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Apresentação do
PLANO DE TRABALHO DE TURMA
2013-2014

Sala Fixe, educadora de infância Maria Jesus Sousa
1
DIAGNÓSTICO INICIAL

Caraterização do grupo:
• O grupo que frequenta esta sala é formado por 16 crianças, de 3, 4 e 5 anos (idade referente a
dezembro 2013), distribuídas como se segue:
Meninos

Meninas

Totais

5 anos

3

3

6

4 anos

1

1

2

3 anos

4

4

8

Totais

8

8

16

• Sete crianças já frequentaram a sala nos dois anos letivos anteriores, sendo que esse grupo integrou
nove crianças novas: uma de 4 e oito de 3 anos de idade.

2
DIAGNÓSTICO INICIAL
• A caraterização inicial deste grupo baseou-se em procedimentos sistemáticos de observação e
escuta, tendo por referência as Áreas de Conteúdo definidas nas Orientações Curriculares para a
Educação Pré-Escolar (OCEPE).
• Trata-se de um grupo equilibrado em termos de género e idade; são crianças ativas, impulsivas,
irrequietas e com uma capacidade de atenção/concentração limitada; são interessadas e bastante
participativas em todas as propostas feitas ao grupo.
• A caraterização inicial de cada criança baseou-se nos procedimentos atrás descritos e encontra-se
relatada nas Fichas de Avaliação Diagnóstica (a que alguns pais/EE já tiveram acesso) que estão

integradas nos Portefólios Individuais das crianças.

3
DIAGNÓSTICO INICIAL

Principais Necessidades Detetadas:
Como necessidades mais prementes das crianças deste grupo podem elencar-se as seguintes:
• Promoção da autonomia e independência pessoal (pequenos)
• Aumento do nível de envolvimento e participação em grande grupo (pequenos)
• Desenvolvimento da capacidade de partilha e prática de trabalho/brincadeira colaborativos
(pequenos)
• Planeamento individual mais responsável durante o tempo de trabalho nas áreas, evitando que saltitem
de área em área com demasiada frequência e sem arrumar (pequenos)
• Aumento da capacidade de atenção/concentração e do tempo de permanência nas atividades
• Desenvolvimento do sentido da responsabilidade e do empenho/persistência
• Iniciativa na realização de projetos, pesquisas e investigação (grandes)
• Resolução autónoma e pacífica de pequenos problemas/conflitos do dia-a-dia entre crianças
• Manutenção de um ambiente calmo na sala de atividades, com as crianças a falarem num tom de voz
aceitável.

4
FUNDAMENTAÇÃO DAS OPÇÕES EDUCATIVAS
• A Lei – Quadro da Educação Pré – Escolar estabelece, no seu princípio geral, que esta constitui (...)

a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida (...) ”, pelo que a
responsabilidade atribuída ao educador de infância se encontra acrescida, na medida em se
reconhece que dele depende algo de muito ambicioso:
“ (...) a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na

sociedade como ser autónomo, livre e solidário.”

5
METODOLOGIA
A Educadora titular do grupo não se fundamenta numa teoria metodológica única:
• Procura adotar uma linha pedagógica baseada no Construtivismo e orientada pelos princípios da

Pedagogia-em-participação (onde a criança é ajudada a construir conhecimento, como ser
competente que é), reforçando uma perspetiva de Educação para a Diversidade (em que cada um é
valorizado pelas suas diferenças, procurando não educar a todos como se fossem um só).
• Assim, partindo da construção deste documento como orientador das práticas, abrangente,
contextualizado e aberto, abordagens metodológicas como Movimento da Escola Moderna, Trabalho

de Projeto, Reggio Emilia ou Projeto DQP surgem entrelaçados na estruturação do seu trabalho
pedagógico.

6
A organização do grupo:

METODOLOGIA

• A estrutura organizativa do grupo de crianças em contexto de sala permite que desenvolvam diversos
tipos de interações, importantes e significativas para o seu desenvolvimento harmonioso:
• Momentos de atividade individual
• Momentos de atividade em pares / pequenos grupos
• Momentos de atividade em grande grupo
• Estabelecem-se ainda relações com os adultos significativos da sala (educadora e assistente) e da
restante instituição, para além daquelas que são normalmente criadas com a comunidade escolar da
EB1.

7
A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO

A organização do espaço:
• A divisão em áreas e a colocação dos diversos materiais é uma das primeiras formas de intervenção
da Educadora. Assim, a sala está dividida em espaços de atividade diferenciados, devidamente
demarcados e identificados. São eles:
• A Mesa Grande, área de reunião do grande grupo e onde se desenvolvem as atividades ligadas às
áreas de expressão:
•
•
•
•

•
•
•
•
•
•

Área do Desenho
Área do Recorte e Colagem
Área da Modelagem
Área da Areia

Área da Casa da Boneca
Áreas de Jogos
Área da Biblioteca
Área dos Projetos
Área da Pintura
Área do Computador

8
A Área da “Mesa Grande”

9
A Área da “Mesa Grande”
É a área central da sala porque:
• É aqui que todos se reúnem, diariamente, para conversar, trocar opiniões, ouvir uma história,
cantar uma canção, repetir uma lengalenga, resolver problemas e planear em conjunto as
atividades do dia;
• É também o local onde se encontram os Quadros de Responsabilidade, que são os instrumentos de

gestão partilhada que nos ajudam a gerir o dia-a-dia de forma autónoma e responsável,
favorecendo o desenvolvimento equilibrado de cada criança e a sua integração num grupo de

pares.

