Ppp

597 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
597
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
7
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ppp

  1. 1. 1. APRESENTAÇÃO O   Grupo   Escolar   Professor   Pedro   Paulo   Philippi   foi   criado   pelo   decreto   nº   371   em 19/06/1972.   Em  27/04/1973, pelo  decreto nº 160 em  27/04/1973, passou de Escola  Básica   para Escola Articulada e, em seguida, Escola Básica Integrada. A escola integrada atendia os alunos das Escolas   Victor Meirelles,  Francisco de  Paula  Seára e  Nilton Kucker em  suas  oficinas  de  aulas práticas.   Por   ser   uma   Escola   que   oferecia   oficinas   equipadas,   tornou­se   uma   escola   centro­irradiadora   da   13ª   UCRE.   Esta   abreviação   refere­se   à   Unidade   de   Coordenação   Regional   de Educação, nomenclatura dada ao que hoje conhecemos por GERED (Gerência de Educação). No   ano   de   1985,   passou   a   atender   seus   alunos   por   período   integral   onde   os   mesmos permaneciam na escola, no horário das 7h30 às 17h30, era oferecido lanche, almoço e recreações. Estes alunos possuíam aulas normais no período regular e no outro desenvolviam suas habilidades e aulas de reforço, com professores habilitados e capacitados na área de ensino. Com o término do projeto de escola integral em 1991, nova denominação foi dada à Escola, passando a chamar­se Escola de Educação Básica Prof.º Pedro Paulo Philippi, no ano 2000. Nesta caminhada histórica, alguns dos educadores ocuparam o cargo de diretores, no qual passamos a apresentá­los a seguir, pelo respectivo nome e período de gestão: • Maria Pedrini – 1972 a 1980 • Odete Ramos Gomes – 1980 a 1981 • Isolete T. dos Santos – 1982 (In memorian) • Olga Maria B. Zanella – 1983 a 1984 • Claudete Ogliari –1985 • Elisabeth Caldeira e Fernando A. Athaíde – 1986 a 1990 • Felício A. Pavan – 1991 a 1992 • Ailton Limas Patrício – 1993 • Verônica Heidmann – 1994  • Glicério O. Rodrigues – 1995 a 1998 • Salete R. Bortolotto – 1999 • Jucineide Victorino – 2000
  2. 2. • Pedra C. Noldin – 2001 a 2002 • Glóris Carolina Belli – 2003 a 2009. • Elizabet Panca – 2009 a 2010 • Eliane Assini de Souza ­2011 a 2014 Em 2005, com o objetivo de conhecer melhor a comunidade, a EEB Pedro Paulo Philippi realizou um diagnóstico, por meio de um questionário, que apresentou uma amostra composta de noventa (90) alunos, pertencentes a: 2ª, 4ª, 6ª e 7ª séries, entre 9 e 14 anos. E, sessenta e cinco (65) famílias. Devido à localização central da UE no município de Itajaí,a escola atende do Centro e de vários bairros como Fazenda, Dom Bosco e, principalmente, do Bairro Nossa Senhora das Graças, popularmente chamado Matadouro, que se instalou nos arredores do Presídio Central com parentes dos presidiários, vindos principalmente de outras cidades. É uma comunidade escolar carente, cuja renda familiar não ultrapassa um salário mínimo e que traz consigo as marcas da violência característica do local em que está localizada. Muitos alunos vivem sob a responsabilidade de parentes (avós, tios, etc). Gostam de vir para escola, são assíduos, mas não demonstram muito interesse pelo estudo, nem possuem hábito de estudo em casa. O acompanhamento e auxílio dos pais ou responsáveis deixam a desejar.  Grande maioria dos alunos, no contra turno freqüentam o Parque Dom Bosco, Lar Fabiano de Cristo e Lar Padre Jacó, que oferecem cursos e atividades gratuitos.  Referente ao quadro geral de alunos de 2006, 2007 e 2008, a escola apresenta: Total  Reprovados  geral  Ano Masculinos Femininos Aprovados Reprovados Desistentes Transferidos por  de  freqüência turmas 2006 21 256 239 304 83 24 81 3 2007 26 276 247 349 88 35 47 4 2008 24 265 272 402 61 23 43 8
