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1.ª série
Introdução a Arte
A Arte faz parte do ser humano e da sociedade desde a pré-história até os dias atuais,
fez e faz parte de toda produção cultural do homem, introduziu um novo modo de
pensar, ensinar novas relações, novos pensamentos e idéias, emoções e anseios que
habitam tanto o Homem como a sociedade. E ainda capacita o individuo no seu modo de
interpretar, compreender, representar, imaginar o mundo.
Atualmente, não há definitivamente um conceito exato para que se é Arte. Sabe -se que
nosso planeta vem sofrendo modificações culturais, e, a Arte, consequentemente tem
sofrido transformações. Antigamente, o belo, o estético, estava vinculado a Arte, hoje,
nem sempre vimos isso. No entanto, ela não perdeu sua essência. Ela está ligada
intimamente ao Homem, em si, a Sociedade, e a cultura inserida na mesma. Se olharmos
a nossa volta, veremos que estamos rodeados pelasArte. Ela domina todo espaço em
que vivemos; ela determina nosso modo de ser; ela determina o que somos. Ela faz parte
de todos nós, individual e coletivamente.
Apostila 1 – Arte , Cidade e Patrimônio Cultural
A Cidade é um espaço, feito, refeito e reinventado constantemente onde convivem diferentes
culturas e práticas culturais, com mediações culturais variadas, formas de participações e jeito
de expressar diferenciados. Neste contexto encontram-se patrimônios culturais, criações
poéticas pessoais em diferentes linguagens artísticas e mediações culturais diversas dentro da
cidade.
As figuras do Caderno do aluno das p. 6 e 7, retratam diferentes linguagens artísticas e
práticas culturais presentes na cidade de São Paulo.
Neuropolis – Lívio Tragtenberg uniu músicos de rua, imigrantes, num musical, onde japoneses
tocam ao lado de nordestinos, paraguaios acompanham o nosso samba...
Namakaca – Grupo paulista formão pelos palhaços César “ Cara de Pau” e “Montanha”
Carvalho e Cafi Otta, que realizaram um espetáculo “É Nóis na Xita – a Serviço do Riso” com
malabaristas anônimos que trabalharam nos semáforos próximo ao Mercado Municipal em
março de 2004, tornando o espetáculo circense profissional. O evento foi contemplado com o
PAC – Plano de Ação Cultural – da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Dança de salão - Com origem nos bailes das cortes européias, dança-se em casal. Trazida
pelos colonizadores às Américas, deu origem ao tango, a gafieira, a salsa, ao bolero, ao forró,
a lambada, e outras.
Street Dance – Surgiu com a crise econômica americana de 1929, dançarinos desempregados
apresentavam seus shows na rua. Na década de 60, sofreu influência do soul-ritmo afro-
americano, propagado por James Brown, depois a música disco, o funk e o rap. Na década de
70, o street dance nasceu dos movimentos nos guetos novaiorquinos englobando musica,
dança, poesias e pintura, combinando jazz, capoeira, o hip-hop. As músicas têm batidas fortes,
o corpo acompanha o ritmo, as expressões faciais compõem a coreografia. No Brasil, foi
difundido nas periferias, como forma de protestos, associado ao grafite, ao rap como a trilha
sonora.
Forró – Dança de origem nordestina, com semelhanças do arrastar dos pés dos índios, ritmos
portugueses e holandeses e o balançar dos quadris dos africanos, e, danças de salão
européias. Nas cidades onde é mais popular, as músicas são tocadas por um sanfoneiro, um
zambueiro e um tocador de triângulo. Entre os artistas destacam-se: Alceu Valença,
Dominguinhos, Elba Ramalho, Frank Aguiar, e outros. Dançando em pares, há duas
modalidades: forró nordestino e forró universitário.
Z’África Brasil – Instituto formado por grupos da periferia com músicos, artistas e produtores de
diferentes classes sociais, com parceria de produção em Estúdios e palcos, se apresentando
em conjunto no Brasil e na Europa.
A Conquista do Espaço: Novas Formas da arte de Rua – Exposição apresentada nas fachadas,
muros, paredes e espaços de circulação no SESC de São Paulo, de maneira não
convencional, da arte de Rua, e da relação com o espectador, com a participação de artistas
nacionais, como Fefe Talavera e outros internacionais. Fefe se apropria da rampa de acesso
expondo colagem de animais tipográficos extraídos de cartazes de rua da capital. Sua arte é
encontrada na cidade com colagens coloridas e escritos criativos.
Breakdance - começou a se espalhar pelo Brasil a partir dos anos 80, consagrou-se com o
sucesso de Michael Jackson seu e a abertura da novela "Partido Alto", no horário nobre da
rede Globo. De lá para cá, o break mudou e ganhou um jeitinho nacional, além de surgir os B-
boys, dançarinos de break, s representantes dessa modalidade na ruas que participam de
competições, com a gingada de samba e capoeirista, com eles de sujeira, o grafite virou arte e
freqüenta mostras em museus e galerias. O Red Bull BC One, primeiro campeonato
internacional de b-boys realizada em São Paulo, em 2005, tem grandes nomes como o paulista
Alex José Gomes Eduardo, o Pelezinho, e o brasiliense Jorge Andre de Lima Gonçalves
Curado, o Muxibinha. A batalha, que apresenta um dos quatro elementos do hip-hop (os outros
três são o MC, o DJ e o grafite), também terá o charme das mulheres numa disputa entre b-
girls brasileiras e espanholas, além de uma exposição de grafite.