10
A Área da “Mesa Grande”
Os quadros de responsabilidade

11
Área da casa da boneca
(faz-de-conta)

12
Área da casa da boneca
(faz-de-conta)
É constituída pela Cozinha e pelo Quarto da Boneca;
• Permite que as crianças participem colaborativamente em atividades de jogo simbólico, imitação de
adultos que observam no dia a dia e de desempenho de papeis: ser a mãe, o pai, o bebé ou o Sr.

Doutor…
• Promove o desenvolvimento de competências básicas como a linguagem oral, o respeito pelos outros,
a gestão autónoma de conflitos, a auto-estima e a capacidade de iniciativa e independência pessoal.
• Poderá vir a integrar ainda uma área de disfarce…

13
Áreas de Jogos
(de mesa e de chão)

14
Áreas de Jogos
(de mesa e de chão)
Incluem Jogos de mesa (jogos calmos como puzzles, lotos, dominós, enfiamentos, encaixes, sequências

lógicas, etc.) utilizados sobre uma mesa e Jogos de Chão (construções com blocos diversos, Legos,
peças em madeira, pista, carrinhos, figuras de bonecos, animais, etc.) normalmente usados no chão.
• Estas atividades permitem que a criança desenvolva a coordenação óculo manual, a motricidade fina,
a classificação e a seriação, a cooperação em grupo, a gestão de conflitos, etc…

15
Áreas de Expressão

16
Áreas de Expressão

Incluem o desenho, a pintura, o recorte, a colagem e a modelagem, recorrendo a técnicas o
mais possível diversificadas, que contribuem para que a criança desenvolva:
• a atenção / concentração / capacidade de envolvimento na tarefa
• a autonomia e a responsabilidade

• a capacidade de utilizar de forma adequada diversos materiais
• a responsabilidade de terminar as tarefas que inicia
• habilidades básicas como desenhar, recortar, colar, pintar, modelar

• o seu sentido estético e artístico

17
Área da Biblioteca

18
Área da Biblioteca
Numa biblioteca, a criança em idade pré-escolar gosta de ouvir histórias, de manipular livros, de jogar
com sons e palavras e assim familiarizar-se com o código escrito
• Nesta idade só sabe “ler” histórias com imagens, pelo que se deve adaptar o texto ao seu nível de
compreensão e guiá-la na sua relação com o livro, “esse amigo que a irá acompanhar pela vida

fora…”
• Aqui se desenvolve a imaginação e criatividade, o gosto precoce pela leitura, o interesse e a
iniciação ao código escrito, a correção da linguagem oral, a capacidade de se expressar de forma
desinibida, etc.

19
Área da Biblioteca
Ainda nesta área temos o flanelógrafo, que é um instrumento muito útil, pois permite ao educador:

• contar histórias
• explorar imagens
• trabalhar sequências lógicas,
• apresentar situações-problema…
E possibilita à criança:
• desenvolver a imaginação e a criatividade
• recontar histórias
• descrever imagens
• organizar sequências lógicas / temporais
• resolver problemas com recurso a materiais manipuláveis.
A caixa de luz também é um recurso muito apelativo para as crianças, que permite trabalhar conceitos
importantes de cor, forma, espaço, bem como promove a familiarização com o código escrito.

20
Área do computador

21
Área do computador
As Tecnologias têm provocado mudanças na Educação, por isso a integração do computador e da Internet
contribuem, também no Jardim de Infância, para a criação de novas estratégias de ensino-aprendizagem.
• No entanto e principalmente nestas idades, não substituem a experiência direta, a exploração, a
observação do meio ambiente e do próprio corpo, imprescindíveis nesta fase do desenvolvimento.
• Assim, a informática na educação de infância assume o papel de aliada de todas as atividades
desenvolvidas, dada a natural apetência que quase todas as crianças parecem ter para a sua
utilização precoce.
• A consulta ao Bloguefólio e a outros blogues amigos, a pesquisa, as mensagens de e-mail e os jogos
interativos são para já as situações mais frequentes com as crianças. A utilização do facebook e do

twitter facilita o contacto com os adultos.
• Inicou-se recentemente o uso de outros recursos digitais, como a caneta inteligente TING e o tablet.