  3. 3. 2009 2010 2011 3. Estratégias de Avaliação 2. PAPEL DA ESCOLA A ideia de que toda pedagogia é política, assim como toda atividade política é pedagógica, ganhou considerável espaço em nossa sociedade, sobretudo a partir dos anos 60, uma vez que o voto ­   expressão   simbólica   máxima   da   cidadania   ­   era   restrito   aos   alfabetizados.   Nada   melhor   para expressar essa equivalência entre as atividades políticas de um professor e caráter pedagógico da ação política dos cidadãos  do que o slogan difundido e consagrado de que todo educador é umeducando e todo educando é um educador. A escola na sua função específica, não sendo neutra e estática, sofreu no decorrer de suaevolução histórica e cronológica um processo de transformação pela interferência de diferentestendências que se caracterizam pelo momento histórico político no qual se desenvolveram. É nesta perspectiva que a Escola de Educação Básica Pedro Paulo Philippi situa seu projetopolítico pedagógico amparando-se pela concepção de que “educação é em si a totalidade docontexto no qual está inserida” (Proposta Curricular de SC, 1998, p. 3). Nesse sentido o PPP senorteará pelos princípios democráticos entendidos pelas mudanças nos âmbitos: estruturais eorganizacionais como um todo. Os princípios norteadores deste PPP são os seguintes: Objetivo Geral: -Desenvolver a capacidade reflexiva dos alunos, levando-os a questionar a realidade atravésda ampliação dos conhecimentos com vistas a uma maior integração na sociedade de maneira ativae interativa.
  4. 4. Sendo assim, serão priorizados, para que se cumpra a MISSÃO  da escola de EducaçãoBásica Prof. Pedro Paulo Philippi : - formar o aluno visando à sua identidade cidadã e a melhoria na sua qualidade de vida; • articular a construção do conhecimento; • investir em conhecimento e valores éticos, morais e sociais; • respeitar a diversidade e a inclusão de raças, cor, credo; • resgatar o papel do professor no processo educativo, como mediador das práticas sociais, por meio do repensar a sua própria prática pedagógica. Desse modo, a comunidade educativa da EEB Prof. Pedro Paulo Philippi denuncia que hánecessidades emergentes a serem desveladas no cotidiano curricular, pois ao se pensar formas dedinamizar um currículo voltado para as necessidades reais dos alunos, faz-se necessária a reflexãosobre o papel do professor, a saber: • Um professor, que além de informar, deverá comprometer-se com a formação integral do aluno; • Ser um motivador e servir como exemplo de informação, ou seja, atualizar-se, informar-se, ser pesquisador constante da sua prática, curioso para poder mediar os conhecimentos, com clareza e, ao mesmo tempo, não perder o rigor da cientificidade daquilo que está ensinando. Assim sendo, todos os segmentos da instituição escolar (especialistas, professores, direção ealunos) serão responsáveis por ações que refletirão as intenções educativas, ao mesmo tempo emque segmentos da sociedade também prestarão ajuda no intuito de possibilitar encaminhamentospara amenizar, principalmente, dificuldades de aprendizagem ou atendimento especializado que, porventura, não estarão ao total alcance dos professores, em sala de aula. No decorrer do texto,portanto, elucidaremos melhor estes aspectos, a saber - ações de intervenção: Para alunos: • SAED • Intérprete (LIBRAS) nas salas do Ensino Fundamental, quando se fizer necessário. • Grupo de especialistas (OE e SE) junto a professores readaptados, direção, APP e Conselho Deliberativo, para prestar atendimento aos pais, professores e alunos nas dificuldades pedagógicas (defasagem de alunos, aquisição de material didático-pedagógico, material de expediente, organização de eventos, passeios de estudo, eventos, atendimento na biblioteca, vídeo-escola, projetos pedagógicos, dias de estudo, reuniões pedagógicas, conselhos de
