Este poema dramático descreve uma cena onírica de um homem e uma mulher vagando por uma floresta estranha em um estado de sonho lúcido. Eles parecem conhecer a floresta há muito tempo e viveram ali horas de felicidade esquecendo a vida real, apenas apreciando a paisagem e um ao outro. Agora a manhã chega e eles acordam lentamente ainda confusos sobre o que foi sonho e o que foi realidade.