Aula IFG:Educação sociedade e
trabalho
Educação sociedade e trabalho
• UNIDADE 1 – Construção da lente sociológica 17
• UNIDADE 2 – Duas tendências teóricas no
e...
• UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica:
educação como reprodutora da estrutura de
classes ou como espaço de transfo...
Introdução :Contexto Histórico
• Revolução tecnológica :aceleração
informática, robótica, experimentações
genéticas, das t...
Revolução tecnológica :Consequências
• Substituição da mão de obra : agricultura,
prestação de serviços e outros/trab huma...
Duas questões centrais
• Como a educação pode ajudar na construção
de uma sociedade justa, onde as soluções
para os proble...
UNIDADE 1 – Construção da lente
sociológica
• Objetivo desta unidade é que você
compreenda as relações entre a organização...
UNIDADE 1 – Construção da lente
sociológica
• No século XIX ascensão da burguesia como
classe dirigente
• A classe operári...
Breve histórico das revoluções
Industrial e Francesa
• Até o século XVI, a produção de bens para
consumo se dava de forma ...
Revolução Industrial
• Final sec. XVIII intensificam -se as condições de
exploração burguesa .Três mudanças centrais
ocorr...
Revolução Industrial
No campo :A introdução de relações capitalistas
de produção no campo:
• As máquinas também foram intr...
Revolução Industrial
No estilo de vida
• Na cidade:o trabalhador passou a ter apenas
sua força de trabalho para vender ao
...
PENSE NISSO!
• No capitalismo os meios produção são
privados, a riqueza gerada pelo trabalho
humano é apropriada pela burg...
A Revolução Francesa 1 789:A classe que detém o
poder econômico geralmente exerce o poder político.
Clero
• Alto clero (bi...
A Revolução Francesa 1 789:classe que detém o poder
econômico geralmente exerce o poder político.
• Endividado, o governo ...
A classe que detém o poder econômico
geralmente exerce o poder político.
• Luís XVI reconhece a legitimidade da
Assembleia...
O surgimento da Sociologia
• Os valores liberais, como a democracia, a
liberdade, o direito à propriedade, o
individualism...
O surgimento da Sociologia
É nesse ambiente de lutas pela direção da
sociedade entre a burguesia e o proletariado
que cres...
O surgimento da Sociologia
• OS pensadores socialistas, alinhados com a
classe operária, buscavam, por meio da
Sociologia ...
UNIDADE 2 – Duas tendências
teóricas no estudo da sociedade
Duas tendências teóricas no estudo da
sociedade :Funcionalismo...
O Funcionalismo: Émile Durkheim (1858 -1917)
• Durkheim buscou investigar os problemas
sociais da mesma maneira que se
pes...
• Se todos estivessem unidos, bem integrados,
em harmonia e equilíbrio, a sociedade como
um todo funcionaria bem. Caso con...
E qual seria o papel da Sociologia, para
Durkheim, em toda essa história?
• Para ele, “a sociologia tinha por finalidade n...
Fato social
• Fato social é toda “coisa” capaz de exercer
algum tipo de coerção sobre o indivíduo,
sendo esta “coisa” inde...
Funcionalismo
• Assim, um fato social seria normal quando se
apresentasse de forma generalizada pela
sociedade. Acontecend...
Fato social
• Características do fato social
• Coercitividade – característica relacionada com o
poder, ou a força, com a ...
Fato social:o que seria uma sociedade
sadia?
• Uma sociedade na qual a vida social fosse
harmônica, em que reinasse o cons...
O Materialismo Dialético
• Karl Marx (1818- 1883) e Friedrich Engels
(1820-1895).
• Método materialista histórico dialético
O significado da palavra materialismo
• O materialismo afirma que tudo o que forma
o mundo, que está a nossa volta, é mate...
O significado da palavra dialética
• A dialética vê a realidade material composta
não por ajustes de harmonia, mas por
con...
Princípios do Materialismo Dialético que
explicam os fenômenos naturais e sociais
Princípio da Totalidade :
• Tudo se rela...
Princípios do Materialismo Dialético que
explicam os fenômenos naturais e sociais
Princípio Contradição Universal
• Mudanç...
UNIDADE 3 – Educação na perspectiva
conservadora:
• Émile Durkheim:Funcionalismo
• John Dewey :Escola Nova
• Teoria do Cap...
Émile Durkheim:Funcionalismo
relação entre a educação e a sociedade
• Educação é Fato Social
• Coercitiva:é imposto às pes...
Duas condições para que haja
educação
• A primeira é existência de uma geração de
pessoas adultas e uma outra de jovens.