Pesquisa de Campo – p. 8 a 11
Jorge Macchi _ Nasceu em Buenos Aires em 1963. Vive e trabalha em Buenos Aires,
Argentina. Macchi trabalha com a noção de informação, fazendo seus trabalhos a partir de
jornais, mapas de cidades, cadernos e pautas musicais. A obra "Buenos Aires Tour" (2003)
contou com a participação de Edgardo Rudnitzky, que realizou paisagens sonoras em Buenos
Aires, propondo itinerários a partir de uma lâmina de vidro quebrada sobre o mapa de sua
cidade natal.
ARTES VISUAIS - ARTE PÚBLICA
Toda arte tem um caráter público e é de interesse público. No entanto, o conceito de Arte
pública é não tem uma definição única. O termo surgiu lá pelo fim dos anos 70, e tem
referência norteamericana. Tem o objetivo de deselitizar a produção artística, abrindo-a para a
participação coletiva, em resposta aos intoleráveis processos de exclusão em curso na
sociedade contemporânea, vacilando entre as esferas estéticas e sociopolíticas, debate que
envolve artistas e não-artistas.
Segundo Tadeu Chiarelli, professor de história da arte brasileira na ECA-USP, arte pública é o
conjunto de obras que deve pertencer a uma determinada comunidade, estar disponibilizada
aos elementos que a constituem. Tal conjunto deve estar disponibilizado em museus e espaços
de passagem (ruas, parques etc.), não apenas por meio de sua exposição, mas também
através de serviços educativos que as tornem mais efetivamente claras para o público -seu
proprietário. Privilegiam apenas exposições periódicas em espaços públicos, exposições e/ou
intervenções que, quase sempre, pouco ou nada contribuem para a ampliação da percepção
estética do público que passa pelo local.
São exemplos de arte pública, as figuras das p. 12 e 13
Lagartixa equilibrista- Paredes e muros grafitados pelos artistas paulistanos Otávio e Gustavo
Pandolfo ( os gêmeos ) ficam no centro de São Paulo.
Ossário - Alexandre Orion usou um túnel aqui de São Paulo, mais exatamente no túnel da
Avenida Cidade Jardim para sua obra, ao invés de pincéis ou sprays apenas um pano para
retirar a fuligem acumulada durante o dia dentro do túnel e máscara.
Patrimônio Cultural
No Brasil, a Constituição Federal definiu o patrimônio cultural brasileiro como sendo o conjunto
de bens de natureza material e imaterial. São exemplos de patrimônio imaterial: os saberes, se
a literatura, a música, o folclore, a linguagem e os costumes. [os modos de fazer, as formas de
expressão, celebrações, as festas e danças populares, lendas, músicas, costumes e outras
tradições.
E, patrimônio cultural materiais, alèm de bens imóveis tais como castelos, igrejas, casas,
praças, conjuntos urbanos, e ainda locais dotados de expressivo valor para a história, a
arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral. Nos bens móveis incluem-se, por exemplo,
objeto, instrumentos, artefatos, pinturas, esculturas e artesanato.
O IPHAN, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é uma entidade federal
vinculada ao Ministério da Cultura, criado em 1937, no governo de Getúlio Vargas, responsável
por preservar, divulgar e fiscalizar os bens culturais brasileiros, bem como assegurar a
permanência e usufruto desses bens para a atual e as futuras gerações.
Reforma ou restauro - Na reforma, o proprietário faz o que quer, usa a cor e os materiais que
quer. O restauro sendo um conjunto de procedimentos que visa a recuperar e preservar, o mais
próximo possível, o estado original de uma obra ou documento, busca respaldo técnico e
científico na química, na biologia, na engenharia dos materiais, exige seleção e treinamento de
pessoal, preocupa-se com aspectos filosóficos, éticos, históricos sendo de custo elevado e de
extensa duração.
É exemplo de Patrimônio Cultural a Estação da Luz (figs. p. 15) aberta ao público em 1901,
hoje abriga além da estação, o Museu de Lingua Portuguesa; o prédio da Estação Pinacoteca,
projeto de Ramos de Azevedo, inaugurado em 1875, usado pelo Departamento de Ordem
Politica e Social (DOPS), de 1949 a 1983, como sede de seções de interrogatórios e torturas
durante o período da ditaruda miliar e que hoje envolve a Estação Jilio Prestes, transformadana
Sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo; a Catedral da Sé, o Mercado Municipal
da Cantareira, o Centro Cultrual Banco do Brasil, e outros. Além de prédios, obras como Os
Bandeirantes de Henrique Bernardete, pintada no final do século XIX, no Palácio dos
Bandeirantes e outros monumentos como esculturas em praças públicas tambpém são
exemplos de patrimônios culturais artísticos.
Atividades:
4) Faça a correspondência da segunda coluna de acordo com a primeira:
(A) Neuropolis
(B) Namakaca
(C) Street Dance
(D) Z’Africa Brasil
(E) Forró
(F) Dança de Salão
(G) Grafite
(H) Breakdance
( )São representantes brasileiros conhecidos internacionalmente: Pelezinho e Muxibinha;
( )São representantes brasilerios conhecidos internacionalmente: Fefe Talavera, Os Gêmeos e
Alexandre Órion;
( )Orquestra dos Músicos das Ruas de São Paulo criado por Livio Tragtenberg, que mistura
diferentes culturas; ( ) criado por César “Cara de pau”, “Montanha” Carvalho e Cafi Otta,
representa um grupo de circo de rua;
( ) movimento expressado por diferentes manifestações artíticas de música, dança, Poesia e
pintura;
( ) São exemplos dessa modalidade: o tango, a gafieira, a salsa, o bolero entre outros;
( ) dança de origem nordestina;
( ) grupo formado por musicos da periferia de São Paulo que se apresentam em estúdios e
palco inclusive na Europa.
