Este documento discute a regulação sociocomunitária da educação ao longo da vida em Portugal. Argumenta que a educação deve beneficiar todos os cidadãos e comunidades, colocando o desenvolvimento humano no centro do desenvolvimento social. Questiona como diferentes atores sociais podem se organizar para otimizar este objetivo, desde o Estado até instituições locais. Defende uma abordagem participativa e descentralizada em oposição a modelos centralizados e normativos.