AULA EXTRA PREUNI GEOGRAFIA AMAZONIA

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Apresentação usada na aula extra do dia 23/ago/2014

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AULA EXTRA PREUNI GEOGRAFIA AMAZONIA

  1. 1. AMAZÔNIA
  2. 2. 5ª. Temporada 12/out
  3. 3. 77 dias 84 dias 99 dias O fim está próximo...
  4. 4. PSC/SIS – Etapa I As bacias hidrográficas:  As bacias hidrográficas no Brasil e no Amazonas. O uso dos rios: hidrovias e as redes de comunicação. Hidrovias no Amazonas e o transporte fluvial. O uso dos rios no Amazonas e a exploração mineral.  Dinâmica climática da Amazônia e o Amazonas no contexto: água, floresta. As políticas climáticas mundiais: o Amazonas e as mudanças climáticas. Vegetação: os grandes biomas no mundo e no Brasil:  A formação vegetal brasileira e seus diferentes biomas; fragilidade da floresta amazônica e os focos de desmatamentos As Questões ambientais contemporâneas: PSC/SIS – Etapa II A formação do território brasileiro: o A colonização com um olhar para a Amazônia: conquista e expansão territorial na Amazônia. Regionalização e planejamento regional no Brasil: o As regiões naturais e as regiões geoeconômicas. Amazônia como uma grande região natural. As desigualdades regionais e o planejamento regional. PSC/SIS – Etapa III As políticas ambientais no Brasil: o O controle do uso e de conservação dos recursos naturais. A Legislação Ambiental. O Zoneamento Econômico Ecológico, as unidades de conservação e os corredores ecológicos no Brasil. A Amazônia e as políticas ambientais internacionais e nacionais. Conteúdo Programático
  5. 5. Conteúdo Programático ENEM (Matriz de Referência de Ciências Humanas e suas Tecnologias) Competência de área 1 – Compreender os elementos culturais que constituem as identidades Competência de área 2 – Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.  H6 – Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços geográficos.  H7 – Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações  H8 – Analisar a ação dos estados nacionais no que se refere à dinâmica dos fluxos populacionais e no enfrentamento de problemas de ordem econômico-social.  H9 – Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e socioeconômicas em escala local, regional ou mundial.  H10 – Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica. Competência de área 3 – Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais. Competência de área 4 – Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. Competência de área 5 – Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade. Competência de área 6 – Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos.
  6. 6. FASE 01 Século XVI - XX (até década de 1930) FASE 02 Século XX 1940 – Territórios Federais 1950 – SPVEA 1960/1970 – SUDAM 1980/1990 – Fronteira Agrícola FASE 03 Século XXI Políticas Ambientais
  7. 7. FLORESTA ÚMIDA
  8. 8. 1669 - Forte de São José da Barra do Rio Negro; 1755 - Capitania de São José do Rio Negro; 1848 - Cidade de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro (24/out);
  9. 9. 1850 - Desmembramento do Grão-Pará (05/set); 1856 - Denominação cidade de Manaus; 1870/1920 - I Ciclo da Borracha;
  10. 10. A M A Z Ô N I A 1940/1950
  11. 11. Primeira divisão oficial do Brasil (1942/1943). O IBGE propões uma reestruturação que “atualize” o contexto socioeconômico dos estado brasileiros, em especial os localizados no extremo norte.