2) Sobre Arte Pública?
a) qual a definição?
b) quem a produz?
c) qual sua mediação cultural?
d) dê 2 exemplos de artistas brasileiros que atuam com arte pública e suas obras:
3) Sobre Patrimônio Cultural
a) qual a definição?
b) Dê 5 exemplos de patrimônio material:
c) dê 5 exemplos de patrimônio imaterial:
d) Qual a diferença entre reforma e restauro?
4)O que é IPHAN?
DANÇA
Jongo é uma manifestação cultural essencialmente rural diretamente associada à cultura
africana no Brasil e que influiu poderosamente na formação do Samba carioca, em especial, e
da cultura popular brasileira como um todo. Inserindo-se no âmbito das chamadas 'danças de
umbigada', o Jongo foi trazido para o Brasil por negros bantu, seqüestrados nos antigos reinos
de Ndongo e do Kongo, na região compreendida hoje por boa parte do território da República
de Angola.
Samba de roda é uma variante musical mais primitiva do samba, originário do estado brasileiro
da Bahia, provavelmente no século XIX. O samba de roda é um estilo musical tradicional afro-
brasileiro, associado a uma dança que por sua vez está associada à capoeira. É tocado por um
conjunto de pandeiro, atabaque, berimbau, viola e chocalho, acompanhado principalmente por
canto e palmas.
Tambor de crioula é uma dança de roda realizada ao som de tambores feitos de troncos.
Associado à devoção popular a São Benedito, é um folguedo característico da cultura negra do
Maranhão. É uma dança exclusivamente feminina. Em formação circular, as mulheres
desenvolvem, individualmente, sapateios e requebros sensuais que terminam com uma
barrigada (chamada punga) no abdômen de outra mulher, que então inicia sua dança
Frevo é um ritmo pernambucano [1] derivado da marcha, do maxixe da capoeira. Surgido no
Recife no final do Século XIX, o frevo se caracteriza pelo ritmo extremamente acelerado. Muito
executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevos, em que
capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu
estandarte. Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo. Até
as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de
defesa dos passistas.
Escola de samba é uma agremiação de cunho popular, que se caracteriza pelo canto e dança
do samba, quase sempre com intuito competitivo. Sendo um tipo de associação originário da
cidade do Rio de Janeiro, as escolas de samba se apresentam em espetáculos públicos, em
forma de cortejo, onde representam um enredo, ao som de um samba-enredo, acompanhado
por uma bateria, com seus componentes usando fantasias alusivas ao tema proposto.
Mestre-sala e porta-bandeira – É um modo dos homens cortejar as fêmeas. Hoje à noite isso
me ocorreu assistindo o desfile das escolas de samba do Rio. Mestre-sala e porta-bandeira
nada mais são do que uma corte ritualizada. Eles têm uma grande importância e
responsabilidade em uma escola de samba, pois, eles desfilam com o símbolo máximo da
agremiação. A porta-bandeira leva a bandeira e o mestre-sala leva o guardião. Ele e ela são
mais do que um simples casal.
Albert Eckhout. Danças dos Tupuias, 1641
Interpretada como uma representação do mundo selvagem dos trópicos antes da intervenção
civilizatória do conquistador europeu, como uma visão dos Tapuias das terras recém-
conquistadas da costa paraibana, aliados ocasionais dos holandeses em sua empreitada no
Nordeste brasileiro, esta pintura de Eckhout traz, contudo, um pequeno detalhe que a torna
extremamente significativa. Embora pareça estar ausente da cena, o europeu, indiretamente,
participa daquele universo selvagem: os quatro coqueiros (Cocos nucifera) cujos troncos
delimitam o palco da dança indígena são palmáceos originários das ilhas do Pacífico e da
costa africana do Oceano Índico, trazidos ao Brasil pelos portugueses e que, portanto, não
podiam figurar numa representação dos trópicos de antes da conquista. A presença dos
coqueiros ao fundo é um claro sinal da presença européia nas terras em que viviam aqueles
indígenas.
As índias grávidas dessa pintura são interpretadas como simples coadjuvantes, por estarem,
aparentemente, utilizando algum tipo de instrumento coberto pelas mãos ou mesmo produzindo
sons ou assobios cadenciados para marcar os passos da dança masculina. Os índios estarem
em movimento, absortos em seus próprios gestos - única exceção feita ao jovem que encara o
espectador -, os diferencia das personagens representadas em poses bem marcadas e
carregando objetos que denunciam, de algum modo, suas posições ou sua marginalidade em
relação à estrutura social da colônia. O casal onde essa ligação com o colonizador está menos
evidente e, possivelmente, até mesmo ausente, é Homem Tapuia e Mulher Tapuia, o casal é
retratado individualmente parece mais velho: são adultos cujos objetos que carregam e gestos
mostram estar plenamente inseridos na vida de sua comunidade. O homem tem um penetrante
olhar, daqueles que incutem temor a quem ousar cruzar seu caminho. A luz da cena lembra,
mais uma vez, a de um palco, pois ao mesmo tempo em que incide lateralmente sobre o
semblante do guerreiro Tapuia. Ao fundo, por trás da cabeça do índio, as nuvens se abrem e
dali a luz emana para a planície que se estende até o horizonte. Na mão direita traz quatro
dardos, e na mão esquerda, um tacape que aponta para um pequeno grupo de índios que
dança em volta de um prisioneiro numa clareira em frente à mata, no plano intermediário da
paisagem. O triunfo do “selvagem” sobre a natureza se mostra na jibóia (Constrictor constrictor)
de cabeça ensangüentada que acaba de ser abatida pelo guerreiro, e na falta de preocupação
em relação à venenosa caranguejeira (Phormictopus cancerides) próxima ao seu pé direito. Os
ornamentos mostram sua integração à comunidade Tapuia: ele é também um dos que dançam
junto à mata, está para além do mundo do homem branco.
