou reunidas em associações, as famílias poderão beneficiar-se dessas informações e, com isso, diminuir custos, aumentar a produção de alimentos, criar outras fontes de renda e agregar valor a seus produtos. Assim, a Embrapa cumpre o propósito adicional de ajudar a fixar o homem no campo, pois coloca a pesquisa a seu alcance e oferece alternativas de melhoria na qualidade de vida. Fernando do Amaral Pereira Gerente-Geral Embrapa InformaçãoTecnológica
  • 6. Sumário Os adubos orgânicos são bons e baratos................................................... 7 Composto ................................................. 8 Cinzas .................................................... 16 Aproveite os restos de cultura ................. 18 Aproveite os ossos.................................. 18 Use esterco ............................................ 19 Adubo verde ........................................... 20 Biofertilizante .......................................... 22 Os três minerais mais importantes para a planta ........................................... 24 Adubo mineral (adubos comerciais) ........ 26 Medida prática de peso para adubos ...... 27 Medidas práticas de comprimento, largura e altura ........................................ 28
  • 7. 6
  • 8. 7 Os adubos orgânicos são bons e baratos Nas propriedades e nas casas, des- perdiçam-se muitos materiais que, quase sem gasto, podem ser usados como adubos: são os adubos naturais e orgânicos. Com um pequeno esforço, você pode preparar e usar esse tipo de adubo para melhorar a nutrição das plantas. Os principais adubos orgânicos são: • Composto. • Cinza. • Osso queimado. • Esterco de animais. • Adubo verde. • Biofertilizante. A seguir, você encontrará informações sobre esses adubos.
  • 9. 8 Composto Prepare um bom adubo quase de graça Oadubochamadocompostoéfeitocom a mistura de esterco, raspa de chiqueiro, restos de colheita, restos de ervas invasoras, capim, folhas, excesso de frutas do pomar, sabugos, cinzas e outros materiais orgânicos. Material orgânico é aquele que vem de um ser vivo, seja ele planta ou animal. A cinza pode ser considerada material orgânico porque vem da lenha ou do carvão, que são materiais orgânicos. Como preparar o composto • Faça um cercado de varas com uns cinco palmos de largura (um metro e dez centímetros), comprimento variável e altura de sete a oito palmos (um metro e meio a um metro e oitenta
  • 10. 9 centímetros). Forre o chão do cercado com varas, galhos, bambus ou ta- quara. Escolha, de preferência, um lugar sombreado. • É necessário também enterrar algumas varas ou bambus, que devem ficar em pé, espalhados pelo vão onde será formado o monte. Essas varas devem ser retiradas quando o monte estiver pronto, ficando os buracos que servem para arejar o composto. • No cercado, vá empilhando os mate- riais disponíveis, bem picados, de tal forma que fiquem três partes de restos de plantas (folhas verdes ou secas, bagaços, cascas, sabugos, restos de podas) e uma parte de esterco ou de raspa de chiqueiro. Isso corresponde a três palmos de partes de plantas e um palmo de esterco (ou de raspa de chiqueiro). Por cima das camadas de esterco, devem ser espalhados dois
  • 11. 10 quilos de cinza, aproximadamente. Cada camada deve ser molhada, sem ficar encharcada, e revirada. • Para obter um monte, você deve repetir esse empilhamento por duas vezes, ou seja: três palmos de restos de plantas, um palmo de esterco e mais ou menos dois quilos de cinza; mais uma vez, três palmos de restos de plantas, um palmo de esterco e mais ou menos dois quilos de cinza. • Não confunda o monte de composto orgânico com um monte de lixo. O monte de composto só deve receber material orgânico. Não jogue nele latas, vidros, cacos, plásticos ou outros materiais não-orgânicos. • Por causa da fermentação que acontece em seu interior, o monte de composto fica quente. A temperatura deve ser controlada molhando e revirandoomonte.Parasaberquando
  • 12. 11 é hora de revirar, enterre no monte, por alguns minutos, um vergalhão de ferro (ou uma foice). Se o ferro estiver tão quente que não possa ser segurado, então o monte deve ser revirado e molhado.
