Henrique Vieira
Centro Espírita Luz Eterna
31-08-2016
virtude | s. f. | s. f. pl.
vir·tu·de
(latim virtus, -utis)
substantivo feminino
1. Disposição constante do espírito que nos induz a exercer o bem e
evitar o mal.
2. O conjunto de todas ou qualquer das boas qualidades morais.
3. Acção virtuosa.
4. Austeridade no viver.
5. Castidade, pudicícia.
6. Qualidade própria para produzir certos e determinados resultados.
7. Propriedade, eficácia.
8. Validade, força, vigor.
http://www.priberam.pt/dlpo/virtude
Definição de virtude
Platão,
discípulo de Sócrates
Platão e a virtude
(428/427 a.C.-348/347 a.C.)
Prudência
Fortaleza
Temperança
Serenidade, autodomínio
Ordena os nossos
pensamentos
Justiça
Ordena e
harmonizaSubordina o prazer
ao dever
Platão / A República
Fé
Esperança
Caridade
É a expectação de algo de superior e perfeito. A Esperança
não é o produto de nossa vontade, mas de uma
espontaneidade, cujas raízes nos escapam, porque não é ela
genuinamente uma manifestação do homem, mas algo que se
manifesta pelo homem, porque não encontramos na estrutura
de nossa vida biológica, nem da nossa vida intelectual, uma
razão que a explique.
É a mãe de todas as virtudes como dizem os antigos, e
diziam-no com razão: é a raiz de todas as virtudes, porque ela
é a bondade suprema para consigo mesmo, para com os
outros, para com o Ser Infinito.
http://www.sergiobiagigregorio.com.br/filosofia/virtude-e-as-virtudes.htm
É o assentimento do intelecto que crê, com constância e
certeza, em alguma coisa. A prudência, a fortaleza, a justiça
e a moderação podem ser adquiridas.
Virtudes teologais
As sete virtudes
Prudência
Fortaleza
Temperança
Justiça
Caridade
Esperança
Fé
• A polidez
• A fidelidade
• A prudência - virtude cardeal
• A temperança – virtude cardeal
• A coragem – virtude cardeal
• A justiça – virtude cardeal
• A generosidade
• A compaixão
• A misericórdia
• A gratidão
• A humildade
• A simplicidade
• A tolerância
• A pureza
• A doçura
• A boa-fé
• O humor
• O amor
André Comte-Sponville / Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
A virtude na visão da filosofia
“893. Qual a mais meritória de
todas as virtudes?
— Todas as virtudes têm seu
mérito, porque todas são indícios
de progresso no caminho do
bem. Há virtude sempre que há
resistência voluntária ao
arrastamento das tendências;
mas a sublimidade da virtude
consiste no sacrifício do interesse
pessoal para o bem do próximo,
sem segunda intenção. A mais
meritória é aquela que se baseia
na caridade mais
desinteressada.”
“913. Entre os vícios, qual o que
podemos considerar mais radical?
Já o dissemos muitas vezes; o
egoísmo. Dele deriva todo do mal.
Estudai todos os vícios e vereis
que no fundo de todos existe o
egoísmo. Por mais que luteis
contra eles não chegareis a
extirpá-los enquanto não os
atacardes pela raiz, enquanto não
lhes houverdes destruído a causa.
Que todos os vossos esforços
tendam para esse fim, porque nele
se encontra a verdadeira chaga da
sociedade.”
Allan Kardec / O Livro dos Espíritos
As virtudes e os vícios na visão espírita
Causas dos vícios
“Condicionamentos passados fortemente fixados nos tecidos sutis do
Espírito ressurgem como incontidas impulsões, que se transformam em
vigorosos senhores dos que lhes padecem a injunção.”
Divaldo Pereira Franco / Leis Morais da Vida
“Procedentes do pretérito espiritual, fazem-se dilaceração da alma
desde cedo, quando o processo da reencarnação se consuma…”
“Constituem imperiosos tormentos que aparecem reiteradamente,
dominam e destroem os seus êmulos.”