HEITOR DOS Prazeres. Frevo, 1966
Pioneiro em todas as atividades as quais se dedicou, Heitor dos Prazeres nasceu no Rio de
Janeiro em 23 de setembro de 1898 e morreu na mesma cidade em 4 de outubro de 1966.
Iniciou como polidor de móveis e encontrou sucesso na área musical. Sua adolescência
transcorreu entre a praça Onze e o Mangue, em contato com os "chorões" e os bambas do
samba. Sem abandonar o samba, iniciou-se como pintor primitivista, o que o levou a participar
da Primeira Bienal de São Paulo em 1951, voltando a ela em 1953 e 1961. Esteve também em
mostras coletivas em quase todas as capitais sul-americanas, em 1957; na exposição Oito
Pintores Ingênuos Brasileiros, em Paris, em 1965; Pintores Primitivos Brasileiros em Moscou e
outras capitais européias, em 1966. No mesmo ano em que morreu, representara o Brasil no
Festival de Arte Negra, em Dacar; no Senegal.
Teatro
O circo - O circo tradicional pé formado por grupos familiares. O saber circense vai desde
armar e desarmar o circo, a preparar os números ou peças, treinar crianças e adultos. O
resultado é um rigoroso e complexo processo de formação, socialização e aprendizagem
artística passado de geração para geração.
No circo contemporâneo, a aprendizagem se faz em escolas de circos, que ganham espaços
nas ruas urbanas. A linguagem é tecida por saltimbancos trapalhões, gente que não é de circo,
formada por escolas de circos e/ou teatro, a partir das décadas de 1980 e 1990, interando
técnicas circenses e elementos teatrais.
Responder atividade p. 31
O palhaço – esse personagem foi inspirado no bobo sheaksperiano e influenciado pela
commedia dell” Arte, surgiu no século XVIII para subverter a apresentação dos equilibristas nos
espetáculos do inglês Philip Astley, um dos fundadores do circo moderno. Este inventou o
picadeiro e montou espetáculos de equilíbrio e malabarismo com cavalos. O palhaço surgiu
para ridicularizar as atrações oficiais, tornando as cenas grotescas e estúpidas.
Cada palhaço constroi sua maquiagem de acordo com o que acha expressivo em seu rosto.
Doutores da Alegria - O Projeto Doutores da Alegria foi criado nos EUA por Michael
Christensen, com o nome de "Clown Care Unit" e introduzido como programa-irmão no Brasil
por Wellington Nogueira em 1991, com o mesmo objetivo do programa americano: levar aos
jovens pacientes hospitalizados um estímulo de alegria e vitalidade, auxiliando-os na
recuperação da saúde ou reduzindo seu sofrimento nos casos mais graves. 3.º Bimestre –
In(ter)venção na Escola – Arte e Ação Exemplos de Intervenções Artísticas- Fichas Técnicas
Intervenção Cênica: Obra: Revolução Genômica Artistas: BETINELLI, Auber, XAVIER, Luciana,
e FAJNGOLD, Laura. Espaço: Pavilhão Armando de Arruda Pereira, Pq do Ibirapuera Cidade:
São Paulo Ano: 2008 Tema: As imagens revelam a intervenção cênica num laboratório da
exposição, onde acontece uma extração de DNA de morango para o publico visitante e um
amplo salão, localizado nos bastidores da exposição. Intervenção Cênica: Obra: Mar de Gente
Artista: BERTAZZO, Ivaldo Ano: 2007 Tema: O espetáculo, tem como processo de criação a
dança folclórica do Leste Europeu, a desconstrução de vários elementos das danças indiana e
africana e tradições da Romênia e Hungria. O tema do espetáculo é a globalização e propõe
uma reflexão a respeito da superpopulação mundial e de suas trocas culturais. Ancorado em
textos escritos, coreografia e numa dramaticidade inspirada nos movimentos polca e
folclóricas. A mistura de culturas inspirou também o figurino e o cenário de Fabio Namatame. O
palco quase vazio, a escadaria ao centro ressalta o trabalho dos bailarinos que preenchem os
espaços criando povoados e rodas de danças referenciando os paises. Intervenções Visuais:
Escultura Obra: The Depression Bread Line Artista: SEGAL, George Espaço: Menorial
Francklin Delano Roosevelt Cidade: Washigton Ano: 1991 Tema: A obra é uma reflexão sobre
a condição humana. Cinco figuras masculinas formam fila e retratam o período da Grande
Depressão americana, um difícil período econômico. Segal criou primeiramente uma escultura
em gesso, madeira, metal e pintura de acrílico, que serviu de molde para a fundição em
bronze. As figuras expressivas ocupam um espaço cotidiano, convidando a”reolhar” a vida
humana. Instalação Obra; Cânone Artista: MAREPE Local: Pavilhão da Bienal, Pq do
Ibirapuera Evento: 27.ª Bienal Internacional de São Paulo. Cidade: São Paulo Ano: 2006 Tema:
Guarda-chuvas masculinos pretos e sóbrios criam intrincadas relações entre materialidade e
forma-conteúdo, convidando-nos a múltiplas leituras, sensações e pensamentos. Paisagismo
Obra: Jardim de Burle Marx Autor: Roberto Burle Marx Espaço: Pq Burle Marx Cidade: São
Paulo Ano: 2008 Tema: Jardim composto de diversos tipos de rochas e plantas compondo uma
ideia. Instalação Obra: Azulejões Autora: VAREJÃO, Adriana. Materiais: 100 telas, gesso sobre
tela, pintado a óleo Espaço: Centro Cultural do Banco do Brasil Ano: 2001 Tema: A artista
observou e fotografou azulejos portugueses da Igreja do Outeiro da Glória, no Rio de Janeiro.