  • 13. 12 • Mesmo que a temperatura não esteja alta, o monte deve ser revirado a cada duas semanas. Se não estiver chovendo nessa ocasião, o monte deverá ser molhado, sem ficar encharcado. • Na hora de revirar o monte, é con- veniente abrir um dos lados do cercado de varas para que a mistura possa ser feita com maior facilidade. • Deixe cada monte fermentar durante, pelos menos, três meses. • Faça vários montes; assim que completar um, comece outro, pois, dessa forma, você controla melhor o tempo de fermentação e sempre terá composto pronto para ser usado. Observação: ocompostotambémpode ser preparado em montes sem varas.
  • 14. 13
  • 15. 14 Vantagens e usos do composto O composto é um adubo orgânico com minerais. Quanto mais rico for o material usado na preparação do composto, mais rico ele será em minerais. Cinzas são uma excelente fonte de minerais, e você não deve perdê-las. Faça com cuidado o composto e você terá um bom adubo para melhorar a produção de suas plantas. O composto é um ótimo adubo para hortas e fruteiras Na horta, você pode colocar de cinco a dez litros por metro de canteiro, misturando bem com a terra. Nas covas, para o plantio de fruteiras, coloque meia lata (10 litros), misturando com a terra de cima, no fundo da cova. Você pode usar o composto também em outras plantações, aplicando cinco litros por metro de sulco.
  • 16. 15
  • 17. 16 Cinzas Às vezes a terra é ácida e por isso as plantas não crescem direito. A correção da acidez geralmente é feita com calcário, dois ou três meses antes do plantio. Na falta de calcário, você pode usar cinza de fogão ou de fogueira. É mais barata e tem nutrientes para as plantas. Use as cinzas do fogão, das olarias, das padarias e das carvoarias. Uma boa fonte de cinza é a casca de arroz. Você já sabe que é bom plantar em lugares com grande quantidade de cinzas, como nas áreas queimadas. Tudo que é plantado ali nasce forte e vigoroso, produtivo e doce, como o milho, a abóbora e a melancia. Porém, ao fazer uma queimada você põe em risco toda a área em volta. Por isso, evite queimar o mato; se for necessário, faça aceiros e tome o máximo de cuidados para evitar incêndios e acidentes.
  • 18. 17 Você pode usar um quilo de cinza em cada cova de árvore frutífera. Mas se você misturou cinza no composto, não precisa usar separadamente. As cinzas também ajudam no controle de pragas e de doenças. Misture 100 gramas de cinzas com 60 quilos de grãos antes de guardá-los, pois assim eles ficam protegidos contra carunchos e outras pragas. Você deve colocar os grãos em latas ou em tambores com tampas, em sacos plásticos com a boca bem amarrada ou em cabaças. Essas são também boas formas de guardar as se- mentes de um ano para o outro. Atenção! Não coloque casca de arroz na terra, nem mesmo quando ela vier misturada ao esterco de galinha. Ela demora muito para se desmanchar e prejudica o desenvolvimento das plantas e dos frutos. Para ser usada como adubo, a casca de arroz deve ser queimada.
  • 19. 18 Aproveite os restos de cultura Aproveite a palhada que sobra da plan- tação: pique os restos de cultura e jogue-os no monte de composto ou queime-os. Aproveite os ossos • Junte todos os ossos que puder: de peixes, aves, caprinos, ovinos, suínos ou bovinos abatidos para o consumo. • Faça um amontoado dos ossos, cubra tudo com bastante lenha e ponha fogo, de preferência à noite, quando os ventos são mais fracos. No dia seguinte, o monte estará frio. • Separe o carvão e retire os ossos queimados, junto com as cinzas. • Triture no pilão ou em máquina. • Guarde em sacos, latas ou tambores.
  • 20. 19 Use meio quilo de cinza de ossos em cada cova e misture bem com a terra. Molhe por 15 dias. Só depois coloque o esterco, o estrume e o adubo químico. Continue molhando por mais oito dias antes de plantar. É preciso um tempo para evitar que as sementes, ao brotar, sejam queimadas pelo adubo. As padarias usam grandes quantidades de ovos, e as cascas são jogadas no lixo. Converse com os donos, peça as cascas e junte-as aos ossos na hora da queima. Use esterco Você pode utilizar esterco de todos os animais criados em sua propriedade. O esterco é muito importante, pois a terra precisa receber de volta um pouco do que dá às plantas. Além de possuir bons nutrientesparaaplanta,oestercodeixaaterra mais fofa e ajuda a manter sua umidade.
