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Feira de ciências
movimenta escola
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A professora Ângela
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com sucesso
Cotidiano
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Depois do FUNK,
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Alunos do Mais Educação
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Cotidiano
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Jornal cada
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EM ACAO
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Nosso jornal foi ultilizado de maneira bem interessante
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Após a realização da leitura do jornal a turma passou a
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guardavam relação com a matemática. Além da
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outras possibilidades e provocaram uma interessante
discussão sobre como a matemática está presente no
nossodiaadia.Boaideia.
Aula de matemática
“esquadrinha” jornal
em sala de aula
Oláamigos,
O Mais Educação receberá também apoio da
Universidade Estácio de Sá. Em agosto receberenos
tambémaajudadosalunosdecomunicaçãoepublicidade
Universidade Estácio de Sá para orientar os alunos na
confecção dos nossos produtos: blog, jornal, rádio e
audiovisual.OrientadospeloprofessorAntonioCarlosda
Hora, os alunos vão atuar juntos com os participantes do
Mais Educação. Já durantes as férias acompanharam as
primeirasfilmagensdonossosegundocurta.
Tiragem: 10.000 I
Professor
coordenador:
Rogério Freitas I
Editado pelo
projeto Mais
Educação
Bairro Vila Ideal
Juiz de Fora - MG
Foi grande o envolvimento de
alunos, professores e funcionários com a
realização da Feira de Ciências, que repetiu
o sucesso do ano passado. Durante toda a
manhã do sábado, dia 22 de junho, os
grupos desenvolveram experiências as mais
diversas. As fotos abaixo, registram a entrega
do prêmio simbólico aos vencedores das
melhores experiências. Parabéns a todos os
envolvidos.
Feira de ciências movimenta escola
Alunos do projeto Mais Educação
visitaram a UFJF
O Mais Educão contará agora com
a colaboração dos alunos e professores da
Faculdade de Comunicação da UFJF.
Alunos da professora Iluska acompanharão
o desenvolvimento dos trabalhos a partir de
agosto. Depois de visitarem a escola para
um bate-papo com nossos alunos os
universitários os receberam, no dia 22 de
junho, os alunos na Faculdade de
Comunicação. Pela manhã, os alunos
visitaram os laboratórios de fotografia, o
estúdio de TV e participaram ao vivo do
programa de rádio transmitido pela Radio
Universitária. Em seguida todos almoçaram
no RU. A parte da tarde foi reservada para
conhecer o campus e o Forum da Cultura.
Um dos locais que a galera mais gostou foi o
Centro Olímpico, dotado de várias quadras,
pista de atletismo, piscina coberta e ginásio
poliesportivo.
A visita foi finalizada no fórum da
Cultura, que, além da casa histórica possui
um museu de cultura popular. O tema da
exposição era os festejos juninos.
E aí, conhece nosso blog?
Na edição passada falamos sobre
a produção de acrósticos....
mas faltou uma foto para
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Nossaescolapossuíumblognainternet.Nelepostamos
as notícias, os trabalhos desenvolvidos na escola, dicas
de filmes e maquiagem, links interessantes, dentre
outras coisas. Acompanhe e opine no nosso blog. Sugira
postagem de trabalhos realizados ou imagens
interessantes. Acesse: blogescoladilermando.-
blogspot.com Quer trabalhar com a gente? É só
comparecer na escola de segunda a quinta na parte da
tardeeconversarcomaequipe.
Gostei muito porque a gente
conheceu várias coisas diferentes,
gostei dos laboratórios e do parque.
Fiquei com vontade de estudar lá um
dia
Achei maravilhosa a experiência de
conhecer a UFJF, o campus e as
faculdades , principalmente a de
Comunicação, o radio, a TV e o jornal.
