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filosofias e práticas
para a IP é assumir a
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Interdependência positiva;
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Interdependência positiva;
Entreajuda;
Desenvolvimento das capacidades
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para uma tarefa concreta;
tenha determinada orientação
para uma tarefa concreta;
partilhe linguagem e objectivos
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tenha determinada orientação
para uma tarefa concreta;
partilhe linguagem e objectivos
comuns;
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tenha determinada orientação
para uma tarefa concreta;
partilhe linguagem e objectivos
comuns;
possua capacidade de motivação;
assuma a cooperação entre os
vários elementos no sentido de
operacionalizar, rentabilizar e utilizar de
forma efectiva as competências
individuais;
possua determinada liderança;
assuma a cooperação entre os
vários elementos no sentido de
operacionalizar, rentabilizar e utilizar de
forma efectiva as competências
individuais;
possua determinada liderança;
assuma a cooperação entre os
vários elementos no sentido de
operacionalizar, rentabilizar e utilizar de
forma efectiva as competências
individuais;
possua coesão entre os vários
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Actualmente existe consenso relativo á
necessidade de uma reforma que se
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Grande diversidade de disciplinas, em
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Educador
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CRIANÇA Terapeuta
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da equipa no sentido de se coordenarem
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determinada complementaridade.
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manter a sua identidade, de algum
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que sem serem iguais, permitam a
tentativa da complementaridade.
Resulta da colaboração, comunicação e
partilha de responsabilidades. Cada
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disciplina aos outros profissionais.
Resultando numa diluição de papeis que
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Educador
CRIANÇA E
FAMÍLIA
Terapeuta
T. S. Social
Médico
Psicólogo
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Responsável de caso
relacionada com o desenvolvimento da
criança - compreensão do desenvolvimento
típico e atípico, padrões de interacção,
conhecimento de estratégias de intervenção
apropriadas tendo em conta a individualidade
de cada criança;
Thorp & McCollum, 1994
relacionada com o desenvolvimento da
criança - compreensão do desenvolvimento
típico e atípico, padrões de interacção,
conhecimento de estratégias de intervenção
apropriadas tendo em conta a individualidade
de cada criança;
Thorp & McCollum, 1994
relacionada com a família compreensão
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da família e da suas individualidades e
desenvolvimento e implementação do PIAF;
relacionada com a equipa conhecimento
dos elementos de processo da equipa e os
diversos modelos de equipa;
Thorp & McCollum, 1994
relacionada com a equipa conhecimento
dos elementos de processo da equipa e os
diversos modelos de equipa;
Thorp & McCollum, 1994
relacionada com a especificidade de cada
um dos serviços implicados conhecimento do
funcionamento específico de cada um dos
serviços, coordenação do PIAF em cada um dos
serviços e desenvolvimento de actividades de
coordenação por cada um dos serviços.
ambiente de trabalho informal e
caracterizado pela lealdade e
confiança mútua;
ambiente de trabalho informal e
caracterizado pela lealdade e
confiança mútua;
discussão clara e aberta entre os
vários profissionais;
ambiente de trabalho informal e
caracterizado pela lealdade e
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discussão clara e aberta entre os
vários profissionais;
objectivos claramente definidos e
partilhados;
ambiente de trabalho informal e
caracterizado pela lealdade e
confiança mútua;
discussão clara e aberta entre os
vários profissionais;
objectivos claramente definidos e
partilhados;
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atitude de escuta relativamente
ao outro;
atitude de escuta relativamente
ao outro;
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atitude de escuta relativamente
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partilha aberta de ideias (não
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ao outro;
construção de consensos;
partilha aberta de ideias (não
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escondidas );
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da equipa mas envolvendo-os e entusiasmando-
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ao grupoao grupo
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DiagnDiagnóósticostico
das causasdas causas
dodo
problemaproblema
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Procura deProcura de
solusoluççõesões
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das diversasdas diversas
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Bruder, 1994
Equipa Interserviços
Equipa Interserviços
Obtém melhorias em termos de tempo, precisão,
flexibilidade, qualidade, serviço e custos
Equipas com técnicos de diversos serviços que
trabalham de forma a encontrarem respostas
integradas.