22
Área dos projetos

23
Área dos projetos
• A metodologia de trabalho de projeto será a usada preferencialmente na sala, sempre que as
diversas situações se possam estruturar neste formato;
• Os miniprojetos (na perspetiva de Reggio Emilia) muitas vezes individuais, também são incentivados,
ajudando as crianças a ter iniciativa, a aprender a planear o seu trabalho, decidindo como fazer e o
que é necessário e resolvendo os pequenos problemas que vão surgindo ao longo do percurso;
• Assim, as crianças conquistam maior autonomia e responsabilidade e desenvolvem as suas
capacidades de envolvimento nas tarefas, empenho, atenção e concentração, tão importantes para o
seu futuro;
• Sendo projetos partilhados por mais crianças, ainda reforçam a socialização, ganham competências
de gestão de conflitos e habituam-se a trabalhar de forma colaborativa.

24
A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO
O dia-a-dia no Jardim de Infância encontra-se organizado sob a forma de Rotinas, que ajudam
a criança a sentir-se segura, contribuindo para a sua estabilidade afetiva. Assim, existem
rotinas :
DIÁRIAS

Acolhimento
Marcação da presença no Quadro das Presenças
Cantar os bons-dias com o Matias
Distribuição de tarefas:
Contagem dos presentes
Marcação das faltas
Preenchimento do Quadro Semanal
(ano, mês, dia, dia da semana,
tempo que faz, atividade e ementa do dia)
Distribuição de mochilas para o lanche

SEMANAIS

2ª - Novidades e Histórias
3ª - Visita ao Bloguefólio
4ª - Caixinha das Surpresas
5ª - Dia diferente / desafio
6ª - Arrumação, contagem e registo
das produções individuais

25
A ORGANIZAÇÃO DA EQUIPA
• O Pessoal Docente do Jardim de Infância (JI) é formado por duas Educadoras de Infância titulares de
grupos,
• O Pessoal Não Docente de apoio ao JI é constituído por uma Assistente Técnica de Ação Educativa que
apoia esta sala e que exerce as funções de animadora da Componente de Apoio à Família
(prolongamento de horário) e ainda uma Assistente Operacional, que apoia a outra sala.

• Existe ainda pessoal docente e não docente ligado à EB1: três professores titulares de turma, uma
professora que exerce as funções de coordenação do estabelecimento, duas assistentes operacionais,
duas cozinheiras e uma tarefeira de apoio á cantina/prolongamento de horário.

26
INTENÇÕES DE TRABALHO PARA O ANO LETIVO
Segue-se a estrutura curricular definida nas três Áreas de Conteúdo:

• Identidade e desenvolvimento
emocional
• Autonomia, iniciativa e
responsabilidade
• Educação para os valores e
cidadania
• Educação sexual

•
•
•
•
•

Educação para a saúde
Conhecimento científico
Conhecimento social
Educação para a diversidade
Educação ambiental

Formação
Pessoal e Social

Conhecimento
do Mundo

• Expressão motora
• Expressão dramática
• Expressão plástica
• Expressão musical
• Linguagem oral
• Abordagem á escrita
• Matemática

Expressão e
Comunicação

27
Área de Formação Pessoal e Social
É uma vasta área de conhecimento que integra a complexidade dos processos de construção da
individualidade da criança e da formação de valores, cuja finalidade é o desenvolvimento pleno e
harmonioso dos indivíduos, num mundo em permanente mudança:
• Identidade e desenvolvimento emocional - favorecimento da construção de uma imagem positiva

de si própria e de condições para o equilíbrio emocional, aspetos fundamentais para um
desenvolvimento saudável e adaptado.
• Autonomia, Iniciativa e Responsabilidade - valorização da independência pessoal, da resolução
autónoma de pequenos problemas, da assunção de consequências dos seus atos e desenvolvimento de
um espírito crítico e interventivo.
• Educação para os valores e cidadania - promoção de bons hábitos sociais, incentivo a atitudes de
paz, respeito, partilha, solidariedade, democracia, participação e espírito crítico.
• Educação sexual - promoção da igualdade de género e de oportunidades e prevenção do preconceito
quanto aos papéis sociais do homem e da mulher.

28
Área de Conhecimento do mundo
Esta área possibilita à criança conhecer melhor o meio que a rodeia, quer ao nível dos recursos
humanos, quer dos físicos e materiais e também o contexto social em que se move. Permite articular as
outras duas áreas de conteúdo, pois é através das relações com os outros que se vai construindo a
própria identidade e se toma posição perante o mundo social e físico:
• Educação para a saúde - incentivo à criação de hábitos de vida saudável – a higiene, a alimentação
saudável, a segurança e a prevenção de dependências.
• Conhecimento Científico - abordagem contextualizada e essencialmente prática às suas diversas

vertentes: biologia, físico-química, história, filosofia, meteorologia...
• Conhecimento Social - incentivo ao interesse/conhecimento do meio social que as rodeia.
• Educação para a diversidade - respeito pelos diversos tipos de diferenças, favorecimento da multi
e interculturalidade
• Educação ambiental - promoção da defesa do ambiente e preservação dos recursos naturais do
nosso planeta

29
Área de Expressão e Comunicação
Engloba diferentes formas de linguagem e é a área central dos “conteúdos”. Como é muito vasta, está

dividida em três domínios fundamentais:
• Domínio das Expressões - integra as vertentes de expressão motora, dramática, plástica e musical

30
Área de Expressão e Comunicação

Expressão motora:
• Desenvolvimento físico motor harmonioso - promoção da coordenação geral, motricidade fina,
dominância lateral.