Buscou a matéria para reproduzir telas em grande escala, revelando na pele na pintura as
rachaduras dos originais. As marcas do tempo foram cuidadosamente amplificadas. O grande
painel pintado por Adriana compõe-se de 100 telas. Proposta: Criar uma intervenção na escola,
escolhendo o espaço e tema.

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Arte introdução

  • 1. 1.ª série Introdução a Arte A Arte faz parte do ser humano e da sociedade desde a pré-história até os dias atuais, fez e faz parte de toda produção cultural do homem, introduziu um novo modo de pensar, ensinar novas relações, novos pensamentos e idéias, emoções e anseios que habitam tanto o Homem como a sociedade. E ainda capacita o individuo no seu modo de interpretar, compreender, representar, imaginar o mundo. Atualmente, não há definitivamente um conceito exato para que se é Arte. Sabe -se que nosso planeta vem sofrendo modificações culturais, e, a Arte, consequentemente tem sofrido transformações. Antigamente, o belo, o estético, estava vinculado a Arte, hoje, nem sempre vimos isso. No entanto, ela não perdeu sua essência. Ela está ligada intimamente ao Homem, em si, a Sociedade, e a cultura inserida na mesma. Se olharmos a nossa volta, veremos que estamos rodeados pelasArte. Ela domina todo espaço em que vivemos; ela determina nosso modo de ser; ela determina o que somos. Ela faz parte de todos nós, individual e coletivamente. Apostila 1 – Arte , Cidade e Patrimônio Cultural A Cidade é um espaço, feito, refeito e reinventado constantemente onde convivem diferentes culturas e práticas culturais, com mediações culturais variadas, formas de participações e jeito de expressar diferenciados. Neste contexto encontram-se patrimônios culturais, criações poéticas pessoais em diferentes linguagens artísticas e mediações culturais diversas dentro da cidade. As figuras do Caderno do aluno das p. 6 e 7, retratam diferentes linguagens artísticas e práticas culturais presentes na cidade de São Paulo. Neuropolis – Lívio Tragtenberg uniu músicos de rua, imigrantes, num musical, onde japoneses tocam ao lado de nordestinos, paraguaios acompanham o nosso samba... Namakaca – Grupo paulista formão pelos palhaços César “ Cara de Pau” e “Montanha” Carvalho e Cafi Otta, que realizaram um espetáculo “É Nóis na Xita – a Serviço do Riso” com malabaristas anônimos que trabalharam nos semáforos próximo ao Mercado Municipal em março de 2004, tornando o espetáculo circense profissional. O evento foi contemplado com o PAC – Plano de Ação Cultural – da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Dança de salão - Com origem nos bailes das cortes européias, dança-se em casal. Trazida pelos colonizadores às Américas, deu origem ao tango, a gafieira, a salsa, ao bolero, ao forró, a lambada, e outras. Street Dance – Surgiu com a crise econômica americana de 1929, dançarinos desempregados apresentavam seus shows na rua. Na década de 60, sofreu influência do soul-ritmo afro- americano, propagado por James Brown, depois a música disco, o funk e o rap. Na década de 70, o street dance nasceu dos movimentos nos guetos novaiorquinos englobando musica, dança, poesias e pintura, combinando jazz, capoeira, o hip-hop. As músicas têm batidas fortes, o corpo acompanha o ritmo, as expressões faciais compõem a coreografia. No Brasil, foi difundido nas periferias, como forma de protestos, associado ao grafite, ao rap como a trilha sonora. Forró – Dança de origem nordestina, com semelhanças do arrastar dos pés dos índios, ritmos portugueses e holandeses e o balançar dos quadris dos africanos, e, danças de salão européias. Nas cidades onde é mais popular, as músicas são tocadas por um sanfoneiro, um zambueiro e um tocador de triângulo. Entre os artistas destacam-se: Alceu Valença, Dominguinhos, Elba Ramalho, Frank Aguiar, e outros. Dançando em pares, há duas modalidades: forró nordestino e forró universitário. Z’África Brasil – Instituto formado por grupos da periferia com músicos, artistas e produtores de diferentes classes sociais, com parceria de produção em Estúdios e palcos, se apresentando em conjunto no Brasil e na Europa. A Conquista do Espaço: Novas Formas da arte de Rua – Exposição apresentada nas fachadas,
  • 2. muros, paredes e espaços de circulação no SESC de São Paulo, de maneira não convencional, da arte de Rua, e da relação com o espectador, com a participação de artistas nacionais, como Fefe Talavera e outros internacionais. Fefe se apropria da rampa de acesso expondo colagem de animais tipográficos extraídos de cartazes de rua da capital. Sua arte é encontrada na cidade com colagens coloridas e escritos criativos. Breakdance - começou a se espalhar pelo Brasil a partir dos anos 80, consagrou-se com o sucesso de Michael Jackson seu e a abertura da novela "Partido Alto", no horário nobre da rede Globo. De lá para cá, o break mudou e ganhou um jeitinho nacional, além de surgir os B- boys, dançarinos de break, s representantes dessa modalidade na ruas que participam de competições, com a gingada de samba e capoeirista, com eles de sujeira, o grafite virou arte e freqüenta mostras em museus e galerias. O Red Bull BC One, primeiro campeonato internacional de b-boys realizada em São Paulo, em 2005, tem grandes nomes como o paulista Alex José Gomes Eduardo, o Pelezinho, e o brasiliense Jorge Andre de Lima Gonçalves Curado, o Muxibinha. A batalha, que apresenta um dos quatro elementos do hip-hop (os outros três são o MC, o DJ e o grafite), também terá o charme das mulheres numa disputa entre b- girls brasileiras e espanholas, além de uma exposição de