centra-se nos processos
Equipa Interserviços
Obtém melhorias em termos de tempo, precisão,
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Equipas com técnicos de diversos serviços que
trabalham de forma a encontrarem respostas
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elimina tarefas desnecessárias
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Obtém melhorias em termos de tempo, precisão,
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Equipas com técnicos de diversos serviços que
trabalham de forma a encontrarem respostas
integradas.
centra-se nos processos
elimina tarefas desnecessárias
reorganiza e combina tarefas
Altera-se uma prática pela qual cada
grupo profissional e/ ou cada serviço
específico tinha uma acção isolada,
desenvolvida à imagem de olhares
particulares .
promove a construção de uma linguagem
comum sobre IP através da partilha de
(in)formação sobre as práticas recomendadas;
Equipa Interserviços
muda e fortalece todos os serviços
implicados, porque:
Kilgo & Bruder, 1997
promove a construção de uma linguagem
comum sobre IP através da partilha de
(in)formação sobre as práticas recomendadas;
Equipa Interserviços
muda e fortalece todos os serviços
implicados, porque:
Kilgo & Bruder, 1997
estabelece compromissos com o
desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar;
promove a construção de uma linguagem
comum sobre IP através da partilha de
(in)formação sobre as práticas recomendadas;
Equipa Interserviços
muda e fortalece todos os serviços
implicados, porque:
Kilgo & Bruder, 1997
facilita a construção de sinergias entre os
diversos profissionais das diversas disciplinas e
dos diversos serviços;
estabelece compromissos com o
desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar;
estabelece pequenos plataformas (objectivos
e actividades) colaborativas entre os diversos
serviços;
Equipa Interserviços
muda e fortalece todos os serviços
implicados, porque:
Kilgo & Bruder, 1997
estabelece pequenos plataformas (objectivos
e actividades) colaborativas entre os diversos
serviços;
Equipa Interserviços
muda e fortalece todos os serviços
implicados, porque:
Kilgo & Bruder, 1997
maximiza a utilização das fontes de
informação entre os diversos serviços;
estabelece pequenos plataformas (objectivos
e actividades) colaborativas entre os diversos
serviços;
Equipa Interserviços
muda e fortalece todos os serviços
implicados, porque:
Kilgo & Bruder, 1997
providencia estratégias conjuntas efectivas
de modo a responder-se às necessidades
individuais de cada uma das crianças e
respectivas famílias.
maximiza a utilização das fontes de
informação entre os diversos serviços;
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Trabalho de Equipa em Intervenção Precoce

  • 1. Joaquim ColôaJoaquim Colôa Encontro Educação para a Inclusão Tempos de Reflexão Albufeira 23 de Maio
  • 3. Definir e partilhar filosofias e práticas para a IP é assumir a influência Sandall; McLean; Milagros; Santos & Smith - 2002 nos quais essas práticas são identificadas contexto social nossa história legislação (políticas) valores
  • 4. diferença na interacção entre as partes e o todo, entre o processo e a tarefa enquanto actividade. sociedades actuais perspectiva do modelo ecosistémico complexidademultidimensionalidade
  • 5. Não é exclusivo da IP. Este modelo decorre de um modelo organizacional que: se centra na gestão das interacções humanas;
  • 6. enfatiza a importância do grupo e da interacção dos seus membros para, entre si, construírem relações e estratégias de trabalho. Não é exclusivo da IP. Este modelo decorre de um modelo organizacional que: se centra na gestão das interacções humanas;
  • 7. Esta opção de intervenção revela-se mais complexa, do que à priori pode parecer. O facto de se pressupor que os técnicos actuam em grupo transforma, cada uma das suas acções, em modos bem diferentes aos que se verificariam se cada um desses técnicos pensasse, decidisse e agisse isoladamente.