Expressão dramática
• Desenvolvimento da criatividade, imaginação e expressão corporal - favorecimento da

desinibição.

Expressão plástica
• Incentivo à Educação Estética e criatividade artística - nas vertentes diversas da expressão

plástica – desenho, pintura, recorte, colagem e modelagem.

Expressão musical
• Sensibilização à Música - e ao reconhecimento de diferentes sonoridades / ritmos.

31
Área de Expressão e Comunicação
• Domínio da Linguagem Oral - aquisição/desenvolvimento da língua materna quanto à linguagem
expressiva - articulação, construção frásica, riqueza de vocabulário) e à linguagem recetiva -

capacidade de interpretação das mensagens.
• Abordagem à escrita - Desenvolvimento do gosto pela leitura e pelo livro.
• Domínio da Matemática - Introdução lúdica à linguagem matemática; aquisição de noções lógicomatemáticas diversas -cromáticas, topológicas, temporais, sentido de quantidade/número, conjunto,

padrão, etc.
• Esta área inclui também outras linguagens como a Informática/Audiovisual/Multimédia e ainda a
possibilidade de sensibilização a uma língua estrangeira.

32
PLANIFICAÇÃO DE ATIVIDADES
• A planificação do trabalho pedagógico intencional com este grupo de crianças será semanal, para além

de tudo aquilo que fica definido neste PTT.
• No entanto, dada a opção por uma metodologia construtivista, a planificação não surge como um
documento estanque, antes se assume como uma proposta de atividades e estratégias, estando aberta
a integrar todos os contributos vindos das crianças.
• Assim, o não cumprimento da planificação apenas significa que as iniciativas das crianças foram
mobilizadoras e potenciadoras de aprendizagens significativas.

33
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação no pré – escolar é um processo que envolve “a observação regular e periódica da criança,

numa grande variedade de circunstâncias que sejam representativas do seu comportamento ao longo do
tempo”.

• É neste contexto que surge o Portefólio individual das crianças, dossier demonstrativo do seu
percurso de desenvolvimento.
• Será ainda feita uma Informação de avaliação periódica, de que os pais tomarão conhecimento.
• As crianças serão também chamadas a registarem a sua Autoavaliação, para introduzir no seu
Portefólio.

34
A RELAÇÃO COM AS FAMÍLIAS
• Baseia-se essencialmente no contacto diário e informal nas horas de chegada e partida das crianças, no
período de atendimento semanal e no “vai-vem”, que leva a casa todos os recados, mensagens ou
informações necessárias e que serve como veículo de comunicação entre a escola e a família.

• Tem como ponto de encontro virtual o Portefólio Digital do Grupo, o Bloguefólio.
• Sempre que necessário serão realizadas reuniões de pais, a fim de serem ponderados assuntos do
interesse de toda a comunidade escolar.

35
… E OUTROS PARCEIROS EDUCATIVOS
Esta sala está disposta a colaborar com:
•

A outra sala de JI do mesmo estabelecimento

• Crianças e docentes da vizinha escola do 1º ciclo

• Associação de Pais
• Outros Jardins de Infância do Agrupamento
• Agrupamento de Escolas de Monte da Ola

• Câmara Municipal de Viana do Castelo
• Junta de Freguesia de Vila Franca
• Outras instituições da freguesia

36
Comunicação de resultados e divulgação da informação
• No que se refere a resultados de avaliação, a comunicação aos pais e encarregados de educação
realizar-se-á no final de cada período letivo e assumirá duas formas: a análise do Portefólio Individual
da criança e a consulta da sua Ficha Informativa de Avaliação, para além das essenciais trocas de
pareceres presenciais entre a educadora e os pais.
• Todas as informações sobre a sala estão no Bloguefólio (http://blogue-folio.blogspot.com) e nas
respetivas páginas, no facebook (https://www.facebook.com/bloguefolio) e no twitter

(https://twitter.com/#!/bloguefolio)

37
PARA CONCLUIR…
• Só uma Educação Pré-escolar de qualidade poderá assumir-se como estrutura de suporte de uma
educação que se desenvolve ao longo da vida, sendo motor de cidadania e alicerce da vida social,
emocional e intelectual, enfim, um todo integrado e dinâmico para todas as crianças.

• Só através de uma estreita colaboração da instituição com pais e encarregados de educação se
poderá dinamizar a relação entre os dois contextos sociais que têm a seu cargo a educação da
criança.