Gostei de ver como se fazia fotos
antigamente, com produtos químicos e
papel fotográfico. A área olimpíca é
um show. Tenho vontade de estudar lá
Wesley Ribeiro 702
Elisa Peçanha 602
Cultura
Na edição passad, conhecemos a
história do Funk. Desse ritmo musical, nasceu
a cultura Hip Hop, tema da nossa segunda
reportagem. Com a chegada ao Brasil,
vindo da Florida (EUA), de um ritmo conheci-
do como Miami Bass, que aqui foi batizado
de Funk, duas vertentes surgem a partir dele.
Uma atende a demanda da produção
midiática, à cultura de massa, liderada por
um grupo de pessoas que visam o lucro com
esta produção, oferecendo a população
uma forma de diversão e de passar o tempo.
Enquanto que a outra vertente, o Hip Hop,
propõe uma ação de protesto político e
social para o exercício da cidadania.
A história do HIP-HOP
A cultura Hip Hop é formada pelos
seguintes elementos: O rap, o graffiti e break.
O Rap ou seja, o ritmo e a poesia, é a expres-
são musical-verbal da cultura. O Graffiti, que
O Rap (Rhythm And Poetry) tem sua origem nos
“Sound Systems” da Jamaica, muito utilizados por lá na
década de sessenta, uma espécie de carro de som onde
o “toaster” (como o MC atual) discursava sobre os
problemas socioculturais e políticos do seu povo. Em
busca de trabalho, na década de setenta, esses
toasters migraram para os Estados Unidos, e lá
contribuíram para o surgimento do Rap. A linguagem do
Rap possibilitou aparecer novos cantores, grupo
musicais e mestres de cerimônia, os MCs,
importantíssimos nos bailes funks e nas apresentações
de Rap.
A Break Dance é a linguagem artística dentro
do Hip Hop praticada pelos b-boys e b-girls, os
adoradores de grifes esportivas. Este estilo de dança
surgiu com a quebra da bolsa de valores dos Estados
Unidos, em 1929, quando acontece o desemprego em
massa. Os artistas dos cabarés americanos foram para
as ruas fazerem seus números de música e dança, em
busca de dinheiro. Daí surge a “Street Dance” (Dança de
Rua), porém com uma estética própria daquela época.
A break dance baseia-se na performance do dançarino,
na sua capacidade de travar e quebrar os movimentos
leves e contínuos. Ela é uma estética específica dentro
da Dança de Rua, que possui característica de
enfrentamento, protesto e/ou performance em grupo,
mas permitindo que em determinado momento da
apresentação alguém possa improvisar com a sua
habilidade em break dance.
Outra expressão artística marcante no movimento Hip
Hop é o Graffiti, que em parte tem a ver com a
pichação, isto porque no surgimento do Hip Hop o
graffiti servia para demarcar becos, muros e trens nas
grandes metrópolis. Com a essência do movimento Hip
Hop, nos anos oitenta, essas demarcações foram se
transformando em verdadeiros murais de obras de
arte. Hoje há uma nítida diferença entre o graffiti e a
pichação, inclusive pela ilegalidade e vandalismo do
segundo. O movimento Hip Hop tem sido respeitado
por uma grande parcela da sociedade brasileira. Mérito
alcançado pelos líderes conscientes deste movimento
no Brasil.
representa a arte plástica, expressa por
desenhos coloridos feitos por graffiteiros nas
ruas das cidades espalhadas pelo mundo. A
Break Dance representa a dança.
Os três elementos juntos compõe a
cultura Hip Hop. Que muitos dizem que é a
"Rede Globo da periferia", ou seja, que o Hip
Hop seria a única forma da periferia, dos
guetos expressarem suas dificuldades, suas
necessidades de todas classes excluídas.
O termo hip hop, alguns dizem que
foi criado em meados de 1968 por Afrika
Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois
movimentos interessantes que ocorreram
nessa época: um deles estava na forma
musical pela qual se transmitia a cultura dos
guetos (bairros pobres, cuja maioria de
moradores era formada por negros) ameri-
canos, a outra estava justamente na forma
de dançar popular na época, que era saltar
(hop) movimentando os quadris (hip).