•...
Educação base comum.
• O que significa isso?
• Apesar das diferenças de classes sociais, todas as
crianças devem receber i...
• Segundo Durkheim, há homens que devem
ser preparados para refletir, para pensar,
para serem os dirigentes do país, seja ...
Pensamento liberal
• Antes de estudarmos as particularidades da
Escola Nova e da teoria do Capital Humano,
consideramos mu...
Princípios básicos do liberalismo:
• Individualismo : talentos próprios e
aptidões.
• liberdade : para obter sucesso e con...
Princípios básicos do liberalismo:
• Igualdade : não significa igualdade de
condições materiais, mas igualdade perante
a l...
Princípios liberais e educação
• A educação seria um instrumento para o
desenvolvimento máximo das potencialidades
e aptid...
John Dewey:Escola Nova
Papel da Escola:
• Preparar o novo homem para as exigências
da sociedade moderna.
• Caberia a socie...
John Dewey:Escola Nova
• l Relação aluno/professor – o aluno é o
centro do processo . Como a escolha dos
conteúdos gira em...
Teoria do Capital Humano:
Theodore Schultz
• Os indivíduos que têm acesso à escolarização
formal tornam-se mais capacitado...
Teoria do Capital Humano:
Theodore Schultz
• Mas será que o investimento na educação das
pessoas consegue provocar toda es...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
• Educação como reprodutora da estrutura de
classes : Aparelho ideológico do E...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
• Louis Althusser (1918 - 1990): A escola como
aparelho ideológico do Estado
•...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
O resultado dessa história você já conhece:
• miséria,fome, de-semprego, violê...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
• Mas a utilização da força não assegura a
dominação burguesa. A sociedade est...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
• Mas o que é ideologia?
• Ideologia é uma falsa crença
• Uma falsa consciênci...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
• Exemplo: A ideologia diz que quem trabalha
obtém sucesso, “sobe na vida”. Ma...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
Mas o que é ideologia?
• Além de falsear a realidade, a ideologia serve
para j...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
A quem cabe o papel de divulgação da
ideologia?
• AIE: Aparelhos Ideológicos d...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica
• A IR: Aparelhos Ideológicos Repressivos:Policia e
forças armadas
A escola te...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica:escola como espaço da contra-ideologia
• Antonio Gramsci (1891-1937)
• relação...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica:escola como espaço da contra-ideologia
Gramsci percebe duas formas de dominaçã...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica:escola
como espaço da contra-ideologia
• a classe trabalhadora deve utilizar e...
UNIDADE 4 – Educação na perspectiva
crítica:escola como espaço da contra-ideologia
A escola :um local de construção da con...
Gramsci diferencia os intelectuais
tradicionais dos intelectuais orgânicos.
• Intelectuais tradicionais: estão comprometid...
Gramsci :bloco histórico
• Quando as principais classes em luta –
burguesia e proletariado – conseguem agregar
junto a si ...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• 1.Relações de trabalho na produção de b...
UNIDADE 5 –1.Relações de trabalho na produção de
bens em sociedades anteriores à burguesa
• 5.1 O mundo do trabalho
• O qu...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• A produção de bens sempre se deu dessa
...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
Modos de Produção
• O modo de produção é ...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• Na comunidade primitiva os homens
traba...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• Os meios de produção (terras e instrume...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• O modo de produção asiático :Egito, na ...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• Classes: senhores x servos.
• Relações ...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
• Relações assalariadas de produção (trab...
UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista,
reformas do Estado e o mundo do trabalho
A administração burguesa :obtenção do luc...
Henry Ford :Fordismo
• 1.Produção em série: a padronização da
atividade humana
• 2. Linhas de montagens, cada operário rea...
Toyotismo
• O just in time:“produzir o necessário, na quantidade
necessária e no momento necessário”
• as “ilhas de produç...
Toyotismo
• círculo de controle e qualidade – CCQ –
Formados pequenos grupos de trabalhadores
que se encontram para sugeri...
Toyotismo
• qualidade total
• terceirização
• Combate a associações e sindicatos
Crise do capitalismo
• Primeira Guerra Mundial
• quebra da Bolsa de Nova York em 1929
• Revolução Russa de 1917
Tentativa ...
Doutrina neoliberal
• Manutenção de um Estado forte para quebrar
o movimento sindical
• Estado mais rigoroso no controle d...
Pilares fundamentais da gestão
macroeconômica e social neoliberal
• Privatização de empresas públicas
• Desregulamentação ...
O papel e o compromisso social dos
trabalhadores da educação
Influências da administração capitalista na
escola
1. visão d...