  12. 12. O Presidente de República, usando da atribuïção que lhe confere o artigo 180 e nos têrmos do art. 6º da Constituïção, decreta: Art. 1º São criados, com partes desmembradas dos Estados do Pará, do Amazonas, de Mato Grosso, do Paraná e de Santa Catarina, os Territórios Federais do Amapá, do Rio Branco, do Guaporé, de Ponta Porã e do Iguassú. § 1º O Território do Amapá terá os seguintes limites: - a Noroeste e Norte, pela linha de limites com as Guianas Holandesas e Francesa; - a Nordeste e Leste, com o Oceâno Atlântico; - a Sueste e Sul, o canal do Norte e o braço norte do rio Amazonas até à foz do rio Jarí; - a Sudoeste e Oeste, o rio Jarí, da sua foz até às cabeceiras na Serra do Tumucumaque; § 2º O Território do Rio Branco terá os seguintes limites: - a Noroeste, Norte, Nordeste e Leste, pelos limites com a República da Venezuela e Guiana Inglesa; - a Sueste e Sul, pelo rio Anauá, até sua foz no rio Branco, e por êste à sua confluência com o rio Negro; - a Sudoeste, subindo pelo rio Negro da foz do rio Branco até à foz do rio Padauari e por êste até à foz do rio Mararí e subindo às suas cabeceiras na Serra do Tapirapecó. § 3º O Território, do Guaporá terá os seguintes limites: - a Noroeste, pelo rio Ituxí até à sua foz no rio Purús e por êste descendo até à foz do rio Mucuim; - a Nordeste, Leste e Sueste, o rio Curuim, da sua foz no rio Purús até o paralelo que passa pela nascente do Igarapé Cuniã, continua pelo referido paralelo até alcançar a cabeceira do Igarapé Cuniã, descendo por êste até a sua confluência com o rio Madeira, e por êste abaixo até à foz do rio Gi-Paranã (ou Machado) subindo até à foz do rio Comemoração ou Floriano prossegue subindo por êste até à sua, nascente, daí segue pelo divisor de águas do planalto de Vilhena, contornando-o até à nascente do rio Cabixi e descendo pelo mesmo até à foz no rio Guaporé; - ao Sul, Sudoeste e Oeste pelos limites com a República da Bolívia, desde a confluência do rio Cabixí no rio Guaporé, até o limite entre o Território do Acre e o Estado do Amazonas, por cuja linha limítrofe continua até encontrar a margem direita do rio Ituxí, ou Iquirí; DECRETO-LEI Nº 5.812, DE 13 DE SETEMBRO DE 1943
  13. 13. Política Garantir a soberania nacional e estabelecer controle sobre as fronteiras; Demográfica Redistribuir a população (políticas de reforma agrária); Capital Atrair novos e maiores investimentos para o país; FRONTEIRAS
  14. 14. 1950 - Deputado Federal Francisco Pereira da Silva idealiza a criação do Porto Franco de Manaus (projeto nº. 1.310); 1953 - Criação da SPVEA (Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia); 1957 - Presidente Juscelino Kubitschek sanciona a Lei nº. 3.173 (06/jun);
  15. 15. S P V E A Lei 1.806, de 6 de janeiro de 1953, foram incorporados à Amazônia Brasileira, a porção oeste do estado do Maranhão (oeste do meridiano 44º), o norte do estado de Goiás (norte do paralelo 13º de latitude sul - atualmente Estado de Tocantins) e norte do Mato Grosso (norte do paralelo 16º latitude Sul); Necessidade do governo de planejar e promover o desenvolvimento da região, completando a economia brasileira, produzindo na Amazônia, no limite de suas possibilidades, matérias-primas e produtos alimentares importados pelo país; Promover a exploração das riquezas energéticas e minerais da região e promover ações que visassem a desenvolver a exportação das matérias primas regionais; Converter, gradualmente, a economia extrativista, praticada na floresta, e comercial, praticada nas cidades, em economia agrícola e industrial;
  16. 16. A SPVEA, que era diretamente subordinada à Presidência da Republica, teve sua sede oficialmente instalada em Belém, em 21 de setembro de 1953, tendo como primeiro superintendente Arthur César Ferreira Reis. Faziam parte da SPVEA em sua fundação os nove estados e territórios federais: Pará, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Território do Acre, Território do Amapá, Território do Rio Branco-Roraima e Território do Guaporé- Rondônia. O sucesso inicial da SPVEA como agência de fomento para a Amazônia Legal, estimulou o presidente Juscelino Kubitschek a criar a Sudene – Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste. A SPVEA aplicou substanciais recursos financeiros no fomento agrícola e pecuário (em seus primeiros anos principalmente no setor gomífero).