Afrika Bambaataa é o
pseudônimodeKevinDonovan(Bronx,NovaYork,19de
abril de 1957) DJ estado-unidense e líder da Zulu
Nation, reconhecido como sendo o padrinho do Hip Hop
portersidooprimeiroautilizarotermo"HipHop"para
designaraculturaqueseexpandianosbairrosnegrose
latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs,
MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos
deBreaking).
Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de
NovaIorque,o jovemD.J. AfrikaBambaataa, começou
aparecer e crescer no cenário da música B.Beat,
inspiradopelograndeKoolD.J.Herc.
Ele começou a trazer novos discos e fazia as
pessoasdançaremcomoumtrovão,edecidiudechamá-
los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa
seria o responsável por várias gírias no movimento.
Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de
Grand Máster Flash, que ajudou responsável pelo
surgimento do fenômeno das rimas, como a
conhecemoshoje..
Se existe alguém responsável pela criação
da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika
Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram
depois só ajudaram a construir o que chamamos de
HIP-HOP.
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Para enriquecer a corrida da vida
Entrevista: professora Ânegla
A professora Ângela de educação
física é uma das mais destacadas corredo-
ras de Juiz de Fora. Nesse bate-bola rápido
com o Dilermando em Ação ela fala como
começou a correr e dá dicas aos iniciantes.
DA: Você disputa provas de corridas desde
quando?
Ângela: Disputo desde criança, claro que de
forma lúdica.
DA: Quais são suas motivações para correr?
Ângela: As motivações são várias: promo-
ção da minha saúde física e mental, intele-
lectual, socialização com o grupo do qual
pertenço, dentre outros.
DA: Quais as principais provas que disputou?
Existe uma que tenha marcado você em
especial?
Ângela: Já disputei todas as provas do
atletismo, desde saltos, arremessos e lança-
mentos até a maratona de 42 km.
DA: Pra quem vai começar a correr, qual
seriam suas dicas?
Ângela: Primeiramente, procurar um médi-
co para realização de exames pertinerntes
e buscar um profissional de educação física
para te orientar.
DA: Uma palavra para aqueles que estão
começando.
Ângela: Perseverem na prática, dedicação,
e entender que, a corrida é antes de tudo um
encontro com outras pessoas e uma troca de
experiências incríveis. Afinal, cada um tem
uma história para contar e, com isso, vai-se
enriquecendo a corrida da vida....
Desafio
Conheça a música que o Wellington
da 801 escreveu em inglês.
Alguém se habilita a traduzir?
Alone
Hey, I'm alone baby
Why you left me?
When I said goodbye, I was mad
Oooh baby, you made me crazy
When I said goodbye (goodbye)
Baby I'm crazy
Now I'm alone (alone)
I'm without you
Hey, I want you more (more and more)
Want you more (more and more)
No, I've never meant to hurt you baby
Never meant to make you suffer
But now I'm so…
Chorus:
Alone
So alone
I'm so alone
Baby, alone so
Alone (alone)
So alone (alone)
I'm so alone (alone)
Without you baby by my side (2x)
But you left me alone
Baby without you I'm nobody
Please come back baby
I'm nobody without you baby
Now it's hard to get up
And not having you by my side
As if the world
Was ending for me
Baby, without you I'm…
Chorus:
Oooh, not you, not you
Oooh, you know baby
After all I love you
Had no reason to say goodbye
So tell me why?
What have I done to you?
What have I done so badly for you?
Tell me baby soon
Without you I'm so…
------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------
InterAÇÃO
De:Yasmin (802)
Para:Jean Pablo (701)
Recado: Você e meu amigo de verdade
e de confiança, te adoro.*-*
De: Isabela (702)
Para: Thaina e Felipe (702)
Recado: Você é o mais lindo do colégio
Felipe. Thaina você e minha melhor
amiga em todos os momentos.