“Formam as paisagens lôbregas do mundo moral da criatura humana.”
“459. Influem os Espíritos em
nossos pensamentos e em nossos
atos?
Muito mais do que imaginais.
Influem a tal ponto, que, de
ordinário, são eles que
vos dirigem.”
“460. De par com os
pensamentos que nos são
próprios, outros haverá que nos
sejam sugeridos?
“Vossa alma é um Espírito que
pensa. Não ignorais que,
frequentemente, muitos
pensamentos vos acodem a um
tempo sobre o mesmo assunto,
não raro, contrários uns dos
outros. Pois bem! No conjunto
deles, estão sempre de mistura
os vossos com os nossos. Daí a
incerteza em que vos vedes. É
que tendes em vós duas ideias a
se combaterem.”
Allan Kardec / O Livro dos Espíritos
A influência dos Espíritos
A importância do pensamento
“Os pensamentos que se originam no
ser espiritual, à medida que se
transferem para as áreas da sensação,
da emoção e da ação, imprimem os
seus conteúdos nas (…) células de
energia que os executam na forma
física, estabelecendo os resultados
conforme a qualidade da onda
mental.”
“Graças ao teor vibratório de cada emissão pensante, a carga estimula a
consciência celular que se sente mais fortalecida, gerando saúde, ou se
desarmoniza, produzindo doença. Mesmo que venha a desestruturar-se a
célula física, no processo de desorganização liberta a de natureza
energética que influenciará os futuros mecanismos de equilíbrio ou de
desajustes do ser humano.”
Divaldo Pereira Franco / Dias Gloriosos
O pensamento e a companhia espiritual
“…o pensamento se reflete no envoltório
perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e
aí de certo modo se fotografa. (…) Desse modo é
que os mais secretos movimentos da alma
repercutem no envoltório fluídico; que uma alma
pode ler noutra alma como num livro e ver o que
não é perceptível aos olhos do corpo.”
Allan Kardec / A Génese
“Os fluidos espirituais, que constituem um dos
estados do fluido cósmico universal, são, a bem
dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento
donde eles tiram os materiais sobre que operam (…)
Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não
manipulando-os como os homens manipulam os
gases, mas empregando o pensamento e a vontade.
Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o
que é a mão para o homem.”
A obsessão
“Chama-se obsessão à ação persistente que um Espírito mau exerce
sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diferentes, que vão
desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até
a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais.”
“Assim como as enfermidades resultam das imperfeições físicas que
tornam o corpo acessível às perniciosas influências exteriores, a
obsessão decorre sempre de uma imperfeição moral, que dá
ascendência a um Espírito mau, A uma causa física, opõe-se uma força
física; a uma causa moral preciso é se contraponha uma força moral.
Para preservá-lo das enfermidades, fortifica-se o corpo; para garanti-la
contra a obsessão, tem-se que fortalecer a alma; donde, para o
obsidiado, a necessidade de trabalhar por se melhorar a si próprio, o que
as mais das vezes basta para livrá-lo do obsessor, sem o socorro de
terceiros.”
Allan Kardec / A Génese
A dúvida de Pedro
“- Senhor! Como vencer aqueles que
nos prejudicaram e ainda nos
perturbam? Como suportar os
adversários, que se multiplicam
como erva má, que de nada
necessita para medrar?”
“- Simão (…) os verdadeiros
adversários do homem não se
encontram fora dele, porém em seu
mundo íntimo, perseguindo e
inquietando-o sem termo (…) - Há
três inimigos ferozes no imo do ser
humano, que respondem por todas
as misérias que assolam a sociedade,
dilacerando os tecidos subtis da
alma. Trata-se do egoísmo, do
orgulho e da ignorância.”
Divaldo Pereira Franco, Dias Venturosos
“A virtude, no mais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades
essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, laborioso,
sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. Infelizmente,
quase sempre as acompanham pequenas enfermidades morais que as
desornam e atenuam.”
“Não é virtuoso aquele que faz ostentação da sua virtude, pois que lhe
falta a qualidade principal: a modéstia, e tem o vício que mais se lhe
opõe: o orgulho.”