  5. 5. classe, homenagens cívicas, entre outras atividades cotidianas). • Reforço escolar de Matemática, aulas de capoeira e aulas de música ministradas por  estagiários universitários. 3. PROPOSTA CURRICULAR A escola,urgentemente, necessita assumir a função social que lhe compete e, nesse contexto,a E.E.B. Prof.º Pedro Paulo Philippi no intuito de melhor exemplificar essa questão, a fim de torná-la mais clara e evidente, elenca os seguintes compromissos: • A instituição deverá trabalhar seus conteúdos não somente na forma de informar e instruir, mas formar, preparar para a vida; • Buscar a formação integral do educando e a formação da cidadania; • Motivar o aluno para a busca de sua independência, autonomia, pressuposto indispensável para atender ao processo de mudança contínua da sociedade globalizada. Portanto, a E.E.B. Prof.º Pedro Paulo Philippi, considerará o diagnóstico de sua realidadeescolar (evidenciado, em parte, na introdução deste documento) e apoiar-se-á, principalmente, nostrês objetivos específicos interligados, contemplados pela proposta Curricular de SantaCatarina. .............PAG.7 do PPP Ao se pontuar teoricamente, questões referentes à organização curricular da EEB Prof. PedroPaulo Philippi, será demonstrado como se pensa a dimensão dos conteúdos escolares, com base namatriz curricular e, no decorrer da apresentação, como se dá a adequação da mesma ao contextoeducativo, a partir da organização dos planos de ensino de cada disciplina conteúdos, metodologia,avaliação.1 3.1. AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL: inclusão da criança de seis anos no Ensino Fundamental. O objetivo de ampliar o período de escolaridade obrigatória, que assegura o acesso dacriança de seis anos de idade ao ensino fundamental consiste em possibilitar a essas crianças umtempo maior de convívio escolar. Atender as crianças a partir dos seis anos de idade no ensino obrigatório é uma forma de1
  6. 6. assegurar o cumprimento de um direito da criança que se encontra nessa faixa etária que, casocontrário, possivelmente permaneceria à margem do processo de escolarização nessa faixa etária. A proposta curricular do 1º ano/série do ensino fundamental de nove anos não deve seringenuamente, compreendida como uma simples adequação dos conteúdos trabalhados no 1ºano/série do ensino fundamental de oito anos, somados à proposta desenvolvida com as crianças deseis anos, até então, atendidas no último ano da educação infantil. Faz-se necessário elaborar umanova proposta curricular coerente com as especificidades não só da criança de 6 anos, mas tambémdas demais crianças de 7, 8, 9 e 10 anos de idade, que se encontram na infância, que compõe oscinco anos iniciais do ensino fundamental. Consequentemente, espera-se, desse modo, que essa re-elaboração, reflexão e atitude curricular não se limitem aos anos iniciais, mas que se estenda aosanos finais dessa etapa de ensino, pois a adolescência é um ciclo de vida que, também, está inseridono ensino obrigatório. 3.2. ALFABETIZAÇÃO e LETRAMENTO O processo de alfabetização é comumente abordado através de uma perspectiva técnica econsiderada apenas como um processo individual de aquisição. A alfabetização inicial,via escolarização tem como função conhecer o nível dedesenvolvimento de seus alfabetizandos para, a partir daí, ir ao encontro dos níveis dedesenvolvimento que ainda não foram alcançados por eles. Oportuno se torna evidenciar que, não setrata aqui do alfabetizador ter uma postura espontaneísta. Portanto, faz-se necessário possibilitar aosujeito que aprende, através da ação pedagógica, a re-elaboração, reconstrução da escrita comoobjeto cultural, construído pelos homens ao longo da história e, em movimento dialético. Esclarecemos que a representação simbólica deste período de alfabetização dar-se-á pormeio da escrita das letras em caixa alta. Esta necessidade está contextualizada pela leitura de mundoque os educandos já trazem do seu meio social e que a escola, para ser coerente com esta realidade,não pode romper. Isso exige de cada um de nós, envolvidos no projeto, uma mudança de postura frente àquestão de aquisição da leitura e da escrita e, acreditamos que nossos alunos, são capazes deinteragir na busca da construção de uma concepção sócio-interacionista de alfabetização.  3.3. LÍNGUA PORTUGUESA A Escola precisa trabalhar um conjunto de conhecimentos necessários para que o aluno