De: João Paulo (902)
Para: Dodoido (902)
Recado: Meu mano,
alaquiééhnoiz...vibracões positivas
sempre!
De:Wesley (702)
Para: Nayara (802)
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Feira de ciências movimenta escola

  • 1. x D Feira de ciências movimenta escola 3 4 A professora Ângela fala do seu amor pela corrida Entrevista Interclasse é realizado com sucesso Cotidiano 8Página 2 Depois do FUNK, conversamos sobre HIP HOP Cultura 2 Alunos do Mais Educação visitam UFJF Cotidiano Esporte 8Página 2 Jornal cada vez mais interativo! Página 4
  • 2. EM ACAO ~ , Cotidiano Nosso jornal foi ultilizado de maneira bem interessante nas aulas de matemática do professor Marcos Vinicius. Após a realização da leitura do jornal a turma passou a grifar todas as palavras que, de alguma maneira, guardavam relação com a matemática. Além da identificação de numerais, foram levantadas palavras que indicam quantidade, tamanho, conjunto, dentre outras possibilidades e provocaram uma interessante discussão sobre como a matemática está presente no nossodiaadia.Boaideia. Aula de matemática “esquadrinha” jornal em sala de aula Oláamigos, O Mais Educação receberá também apoio da Universidade Estácio de Sá. Em agosto receberenos tambémaajudadosalunosdecomunicaçãoepublicidade Universidade Estácio de Sá para orientar os alunos na confecção dos nossos produtos: blog, jornal, rádio e audiovisual.OrientadospeloprofessorAntonioCarlosda Hora, os alunos vão atuar juntos com os participantes do Mais Educação. Já durantes as férias acompanharam as primeirasfilmagensdonossosegundocurta. Tiragem: 10.000 I Professor coordenador: Rogério Freitas I Editado pelo projeto Mais Educação Bairro Vila Ideal Juiz de Fora - MG Foi grande o envolvimento de alunos, professores e funcionários com a realização da Feira de Ciências, que repetiu o sucesso do ano passado. Durante toda a manhã do sábado, dia 22 de junho, os grupos desenvolveram experiências as mais diversas. As fotos abaixo, registram a entrega do prêmio simbólico aos vencedores das melhores experiências. Parabéns a todos os envolvidos. Feira de ciências movimenta escola Alunos do projeto Mais Educação visitaram a UFJF O Mais Educão contará agora com a colaboração dos alunos e professores da Faculdade de Comunicação da UFJF. Alunos da professora Iluska acompanharão o desenvolvimento dos trabalhos a partir de agosto. Depois de visitarem a escola para um bate-papo com nossos alunos os universitários os receberam, no dia 22 de junho, os alunos na Faculdade de Comunicação. Pela manhã, os alunos visitaram os laboratórios de fotografia, o estúdio de TV e participaram ao vivo do programa de rádio transmitido pela Radio Universitária. Em seguida todos almoçaram no RU. A parte da tarde foi reservada para conhecer o campus e o Forum da Cultura. Um dos locais que a galera mais gostou foi o Centro Olímpico, dotado de várias quadras, pista de atletismo, piscina coberta e ginásio poliesportivo. A visita foi finalizada no fórum da Cultura, que, além da casa histórica possui um museu de cultura popular. O tema da exposição era os festejos juninos. E aí, conhece nosso blog? Na edição passada falamos sobre a produção de acrósticos.... mas faltou uma foto para ilustrar o bonito trabalho Nossaescolapossuíumblognainternet.Nelepostamos as notícias, os trabalhos desenvolvidos na escola, dicas de filmes e maquiagem, links interessantes, dentre outras coisas. Acompanhe e opine no nosso blog. Sugira postagem de trabalhos realizados ou imagens interessantes. Acesse: blogescoladilermando.- blogspot.com Quer trabalhar com a gente? É só comparecer na escola de segunda a quinta na parte da tardeeconversarcomaequipe. Gostei muito porque a gente conheceu várias coisas diferentes, gostei dos laboratórios e do parque. Fiquei com vontade de estudar lá um dia Achei maravilhosa a experiência de conhecer a UFJF, o campus e as faculdades , principalmente a de Comunicação, o radio, a TV e o jornal. Gostei de ver como se fazia fotos antigamente, com produtos químicos e papel fotográfico. A área olimpíca é um show. Tenho vontade de estudar lá Wesley Ribeiro 702 Elisa Peçanha 602