Influências da administração capitalista na
escola
• diminuição do número de funcionários
• piora das condições de trabalh...
Influências da administração capitalista na
escola
• currículos numa “linha de montagem
• As modernas escolas privadas ins...
o papel da escola e dos profissionais
de educação
• Assim, seu papel na escola será o de trabalhar
para a conservação da s...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Aula ifg educação sociedade e trabalho 2014 [salvo automaticamente]

2.441 visualizações

Publicada em

Educação ,Sociedade e Trabalho:Abordagem Sociológica

Professora Marizete

Publicada em: Educação

Aula ifg educação sociedade e trabalho 2014 [salvo automaticamente]

  1. 1. Aula IFG:Educação sociedade e trabalho
  2. 2. Educação sociedade e trabalho • UNIDADE 1 – Construção da lente sociológica 17 • UNIDADE 2 – Duas tendências teóricas no estudo da sociedade: elementos e características do Funcionalismo e do Materialismo Dialético 29 • UNIDADE 3 – Educação na perspectiva conservadora: o registro conservador de Émile Durkheim e a influência do pensamento liberal de John Dewey e da teoria do Capital Humano 39
  3. 3. • UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica: educação como reprodutora da estrutura de classes ou como espaço de transformação social 55 • UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho 71
  4. 4. Introdução :Contexto Histórico • Revolução tecnológica :aceleração informática, robótica, experimentações genéticas, das telecomunicações Consequências: • Novas definições espaço tempo e visão filosófica de mundo • Forma de apropriação desta riqueza gerada:Mesmo Padrão da Rev. Industrial de 1879
  5. 5. Revolução tecnológica :Consequências • Substituição da mão de obra : agricultura, prestação de serviços e outros/trab humano descartável. • Aumento das desigualdades sociais:milhões sem emprego ,com fome, sem moradia,sem educação, sem saúde versus alguns usufruem benefícios da modernidade. O Brasil é um bom exemplo dessas contradições.
  6. 6. Duas questões centrais • Como a educação pode ajudar na construção de uma sociedade justa, onde as soluções para os problemas sociais do nosso país sejam encontradas de forma coletiva e visando ao atendimento de todos? • Qual o seu papel, funcionário de escola, nesse processo de encontrar alternativas para a construção de uma vida mais digna para todos os membros da nossa gigantesca nação?
  7. 7. UNIDADE 1 – Construção da lente sociológica • Objetivo desta unidade é que você compreenda as relações entre a organização da sociedade, o mundo do trabalho e a educação. • Contexto:1801: razão em contraposição à explicação mística da realidade. Surgem dois grandes campos de investigação : naturais e ciências sociais
  8. 8. UNIDADE 1 – Construção da lente sociológica • No século XIX ascensão da burguesia como classe dirigente • A classe operária vê as condições de vida e trabalho piorar com o crescimento da industrialização e ascensão burguesa • È preciso entender este contexto histórico : revoluções Industrial e Francesa
  9. 9. Breve histórico das revoluções Industrial e Francesa • Até o século XVI, a produção de bens para consumo se dava de forma artesanal: • O artesão era proprietário dos instrumentos de trabalho, como o martelo, a forma, os pregos, etc. E dono do produto final • Substituição do trabalho artesanal pelo manufaturado.Controle burguês da produção e produto final
  10. 10. Revolução Industrial • Final sec. XVIII intensificam -se as condições de exploração burguesa .Três mudanças centrais ocorrem: Na cidade: • Relações de trabalho:Jornada de trabalho até dezesseis horas diárias:homens ,mulheres e crianças . O salário não cobria a subsistência.Péssimas condições de trabalho acidentes: mutilações e mortes .Ausência direitos sociais: Férias, descanso semanal remunerado, licença-maternidade, licença saúde.
  11. 11. Revolução Industrial No campo :A introdução de relações capitalistas de produção no campo: • As máquinas também foram introduzidas na agricultura, juntamente com produtos químicos industrializados.Agricultura volta-se para às necessidades do mercado ,visando abastecer a população urbana que cresce rapidamente. • Êxodo rural
  12. 12. Revolução Industrial No estilo de vida • Na cidade:o trabalhador passou a ter apenas sua força de trabalho para vender ao capitalista • jornadas de trabalhos desumanas disciplina rígida no interior da fábrica, onde era ocorria até castigos corporais.Inclusive em mulheres e crianças
  13. 13. PENSE NISSO! • No capitalismo os meios produção são privados, a riqueza gerada pelo trabalho humano é apropriada pela burguesia. • Os operários recebem somente o necessário para continuarem comendo, vestindo, morando, ou seja, o básico para sobreviverem, gerarem filhos, reproduzindo, assim, a força de trabalho • O lucro capitalista é a taxa mais-valia que é extraída do trabalho não pago ao operário.