“A virtude, verdadeiramente digna desse nome, não gosta de estadear-
se.”
“Que direi daquele cujo único valor consiste em parecer o que não é?
Mais vale pouca virtude com modéstia, do que muita com orgulho.”
Allan Kardec / O Evangelho Segundo o Espiritismo
As qualidades da virtude
“A caridade é, em todos os mundos, a eterna âncora de
salvação; é a mais pura emanação do próprio Criador; é a sua
própria virtude, dada por ele à criatura.
Como desprezar essa bondade suprema?
Qual o coração, disso ciente, bastante perverso para recalcar
em si e expulsar esse sentimento todo divino?
Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce
carícia: a caridade?”
Allan Kardec / O Evangelho Segundo o Espiritismo
A virtude da caridade
Convites de Jesus
Divaldo Pereira Franco / Convites da vida
• Ao amor
• Ao bem
• À calma
• À compaixão
• À coragem
• Ao desprendimento
• Ao evangelho
• À fé
• À gratidão
• À oração
• Ao perdão
• À prudência
• À caridade
Referências bibliográficas
Avaliação pessoal de vícios
1. Sente-se irresistivelmente condicionado a algum vício?
2. Sofre as consequências maléficas que os mesmos provocam?
3. Já tentou libertar-se voluntariamente de algum desses vícios?
4. Analise como começou neles e conclua: Por livre desejo? Por
sugestão de alguém?
5. Quando tentado a experimentar algum dos vícios sociais, cede
facilmente?
6. Percebe, por vezes a sua imaginação articulando sensações que o
satisfazem ao alimentá-las?
7. Já pensou que esse tipo de imaginação nos predispõe a cometê-las?
8. Tem dificuldades em afastar da mente os devaneios e os
pensamentos ligados a prazeres íntimos?
9. Já chegou a compreender a necessidade de eliminar os vícios?
10. Acha que poderá com o próprio esforço deles se libertar?
Ney Prieto Peres / Manual Prático do Espírita

A virtude

  • 1.
    Henrique Vieira Centro EspíritaLuz Eterna 31-08-2016
  • 2.
    virtude | s.f. | s. f. pl. vir·tu·de (latim virtus, -utis) substantivo feminino 1. Disposição constante do espírito que nos induz a exercer o bem e evitar o mal. 2. O conjunto de todas ou qualquer das boas qualidades morais. 3. Acção virtuosa. 4. Austeridade no viver. 5. Castidade, pudicícia. 6. Qualidade própria para produzir certos e determinados resultados. 7. Propriedade, eficácia. 8. Validade, força, vigor. http://www.priberam.pt/dlpo/virtude Definição de virtude
  • 3.
    Platão, discípulo de Sócrates Platãoe a virtude (428/427 a.C.-348/347 a.C.) Prudência Fortaleza Temperança Serenidade, autodomínio Ordena os nossos pensamentos Justiça Ordena e harmonizaSubordina o prazer ao dever Platão / A República
  • 4.
    Fé Esperança Caridade É a expectaçãode algo de superior e perfeito. A Esperança não é o produto de nossa vontade, mas de uma espontaneidade, cujas raízes nos escapam, porque não é ela genuinamente uma manifestação do homem, mas algo que se manifesta pelo homem, porque não encontramos na estrutura de nossa vida biológica, nem da nossa vida intelectual, uma razão que a explique. É a mãe de todas as virtudes como dizem os antigos, e diziam-no com razão: é a raiz de todas as virtudes, porque ela é a bondade suprema para consigo mesmo, para com os outros, para com o Ser Infinito. http://www.sergiobiagigregorio.com.br/filosofia/virtude-e-as-virtudes.htm É o assentimento do intelecto que crê, com constância e certeza, em alguma coisa. A prudência, a fortaleza, a justiça e a moderação podem ser adquiridas. Virtudes teologais
  • 5.
  • 6.