  7. 7. possa fazer uso competente da língua e, com isso, ter acesso às diferentes áreas do saber humano.Deve, portanto, o professor em sua prática pedagógica, desenvolver a capacidade de ler textos, osmais diversos, de falar e de escrever com clareza, com nível argumentativo, correção gramatical deacordo com o padrão culto. No entanto, sabemos que a clientela atendida por esta instituição jápossui um vocabulário real, que corresponde às situações do cotidiano em que estão inseridos. E, deque, é desta linguagem que precisamos partir e fazer comparações para ascender ao nível dessepadrão culto que se almeja atingir. Nossa prática pedagógica contempla não é somente informar, mas, sobretudo, despertar noaluno a capacidade de pensar, ouvir, ler, falar e escrever a linguagem do mundo, marcada por umjogo de intenções e representações. 3.4. MATEMÁTICA Esta disciplina deve ser um instrumento de libertação, proporcionando ao educandopossibilidades diversas de interagir com o cotidiano, modificando-o de acordo com as necessidadesda sociedade que vive. Convém enfatizar que a Matemática faz parte do currículo, pois ele é o resultado de umaprodução humana que levou milhares de anos para ser sistematizada e classificada como ciênciaexata, por isso, faz-se necessário levar em consideração alguns aspectos importantes quando sepretende estabelecer um rol de conteúdos e sugestões metodológicas para a abordagem dos mesmos,tais como: números, álgebras, medidas e estatísticas e geometria. A proposta de educação matemática fomentada pela EEB profº Pedro Paulo Philippi, tem ocompromisso com a formação integral do aluno e o exercício da cidadania. 3.5. HISTÓRIA Tem como finalidade levar ao questionamento da vida atual, mediante o estabelecimento de  relações   com sociedades, práticas  e representações  ocorridas no passado, para que se possa refletir e mudar cotidianamente as ações. O   Ensino   de   História   na   Escola   Básica   “Professor   Pedro   Paulo   Philippi”,   possibilita abordagens temáticas, que encaminham para o estudo e a compreensão de temas atuais de nosso contexto   social,   que   envolvem   saúde,   trabalho,   meio­ambiente,   sexualidade,   pluralidade   cultura, ética, relação de gênero, melhor e novos paradigmas, memória e identidade.
  8. 8. Assim,   a   história   como   Ciência   Social,   é   um   referencial   crítico   para   o   reencontro   da integridade do humano, no vivido.  3.6. GEOGRAFIA  Ciência   que   estuda   aquilo   que   é   marcado   no   território   que   expressa   o   espaço   como resultado das lutas, das disputas, do jogo de interesses e do poder dos povos, das sociedades e dos homens. A Escola de Educação Básica “Professor Pedro Paulo Philippi”, no seu cotidiano, pretende trabalhar a Geografia de forma crítica, uma vez que ela é dinâmica. O professor deve agir como mediador   entre   a   produção   cultural   e   o   sujeito,   facilitando   o   entendimento   de   fatores   sociais, políticos, naturais e econômicos, oportunizando a apropriação do saber, não de forma isolada, mas buscando uma visão global, contextualizada. 3.7. CIÊNCIAS Entender a ciência como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações é meta a que se propõe o ensino de Ciências no Ensino Fundamental.  Desta forma, a prática pedagógica será desenvolvida de maneira contextualizada, a fim de que   o   educando   não   apenas   reconheça   os   recursos   oferecidos   pelo   meio   natural,   que   só   são aproveitados através do trabalho do homem, do seu esforço e de sua energia transformadora, mas também que desperte nesse aluno uma consciência ecológica de preservação e sustentabilidade. 3.8. ARTES A   Arte   é   uma   disciplina   que   gera   conhecimento,   valoriza   os   aspectos   estéticos, psicológicos, sociais, políticos e históricos de toda a comunidade escolar. Portanto, é responsabilidade da escola mediar a aquisição de conhecimentos que favoreçam o   estabelecimento   de   relações   com   a   Arte   produzida   nas   regiões,   no   país   ou   no   mundo, compreendendo   criticamente   também   aquelas   produzidas   pela   mídia   para   democratizar   o conhecimento e ampliar as possibilidades conscientes e sociais do nosso aluno.
