autoria e comunicação no design de interação mauro pinheiro universidade federal do espírito santo programa de pós-graduaç...
campo de conhecimento cuja principal atividade envolve o processo de criação de uma entidade  (Miller, 2004) design
campo de conhecimento cuja principal atividade envolve o processo de criação de uma entidade  (Miller, 2004) design plano,...
criação design
criação design literatura artesanato música culinária etc.
domínio do design é o domínio da  interface (Bonsiepe, 1997) sujeito objeto ação
CLIENTE DESIGNER PÚBLICO / USUÁRIO designer como  mediador
essa mediação  não é isenta designer como  mediador
 
 
construção de sentido SUJEITO A formula o discurso DESIGNER confere visualidade ao discurso SUJEITO B recebe e “reformula”...
percepção do papel do designer na construção de sentidos muda ao longo do tempo
designer “invisível” neutralidade período moderno
período moderno:  neutralidade <ul><li>“ isenção” do designer na construção de sentidos </li></ul><ul><li>“ fidelidade” ao...
“ Tinha que ser neutro. Não deveria ter um sentido em si mesmo, o sentido está no conteúdo do texto, e não no trabalho tip...
Josef Müller-Brockmann
Josef Müller-Brockmann, 1968
Wim Crouwel, 1968
Max Bill, 196?
Marcel Wyss, 1962
Fridolin Muller, 1963
Josef Müller-Brockmann, 1959
designer “autor” subjetividade período pós-moderno
pós-modernidade:  subjetividade <ul><li>designer atuando junto com autor/cliente na elaboração do conteúdo </li></ul><ul><...
“ Os designers queriam expressar sua subjetividade, seus próprios sentimentos sobre o mundo(…) sentiam que tinham algo a d...
“ Eu demorei a perceber que a tipografia poderia ter personalidade (…) Os tipos têm espírito e podem dar movimento, eles t...
Allen Hori, 1989
Stefan Sagmeister, 1996
Stefan Sagmeister, 1999
Neville Brody, 1992
Paula Scher, 199?
Phil Baines, 1991
design de interação interatividade participação século XXI
 
 
 
 
 
Würtz, 2003
Würtz, 2003
Würtz, 2003
Würtz, 2003
Würtz, 2003
 
século XXI <ul><li>usuários participam da construção do trabalho </li></ul><ul><li>customização, personalização, adequação...
construção de sentido SUJEITO A formula o discurso DESIGNER confere visualidade ao discurso SUJEITO B recebe e “reformula”...
obrigado! mauro pinheiro universidade federal do espírito santo programa de pós-graduação em design PUC-Rio núcleo de arte...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Autoria e Comunicação no Design de Interação

1.166 visualizações

Publicada em

Apresentação feita durante o P&D Design 2008 - 8 a 11 de outubro de 2008 - Mauro Pinheiro

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.166
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
41
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Autoria e Comunicação no Design de Interação

    1. 1. autoria e comunicação no design de interação mauro pinheiro universidade federal do espírito santo programa de pós-graduação em design PUC-Rio núcleo de arte eletrônica (nae) P&D Design 2008 · 8º Congresso Brasileiro de Pesquisa & Desenvolvimento em Design 8 a 11 de outubro, 2008
    2. 2. campo de conhecimento cuja principal atividade envolve o processo de criação de uma entidade (Miller, 2004) design
    3. 3. campo de conhecimento cuja principal atividade envolve o processo de criação de uma entidade (Miller, 2004) design plano, projeto, criação
    4. 4. criação design
    5. 5. criação design literatura artesanato música culinária etc.
    6. 6. domínio do design é o domínio da interface (Bonsiepe, 1997) sujeito objeto ação
    7. 7. CLIENTE DESIGNER PÚBLICO / USUÁRIO designer como mediador
    8. 8. essa mediação não é isenta designer como mediador
    9. 11. construção de sentido SUJEITO A formula o discurso DESIGNER confere visualidade ao discurso SUJEITO B recebe e “reformula” o discurso + + + contexto no qual se dá a comunicação
    10. 12. percepção do papel do designer na construção de sentidos muda ao longo do tempo
    11. 13. designer “invisível” neutralidade período moderno
    12. 14. período moderno: neutralidade <ul><li>“ isenção” do designer na construção de sentidos </li></ul><ul><li>“ fidelidade” ao conteúdo original </li></ul><ul><li>designers atuam mais na parte final do processo, dando forma ao conteúdo gerado por outros </li></ul><ul><li>pouca atenção ao contexto de fruição da obra </li></ul><ul><li>usuário “passivo” e “universal” </li></ul><ul><li>vendas para “massa” </li></ul>
    13. 15. “ Tinha que ser neutro. Não deveria ter um sentido em si mesmo, o sentido está no conteúdo do texto, e não no trabalho tipográfico.” (Win Crouwel, no documentário Helvetica)
    14. 16. Josef Müller-Brockmann
    15. 17. Josef Müller-Brockmann, 1968
    16. 18. Wim Crouwel, 1968
    17. 19. Max Bill, 196?
    18. 20. Marcel Wyss, 1962
    19. 21. Fridolin Muller, 1963
    20. 22. Josef Müller-Brockmann, 1959
    21. 23. designer “autor” subjetividade período pós-moderno
    22. 24. pós-modernidade: subjetividade <ul><li>designer atuando junto com autor/cliente na elaboração do conteúdo </li></ul><ul><li>designers desenvolvendo trabalhos “autorais”, explorando sua linguagem pessoal (e mesmo escrevendo e produzindo todo o material) </li></ul><ul><li>interesse na participação do leitor/usuário na “leitura” e construção de sentido </li></ul><ul><li>segmentação do público, design voltado para “nichos” específicos </li></ul>
    23. 25. “ Os designers queriam expressar sua subjetividade, seus próprios sentimentos sobre o mundo(…) sentiam que tinham algo a dizer através do design, através das escolhas que faziam em seus projetos.” (Rick Poynor, no documentário Helvetica)
    24. 26. “ Eu demorei a perceber que a tipografia poderia ter personalidade (…) Os tipos têm espírito e podem dar movimento, eles têm uma paleta própria e ampla para expressar as mais diversas coisas”. (Paula Scher, no documentário Helvetica)
    25. 27. Allen Hori, 1989
    26. 28. Stefan Sagmeister, 1996
    27. 29. Stefan Sagmeister, 1999
    28. 30. Neville Brody, 1992
    29. 31. Paula Scher, 199?
    30. 32. Phil Baines, 1991
    31. 33. design de interação interatividade participação século XXI
    32. 39. Würtz, 2003
    33. 40. Würtz, 2003
    34. 41. Würtz, 2003
    35. 42. Würtz, 2003
    36. 43. Würtz, 2003
    37. 45. século XXI <ul><li>usuários participam da construção do trabalho </li></ul><ul><li>customização, personalização, adequação </li></ul><ul><li>micro-vendas (segmentação de público) </li></ul><ul><li>design de serviço versus design de produto </li></ul><ul><li>projeto “fluido”, versões </li></ul><ul><li>contextos dinâmicos de fruição da obra </li></ul>
    38. 46. construção de sentido SUJEITO A formula o discurso DESIGNER confere visualidade ao discurso SUJEITO B recebe e “reformula” o discurso + + + contexto no qual se dá a comunicação
    39. 47. obrigado! mauro pinheiro universidade federal do espírito santo programa de pós-graduação em design PUC-Rio núcleo de arte eletrônica - NAE [email_address] http://www.feiramoderna,net

    ×