  • 21. 20 Coloque cinco litros de esterco de galinha, bem curtido, por cova de árvore frutífera ou por metro de canteiro. Para os demais estercos, aplique 10 litros por cova de fruteira; de 5 a 10 litros por metro de canteiro; e 5 litros para cada metro linear de sulco. Os estercos devem ser curtidos por, no mínimo, 30 dias, e sua aplicação deve ser feita quinze dias antes do plantio. Cada vaca, porco, galinha, coelho, jumento, cavalo, bode e ovelha que você tem é uma fábrica de adubo orgânico. Adubo verde Os adubos verdes são plantas muito ricas em nitrogênio, que é um dos alimentos básicos da planta, como se explica mais adiante. Aadubação verde é recomendada para plantações maiores porque é necessário deixar o terreno ocupado com as plantas (os adubos verdes) por um período inteiro de
  • 22. 21 plantio, para que elas se desenvolvam. Vale a pena porque é uma forma muito barata de enriquecer o solo. As plantas leguminosas, como o guandu, o amendoim, a mucuna, a soja e todos os feijões, são adubos verdes. Durante seu desenvolvimento, bactérias benéficas chamadas rizóbios entram em suas raízes e transformam o nitrogênio que a planta retira do ar em compostos nitrogenados fáceis de serem utilizados pelas plantas. Assim, as bactérias enriquecem o solo e essas plantas ficam mais ricas em nitrogênio. O processo é simples: depois de crescida,aleguminosaquevocêplantoupode serenterradacomousodeumarado,oupode simplesmente ser roçada e deixada como cobertura do solo, que, além de adubar, protege a terra. O feijão-caupi (feijão-de-corda ou feijão- de-macáçar) e todas as leguminosas também funcionam como adubo verde se enterrarmos a palhada que resta depois da colheita.
  • 23. 22 Biofertilizante O biofertilizante é um adubo obtido pela fermentação do esterco verde. • Num tambor, com tampa, que pode ter entre 50 e 200 litros de capacidade, coloque metade de esterco e metade de água, mexendo até misturar bem. • É necessário deixar um espaço de sete a oito dedos (15 centímetros) entre a superfície do líquido e a boca do tambor. • Faça um furo na tampa para passar uma mangueira de meia polegada e de um metro e meio de comprimento. Uma das pontas deve atravessar a tampa e ficar acima do líquido; a outra deve ser enfiada numa garrafa (de vidro ou de plástico) com água, para deixar passar o gás formado no tambor, sem deixar entrar ar. • A tampa e a mangueira devem ficar
  • 24. 23 bem vedadas. Após 30 dias, filtre o líquido do tambor usando um pano. • A parte sólida deve ser deixada ao ar livre para curtir e ser usada como adubo depois de uns 30 dias. • A parte líquida é o biofertilizante, que deve ser diluído na base de duas partes para uma parte de água; use essa mistura, imediatamente, para regar em volta das plantas. • Não molhe as plantas diretamente, mas somente a terra em volta delas.
  • 25. 24 Os três minerais mais importantes para a planta Para se desenvolver, a planta precisa de muitos minerais (nutrientes/fertilizantes), cada um contribuindo de alguma maneira. Os três mais importantes são descritos a seguir. Nitrogênio É o nutriente responsável pelo cres- cimento e pela produção das plantas. Dá a cor verde-escura às folhas e aumenta a velocidade de crescimento. A falta desse mineral faz as folhas ficarem verde-claras ou amareladas. Já o excesso faz os frutos ficarem mais moles e mais aguados que o normal, além de estragarem com facilidade e demorarem a amadurecer. O nitrogênio é fornecido pelo esterco, pelas leguminosas (adubos verdes), pelo composto, pela uréia, pela amônia e por adubos minerais.