  9. 9. 3.9. EDUCAÇÃO FÍSICA Disciplina   que,   significativamente,   ligada   aos   conceitos   de   movimento/corporeidade, ginástica,   jogo,   dança   e   esporte,   será   ministrada   com   o   objetivo   de   aproveitar   a   prática   das atividades físicas como espaço pedagógico que interligará o movimento corporal às necessidades materiais   e   espirituais,trabalhando   as   ideias,   sentimentos,   valores   e   emoções   com   múltiplas intencionalidades, pois é sabido que o indivíduo só se humaniza no convívio com outros seres humanos e que nessa relação interpessoal ele aprende a colaborar, repartir, ceder, expor suas ideias e compartilhar suas experiências. 3.10. LÍNGUA ESTRANGEIRA É fundamental no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira, neste caso, ­ o Inglês – o reconhecimento de língua como prática social, isto é, o domínio das diversas estratégias discursivas,   permitindo   ao   indivíduo   interagir   nas   diversas   relações   sociais   a   que   é   exposto cotidianamente. 3.11. ENSINO RELIGIOSO É   uma   disciplina   que   contribui   para   o   crescimento   espiritual;   por   isso   o   professor,   ao trabalhar os conteúdos, deve se lembrar de não associa­lo às próprias crenças religiosas, afastando a discriminação e levando para a sala de aula o entendimento e respeito aos diversos cultos, tradições, rituais, celebrações, textos ou símbolos sagrados existentes.  4 AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO­APRENDIZAGEM A   avaliação   é   parte   integrante   do   processo   ensino­aprendizagem   e   busca   investigar   o referencial   que   o   aluno   traz   para   a   sala   de   aula,   com   o   compromisso   de   sua   ampliar   o conhecimento,identificando   os   sucessos   e   prováveis   dificuldades   nesse   processo.   Desse   modo, pensa­se   que   essa   investigação   durante   o   processo   visa   à   ação   imediata   do   professor,   como mediador,   tentando   sanar   as   dificuldades   do   aluno   e   promovendo   a   efetiva   apropriação   do conhecimento. Os   instrumentos   de   avaliação   devem   incorporar,   além   dos   aspectos   cognitivos,   outras dimensões   (cultural, social, biológica  e afetiva), que fazem parte do processo de formação   dos educandos. É uma prática contínua, considerando o processo de ensino­aprendizagem e os aspectos 
  10. 10. atitudinais   demonstrados   pelo   aluno   e   professor.   Tomar­se­á   como   base   para   a   avaliação,   a identificação das diferentes formas de apropriação de conceitos científicos elaborados pelo aluno e a qualidade  da   mediação desenvolvida pelo  professor, pois  entende­se que nesta caminhada  tanto aluno   como   professor  é avaliado,  em  termos   de redimensionar  sua  metodologia  e  repensar   sua prática,constantemente. Para   o   aluno,   caberá   o   direito   de   conhecer   tanto   os   critérios   avaliativos,   como   os instrumentos que serão utilizados pelo professor para garantir sua apropriação de conhecimentos nas diferentes áreas do saber. 4.1. Registro numérico da avaliação da aprendizagem De  acordo com a Resolução 158/2008 a avaliação do rendimento do aluno deverá  ser registrada no diário de classe do professor, incluídos os procedimentos avaliativos de recuperação de estudos e de dependência, sempre que houver. A sistemática de avaliação e o registro do seu resultado serão bimestrais. O registro do resultado da avaliação será expresso de forma numérica, de um (1) a dez (10), com fração de 0,5.Nas primeiras, segundas, terceiras, quartas e quintas séries do Ensino Fundamental, o registro da avaliação será descritivo, no decorrer do ano letivo, e transformado em  valores numéricos quando o aluno se transferir. Nas primeiras e segundas séries será registrada apenas a frequência anual e, se o aluno atingir o mínimo estabelecido em Lei, automaticamente o Sistema registrará AP.  Será oportunizado exame final para os alunos que atingirem média anual igual ou superior a três (3) e inferior a sete (7). Para os alunos que ficarem em exame, será aplicada a seguinte fórmula:Média das notas bimestrais x 1,7 + Nota do exame x 1,3= Soma de pontos igual ou maior que 14. 4.2. A Recuperação de Estudos A   EEB   Prof.º   Pedro   Paulo   Philippi,   prevê   no   seu   Projeto   Político   Pedagógico,   em consonância com a resolução 158/2008, a recuperação de estudos, esta entendida como um processo didático pedagógico que visa oferecer novas oportunidades de aprendizagem ao aluno para superar deficiências ao longo do processo ensino­aprendizagem, sempre que for diagnosticado o rendimento do aluno inferior a sete (7), antes da publicação das notas.