    • A polidez •A fidelidade • A prudência - virtude cardeal • A temperança – virtude cardeal • A coragem – virtude cardeal • A justiça – virtude cardeal • A generosidade • A compaixão • A misericórdia • A gratidão • A humildade • A simplicidade • A tolerância • A pureza • A doçura • A boa-fé • O humor • O amor André Comte-Sponville / Pequeno Tratado das Grandes Virtudes A virtude na visão da filosofia
  • 7.
    “893. Qual amais meritória de todas as virtudes? — Todas as virtudes têm seu mérito, porque todas são indícios de progresso no caminho do bem. Há virtude sempre que há resistência voluntária ao arrastamento das tendências; mas a sublimidade da virtude consiste no sacrifício do interesse pessoal para o bem do próximo, sem segunda intenção. A mais meritória é aquela que se baseia na caridade mais desinteressada.” “913. Entre os vícios, qual o que podemos considerar mais radical? Já o dissemos muitas vezes; o egoísmo. Dele deriva todo do mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos existe o egoísmo. Por mais que luteis contra eles não chegareis a extirpá-los enquanto não os atacardes pela raiz, enquanto não lhes houverdes destruído a causa. Que todos os vossos esforços tendam para esse fim, porque nele se encontra a verdadeira chaga da sociedade.” Allan Kardec / O Livro dos Espíritos As virtudes e os vícios na visão espírita
  • 8.
    Causas dos vícios “Condicionamentospassados fortemente fixados nos tecidos sutis do Espírito ressurgem como incontidas impulsões, que se transformam em vigorosos senhores dos que lhes padecem a injunção.” Divaldo Pereira Franco / Leis Morais da Vida “Procedentes do pretérito espiritual, fazem-se dilaceração da alma desde cedo, quando o processo da reencarnação se consuma…” “Constituem imperiosos tormentos que aparecem reiteradamente, dominam e destroem os seus êmulos.” “Formam as paisagens lôbregas do mundo moral da criatura humana.”
  • 9.
    “459. Influem osEspíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.” “460. De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos? “Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, frequentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto, não raro, contrários uns dos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes. É que tendes em vós duas ideias a se combaterem.” Allan Kardec / O Livro dos Espíritos A influência dos Espíritos
  • 10.
    A importância dopensamento “Os pensamentos que se originam no ser espiritual, à medida que se transferem para as áreas da sensação, da emoção e da ação, imprimem os seus conteúdos nas (…) células de energia que os executam na forma física, estabelecendo os resultados conforme a qualidade da onda mental.” “Graças ao teor vibratório de cada emissão pensante, a carga estimula a consciência celular que se sente mais fortalecida, gerando saúde, ou se desarmoniza, produzindo doença. Mesmo que venha a desestruturar-se a célula física, no processo de desorganização liberta a de natureza energética que influenciará os futuros mecanismos de equilíbrio ou de desajustes do ser humano.” Divaldo Pereira Franco / Dias Gloriosos
  • 11.
    O pensamento ea companhia espiritual “…o pensamento se reflete no envoltório perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e aí de certo modo se fotografa. (…) Desse modo é que os mais secretos movimentos da alma repercutem no envoltório fluídico; que uma alma pode ler noutra alma como num livro e ver o que não é perceptível aos olhos do corpo.” Allan Kardec / A Génese “Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do fluido cósmico universal, são, a bem dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam (…) Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem.”
  • 12.
    A obsessão “Chama-se obsessãoà ação persistente que um Espírito mau exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diferentes, que vão desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais.” “Assim como as enfermidades resultam das imperfeições físicas que tornam o corpo acessível às perniciosas influências exteriores, a obsessão decorre sempre de uma imperfeição moral, que dá ascendência a um Espírito mau, A uma causa física, opõe-se uma força física; a uma causa moral preciso é se contraponha uma força moral. Para preservá-lo das enfermidades, fortifica-se o corpo; para garanti-la contra a obsessão, tem-se que fortalecer a alma; donde, para o obsidiado, a necessidade de trabalhar por se melhorar a si próprio, o que as mais das vezes basta para livrá-lo do obsessor, sem o socorro de terceiros.” Allan Kardec / A Génese
  • 13.
