O documento discute diferentes perspectivas sobre o poder. Friedrich argumenta que o poder coercitivo deriva da posse de cargos, enquanto o poder relacional depende da capacidade de liderança de convencer os seguidores. Parsons vê o poder como um recurso simbólico que permite cumprir responsabilidades. Bobbio identifica três tipos de poder social: econômico, ideológico e político. Sartori distingue entre potestas (poder coercitivo) e auctoritas (poder de persuasão).