38
SALA FIXE
EB1/JI de Calvário
Vila Franca
15 de janeiro de 2014

Muito obrigada pela vossa atenção!

Educadora,

Maria Jesus Rocha Costa de Sousa

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Plano de Trabalho 2013-2014

  • 1. Apresentação do PLANO DE TRABALHO DE TURMA 2013-2014 Sala Fixe, educadora de infância Maria Jesus Sousa 1
  • 2. DIAGNÓSTICO INICIAL Caraterização do grupo: • O grupo que frequenta esta sala é formado por 16 crianças, de 3, 4 e 5 anos (idade referente a dezembro 2013), distribuídas como se segue: Meninos Meninas Totais 5 anos 3 3 6 4 anos 1 1 2 3 anos 4 4 8 Totais 8 8 16 • Sete crianças já frequentaram a sala nos dois anos letivos anteriores, sendo que esse grupo integrou nove crianças novas: uma de 4 e oito de 3 anos de idade. 2
  • 3. DIAGNÓSTICO INICIAL • A caraterização inicial deste grupo baseou-se em procedimentos sistemáticos de observação e escuta, tendo por referência as Áreas de Conteúdo definidas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE). • Trata-se de um grupo equilibrado em termos de género e idade; são crianças ativas, impulsivas, irrequietas e com uma capacidade de atenção/concentração limitada; são interessadas e bastante participativas em todas as propostas feitas ao grupo. • A caraterização inicial de cada criança baseou-se nos procedimentos atrás descritos e encontra-se relatada nas Fichas de Avaliação Diagnóstica (a que alguns pais/EE já tiveram acesso) que estão integradas nos Portefólios Individuais das crianças. 3
  • 4. DIAGNÓSTICO INICIAL Principais Necessidades Detetadas: Como necessidades mais prementes das crianças deste grupo podem elencar-se as seguintes: • Promoção da autonomia e independência pessoal (pequenos) • Aumento do nível de envolvimento e participação em grande grupo (pequenos) • Desenvolvimento da capacidade de partilha e prática de trabalho/brincadeira colaborativos (pequenos) • Planeamento individual mais responsável durante o tempo de trabalho nas áreas, evitando que saltitem de área em área com demasiada frequência e sem arrumar (pequenos) • Aumento da capacidade de atenção/concentração e do tempo de permanência nas atividades • Desenvolvimento do sentido da responsabilidade e do empenho/persistência • Iniciativa na realização de projetos, pesquisas e investigação (grandes) • Resolução autónoma e pacífica de pequenos problemas/conflitos do dia-a-dia entre crianças • Manutenção de um ambiente calmo na sala de atividades, com as crianças a falarem num tom de voz aceitável. 4
  • 5. FUNDAMENTAÇÃO DAS OPÇÕES EDUCATIVAS • A Lei – Quadro da Educação Pré – Escolar estabelece, no seu princípio geral, que esta constitui (...) a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida (...) ”, pelo que a responsabilidade atribuída ao educador de infância se encontra acrescida, na medida em se reconhece que dele depende algo de muito ambicioso: “ (...) a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário.” 5
  • 6. METODOLOGIA A Educadora titular do grupo não se fundamenta numa teoria metodológica única: • Procura adotar uma linha pedagógica baseada no Construtivismo e orientada pelos princípios da Pedagogia-em-participação (onde a criança é ajudada a construir conhecimento, como ser competente que é), reforçando uma perspetiva de Educação para a Diversidade (em que cada um é valorizado pelas suas diferenças, procurando não educar a todos como se fossem um só). • Assim, partindo da construção deste documento como orientador das práticas, abrangente, contextualizado e aberto, abordagens metodológicas como Movimento da Escola Moderna, Trabalho de Projeto, Reggio Emilia ou Projeto DQP surgem entrelaçados na estruturação do seu trabalho pedagógico. 6
  • 7. A organização do grupo: METODOLOGIA • A estrutura organizativa do grupo de crianças em contexto de sala permite que desenvolvam diversos tipos de interações, importantes e significativas para o seu desenvolvimento harmonioso: • Momentos de atividade individual • Momentos de atividade em pares / pequenos grupos • Momentos de atividade em grande grupo • Estabelecem-se ainda relações com os adultos significativos da sala (educadora e assistente) e da restante instituição, para além daquelas que são normalmente criadas com a comunidade escolar da EB1. 7
  • 8. A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO A organização do espaço: • A divisão em áreas e a colocação dos diversos materiais é uma das primeiras formas de intervenção da Educadora. Assim, a sala está dividida em espaços de atividade diferenciados, devidamente demarcados e identificados. São eles: • A Mesa Grande, área de reunião do grande grupo e onde se desenvolvem as atividades ligadas às áreas de expressão: • • • • • • • • • • Área do Desenho Área do Recorte e Colagem Área da Modelagem Área da Areia Área da Casa da Boneca Áreas de Jogos Área da Biblioteca Área dos Projetos Área da Pintura Área do Computador 8