  11. 11. 4.3. Dependência de Estudos A partir de agosto de 2010, não mais serão oferecidas dependências aos alunos das séries finais de Ensino Fundamental e Médio. Aquele que obtiver como resultado final, após exame,soma inferior a 14 pontos, estará reprovado. 5. DIMENSÃO ADMINISTRATIVA A E.E.B. Prof.º Pedro Paulo Philippi, em sua dimensão administrativa está composta pelosseguintes segmentos: Direção, Conselho Deliberativo, Associação de Pais e Professores (APP),especialistas (SE ,OE e ATP), corpo docente (professores e readaptados), corpo discente, biblioteca,secretaria, vídeo-escola, agentes de serviços gerais, serviço terceirizado (CASVIG), Conselho deClasse,Alimentação terceirizada sob responsabilidade da COAN. 5.1. REGIME DE FUNCIONAMENTO DA ESCOLA A   E.E.B.   Prof.º   Pedro   Paulo   Philippi   atende   alunos   de   1ª   a   8ª   séries   do   Ensino Fundamental, com promoção por séries e anuais respaldada na Lei 9394/96 e Lei complementar 170/98 e, conforme orientação da SED. 5.1.1. Nível de Ensino O Ensino Fundamental de 1ª a 8ª séries será oferecido, de acordo com a demanda, nos períodos matutino e vespertino, e obedecerá ao número de alunos, em sala, conforme normativa de matrícula, vinda da SED. 5.1.2. Matrícula O plano de matrícula será elaborado, anualmente, pela SED. A direção da Unidade Escolar será responsável pela divulgação do período e dos critérios para a efetivação da matrícula. A partir do ato da matrícula, o aluno, o pai ou responsável, tomarão conhecimento dos 
  12. 12. dispositivos contidos no P.P.P.  Para a matrícula inicial, na Unidade Escolar, o candidato deverá apresentar certidão de nascimento, comprovante de residência, fotocópia da carteira de vacina e atender o estabelecido na Legislação em vigor. Será respeitado o zoneamento, mas caso a mãe/pai ou responsável pelo aluno, apresente comprovante do local de trabalho, próximo à escola, a matrícula será efetuada (salvo se não houver mais vagas). Constatada a irregularidade no documento do aluno, referente à série que esteja cursando, a Unidade Escolar deverá providenciar a sua regularização, exceto nos casos cuja documentação encontre­se em tramitação no poder judiciário ou Conselho Tutelar. Para os atuais alunos da Unidade Escolar, a renovação da matrícula será efetuada mediante confirmação dos pais e ou responsáveis. • Username class="mandatory"* username available  • Password class="mandatory"* password is valid  • Email class="mandatory"* email is valid  •      value="1"   name="user[terms_of_use]"   id="signup_user_terms_of_use"  class="checkbox" type="checkbox"  I accept TOC & Privacy Policy  •      value="1"   name="user[email_subscription]"   id="user_email_subscription"  checked="checked"   class="checkbox"   type="checkbox"   Send   me   the   bi­monthly  newsletter.  • • 1ª série do Ensino Fundamental A matrícula de 1ª série ocorrerá para alunos de seis anos e para os alunos que completarem  esta idade até 30 de março do corrente ano.  5.1.3. Transferência A Unidade escolar aceitará transferência observadas as exigências e formalidades. A transferência far­se­á pelo Núcleo comum, fixado em âmbito nacional, observados os princípios e normas vigentes.
  13. 13. A transferência oriunda de países estrangeiros dar­se­á em conformidade com a legislação vigente. A divergência de currículo em relação às disciplinas, da parte diversificada, acrescentada pela Unidade Escolar, não constituirá impedimento para a aceitação da matrícula por transferência. 5.1.4. Adaptação A adaptação é restrita aos conteúdos programáticos, e não há frequência e carga horária prevista. A adaptação será desenvolvida sem prejuízo das atividades normais na série em que o aluno se matricule, e tem por finalidade, atingir os conteúdos necessários para o prosseguimento do novo currículo, e serão concluídos antes do resultado final da avaliação do rendimento escolar. A adaptação far­se­á mediante a execução de trabalhos orientados  pelo professor, com acompanhamento dos especialistas em assuntos educacionais e direção da Unidade Escolar. 5.2. DO REGIMENTO DISCIPLINAR O regime disciplinar para os componentes da organização escolar será decorrente das disposições legais aplicáveis a cada caso, das normas estabelecidas neste Plano Político Pedagógico, no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis, Estatuto do Magistério Público do Estado, na Consolidação das Leis de Trabalho e no Estatuto da Criança e do Adolescente. 