  • 8. a responsabilidade individual a par da responsabilidade da equipa / corresponsabilidade). Considera:
  • 9. a responsabilidade individual a par da responsabilidade da equipa / corresponsabilidade). a capacidade e o trabalho individuais mas valoriza, sobretudo, o processo e o produto do trabalho da equipa considerando que cada um pode contar com o(s) outro(s). Considera:
  • 10. Assenta em cinco grandes princípios: Interdependência positiva;
  • 11. Assenta em cinco grandes princípios: Interdependência positiva; Entreajuda;
  • 12. Assenta em cinco grandes princípios: Interdependência positiva; Entreajuda; Desenvolvimento das capacidades de relações inter-pessoais (liderança, poder de decisão e de iniciativa, auto-confiança, comunicação e gestão de conflitos);
  • 13. Assenta em cinco grandes princípios: Responsabilidade individual;
  • 14. Partilha do trabalho em grupo (a tarefa atribuída a cada um é imprescindível para o produto final da equipa e o trabalho atribuído a cada equipa é imprescindível para atingir os objectivos pré-estabelecidos). Assenta em cinco grandes princípios: Responsabilidade individual;
  • 15. tenha determinada orientação para uma tarefa concreta;
  • 16. tenha determinada orientação para uma tarefa concreta; partilhe linguagem e objectivos comuns;
  • 17. tenha determinada orientação para uma tarefa concreta; partilhe linguagem e objectivos comuns; possua capacidade de motivação;
  • 18. tenha divisão de papeis mas integrando cada profissional as competências de outros; tenha determinada orientação para uma tarefa concreta; partilhe linguagem e objectivos comuns; possua capacidade de motivação;
  • 19. assuma a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efectiva as competências individuais;
  • 20. possua determinada liderança; assuma a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efectiva as competências individuais;
  • 21. possua determinada liderança; assuma a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efectiva as competências individuais; possua coesão entre os vários elementos.
  • 22. Actualmente existe consenso relativo á necessidade de uma reforma que se centre sobretudo na substituição de uma intervenção unidisciplinar por uma intervenção em modelos interdisciplinares inovativos. Kilgo & Bruder, 1997
  • 23. Grande diversidade de disciplinas, em que cada elemento trabalha independentemente, dando respostas não coordenadas pela equipa enquanto um todo. Educador CRIANÇA Terapeuta T. S. Social Médico Psicólogo
  • 24. Diversidade de disciplinas, observando-se alguma comunicação entre os vários elementos para se elaborar planificação e proceder a uma intervenção global. A intervenção não é mais do que a soma das partes , pois cada elemento continua a agir isoladamente. Educador CRIANÇA Terapeuta T. S. Social Médico Psicólogo
  • 25. Um conjunto de relações (formais e informais) que se estabelecem no seio da equipa no sentido de se coordenarem acções e um conjunto de coordenações interpessoais estabelecidas, visando determinada complementaridade.
  • 26. A necessidade do sujeito afirmar e manter a sua identidade, de algum modo a sua diferença e o sentido de procurar no(s) outro(s) os pontos comuns que sem serem iguais, permitam a tentativa da complementaridade.
  • 27. Resulta da colaboração, comunicação e partilha de responsabilidades. Cada profissional ensina as aptidões da sua disciplina aos outros profissionais. Resultando numa diluição de papeis que torna cada disciplina menos distinta. Educador CRIANÇA E FAMÍLIA Terapeuta T. S. Social Médico Psicólogo Psicólogo T. S. Social Responsável de caso
  • 28. relacionada com o desenvolvimento da criança - compreensão do desenvolvimento típico e atípico, padrões de interacção, conhecimento de estratégias de intervenção apropriadas tendo em conta a individualidade de cada criança; Thorp & McCollum, 1994
  • 29. relacionada com o desenvolvimento da criança - compreensão do desenvolvimento típico e atípico, padrões de interacção, conhecimento de estratégias de intervenção apropriadas tendo em conta a individualidade de cada criança; Thorp & McCollum, 1994 relacionada com a família compreensão do sistema familiar, (re)conhecimento das forças da família e da suas individualidades e desenvolvimento e implementação do PIAF;
  • 30. relacionada com a equipa conhecimento dos elementos de processo da equipa e os diversos modelos de equipa; Thorp & McCollum, 1994
  • 31. relacionada com a equipa conhecimento dos elementos de processo da equipa e os diversos modelos de equipa; Thorp & McCollum, 1994 relacionada com a especificidade de cada um dos serviços implicados conhecimento do funcionamento específico de cada um dos serviços, coordenação do PIAF em cada um dos serviços e desenvolvimento de actividades de coordenação por cada um dos serviços.
