O documento discute a transição das finanças públicas da tradição clássica para as escolas neoclássicas, destacando a intervenção do Estado na economia no contexto da crise do liberalismo clássico. Apresenta diferenças entre as abordagens clássica e neoclássica, com foco na teoria do valor, distribuição e tributação, além de mencionar desdobramentos importantes e escolas de pensamento que influenciaram essa evolução. A análise se concentra na construção da teoria das finanças públicas com base em cálculos econômicos e no impacto da política fiscal na economia moderna.