  14. 14. A Revolução Francesa 1 789:A classe que detém o poder econômico geralmente exerce o poder político. Clero • Alto clero (bispos, abades e cônicos) • Baixo clero (sacerdotes pobres) Nobreza • Nobreza cortesã (moradores do Palácio de Versalhes) • Nobreza provincial (grupo empobrecido que vivia no interior) • Nobreza de Toga (burgueses ricos que compravam títulos de nobreza e cargos políticos e administrativos) Povo • Camponeses • Grande burguesia (banqueiros, grandes empresários e comerciantes) • Média burguesia (profissionais liberais) • Pequena burguesia (artesãos e comerciantes) • Sans-culottes (aprendizes de ofícios, assalariados, desempregados). Tinham este nome porque não usavam os calções curtos com meias típicas da nobreza.
  15. 15. A Revolução Francesa 1 789:classe que detém o poder econômico geralmente exerce o poder político. • Endividado, o governo planejava criar novos impostos que seriam pagos pelo terceiro Estado. A outra solução seria obrigar o clero e a nobreza a pagar tributos, uma vez que eram isentos • Em junho de 1789, revoltados, os representantes do terceiro Estado proclamaram a Assembleia Nacional Constituinte, pois desejavam elaborar uma nova constituição francesa. • Amparados pelas palavras de ordem “liberdade, igualdade e fraternidade”, a população derrubou a prisão da Bastilha, símbolo do poder real, em 14 de julho.
  16. 16. A classe que detém o poder econômico geralmente exerce o poder político. • Luís XVI reconhece a legitimidade da Assembleia Nacional Constituinte. Esta, em agosto de 1789, liberta os camponeses do controle senhorial e acaba com os privilégios da nobreza e do clero. Era o fim do regime feudal. No mês de agosto é proclamada a Declaração dos Direitos Humanos e do Cidadão, que consagra uma série de princípios liberais.
  17. 17. O surgimento da Sociologia • Os valores liberais, como a democracia, a liberdade, o direito à propriedade, o individualismo e a igualdade passaram a ser cultivados • A esperada melhoria das condições de vida e trabalho das classes populares não aconteceu. Pelo contrário, a expulsão do campo, os baixos salários, o desemprego, as longas jornadas de trabalho, as péssimas condições de moradia piorou a qualidade de vida dessa classe.
  18. 18. O surgimento da Sociologia É nesse ambiente de lutas pela direção da sociedade entre a burguesia e o proletariado que cresceu o interesse pelo estudo da vida social. Então, surgiram dois grupos opostos de intelectuais. • adeptos dos ideais da nova classe dominante, a burguesia, dirigiram seus estudos para preservar a nova ordem, reorganizar a sociedade e manter o controle social.
  19. 19. O surgimento da Sociologia • OS pensadores socialistas, alinhados com a classe operária, buscavam, por meio da Sociologia e de outras ciências humanas, entender o funcionamento da sociedade capitalista para superá-la e, conforme seus ideais, conduzir a humanidade para uma sociedade justa, livre da exploração do homem pelo homem
  20. 20. UNIDADE 2 – Duas tendências teóricas no estudo da sociedade Duas tendências teóricas no estudo da sociedade :Funcionalismo e Materialismo Dialético • O Funcionalismo: Émile Durkheim (1858 - 1917) • OS fatores causadores das crises sociais: os aspectos morais e não os econômicos.
  21. 21. O Funcionalismo: Émile Durkheim (1858 -1917) • Durkheim buscou investigar os problemas sociais da mesma maneira que se pesquisavam os fenômenos da natureza. Comparava a sociedade a um organismo composto de várias partes (órgãos) integradas que funcionam em harmonia.
  22. 22. • Se todos estivessem unidos, bem integrados, em harmonia e equilíbrio, a sociedade como um todo funcionaria bem. Caso contrário, ocorreriam perturbações que levariam às crises e às disfunções sociais. Era a doença social.