  • 9. A Área da “Mesa Grande” 9
  • 10. A Área da “Mesa Grande” É a área central da sala porque: • É aqui que todos se reúnem, diariamente, para conversar, trocar opiniões, ouvir uma história, cantar uma canção, repetir uma lengalenga, resolver problemas e planear em conjunto as atividades do dia; • É também o local onde se encontram os Quadros de Responsabilidade, que são os instrumentos de gestão partilhada que nos ajudam a gerir o dia-a-dia de forma autónoma e responsável, favorecendo o desenvolvimento equilibrado de cada criança e a sua integração num grupo de pares. 10
  • 11. A Área da “Mesa Grande” Os quadros de responsabilidade 11
  • 12. Área da casa da boneca (faz-de-conta) 12
  • 13. Área da casa da boneca (faz-de-conta) É constituída pela Cozinha e pelo Quarto da Boneca; • Permite que as crianças participem colaborativamente em atividades de jogo simbólico, imitação de adultos que observam no dia a dia e de desempenho de papeis: ser a mãe, o pai, o bebé ou o Sr. Doutor… • Promove o desenvolvimento de competências básicas como a linguagem oral, o respeito pelos outros, a gestão autónoma de conflitos, a auto-estima e a capacidade de iniciativa e independência pessoal. • Poderá vir a integrar ainda uma área de disfarce… 13
  • 14. Áreas de Jogos (de mesa e de chão) 14
  • 15. Áreas de Jogos (de mesa e de chão) Incluem Jogos de mesa (jogos calmos como puzzles, lotos, dominós, enfiamentos, encaixes, sequências lógicas, etc.) utilizados sobre uma mesa e Jogos de Chão (construções com blocos diversos, Legos, peças em madeira, pista, carrinhos, figuras de bonecos, animais, etc.) normalmente usados no chão. • Estas atividades permitem que a criança desenvolva a coordenação óculo manual, a motricidade fina, a classificação e a seriação, a cooperação em grupo, a gestão de conflitos, etc… 15
  • 17. Áreas de Expressão Incluem o desenho, a pintura, o recorte, a colagem e a modelagem, recorrendo a técnicas o mais possível diversificadas, que contribuem para que a criança desenvolva: • a atenção / concentração / capacidade de envolvimento na tarefa • a autonomia e a responsabilidade • a capacidade de utilizar de forma adequada diversos materiais • a responsabilidade de terminar as tarefas que inicia • habilidades básicas como desenhar, recortar, colar, pintar, modelar • o seu sentido estético e artístico 17
  • 19. Área da Biblioteca Numa biblioteca, a criança em idade pré-escolar gosta de ouvir histórias, de manipular livros, de jogar com sons e palavras e assim familiarizar-se com o código escrito • Nesta idade só sabe “ler” histórias com imagens, pelo que se deve adaptar o texto ao seu nível de compreensão e guiá-la na sua relação com o livro, “esse amigo que a irá acompanhar pela vida fora…” • Aqui se desenvolve a imaginação e criatividade, o gosto precoce pela leitura, o interesse e a iniciação ao código escrito, a correção da linguagem oral, a capacidade de se expressar de forma desinibida, etc. 19
  • 20. Área da Biblioteca Ainda nesta área temos o flanelógrafo, que é um instrumento muito útil, pois permite ao educador: • contar histórias • explorar imagens • trabalhar sequências lógicas, • apresentar situações-problema… E possibilita à criança: • desenvolver a imaginação e a criatividade • recontar histórias • descrever imagens • organizar sequências lógicas / temporais • resolver problemas com recurso a materiais manipuláveis. A caixa de luz também é um recurso muito apelativo para as crianças, que permite trabalhar conceitos importantes de cor, forma, espaço, bem como promove a familiarização com o código escrito. 20
  • 22. Área do computador As Tecnologias têm provocado mudanças na Educação, por isso a integração do computador e da Internet contribuem, também no Jardim de Infância, para a criação de novas estratégias de ensino-aprendizagem. • No entanto e principalmente nestas idades, não substituem a experiência direta, a exploração, a observação do meio ambiente e do próprio corpo, imprescindíveis nesta fase do desenvolvimento. • Assim, a informática na educação de infância assume o papel de aliada de todas as atividades desenvolvidas, dada a natural apetência que quase todas as crianças parecem ter para a sua utilização precoce. • A consulta ao Bloguefólio e a outros blogues amigos, a pesquisa, as mensagens de e-mail e os jogos interativos são para já as situações mais frequentes com as crianças. A utilização do facebook e do twitter facilita o contacto com os adultos. • Inicou-se recentemente o uso de outros recursos digitais, como a caneta inteligente TING e o tablet. 22