  17. 17. LEI Nº 3.173, de 06 de junho de 1957 Cria uma zona franca na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas, e dá outras providências. Art.1º - É criada em Manaus, capital do Estado do Amazonas, uma zona franca para armazenamento ou depósito, guarda, conservação, beneficiamento e retirada de mercadorias, artigos e produtos de qualquer natureza, provenientes do estrangeiro e destinados ao consumo interno da Amazônia, como dos países interessados, limítrofes do Brasil ou que sejam banhados por águas tributárias do rio Amazonas. Art.2º - O Governo Federal fará demarcar, nas imediações da cidade, à margem do rio Negro e em lugar que reúna condições de calado e acostagem satisfatórias, uma área de terra não inferior a duzentos hectares, onde ficará localizada a zona franca, com as instalações e serviços adequados ao seu funcionamento. § 1º - As terras destinadas à zona franca criada nesta lei serão obtidas por doação do Governo do Estado do Amazonas ou mediante desapropriação para fins de utilidade pública, na forma da legislação em vigor. § 2º - Será estudada a adaptabilidade da ilha de Marapatá, em frente a Manaus, como área complementar da zona franca, reservada a certos produtos que possam nela ser depositados, para fins de beneficiamento, sem possibilidade de deterioração que lhes diminuam o valor comercial. Art.3º - Na zona franca que for demarcada serão construídas instalações portuárias com armazens terrestres e cais flutuante acostável, segundo o tipo exigido pela grande variação do nível das águas da região.
  18. 18. A M A Z Ô N I A 1960/1970
  19. 19. 1966 - Criação da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) 1967 - Criação da SUFRAMA (Superintendência da Zona Franca de Manaus)
  20. 20. A partir da década de 1960 aparecem as primeiras preocupações referentes a utilização dos recursos naturais de forma racional, ou seja, os recursos só se transformariam em riquezas se explorados para múltiplas finalidades e não viessem em detrimento a saúde da população e da sua qualidade de vida. Estatuto da Terra (Lei nº 4.504/64) Código Florestal (Lei nº 4.771/65) Lei de Proteção à Fauna (Lei nº 5.197/67) Código de Pesca (Decreto-lei nº 221/67) Código de Mineração (Decreto-lei nº 227/67) REGIME MILITAR (1964-1985)
  21. 21. (Questão 10) O mapa ao lado apresenta algumas das províncias minerais já conhecidas na Região Amazônica. Sobre essas áreas não é correto afirmar que: a) Em 3, o minério de ferro de Carajás (PA) é transportado por ferrovia até o porto de Itaqui, que foi equipado para receber navios graneleiros de grande capacidade. b) Em 2, a bauxita do vale do rio Trombetas (PA) é transformada em alumínio nas grandes usinas de beneficiamento graças à energia fornecida pela hidrelétrica de Tucuruí. c) Em 1, o manganês da Serra do Navio (AP) é transportado por ferrovia até o porto de Santana e destina-se a abastecer as usinas siderúrgicas situadas no quadrilátero ferrífero. d) Em 5, a cassiterita (RO), após uma fase em que predominou o garimpo, é extraída por empresas equipadas tecnicamente que foram atraídas pela melhoria da infraestrutura viária. e) Em 4, o ouro do vale do rio Tapajós (PA) tem provocado graves danos ambientais devido ao despejo de mercúrio, usado nos garimpos para separar o ouro do cascalho, nas águas do rio.
  22. 22. “Deslocar a fronteira econômica, e, notadamente, a fronteira agrícola, para as margens do rio Amazonas [...]; Integrar a estratégia de ocupação econômica da Amazônia e a estratégia de desenvolvimento do Nordeste [...]; Criar as condições para a incorporação à economia de mercado [...] de amplas faixas de população antes dissolvidas na economia de subsistência [...]; Estabelecer as bases para a efetiva transformação da agricultura da região semiárida do Nordeste; Reorientar as emigrações de mão-de-obra do Nordeste, em direção aos vales úmidos da própria região e à nova fronteira agrícola; Assegurar o apoio do Governo Federal ao Nordeste, para garantir um processo de industrialização tendente à autosustentação [...].”

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