5.2.1. Do corpo discente Pela inobservância dos deveres previstos neste Projeto Político Pedagógico e conforme a gravidade ou reiteração das faltas e infrações, serão aplicadas aos alunos, as seguintes medidas disciplinares: • Advertência verbal: 02 (duas). Serão executadas pelo professor e registrada no diário de  classe. Após essa medida o aluno será encaminhado ao SOE.  • Advertência por escrito: 03 (três). A aplicação dessa medida será registrada na ficha do  aluno e no livro de ocorrência pelo SOE.  • Exigência de comparecimento dos pais ou responsáveis após a segunda advertência por  escrito
  14. 14. • Comunicação ao Conselho Tutelar.  • Observação: Em casos de agressão de fato (tanto do agressor como do agredido), mesmo não tendo sido aplicada a advertência verbal e  escrita, será registrada a ocorrência no Conselho Tutelar. SUSPENSÃO??????????6. DIMENSÃO FINANCEIRAA EEB Pedro Paulo Philippi é mantida com recursos advindos da SED, recursos liberados pelo programa PDDE(Programa Dinheiro Direto na Escola), colaboração espontânea da APP.6. DIMENSÃO FÍSICA A dimensão física desta UE compreende um terreno de 140 metros de comprimento, por 70   metros   de  largura num total de 9.800m. Dentro dessa metragem, aproximadamente 30%  do espaço físico está à disposição do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), desde o ano de 1996. Sendo assim, nos restam 70% que estão distribuídos em dois blocos. O primeiro (com dois pavimentos) contém 08 salas de aula medindo 7,35x 5,90 cada uma e quatro banheiros (04), sendo dois para alunos e dois para professores.  No segundo bloco, temos: 01 secretaria, com diretoria (anexo); 01 sala para informática; 01 sala de vídeo; 01 Biblioteca/ Videoteca, medindo 11,68m x 5,07m ; 01 sala para os professores; 01 cozinha com refeitório; 02 banheiros destinados aos alunos; 01 sala de Educação Física; 01 sala de Orientação Educacional; 01 quadra de esportes descoberta; 01 ginásio de esportes coberto, obra entregue no ano de 2005; 02 ­ Auto­labor – Existem dois laboratórios móveis para as aulas de Física e Química, disponíveis, sendo que um está ativado e outro desativado. 7. METAS, AÇÕES E RESPONSÁVEIS 7.1 Metas:7.1.1 ­ Dimensão Física: • Passarela do corredor final até o Ginásio de Esportes; • Aumentar o muro que circunda a UE, para evitar o acesso dos vândalos.
  15. 15. • Condições de acessibilidade para portadores de necessidades especiais.  •   Responsáveis pelas ações  : Conselho Deliberativo, APP, direção, professores. 7.1.2 – Dimensão Pedagógica: Ações: Cursos de Formação Continuada para professores de 1ª a 4ª série. Cursos de Formação Continuada para professores de 5ª a 8ª série. Ativação das salas de auto­labor. Responsáveis pelas ações: Conselho Deliberativo, APP, Direção, Especialistas e professores. Ações: Viabilização de projetos: 1. Homenagem Cívica: professores regentes 2. Projetos: 2.1 – Projeto Leitura na Escola: Mª Margarete Martins Silva 2.2 – Feira de Matemática: Sílvia dos Santos Silva 2.3 – Projeto Afro­descendente: Mª Margarete Martins Silva 2.4 – Projeto NEPRE: Lubélia Maria Pinto e Kátia Fernandes Soares 2.5 – Projeto Educação Fiscal: Sílvia dos Santos Silva 2.6 – Projeto Recreio Monitorado: Cláudia Christiane Agostinho de Souza 2.7 – Campeonato Soletrando: Kátia Fernandes Soares 3.0 ­ Campeonatos internos e externos nas modalidades de futsal e handbol masculino e  feminino: Sérgio B. Monfardini9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
  16. 16. AZANHA, J.M. Educação: alguns escritos. São Paulo, Nacional, 1987.Estatuto da Criança e do Adolescente.CARNEIRO, M. A. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva: artigo a artigo. Petrópolis:Vozes, 1998.FERNANDES, Francisco das Chagas. Política de Ampliação do Ensino Fundamental para NoveAnos – Pela inclusão das crianças de seis anos de idade na educação obrigatória. MEC, 2007NÓVOA, A Organizações escolares em análise. Lisboa, Dom Quixote, 1992.Proposta Curricular de Santa Catarina.Estatuto da Criança e do adolescente. Itajaí, maio de 2002.SANTA CATARINA. Fundação Catarinense de Educação Especial. Política para Educação de Surdos no Estado de Santa Catarina. São José: FCEE, 2004. 33 p.

×