grafite. Pesquisa de Campo – p. 8 a 11 Jorge Macchi _ Nasceu em Buenos Aires em 1963. Vive e trabalha em Buenos Aires, Argentina. Macchi trabalha com a noção de informação, fazendo seus trabalhos a partir de jornais, mapas de cidades, cadernos e pautas musicais. A obra "Buenos Aires Tour" (2003) contou com a participação de Edgardo Rudnitzky, que realizou paisagens sonoras em Buenos Aires, propondo itinerários a partir de uma lâmina de vidro quebrada sobre o mapa de sua cidade natal. ARTES VISUAIS - ARTE PÚBLICA Toda arte tem um caráter público e é de interesse público. No entanto, o conceito de Arte pública é não tem uma definição única. O termo surgiu lá pelo fim dos anos 70, e tem referência norteamericana. Tem o objetivo de deselitizar a produção artística, abrindo-a para a participação coletiva, em resposta aos intoleráveis processos de exclusão em curso na sociedade contemporânea, vacilando entre as esferas estéticas e sociopolíticas, debate que envolve artistas e não-artistas. Segundo Tadeu Chiarelli, professor de história da arte brasileira na ECA-USP, arte pública é o conjunto de obras que deve pertencer a uma determinada comunidade, estar disponibilizada aos elementos que a constituem. Tal conjunto deve estar disponibilizado em museus e espaços de passagem (ruas, parques etc.), não apenas por meio de sua exposição, mas também através de serviços educativos que as tornem mais efetivamente claras para o público -seu proprietário. Privilegiam apenas exposições periódicas em espaços públicos, exposições e/ou intervenções que, quase sempre, pouco ou nada contribuem para a ampliação da percepção estética do público que passa pelo local. São exemplos de arte pública, as figuras das p. 12 e 13 Lagartixa equilibrista- Paredes e muros grafitados pelos artistas paulistanos Otávio e Gustavo Pandolfo ( os gêmeos ) ficam no centro de São Paulo. Ossário - Alexandre Orion usou um túnel aqui de São Paulo, mais exatamente no túnel da Avenida Cidade Jardim para sua obra, ao invés de pincéis ou sprays apenas um pano para retirar a fuligem acumulada durante o dia dentro do túnel e máscara. Patrimônio Cultural No Brasil, a Constituição Federal definiu o patrimônio cultural brasileiro como sendo o conjunto de bens de natureza material e imaterial. São exemplos de patrimônio imaterial: os saberes, se a literatura, a música, o folclore, a linguagem e os costumes. [os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, as festas e danças populares, lendas, músicas, costumes e outras tradições.
  • 3. E, patrimônio cultural materiais, alèm de bens imóveis tais como castelos, igrejas, casas, praças, conjuntos urbanos, e ainda locais dotados de expressivo valor para a história, a arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral. Nos bens móveis incluem-se, por exemplo, objeto, instrumentos, artefatos, pinturas, esculturas e artesanato. O IPHAN, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é uma entidade federal vinculada ao Ministério da Cultura, criado em 1937, no governo de Getúlio Vargas, responsável por preservar, divulgar e fiscalizar os bens culturais brasileiros, bem como assegurar a permanência e usufruto desses bens para a atual e as futuras gerações. Reforma ou restauro - Na reforma, o proprietário faz o que quer, usa a cor e os materiais que quer. O restauro sendo um conjunto de procedimentos que visa a recuperar e preservar, o mais próximo possível, o estado original de uma obra ou documento, busca respaldo técnico e científico na química, na biologia, na engenharia dos materiais, exige seleção e treinamento de pessoal, preocupa-se com aspectos filosóficos, éticos, históricos sendo de custo elevado e de extensa duração. É exemplo de Patrimônio Cultural a Estação da Luz (figs. p. 15) aberta ao público em 1901, hoje abriga além da estação, o Museu de Lingua Portuguesa; o prédio da Estação Pinacoteca, projeto de Ramos de Azevedo, inaugurado em 1875, usado pelo Departamento de Ordem Politica e Social (DOPS), de 1949 a 1983, como sede de seções de interrogatórios e torturas durante o período da ditaruda miliar e que hoje envolve a Estação Jilio Prestes, transformadana Sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo; a Catedral da Sé, o Mercado Municipal da Cantareira, o Centro Cultrual Banco do Brasil, e outros. Além de prédios, obras como Os Bandeirantes de Henrique Bernardete, pintada no final do século XIX, no Palácio dos Bandeirantes e outros monumentos como esculturas em praças públicas tambpém são exemplos de patrimônios culturais artísticos. Atividades: 4) Faça a correspondência da segunda coluna de acordo com a primeira: (A) Neuropolis (B) Namakaca (C) Street Dance (D) Z’Africa Brasil (E) Forró (F) Dança de Salão (G) Grafite (H) Breakdance ( )São representantes brasileiros conhecidos internacionalmente: Pelezinho e Muxibinha; ( )São representantes brasilerios conhecidos internacionalmente: Fefe Talavera, Os Gêmeos e Alexandre Órion; ( )Orquestra dos Músicos das Ruas de São Paulo criado por Livio Tragtenberg, que mistura diferentes culturas; ( ) criado por César “Cara de pau”, “Montanha” Carvalho e Cafi Otta, representa um grupo de circo de rua; ( ) movimento expressado por diferentes manifestações artíticas de música, dança, Poesia e pintura; ( ) São exemplos dessa modalidade: o tango, a gafieira, a salsa, o bolero entre outros; ( ) dança de origem nordestina; ( ) grupo formado por musicos da periferia de São Paulo que se apresentam em estúdios e palco inclusive na Europa. 2) Sobre Arte Pública? a) qual a definição? b) quem a produz? c) qual sua mediação cultural?