  23. 23. E qual seria o papel da Sociologia, para Durkheim, em toda essa história? • Para ele, “a sociologia tinha por finalidade não só explicar a sociedade como encontrar remédios para a vida social” (COSTA, 1987, p. 53). • Durkheim define o objeto de investigação sociológica como fato social
  24. 24. Fato social • Fato social é toda “coisa” capaz de exercer algum tipo de coerção sobre o indivíduo, sendo esta “coisa” independente e exterior ao indivíduo e estabelecida em toda a sociedade • Exemplo: as regras jurídicas, morais, dogmas religiosos, sistemas financeiros, maneiras de agir, costumes, etc
  25. 25. Funcionalismo • Assim, um fato social seria normal quando se apresentasse de forma generalizada pela sociedade. Acontecendo para a maioria dos indivíduos, representando a vontade geral, o fato social contribuía para a saúde do organismo social.
  26. 26. Fato social • Características do fato social • Coercitividade – característica relacionada com o poder, ou a força, com a qual os padrões culturais de uma sociedade se impõem aos indivíduos que a integram, obrigando esses indivíduos a cumpri-los. Exterioridade – relaciona-se ao fato de esses padrões culturais serem exteriores ao indivíduo e independentes de sua consciência. Generalidade – os fatos sociais são coletivos, ou seja, eles não existem para um único indivíduo, mas para todo um grupo, ou sociedade.
  27. 27. Fato social:o que seria uma sociedade sadia? • Uma sociedade na qual a vida social fosse harmônica, em que reinasse o consenso, ou seja, onde a maioria pensasse e agisse de forma semelhante, levada pelos fatos sociais que são impostos por meio da educação e por outras formas de coerção social. Uma sociedade em que os indivíduos fossem impotentes para mudar o que estava posto, ou seja, uma sociedade estável, pronta, toda organizada, que não permitisse grandes mudanças.
  28. 28. O Materialismo Dialético • Karl Marx (1818- 1883) e Friedrich Engels (1820-1895). • Método materialista histórico dialético
  29. 29. O significado da palavra materialismo • O materialismo afirma que tudo o que forma o mundo, que está a nossa volta, é material. Assim, a explicação da realidade, dos fenômenos, dos mistérios do mundo, antes resolvidos pelas religiões, deve ter como referência a matéria.
  30. 30. O significado da palavra dialética • A dialética vê a realidade material composta não por ajustes de harmonia, mas por contradições. Elas se expressam em conflitos que levam a permanentes transformações. Ou seja, pela visão materialista dialética, nada no mundo está acabado
  31. 31. Princípios do Materialismo Dialético que explicam os fenômenos naturais e sociais Princípio da Totalidade : • Tudo se relaciona dentro de um conjunto, os componentes estão ligados entre si influenciando-se uns aos outros. Princípio da Mudança Qualitativa : • Como as mudanças não ocorrem num mesmo ritmo, pequenas mudanças quantitativas levam a uma mudança qualitativa que gera grandes transformações.
  32. 32. Princípios do Materialismo Dialético que explicam os fenômenos naturais e sociais Princípio Contradição Universal • Mudanças ocorrem porque as forças contrárias ao mesmo tempo em que se unem se opõem. Princípio Movimento • Nada está pronto, tudo se transforma constantemente. E os conflitos, as contradições é que movem essas mudanças.
  33. 33. UNIDADE 3 – Educação na perspectiva conservadora: • Émile Durkheim:Funcionalismo • John Dewey :Escola Nova • Teoria do Capital Humano: Theodore Schultz
  34. 34. Émile Durkheim:Funcionalismo relação entre a educação e a sociedade • Educação é Fato Social • Coercitiva:é imposto às pessoas,independente de sua vontade por serem incapazes de reagir diante da ação educativa. • A coercitiva da educação é fundamental para socializar os indivíduos.Prepara-os para viver em sociedade • Constituir esse ser social em cada um de nós – tal é o fim da educação (DURKHEIM, 1975, p. 43).
  35. 35. Duas condições para que haja educação • A primeira é existência de uma geração de pessoas adultas e uma outra de jovens. • A segunda condição é que a ação educativa seja exercida pela geração mais velha sobre a jovem. A geração mais velha já está socializada e cabe a ela repassar os códigos de convivência social à geração mais jovem. • A educação deve ter uma base comum e diversificada
  36. 36. Educação base comum. • O que significa isso? • Apesar das diferenças de classes sociais, todas as crianças devem receber idéias e práticas, que são valores do seu povo, da sua nação • Entretanto, num dado momento da vida, a educação deveria ser diferenciada. Isso porque os jovens devem ser preparados, a partir desse momento, para assumir os seus papéis na sociedade (conforme a divisão social do trabalho e a especialização), dentro da classe social a qual pertencem
  37. 37. • Segundo Durkheim, há homens que devem ser preparados para refletir, para pensar, para serem os dirigentes do país, seja nas empresas, seja no governo. Enquanto outros devem ser educados para a ação, para a execução do trabalho manual e a obediência.