  • 24. Área dos projetos • A metodologia de trabalho de projeto será a usada preferencialmente na sala, sempre que as diversas situações se possam estruturar neste formato; • Os miniprojetos (na perspetiva de Reggio Emilia) muitas vezes individuais, também são incentivados, ajudando as crianças a ter iniciativa, a aprender a planear o seu trabalho, decidindo como fazer e o que é necessário e resolvendo os pequenos problemas que vão surgindo ao longo do percurso; • Assim, as crianças conquistam maior autonomia e responsabilidade e desenvolvem as suas capacidades de envolvimento nas tarefas, empenho, atenção e concentração, tão importantes para o seu futuro; • Sendo projetos partilhados por mais crianças, ainda reforçam a socialização, ganham competências de gestão de conflitos e habituam-se a trabalhar de forma colaborativa. 24
  • 25. A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO O dia-a-dia no Jardim de Infância encontra-se organizado sob a forma de Rotinas, que ajudam a criança a sentir-se segura, contribuindo para a sua estabilidade afetiva. Assim, existem rotinas : DIÁRIAS Acolhimento Marcação da presença no Quadro das Presenças Cantar os bons-dias com o Matias Distribuição de tarefas: Contagem dos presentes Marcação das faltas Preenchimento do Quadro Semanal (ano, mês, dia, dia da semana, tempo que faz, atividade e ementa do dia) Distribuição de mochilas para o lanche SEMANAIS 2ª - Novidades e Histórias 3ª - Visita ao Bloguefólio 4ª - Caixinha das Surpresas 5ª - Dia diferente / desafio 6ª - Arrumação, contagem e registo das produções individuais 25
  • 26. A ORGANIZAÇÃO DA EQUIPA • O Pessoal Docente do Jardim de Infância (JI) é formado por duas Educadoras de Infância titulares de grupos, • O Pessoal Não Docente de apoio ao JI é constituído por uma Assistente Técnica de Ação Educativa que apoia esta sala e que exerce as funções de animadora da Componente de Apoio à Família (prolongamento de horário) e ainda uma Assistente Operacional, que apoia a outra sala. • Existe ainda pessoal docente e não docente ligado à EB1: três professores titulares de turma, uma professora que exerce as funções de coordenação do estabelecimento, duas assistentes operacionais, duas cozinheiras e uma tarefeira de apoio á cantina/prolongamento de horário. 26
  • 27. INTENÇÕES DE TRABALHO PARA O ANO LETIVO Segue-se a estrutura curricular definida nas três Áreas de Conteúdo: • Identidade e desenvolvimento emocional • Autonomia, iniciativa e responsabilidade • Educação para os valores e cidadania • Educação sexual • • • • • Educação para a saúde Conhecimento científico Conhecimento social Educação para a diversidade Educação ambiental Formação Pessoal e Social Conhecimento do Mundo • Expressão motora • Expressão dramática • Expressão plástica • Expressão musical • Linguagem oral • Abordagem á escrita • Matemática Expressão e Comunicação 27
  • 28. Área de Formação Pessoal e Social É uma vasta área de conhecimento que integra a complexidade dos processos de construção da individualidade da criança e da formação de valores, cuja finalidade é o desenvolvimento pleno e harmonioso dos indivíduos, num mundo em permanente mudança: • Identidade e desenvolvimento emocional - favorecimento da construção de uma imagem positiva de si própria e de condições para o equilíbrio emocional, aspetos fundamentais para um desenvolvimento saudável e adaptado. • Autonomia, Iniciativa e Responsabilidade - valorização da independência pessoal, da resolução autónoma de pequenos problemas, da assunção de consequências dos seus atos e desenvolvimento de um espírito crítico e interventivo. • Educação para os valores e cidadania - promoção de bons hábitos sociais, incentivo a atitudes de paz, respeito, partilha, solidariedade, democracia, participação e espírito crítico. • Educação sexual - promoção da igualdade de género e de oportunidades e prevenção do preconceito quanto aos papéis sociais do homem e da mulher. 28
  • 29. Área de Conhecimento do mundo Esta área possibilita à criança conhecer melhor o meio que a rodeia, quer ao nível dos recursos humanos, quer dos físicos e materiais e também o contexto social em que se move. Permite articular as outras duas áreas de conteúdo, pois é através das relações com os outros que se vai construindo a própria identidade e se toma posição perante o mundo social e físico: • Educação para a saúde - incentivo à criação de hábitos de vida saudável – a higiene, a alimentação saudável, a segurança e a prevenção de dependências. • Conhecimento Científico - abordagem contextualizada e essencialmente prática às suas diversas vertentes: biologia, físico-química, história, filosofia, meteorologia... • Conhecimento Social - incentivo ao interesse/conhecimento do meio social que as rodeia. • Educação para a diversidade - respeito pelos diversos tipos de diferenças, favorecimento da multi e interculturalidade • Educação ambiental - promoção da defesa do ambiente e preservação dos recursos naturais do nosso planeta 29