  • 32. ambiente de trabalho informal e caracterizado pela lealdade e confiança mútua;
  • 33. ambiente de trabalho informal e caracterizado pela lealdade e confiança mútua; discussão clara e aberta entre os vários profissionais;
  • 34. ambiente de trabalho informal e caracterizado pela lealdade e confiança mútua; discussão clara e aberta entre os vários profissionais; objectivos claramente definidos e partilhados;
  • 35. ambiente de trabalho informal e caracterizado pela lealdade e confiança mútua; discussão clara e aberta entre os vários profissionais; objectivos claramente definidos e partilhados; respeito e aceitação descomprometida das ideias dos outros;
  • 36. atitude de escuta relativamente ao outro;
  • 37. atitude de escuta relativamente ao outro; construção de consensos;
  • 38. atitude de escuta relativamente ao outro; construção de consensos; partilha aberta de ideias (não existência de agendas escondidas );
  • 39. atitude de escuta relativamente ao outro; construção de consensos; partilha aberta de ideias (não existência de agendas escondidas ); liderança partilhada;
  • 40. reflexão sobre os processos e dinâmicas da equipa. atitude de escuta relativamente ao outro; construção de consensos; partilha aberta de ideias (não existência de agendas escondidas ); liderança partilhada;
  • 41. Qual o objectivo da reunião? Quem poderá contribuir para alcançar o objectivo? Que materiais e informações devo proporcionar para que todos estejam preparados? PreparaPreparaççãoão Qual o problema para o qual necessitamos de descortinar vias de resolução? Como posso transmitir o verdadeiro ponto da situação sem condicionar os restantes técnicos da equipa mas envolvendo-os e entusiasmando- os? ApresentaApresentaççãoão do problemado problema ao grupoao grupo Adp. Rego & Cunha,
  • 42. Como poderemos saber as razões pelas quais este problema surgiu? Quais as diferentes facetas do problema? O que está na sua génese? Como poderei envolver os técnicos de modo a apresentarem diferentes concepções do assunto? Como poderemos distinguir causas e sintomas? DiagnDiagnóósticostico das causasdas causas dodo problemaproblema Quais os diversos caminhos que temos ao nosso dispor para resolver o problema? Que métodos e ferramentas poderemos utilizar para encorajar a criatividade dos técnicos da equipa? Como poderemos evitar os falsos consensos ? Procura deProcura de solusoluççõesões alternativasalternativas para opara o problemaproblema Adp. Rego & Cunha,
  • 43. Quais as vantagens e desvantagens, custos, benefícios, pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades das várias alternativas para a acção? Como poderemos fazer uma avaliação cuidada de cada um destes aspectos sem nos alongarmos excessivamente na discussão e, assim, perdermos a oportunidade de tomar a decisão atempadamente? AvaliaAvaliaççãoão das diversasdas diversas alternativasalternativas Adp. Rego & Cunha
  • 44. Características Individuais Aptidões Conhecimentos Personalidade - Atitudes CaracterCaracteríísticas Individuaissticas Individuais Aptidões Conhecimentos Personalidade - Atitudes Características de Grupo Papeis Coesão Estádios de desenvolvimento Relação entre Status Normas Tamanho CaracterCaracteríísticas desticas de GrupoGrupo Papeis Coesão Estádios de desenvolvimento Relação entre Status Normas Tamanho Factores Situacionais Objectivos Estabilidade Recursos e tipo de organização FactoresFactores SituacionaisSituacionais Objectivos Estabilidade Recursos e tipo de organização Processo de Grupo Liderança Comunicação Conflito Estratégia de tomada de decisão .../... Processo deProcesso de GrupoGrupo Liderança Comunicação Conflito Estratégia de tomada de decisão .../... RESULTADOS OBTIDOS PELO GRUPO RESULTADOS OBTIDOS PELO GRUPO