  • 4. d) dê 2 exemplos de artistas brasileiros que atuam com arte pública e suas obras: 3) Sobre Patrimônio Cultural a) qual a definição? b) Dê 5 exemplos de patrimônio material: c) dê 5 exemplos de patrimônio imaterial: d) Qual a diferença entre reforma e restauro? 4)O que é IPHAN? DANÇA Jongo é uma manifestação cultural essencialmente rural diretamente associada à cultura africana no Brasil e que influiu poderosamente na formação do Samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo. Inserindo-se no âmbito das chamadas 'danças de umbigada', o Jongo foi trazido para o Brasil por negros bantu, seqüestrados nos antigos reinos de Ndongo e do Kongo, na região compreendida hoje por boa parte do território da República de Angola. Samba de roda é uma variante musical mais primitiva do samba, originário do estado brasileiro da Bahia, provavelmente no século XIX. O samba de roda é um estilo musical tradicional afro- brasileiro, associado a uma dança que por sua vez está associada à capoeira. É tocado por um conjunto de pandeiro, atabaque, berimbau, viola e chocalho, acompanhado principalmente por canto e palmas. Tambor de crioula é uma dança de roda realizada ao som de tambores feitos de troncos. Associado à devoção popular a São Benedito, é um folguedo característico da cultura negra do Maranhão. É uma dança exclusivamente feminina. Em formação circular, as mulheres desenvolvem, individualmente, sapateios e requebros sensuais que terminam com uma barrigada (chamada punga) no abdômen de outra mulher, que então inicia sua dança Frevo é um ritmo pernambucano [1] derivado da marcha, do maxixe da capoeira. Surgido no Recife no final do Século XIX, o frevo se caracteriza pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevos, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte. Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo. Até as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas. Escola de samba é uma agremiação de cunho popular, que se caracteriza pelo canto e dança do samba, quase sempre com intuito competitivo. Sendo um tipo de associação originário da cidade do Rio de Janeiro, as escolas de samba se apresentam em espetáculos públicos, em forma de cortejo, onde representam um enredo, ao som de um samba-enredo, acompanhado por uma bateria, com seus componentes usando fantasias alusivas ao tema proposto. Mestre-sala e porta-bandeira – É um modo dos homens cortejar as fêmeas. Hoje à noite isso me ocorreu assistindo o desfile das escolas de samba do Rio. Mestre-sala e porta-bandeira nada mais são do que uma corte ritualizada. Eles têm uma grande importância e responsabilidade em uma escola de samba, pois, eles desfilam com o símbolo máximo da agremiação. A porta-bandeira leva a bandeira e o mestre-sala leva o guardião. Ele e ela são mais do que um simples casal. Albert Eckhout. Danças dos Tupuias, 1641 Interpretada como uma representação do mundo selvagem dos trópicos antes da intervenção civilizatória do conquistador europeu, como uma visão dos Tapuias das terras recém- conquistadas da costa paraibana, aliados ocasionais dos holandeses em sua empreitada no Nordeste brasileiro, esta pintura de Eckhout traz, contudo, um pequeno detalhe que a torna extremamente significativa. Embora pareça estar ausente da cena, o europeu, indiretamente, participa daquele universo selvagem: os quatro coqueiros (Cocos nucifera) cujos troncos
  • 5. delimitam o palco da dança indígena são palmáceos originários das ilhas do Pacífico e da costa africana do Oceano Índico, trazidos ao Brasil pelos portugueses e que, portanto, não podiam figurar numa representação dos trópicos de antes da conquista. A presença dos coqueiros ao fundo é um claro sinal da presença européia nas terras em que viviam aqueles indígenas. As índias grávidas dessa pintura são interpretadas como simples coadjuvantes, por estarem, aparentemente, utilizando algum tipo de instrumento coberto pelas mãos ou mesmo produzindo sons ou assobios cadenciados para marcar os passos da dança masculina. Os índios estarem em movimento, absortos em seus próprios gestos - única exceção feita ao jovem que encara o espectador -, os diferencia das personagens representadas em poses bem marcadas e carregando objetos que denunciam, de algum modo, suas posições ou sua marginalidade em relação à estrutura social da colônia. O casal onde essa ligação com o colonizador está menos evidente e, possivelmente, até mesmo ausente, é Homem Tapuia e Mulher Tapuia, o casal é retratado individualmente parece mais velho: são adultos cujos objetos que carregam e gestos mostram estar plenamente inseridos na vida de sua comunidade. O homem tem um penetrante olhar, daqueles que incutem temor a quem ousar cruzar seu caminho. A luz da cena lembra, mais uma vez, a de um palco, pois ao mesmo tempo em que incide lateralmente sobre o semblante do guerreiro Tapuia. Ao fundo, por trás da cabeça do índio, as nuvens se abrem e dali a luz emana para a planície que se estende até o horizonte. Na mão direita traz quatro dardos, e na mão esquerda, um tacape que aponta para um pequeno grupo de índios que dança em volta de um prisioneiro numa clareira em frente à mata, no plano intermediário da paisagem. O triunfo do “selvagem” sobre a natureza se mostra na jibóia (Constrictor constrictor) de cabeça ensangüentada que acaba de ser abatida pelo guerreiro, e na falta de preocupação em relação à venenosa caranguejeira (Phormictopus cancerides) próxima ao seu pé direito. Os ornamentos mostram