  38. 38. Pensamento liberal • Antes de estudarmos as particularidades da Escola Nova e da teoria do Capital Humano, consideramos muito importante que você entenda que essas duas abordagens são baseadas nos princípios do liberalismo. Por essa razão, vamos descrever esses princípios básicos, os valores máximos que sustentam o pensamento liberal.
  39. 39. Princípios básicos do liberalismo: • Individualismo : talentos próprios e aptidões. • liberdade : para obter sucesso e conquistar melhor posição na sociedade em função de seus talentos propriedade privada • Democracia: direito de todos à participação no governo por meio de representantes eleitos .
  40. 40. Princípios básicos do liberalismo: • Igualdade : não significa igualdade de condições materiais, mas igualdade perante a lei. • Propriedade privada: deixa de ser um privilégio da nobreza feudal para ser a condição de progresso individual e de desenvolvimento econômico
  41. 41. Princípios liberais e educação • A educação seria um instrumento para o desenvolvimento máximo das potencialidades e aptidões de cada indivíduo. A igualdade jurídica seria assegurada a todos, impedindo os privilégios de nascimento ou de credo. Livres, iguais constitucionalmente, todos os indivíduos poderiam desenvolver seus talentos e competir entre si.
  42. 42. John Dewey:Escola Nova Papel da Escola: • Preparar o novo homem para as exigências da sociedade moderna. • Caberia a sociedade garantir uma nova escola pautada em valores democráticos
  43. 43. John Dewey:Escola Nova • l Relação aluno/professor – o aluno é o centro do processo . Como a escolha dos conteúdos gira em torno dos interesses do aluno • Conteúdo – conteúdo que é objeto de aprendizagem precisa ser compreendido, não decorado.
  44. 44. Teoria do Capital Humano: Theodore Schultz • Os indivíduos que têm acesso à escolarização formal tornam-se mais capacitados para o trabalho e, em decorrência disso, tornam-se mais produtivos porque adquiriram, por meio da educação, conhecimento intelectual e habilidades
  45. 45. Teoria do Capital Humano: Theodore Schultz • Mas será que o investimento na educação das pessoas consegue provocar toda essa harmonia, satisfazendo tanto a patrões como a empregados e à nação? Ou a taxa de retorno do que foi investido na qualificação de pessoal resulta na taxa de mais-valia, que aumenta o lucro do empresário capitalista? Com o trabalhador qualificado, produzindo mais riqueza, o maior beneficiado não seria o patrão que se apropria da maior parte dessa riqueza?
  46. 46. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica • Educação como reprodutora da estrutura de classes : Aparelho ideológico do Estado • Educação como espaço de transformação social: escola como espaço da contra- ideologia
  47. 47. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica • Louis Althusser (1918 - 1990): A escola como aparelho ideológico do Estado • No capitalismo a produção de riqueza é gerada coletivamente mas a apropriação desta riqueza é dada a burguesia na apropriação do LUCRO • Os trabalhadores recebem o necessário para comer, vestir, morar, ou seja, o básico para sobreviverem, gerarem filhos, reproduzindo, assim, a força de trabalho.
  48. 48. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica O resultado dessa história você já conhece: • miséria,fome, de-semprego, violência, favelas, menores abandonados Mas você poderia perguntar: se os trabalhadores são maioria, por que eles se submetem à exploração e à dominação da minoria burguesa? Por que eles não se revoltam contra essa situação? Porque as forças repressivas do Estado atuam continuamente
  49. 49. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica • Mas a utilização da força não assegura a dominação burguesa. A sociedade estaria em caos , caso a Polícia e o Exército fossem convocados todo dia para manter a ordem . • As forças repressivas do Estado são chamadas em casos extremos, quando a força do convencimento falha. Daí a importância da dominação ideológica da burguesia.
  50. 50. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica • Mas o que é ideologia? • Ideologia é uma falsa crença • Uma falsa consciência das relações de domínio entre as classes. • A ideologia “esconde” os mecanismos de exploração do trabalhador na obtenção lucro.
  51. 51. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica • Exemplo: A ideologia diz que quem trabalha obtém sucesso, “sobe na vida”. Mas a maioria das pessoas trabalha e “não sai do lugar”. • A ideologia esconde que o motivo da riqueza do burguês não é o trabalho, mas a exploração do trabalho dos operários.
  52. 52. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica Mas o que é ideologia? • Além de falsear a realidade, a ideologia serve para justificar a realidade • Além de falsear a realidade, a ideologia serve para justificar a realidade. • Exemplo: o princípio da igualdade: iguais juridicamente. Mas não podem ser iguais materialmente, uma vez que o sucesso material é consequência dos talentos e das aptidões de cada um.