  • 3. Cultura Na edição passad, conhecemos a história do Funk. Desse ritmo musical, nasceu a cultura Hip Hop, tema da nossa segunda reportagem. Com a chegada ao Brasil, vindo da Florida (EUA), de um ritmo conheci- do como Miami Bass, que aqui foi batizado de Funk, duas vertentes surgem a partir dele. Uma atende a demanda da produção midiática, à cultura de massa, liderada por um grupo de pessoas que visam o lucro com esta produção, oferecendo a população uma forma de diversão e de passar o tempo. Enquanto que a outra vertente, o Hip Hop, propõe uma ação de protesto político e social para o exercício da cidadania. A história do HIP-HOP A cultura Hip Hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e break. O Rap ou seja, o ritmo e a poesia, é a expres- são musical-verbal da cultura. O Graffiti, que O Rap (Rhythm And Poetry) tem sua origem nos “Sound Systems” da Jamaica, muito utilizados por lá na década de sessenta, uma espécie de carro de som onde o “toaster” (como o MC atual) discursava sobre os problemas socioculturais e políticos do seu povo. Em busca de trabalho, na década de setenta, esses toasters migraram para os Estados Unidos, e lá contribuíram para o surgimento do Rap. A linguagem do Rap possibilitou aparecer novos cantores, grupo musicais e mestres de cerimônia, os MCs, importantíssimos nos bailes funks e nas apresentações de Rap. A Break Dance é a linguagem artística dentro do Hip Hop praticada pelos b-boys e b-girls, os adoradores de grifes esportivas. Este estilo de dança surgiu com a quebra da bolsa de valores dos Estados Unidos, em 1929, quando acontece o desemprego em massa. Os artistas dos cabarés americanos foram para as ruas fazerem seus números de música e dança, em busca de dinheiro. Daí surge a “Street Dance” (Dança de Rua), porém com uma estética própria daquela época. A break dance baseia-se na performance do dançarino, na sua capacidade de travar e quebrar os movimentos leves e contínuos. Ela é uma estética específica dentro da Dança de Rua, que possui característica de enfrentamento, protesto e/ou performance em grupo, mas permitindo que em determinado momento da apresentação alguém possa improvisar com a sua habilidade em break dance. Outra expressão artística marcante no movimento Hip Hop é o Graffiti, que em parte tem a ver com a pichação, isto porque no surgimento do Hip Hop o graffiti servia para demarcar becos, muros e trens nas grandes metrópolis. Com a essência do movimento Hip Hop, nos anos oitenta, essas demarcações foram se transformando em verdadeiros murais de obras de arte. Hoje há uma nítida diferença entre o graffiti e a pichação, inclusive pela ilegalidade e vandalismo do segundo. O movimento Hip Hop tem sido respeitado por uma grande parcela da sociedade brasileira. Mérito alcançado pelos líderes conscientes deste movimento no Brasil. representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo. A Break Dance representa a dança. Os três elementos juntos compõe a cultura Hip Hop. Que muitos dizem que é a "Rede Globo da periferia", ou seja, que o Hip Hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas. O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos interessantes que ocorreram nessa época: um deles estava na forma musical pela qual se transmitia a cultura dos guetos (bairros pobres, cuja maioria de moradores era formada por negros) ameri- canos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip). Afrika Bambaataa é o pseudônimodeKevinDonovan(Bronx,NovaYork,19de abril de 1957) DJ estado-unidense e líder da Zulu Nation, reconhecido como sendo o padrinho do Hip Hop portersidooprimeiroautilizarotermo"HipHop"para designaraculturaqueseexpandianosbairrosnegrose latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs, MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos deBreaking). Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de NovaIorque,o jovemD.J. AfrikaBambaataa, começou aparecer e crescer no cenário da música B.Beat, inspiradopelograndeKoolD.J.Herc. Ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoasdançaremcomoumtrovão,edecidiudechamá- los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias gírias no movimento. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou responsável pelo surgimento do fenômeno das rimas, como a conhecemoshoje.. Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.