sua integração à comunidade Tapuia: ele é também um dos que dançam junto à mata, está para além do mundo do homem branco. HEITOR DOS Prazeres. Frevo, 1966 Pioneiro em todas as atividades as quais se dedicou, Heitor dos Prazeres nasceu no Rio de Janeiro em 23 de setembro de 1898 e morreu na mesma cidade em 4 de outubro de 1966. Iniciou como polidor de móveis e encontrou sucesso na área musical. Sua adolescência transcorreu entre a praça Onze e o Mangue, em contato com os "chorões" e os bambas do samba. Sem abandonar o samba, iniciou-se como pintor primitivista, o que o levou a participar da Primeira Bienal de São Paulo em 1951, voltando a ela em 1953 e 1961. Esteve também em mostras coletivas em quase todas as capitais sul-americanas, em 1957; na exposição Oito Pintores Ingênuos Brasileiros, em Paris, em 1965; Pintores Primitivos Brasileiros em Moscou e outras capitais européias, em 1966. No mesmo ano em que morreu, representara o Brasil no Festival de Arte Negra, em Dacar; no Senegal. Teatro O circo - O circo tradicional pé formado por grupos familiares. O saber circense vai desde armar e desarmar o circo, a preparar os números ou peças, treinar crianças e adultos. O resultado é um rigoroso e complexo processo de formação, socialização e aprendizagem artística passado de geração para geração. No circo contemporâneo, a aprendizagem se faz em escolas de circos, que ganham espaços nas ruas urbanas. A linguagem é tecida por saltimbancos trapalhões, gente que não é de circo, formada por escolas de circos e/ou teatro, a partir das décadas de 1980 e 1990, interando técnicas circenses e elementos teatrais. Responder atividade p. 31 O palhaço – esse personagem foi inspirado no bobo sheaksperiano e influenciado pela commedia dell” Arte, surgiu no século XVIII para subverter a apresentação dos equilibristas nos espetáculos do inglês Philip Astley, um dos fundadores do circo moderno. Este inventou o picadeiro e montou espetáculos de equilíbrio e malabarismo com cavalos. O palhaço surgiu
  • 6. para ridicularizar as atrações oficiais, tornando as cenas grotescas e estúpidas. Cada palhaço constroi sua maquiagem de acordo com o que acha expressivo em seu rosto. Doutores da Alegria - O Projeto Doutores da Alegria foi criado nos EUA por Michael Christensen, com o nome de "Clown Care Unit" e introduzido como programa-irmão no Brasil por Wellington Nogueira em 1991, com o mesmo objetivo do programa americano: levar aos jovens pacientes hospitalizados um estímulo de alegria e vitalidade, auxiliando-os na recuperação da saúde ou reduzindo seu sofrimento nos casos mais graves. 3.º Bimestre – In(ter)venção na Escola – Arte e Ação Exemplos de Intervenções Artísticas- Fichas Técnicas Intervenção Cênica: Obra: Revolução Genômica Artistas: BETINELLI, Auber, XAVIER, Luciana, e FAJNGOLD, Laura. Espaço: Pavilhão Armando de Arruda Pereira, Pq do Ibirapuera Cidade: São Paulo Ano: 2008 Tema: As imagens revelam a intervenção cênica num laboratório da exposição, onde acontece uma extração de DNA de morango para o publico visitante e um amplo salão, localizado nos bastidores da exposição. Intervenção Cênica: Obra: Mar de Gente Artista: BERTAZZO, Ivaldo Ano: 2007 Tema: O espetáculo, tem como processo de criação a dança folclórica do Leste Europeu, a desconstrução de vários elementos das danças indiana e africana e tradições da Romênia e Hungria. O tema do espetáculo é a globalização e propõe uma reflexão a respeito da superpopulação mundial e de suas trocas culturais. Ancorado em textos escritos, coreografia e numa dramaticidade inspirada nos movimentos polca e folclóricas. A mistura de culturas inspirou também o figurino e o cenário de Fabio Namatame. O palco quase vazio, a escadaria ao centro ressalta o trabalho dos bailarinos que preenchem os espaços criando povoados e rodas de danças referenciando os paises. Intervenções Visuais: Escultura Obra: The Depression Bread Line Artista: SEGAL, George Espaço: Menorial Francklin Delano Roosevelt Cidade: Washigton Ano: 1991 Tema: A obra é uma reflexão sobre a condição humana. Cinco figuras masculinas formam fila e retratam o período da Grande Depressão americana, um difícil período econômico. Segal criou primeiramente uma escultura em gesso, madeira, metal e pintura de acrílico, que serviu de molde para a fundição em bronze. As figuras expressivas ocupam um espaço cotidiano, convidando a”reolhar” a vida humana. Instalação Obra; Cânone Artista: MAREPE Local: Pavilhão da Bienal, Pq do Ibirapuera Evento: 27.ª Bienal Internacional de São Paulo. Cidade: São Paulo Ano: 2006 Tema: Guarda-chuvas masculinos pretos e sóbrios criam intrincadas relações entre materialidade e forma-conteúdo, convidando-nos a múltiplas leituras, sensações e pensamentos. Paisagismo Obra: Jardim de Burle Marx Autor: Roberto Burle Marx Espaço: Pq Burle Marx Cidade: São Paulo Ano: 2008 Tema: Jardim composto de diversos tipos de rochas e plantas compondo uma ideia. Instalação Obra: Azulejões Autora: VAREJÃO, Adriana. Materiais: 100 telas, gesso sobre tela, pintado a óleo Espaço: Centro Cultural do Banco do Brasil Ano: 2001 Tema: A artista observou e fotografou azulejos portugueses da Igreja do Outeiro da Glória, no Rio de Janeiro. Buscou a matéria para reproduzir telas em grande escala, revelando na pele na pintura as rachaduras dos originais. As marcas do tempo foram cuidadosamente amplificadas. O grande painel pintado por Adriana compõe-se de 100 telas. Proposta: Criar uma intervenção na escola, escolhendo o espaço e tema.