  • 45. Factores políticos e da comunidade Cultura organizacional Equipa relação Características individuais Felgueiras, 2000
  • 47. A falta de um trabalho de equipa pode resultar em intervenções realizadas por uma multiplicidade de profissionais e, ou serviços que apresentem diferentes filosofias e objectivos de intervenção. Bruder, 1994 Equipa Interserviços
  • 48. Equipa Interserviços Obtém melhorias em termos de tempo, precisão, flexibilidade, qualidade, serviço e custos Equipas com técnicos de diversos serviços que trabalham de forma a encontrarem respostas integradas. centra-se nos processos
  • 49. Equipa Interserviços Obtém melhorias em termos de tempo, precisão, flexibilidade, qualidade, serviço e custos Equipas com técnicos de diversos serviços que trabalham de forma a encontrarem respostas integradas. centra-se nos processos elimina tarefas desnecessárias
  • 50. Equipa Interserviços Obtém melhorias em termos de tempo, precisão, flexibilidade, qualidade, serviço e custos Equipas com técnicos de diversos serviços que trabalham de forma a encontrarem respostas integradas. centra-se nos processos elimina tarefas desnecessárias reorganiza e combina tarefas
  • 51. partilha informações entre os vários técnicos envolvidos num processo especifico Equipa Interserviços Obtém melhorias em termos de tempo, precisão, flexibilidade, qualidade, serviço e custos Equipas com técnicos de diversos serviços que trabalham de forma a encontrarem respostas integradas. centra-se nos processos elimina tarefas desnecessárias reorganiza e combina tarefas
  • 52. Altera-se uma prática pela qual cada grupo profissional e/ ou cada serviço específico tinha uma acção isolada, desenvolvida à imagem de olhares particulares .
  • 53. promove a construção de uma linguagem comum sobre IP através da partilha de (in)formação sobre as práticas recomendadas; Equipa Interserviços muda e fortalece todos os serviços implicados, porque: Kilgo & Bruder, 1997
  • 54. promove a construção de uma linguagem comum sobre IP através da partilha de (in)formação sobre as práticas recomendadas; Equipa Interserviços muda e fortalece todos os serviços implicados, porque: Kilgo & Bruder, 1997 estabelece compromissos com o desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar;
  • 55. promove a construção de uma linguagem comum sobre IP através da partilha de (in)formação sobre as práticas recomendadas; Equipa Interserviços muda e fortalece todos os serviços implicados, porque: Kilgo & Bruder, 1997 facilita a construção de sinergias entre os diversos profissionais das diversas disciplinas e dos diversos serviços; estabelece compromissos com o desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar;
  • 56. estabelece pequenos plataformas (objectivos e actividades) colaborativas entre os diversos serviços; Equipa Interserviços muda e fortalece todos os serviços implicados, porque: Kilgo & Bruder, 1997
  • 57. estabelece pequenos plataformas (objectivos e actividades) colaborativas entre os diversos serviços; Equipa Interserviços muda e fortalece todos os serviços implicados, porque: Kilgo & Bruder, 1997 maximiza a utilização das fontes de informação entre os diversos serviços;
  • 58. estabelece pequenos plataformas (objectivos e actividades) colaborativas entre os diversos serviços; Equipa Interserviços muda e fortalece todos os serviços implicados, porque: Kilgo & Bruder, 1997 providencia estratégias conjuntas efectivas de modo a responder-se às necessidades individuais de cada uma das crianças e respectivas famílias. maximiza a utilização das fontes de informação entre os diversos serviços;
  • 59.
  • 60. This document was created with Win2PDF available at http://www.win2pdf.com. The unregistered version of Win2PDF is for evaluation or non-commercial use only. This page will not be added after purchasing Win2PDF.