  • 30. Área de Expressão e Comunicação Engloba diferentes formas de linguagem e é a área central dos “conteúdos”. Como é muito vasta, está dividida em três domínios fundamentais: • Domínio das Expressões - integra as vertentes de expressão motora, dramática, plástica e musical 30
  • 31. Área de Expressão e Comunicação Expressão motora: • Desenvolvimento físico motor harmonioso - promoção da coordenação geral, motricidade fina, dominância lateral. Expressão dramática • Desenvolvimento da criatividade, imaginação e expressão corporal - favorecimento da desinibição. Expressão plástica • Incentivo à Educação Estética e criatividade artística - nas vertentes diversas da expressão plástica – desenho, pintura, recorte, colagem e modelagem. Expressão musical • Sensibilização à Música - e ao reconhecimento de diferentes sonoridades / ritmos. 31
  • 32. Área de Expressão e Comunicação • Domínio da Linguagem Oral - aquisição/desenvolvimento da língua materna quanto à linguagem expressiva - articulação, construção frásica, riqueza de vocabulário) e à linguagem recetiva - capacidade de interpretação das mensagens. • Abordagem à escrita - Desenvolvimento do gosto pela leitura e pelo livro. • Domínio da Matemática - Introdução lúdica à linguagem matemática; aquisição de noções lógicomatemáticas diversas -cromáticas, topológicas, temporais, sentido de quantidade/número, conjunto, padrão, etc. • Esta área inclui também outras linguagens como a Informática/Audiovisual/Multimédia e ainda a possibilidade de sensibilização a uma língua estrangeira. 32
  • 33. PLANIFICAÇÃO DE ATIVIDADES • A planificação do trabalho pedagógico intencional com este grupo de crianças será semanal, para além de tudo aquilo que fica definido neste PTT. • No entanto, dada a opção por uma metodologia construtivista, a planificação não surge como um documento estanque, antes se assume como uma proposta de atividades e estratégias, estando aberta a integrar todos os contributos vindos das crianças. • Assim, o não cumprimento da planificação apenas significa que as iniciativas das crianças foram mobilizadoras e potenciadoras de aprendizagens significativas. 33
  • 34. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação no pré – escolar é um processo que envolve “a observação regular e periódica da criança, numa grande variedade de circunstâncias que sejam representativas do seu comportamento ao longo do tempo”. • É neste contexto que surge o Portefólio individual das crianças, dossier demonstrativo do seu percurso de desenvolvimento. • Será ainda feita uma Informação de avaliação periódica, de que os pais tomarão conhecimento. • As crianças serão também chamadas a registarem a sua Autoavaliação, para introduzir no seu Portefólio. 34
  • 35. A RELAÇÃO COM AS FAMÍLIAS • Baseia-se essencialmente no contacto diário e informal nas horas de chegada e partida das crianças, no período de atendimento semanal e no “vai-vem”, que leva a casa todos os recados, mensagens ou informações necessárias e que serve como veículo de comunicação entre a escola e a família. • Tem como ponto de encontro virtual o Portefólio Digital do Grupo, o Bloguefólio. • Sempre que necessário serão realizadas reuniões de pais, a fim de serem ponderados assuntos do interesse de toda a comunidade escolar. 35
  • 36. … E OUTROS PARCEIROS EDUCATIVOS Esta sala está disposta a colaborar com: • A outra sala de JI do mesmo estabelecimento • Crianças e docentes da vizinha escola do 1º ciclo • Associação de Pais • Outros Jardins de Infância do Agrupamento • Agrupamento de Escolas de Monte da Ola • Câmara Municipal de Viana do Castelo • Junta de Freguesia de Vila Franca • Outras instituições da freguesia 36
  • 37. Comunicação de resultados e divulgação da informação • No que se refere a resultados de avaliação, a comunicação aos pais e encarregados de educação realizar-se-á no final de cada período letivo e assumirá duas formas: a análise do Portefólio Individual da criança e a consulta da sua Ficha Informativa de Avaliação, para além das essenciais trocas de pareceres presenciais entre a educadora e os pais. • Todas as informações sobre a sala estão no Bloguefólio (http://blogue-folio.blogspot.com) e nas respetivas páginas, no facebook (https://www.facebook.com/bloguefolio) e no twitter (https://twitter.com/#!/bloguefolio) 37
  • 38. PARA CONCLUIR… • Só uma Educação Pré-escolar de qualidade poderá assumir-se como estrutura de suporte de uma educação que se desenvolve ao longo da vida, sendo motor de cidadania e alicerce da vida social, emocional e intelectual, enfim, um todo integrado e dinâmico para todas as crianças. • Só através de uma estreita colaboração da instituição com pais e encarregados de educação se poderá dinamizar a relação entre os dois contextos sociais que têm a seu cargo a educação da criança. 38
  • 39. SALA FIXE EB1/JI de Calvário Vila Franca 15 de janeiro de 2014 Muito obrigada pela vossa atenção! Educadora, Maria Jesus Rocha Costa de Sousa 39