    A dúvida dePedro “- Senhor! Como vencer aqueles que nos prejudicaram e ainda nos perturbam? Como suportar os adversários, que se multiplicam como erva má, que de nada necessita para medrar?” “- Simão (…) os verdadeiros adversários do homem não se encontram fora dele, porém em seu mundo íntimo, perseguindo e inquietando-o sem termo (…) - Há três inimigos ferozes no imo do ser humano, que respondem por todas as misérias que assolam a sociedade, dilacerando os tecidos subtis da alma. Trata-se do egoísmo, do orgulho e da ignorância.” Divaldo Pereira Franco, Dias Venturosos
  • 14.
    “A virtude, nomais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, laborioso, sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. Infelizmente, quase sempre as acompanham pequenas enfermidades morais que as desornam e atenuam.” “Não é virtuoso aquele que faz ostentação da sua virtude, pois que lhe falta a qualidade principal: a modéstia, e tem o vício que mais se lhe opõe: o orgulho.” “A virtude, verdadeiramente digna desse nome, não gosta de estadear- se.” “Que direi daquele cujo único valor consiste em parecer o que não é? Mais vale pouca virtude com modéstia, do que muita com orgulho.” Allan Kardec / O Evangelho Segundo o Espiritismo As qualidades da virtude
  • 15.
    “A caridade é,em todos os mundos, a eterna âncora de salvação; é a mais pura emanação do próprio Criador; é a sua própria virtude, dada por ele à criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o coração, disso ciente, bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce carícia: a caridade?” Allan Kardec / O Evangelho Segundo o Espiritismo A virtude da caridade
  • 16.
    Convites de Jesus DivaldoPereira Franco / Convites da vida • Ao amor • Ao bem • À calma • À compaixão • À coragem • Ao desprendimento • Ao evangelho • À fé • À gratidão • À oração • Ao perdão • À prudência • À caridade
  • 17.
  • 18.
    Avaliação pessoal devícios 1. Sente-se irresistivelmente condicionado a algum vício? 2. Sofre as consequências maléficas que os mesmos provocam? 3. Já tentou libertar-se voluntariamente de algum desses vícios? 4. Analise como começou neles e conclua: Por livre desejo? Por sugestão de alguém? 5. Quando tentado a experimentar algum dos vícios sociais, cede facilmente? 6. Percebe, por vezes a sua imaginação articulando sensações que o satisfazem ao alimentá-las? 7. Já pensou que esse tipo de imaginação nos predispõe a cometê-las? 8. Tem dificuldades em afastar da mente os devaneios e os pensamentos ligados a prazeres íntimos? 9. Já chegou a compreender a necessidade de eliminar os vícios? 10. Acha que poderá com o próprio esforço deles se libertar? Ney Prieto Peres / Manual Prático do Espírita

Notas do Editor

  • #3 Virtude é um conceito que remete para a conduta do ser humano, quando existe uma adaptação perfeita entre os princípios morais e a vontade humana. Virtude é uma qualidade moral, um atributo positivo de um indivíduo. Virtude é a disposição de um indivíduo de praticar o bem; e não é apenas uma característica, trata-se de uma verdadeira inclinação, virtudes são todos os hábitos constantes que levam o homem para o caminho do bem. Há diferentes usos do termo, e existem vários exemplos de virtude, que estão relacionados com a força,paciência, coragem, o poder de agir, a eficácia de um ou a integridade da mente. Há virtudes intelectuais, que são ligadas à inteligência e as virtudes morais, que são relacionadas com o bem. A virtude intelectual consiste na capacidade de aprender com o diálogo e a reflexão em busca do verdadeiro conhecimento. A virtude moral, por sua vez, é a ação ou comportamento moral, é o hábito que é considerado bom de acordo com a ética. Saiba mais sobre o conceito de ética. Em geral, na linguagem cotidiana, a palavra virtude é usada para nomear as qualidades gerais de uma pessoa.