  • 26. 25 Fósforo O fósforo é o alimento que ajuda na formação e no crescimento das raízes. Por causa dele, as plantas crescem mais depressa e com mais vigor. É importante na formação das sementes e aumenta a produção e o tamanho dos frutos. A falta de fósforo faz as folhas ficarem vermelhas ou roxas. Esse nutriente é fornecido pela farinha de ossos queimados, pelos superfosfatos e pelos fosfatos de rocha. Potássio O potássio aumenta o vigor das plantas e sua resistência às doenças. Aumenta a quantidade de açúcar nos frutos e também o volume dos grãos e das sementes, além de melhorar a resistência do fruto colhido. Afalta de potássio diminui o vigor da planta e aumenta o risco de doenças. O cloreto de potássio ou o sulfato de potássio são fontes de potássio encontradas no esterco e nas cinzas,naurinadevacaenobagaçodecasca de coco.
  • 27. 26 Adubo mineral (adubos comerciais) Usar adubos minerais, comprados nos armazéns ou casas de produtos agrope- cuários, é uma forma de garantir que as plantas tenham todo o alimento de que elas precisam para produzir. É um complemento para a adubação orgânica. O uso do adubo mineral requer, porém, um gasto que nem sempre pode ser assu- mido. Nas fruteiras, meio quilo de adubo mineral por árvore é suficiente para aumentar a produção, e isso custa de R$ 1,00 (um real) a R$ 1,50 (um real e cinqüenta centavos). Em casos como esse, vale a pena usar o adubo mineral: cada árvore produzirá muitos frutos, que poderão ser vendidos, além de enriquecerem a alimentação da família. Assim, haverá uma renda extra, mesmo descontando o custo do adubo.
  • 28. 27 Medida prática de peso para adubos • Corte o gargalo de uma garrafa de plástico de refrigerante (dois litros). • Divida o corpo da garrafa em três partes. • Use a parte debaixo (um terço da garrafa) como medida para adubos minerais. Esse pedaço da garrafa cheio, corres- ponde,maisoumenos,ameioquilodeadubo. Metade desse pedaço corresponde a um quarto de quilo (250 gramas).
  • 29. 28 Medidas práticas de comprimento, largura e altura • Meio palmo equivale a 11 centímetros. • Um palmo equivale a 22 centímetros. • Dois palmos equivalem a 44 centí- metros. Documento principal para a elaboração deste texto: CARVALHO, R. N. de. Cultivo da melancia para a agricultura familiar. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 1999.
  • 30. 29 Para mais informações e esclarecimentos, procure um técnico da extensão rural, da Embrapa, da prefeitura ou de alguma organização de assistência aos agricultores. Atenção!
  • 31. 30 Forme uma associação com seus vizinhos Quando você se associa com outros membros de sua comunidade, as vantagens são muitas, pois: • Fica mais fácil procurar as autoridades e pedir apoio para os projetos. • Os associados podem comprar máquinas e aparelhos em conjunto. • Fica mais fácil obter crédito. • Juntos, os associados podem vender melhor sua produção. • Os associados podem organizar mutirões. A união faz a força!
  • 32. 31 Títulos lançados • Como organizar uma associação • Como plantar abacaxi • Como plantar hortaliças • Controle alternativo de pragas e doenças das plantas • Caupi: o feijão do Sertão • Como cultivar a bananeira • Adubação alternativa • Cultivo de peixes • Como produzir melancia • Alimentação das criações na seca • Conservas caseiras de frutas
  • 33. Impressão e acabamento Embrapa Informação Tecnológica
  • 34. Informação Tecnológica Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CGPE:5848 ISBN85-7383-344-0 Com o lançamento do , a Embrapa coloca à disposição do pequeno produtor valiosas instruções sobre as atividades do campo. Numa linguagem simples e objetiva, os títulos abordam a criação de animais, técnicas de plantio, práticas de controle de pragas e doenças, adubação alternativa e fabricação de conservas de frutas, dentre outros assuntos que exemplificam como otimizar o trabalho rural. Inicialmente produzidas para atender demandas por informação do Semi-Árido nordestino, as recomendações apresentadas são de aplicabilidade prática também em outras regiões do País. Com o a Embrapa demonstra o compromisso assumido com o sucesso da agricultura familiar. ABC da Agricultura Familiar ABC da Agricultura Familiar,