  53. 53. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica A quem cabe o papel de divulgação da ideologia? • AIE: Aparelhos Ideológicos do Estado - Escolar; Familiar; Político, que abarca os diferentes partidos políticos; o Sindical; Informação, representado pelas emissoras de televisão, rádios, jornais e outros meios de comunicação; o Cultural; o Jurídico, com suas leis e suas cadeias.
  54. 54. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica • A IR: Aparelhos Ideológicos Repressivos:Policia e forças armadas A escola tem um papel central entre os aparelhos ideológicos. • 1.Os indivíduos passam boa parte de suas vidas na escola. • 2.È a escola que especializa as pessoas e as diferencia para as futuras atribuições no processo de produção • 3.A escola também está encoberta com o véu ideológico da neutralidade
  55. 55. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica:escola como espaço da contra-ideologia • Antonio Gramsci (1891-1937) • relação entre a infra-estrutura e a superestrutura:metáfora do edifício • sua base é a estrutura econômica que lhe dá sustentação • Estado e a consciência social são seus andares superiores
  56. 56. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica:escola como espaço da contra-ideologia Gramsci percebe duas formas de dominação burguesa: • Dominação repressiva: Exército, Polícia, tribunais • Dominação ideológica: Ocorre nos diversos espaços da sociedade civil,principalmente, a escola
  57. 57. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica:escola como espaço da contra-ideologia • a classe trabalhadora deve utilizar espaços da sociedade civil para transmitir a sua concepção de mundo Qual o papel social da educação? • a escola constitui-se um dos principais espaços para a burguesia transmitir sua ideologia
  58. 58. UNIDADE 4 – Educação na perspectiva crítica:escola como espaço da contra-ideologia A escola :um local de construção da contra- hegemonia operária e de transformação da sociedade existente. 1. Ambiente de resistência da classe trabalhadora contra a dominação burguesa 2. Formação do intelectual orgânico, um conceito-chave em Gramsci.
  59. 59. Gramsci diferencia os intelectuais tradicionais dos intelectuais orgânicos. • Intelectuais tradicionais: estão comprometidos com a tradição e a cultura dominantes. • Intelectuais orgânicos: papel de criar, de fomentar a consciência de classe na qual estão ligados diretamente– burguesia ou proletariado – formando uma visão de mundo homogênea – a ideologia –influenciando os demais grupos sociais aliados, na luta pela conservação ou pela transformação da sociedade.
  60. 60. Gramsci :bloco histórico • Quando as principais classes em luta – burguesia e proletariado – conseguem agregar junto a si outros segmentos sociais que se unificam por meio da ideologia e do trabalho de convencimento realizado pelos intelectuais orgânicos, forma-se o que Gramsci chama de bloco histórico.
  61. 61. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • 1.Relações de trabalho na produção de bens em sociedades anteriores à burguesa. • 2. Formas de administração capitalista. • 3.Aplicação da doutrina neolibera:Reestruturação no mundo do trabalho reformas no Estado. • 4.Reflexo dessas transformações na escola e o papel e o compromisso social dos trabalhadores da educação nesse processo.
  62. 62. UNIDADE 5 –1.Relações de trabalho na produção de bens em sociedades anteriores à burguesa • 5.1 O mundo do trabalho • O que diferencia o homem dos outros animais é o trabalho,pois, num determinado momento de sua história , passa a produzir os bens necessários à sua existência • Porém, bens produzidos pelo trabalho humano não são usufruídos igualmente pela maioria da população
  63. 63. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • A produção de bens sempre se deu dessa forma, tendo como base a propriedade privada e a exploração do trabalho assalariado? Não, as relações sociais de produção capitalistas, que dominam a economia há alguns séculos, foram antecedidas por outras formas de geração de riquezas no decorrer da história humana.
  64. 64. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho Modos de Produção • O modo de produção é a maneira pela qual a sociedade produz seus bens e serviços, como os utiliza e os distribui. O modo de produção de uma sociedade é formado por suas forças produtivas e pelas relações de produção existentes nessa sociedade.
  65. 65. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • Na comunidade primitiva os homens trabalhavam em conjunto. • Os meios de produção e os frutos do trabalho eram propriedade coletiva. • A propriedade era coletiva • As relações de produção eram relações de amizade e ajuda entre todos; • Não existia o estado
  66. 66. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • Os meios de produção (terras e instrumentos de produção) e os escravos eram propriedade do senhor • As relações de produção eram relações de domínio e de sujeição • Os senhores eram proprietários da força de trabalho (os escravos), dos meios de produção (terras, gado, minas, instrumentos de produção) e do produto de trabalho.
