Este artigo discute as diferenças entre afasia e demência com foco na relação entre o sujeito e sua fala. A autora argumenta que nas demências há uma "desordem proporcional" entre os sintomas na linguagem e seus efeitos sobre o sujeito, ao contrário das afasias onde há sofrimento devido à perda da fala. Ela defende que os quadros demenciais aproximam-se das psicoses segundo Lacan, colocando o sujeito em um estado de "alienação" e "sem vontade e saber" em relação à