  • 4. ~ , Esporte Para enriquecer a corrida da vida Entrevista: professora Ânegla A professora Ângela de educação física é uma das mais destacadas corredo- ras de Juiz de Fora. Nesse bate-bola rápido com o Dilermando em Ação ela fala como começou a correr e dá dicas aos iniciantes. DA: Você disputa provas de corridas desde quando? Ângela: Disputo desde criança, claro que de forma lúdica. DA: Quais são suas motivações para correr? Ângela: As motivações são várias: promo- ção da minha saúde física e mental, intele- lectual, socialização com o grupo do qual pertenço, dentre outros. DA: Quais as principais provas que disputou? Existe uma que tenha marcado você em especial? Ângela: Já disputei todas as provas do atletismo, desde saltos, arremessos e lança- mentos até a maratona de 42 km. DA: Pra quem vai começar a correr, qual seriam suas dicas? Ângela: Primeiramente, procurar um médi- co para realização de exames pertinerntes e buscar um profissional de educação física para te orientar. DA: Uma palavra para aqueles que estão começando. Ângela: Perseverem na prática, dedicação, e entender que, a corrida é antes de tudo um encontro com outras pessoas e uma troca de experiências incríveis. Afinal, cada um tem uma história para contar e, com isso, vai-se enriquecendo a corrida da vida.... Desafio Conheça a música que o Wellington da 801 escreveu em inglês. Alguém se habilita a traduzir? Alone Hey, I'm alone baby Why you left me? When I said goodbye, I was mad Oooh baby, you made me crazy When I said goodbye (goodbye) Baby I'm crazy Now I'm alone (alone) I'm without you Hey, I want you more (more and more) Want you more (more and more) No, I've never meant to hurt you baby Never meant to make you suffer But now I'm so… Chorus: Alone So alone I'm so alone Baby, alone so Alone (alone) So alone (alone) I'm so alone (alone) Without you baby by my side (2x) But you left me alone Baby without you I'm nobody Please come back baby I'm nobody without you baby Now it's hard to get up And not having you by my side As if the world Was ending for me Baby, without you I'm… Chorus: Oooh, not you, not you Oooh, you know baby After all I love you Had no reason to say goodbye So tell me why? What have I done to you? What have I done so badly for you? Tell me baby soon Without you I'm so… ------------------------------------------------------------ ---------------------------------------------------------------- InterAÇÃO De:Yasmin (802) Para:Jean Pablo (701) Recado: Você e meu amigo de verdade e de confiança, te adoro.*-* De: Isabela (702) Para: Thaina e Felipe (702) Recado: Você é o mais lindo do colégio Felipe. Thaina você e minha melhor amiga em todos os momentos. De: João Paulo (902) Para: Dodoido (902) Recado: Meu mano, alaquiééhnoiz...vibracões positivas sempre! De:Wesley (702) Para: Nayara (802) Recado:Amigos verdadeiros não se separam, apenas seguem caminhos diferentes. De: Alexya Silva (602) Para: Mateus Angelo (603) recado: Mateus você e lindo de bonito!