  67. 67. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • O modo de produção asiático :Egito, na China, Índia e África. • exemplo o Egito, no tempo dos faraós, vamos notar que a parte produtiva da sociedade era composta pelos escravos, que era forçados, e pelos camponeses, que também eram forçados a entregar ao Estado o que produziam. • Fatores que determinaram o fim do modo de produção asiático: • A propriedade de terra pelos nobres; • O alto custo de manutenção dos setores improdutivos; • A rebelião dos escravos.
  68. 68. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • Classes: senhores x servos. • Relações de produção: Servil • Propriedade da terra :Senhorio • Obs.Com o surgimento do excedente,dos burgos e das cidades começa a desagregação do modo feudal. • Já começava a aparecer às relações capitalistas de produção
  69. 69. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho • Relações assalariadas de produção (trabalho assalariado). • Propriedade privada dos meios de produção: burguesia • Classes sociais: a burguesia e os trabalhadores assalariados.
  70. 70. UNIDADE 5 – Reestruturação capitalista, reformas do Estado e o mundo do trabalho A administração burguesa :obtenção do lucro Frederic Taylor: Taylorismo Concepção de mundo funcionalista : a harmonia e o equilíbrio deveriam reger as relações sociais. • Controle racional do tempo na produção • Supervisão absoluta do trabalho humano • Otimização de produção • Evitar a ociosidade e a morosidade operária
  71. 71. Henry Ford :Fordismo • 1.Produção em série: a padronização da atividade humana • 2. Linhas de montagens, cada operário realiza uma tarefa específica • 3. Diminuição do tempo de fabricação • 4. Respeito à hierarquia: Modelo de integração vertical (decisões de cima para baixo) e centralização do poder. • Disciplina rígida
  72. 72. Toyotismo • O just in time:“produzir o necessário, na quantidade necessária e no momento necessário” • as “ilhas de produção” :Diminuição da ociosidade do operário intensificação do ritmo de trabalho e mobilidade dos trabalhadores conforme as necessida-des da administração. • círculo de controle e qualidade – CCQ – Formados pequenos grupos de trabalhadores que se encontram para sugerir melhorias na produção .Estes Círculos dão a falsa im-pressão de participação decisória do trabalhador,
  73. 73. Toyotismo • círculo de controle e qualidade – CCQ – Formados pequenos grupos de trabalhadores que se encontram para sugerir melhorias na produção .Estes Círculos dão a falsa impressão de participação decisória do trabalhador,
  74. 74. Toyotismo • qualidade total • terceirização • Combate a associações e sindicatos
  75. 75. Crise do capitalismo • Primeira Guerra Mundial • quebra da Bolsa de Nova York em 1929 • Revolução Russa de 1917 Tentativa de controle da crise na criação: • Welfare States decadência em 1970 • aumento da inflação e a diminuição da taxa de lucro
  76. 76. Doutrina neoliberal • Manutenção de um Estado forte para quebrar o movimento sindical • Estado mais rigoroso no controle dos gastos sociais • Estado Mínimo na intervenção econômica.
  77. 77. Pilares fundamentais da gestão macroeconômica e social neoliberal • Privatização de empresas públicas • Desregulamentação das atividades econômicas e sociais, baseada na superioridade da “eficiência do mercado” • Reversão de padrões de proteção social quanto à educação, saúde, habitação, seguro- desemprego para todos.
  78. 78. O papel e o compromisso social dos trabalhadores da educação Influências da administração capitalista na escola 1. visão do caráter neutro da escola :Taylor defendia uma administração que benefi ciasse, ao mesmo tempo, o patrão e o empregado . 2. verticalização das decisões 3. círculos de controle e qualidade :Gestão democratica
  79. 79. Influências da administração capitalista na escola • diminuição do número de funcionários • piora das condições de trabalho • o achatamento salarial • manutenção de relações autoritárias no interior da escola • redução do quadro de servidores estáveis e concursados e sua substituição por terceirizados
  80. 80. Influências da administração capitalista na escola • currículos numa “linha de montagem • As modernas escolas privadas instauraram relações capitalistas entre os proprietários e os professores, que vendem seu trabalho por meio do pagamento de horas-aula e de docilidade às orientações gerenciais dos “administradores escolares”.
  81. 81. o papel da escola e dos profissionais de educação • Assim, seu papel na escola será o de trabalhar para a conservação da sociedade do jeito que está, com poucas mudanças ou ......

×