Regiao norte Brasil nivel 3 curso portugues

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A Região Norte: Demografia, geografia, clima e economia.
História: Acre, Rondônia, Tocantins, Amazonas, Roraima, Pará (ciclo da borracha), Amapá
Aspectos culturais, Turismo

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  • Brasil está dividido em 27 (vinte e sete) unidades federativas.
    Na Região Norte está localizado um importante ecossistema para o planeta: a Amazônia. E que representa mais de um terço das reservas florestais do mundo.
    Sendo a maior região brasileira em superfície. Nesta região estão localizados o maior e o segundo maior estado do Brasil, respectivamente Amazonas e Pará.
    tal extensão tem a área superior a aproximadamente 105 países do mundo.
  • A região limita-se ao sul com os estados de Mato Grosso e Goiás, além da Bolívia, a leste com o Maranhão, Piauí e a Bahia, a oeste com o Peru e com a Colômbia e a norte com Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.
  • A economia da região baseia-se nas atividades industriais, de extrativismo vegetal e mineral, inclusive de petróleo e gás natural, agricultura e pecuária, além das atividades turísticas.
    Grandes transnacionais aplicam vultosos capitais em imensas propriedades ocupadas por essa atividade.
    Em 2008, o estado de Rondônia foi o 5º maior exportador de carne bovina do país.
    Além da pecuária de corte, a pecuária leiteira também se destaca na região, com uma produção total em 2007 de cerca de 1,7 bilhão de litros de leite, sendo que 93% desse total foi produzido em apenas três estados.
    Há um dado negativo, entretanto, pois, de todas as atividades econômicas, a mais prejudicial à floresta é a pecuária, porque requer a devastação de grandes trechos da mata.
    Na primeira década do século XX, ocorreu um grande desenvolvimento da extração da borracha, na Região Norte do Brasil, reflexo principalmente da grande produção de pneus necessários à indústria automobilística mundial em expansão. A partir de 1912, a produção de borracheiro brasileira entrou em declínio em função da concorrência estrangeira, notadamente a inglesa, com suas plantações na Ásia.
    Até mesmo a uva, fruta pouco comum em regiões com temperaturas elevadas, é produzida em Rondônia, mais precisamente no sul do estado (produção de 224 toneladas em 2007).
    Também destaca o cultivo de Pimenta-do-reino numa região próxima a Belém.
    orienta Poucas indústrias se estabelecerão na região, a maioria filiais de transnacionais que produzem aparelhos eletrônicos em Manaus, promovidas pela isenção de impostos. Recentemente foi implantado o Polo de Biotecnologia. Há outros polos industriais na região de Belém, em Marabá e Barcarena, em Porto Velho e em Santana (Amapá).
    A zona franca de Manaus há perdido importância.


  • A economia da região baseia-se nas atividades industriais, de extrativismo vegetal e mineral, inclusive de petróleo e gás natural, agricultura e pecuária, além das atividades turísticas.
    Grandes transnacionais aplicam vultosos capitais em imensas propriedades ocupadas por essa atividade.
    Em 2008, o estado de Rondônia foi o 5º maior exportador de carne bovina do país.
    Além da pecuária de corte, a pecuária leiteira também se destaca na região, com uma produção total em 2007 de cerca de 1,7 bilhão de litros de leite, sendo que 93% desse total foi produzido em apenas três estados.
    Há um dado negativo, entretanto, pois, de todas as atividades econômicas, a mais prejudicial à floresta é a pecuária, porque requer a devastação de grandes trechos da mata.
    Na primeira década do século XX, ocorreu um grande desenvolvimento da extração da borracha, na Região Norte do Brasil, reflexo principalmente da grande produção de pneus necessários à indústria automobilística mundial em expansão. A partir de 1912, a produção de borracheiro brasileira entrou em declínio em função da concorrência estrangeira, notadamente a inglesa, com suas plantações na Ásia.
    Até mesmo a uva, fruta pouco comum em regiões com temperaturas elevadas, é produzida em Rondônia, mais precisamente no sul do estado (produção de 224 toneladas em 2007).
    Também destaca o cultivo de Pimenta-do-reino numa região próxima a Belém.
    orienta Poucas indústrias se estabelecerão na região, a maioria filiais de transnacionais que produzem aparelhos eletrônicos em Manaus, promovidas pela isenção de impostos. Recentemente foi implantado o Polo de Biotecnologia. Há outros polos industriais na região de Belém, em Marabá e Barcarena, em Porto Velho e em Santana (Amapá).
    A zona franca de Manaus há perdido importância.


  • Regiao norte Brasil nivel 3 curso portugues

    1. 1. Aula de Português Alunos: Nível 3 Tibisay Cotua Jesus Mujica Maria Elena Fraga
    2. 2. Sumário 1. Introdução a. A Região Norte: Demografia, geografia, clima, economia, história. b. Estados: Acre, Rondônia, Tocantins, Amazonas, Roraima, Pará (ciclo da borracha), Amapá c. Aspectos culturais, Turismo. 2. Conclusão
    3. 3. Primeiro: Qual é a Região Norte? A Região Norte é uma das cinco regiões brasileiras, e a mais extensa. Representa aproximadamente o 42% do território brasileiro, e compreende o ecossistema da Amazônia: Mais do 90% da área da Região é ocupada pela Floresta Amazônica. Contudo é uma das regiões menos povoadas do Brasil, com uma população de aproximadamente 15 milhões de habitantes. Região Norte Estados de Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Área de 3.869.637 km²
    4. 4. Principais cidades Os estados Amazonas e Pará são o maior e o segundo maior estados do Brasil. As cidades mais populosas são Belém, com 2,3 milhões de habitantes e Manaus, com 1,8. Boa Vista Rio Branco Porto Velho Belem  Manaus  Cidade Estado Pop. Belém Pará 2 335 000 Manaus Amazonas 1 802 525 Porto Velho Rondônia 435 732 Rio Branco Acre 342 298 Boa Vista Roraima 290 741
    5. 5. Demografia
    6. 6. Geografia  Além das riquezas da floresta Amazônica, a região apresenta a maior bacia hidrográfica do mundo, a bacia amazônica, formada pelo rio Amazonas e seus milhares de afluentes, como o rio Uamutã e o rio Jamari.  A foz do rio Amazonas apresenta um dos fenômenos naturais mais impressionantes, a pororoca, uma onda contínua de 5m de altura, que é costumeiramente é explorada por surfistas.  Na foz do rio Amazonas encontra-se a ilha de Marajó, a maior ilha de água fluvio marinha do mundo, frente a cidade de Belém, além da maior ilha fluvial do mundo, a ilha do Bananal, no estado de Tocantins.
    7. 7. Geografia  Planícies e Terras Baixas Amazônicas: a verdadeira planície apareça apenas margeando o rio Amazonas ou em pequenos trechos, em meio a áreas mais altas. Esse compartimento do Brasil relevo divide-se em: igapós (más baixas, inundadas), tesos ou terraços fluviais (<30 metros, inundadas) e terra firme (até 350 metros, livre de inundações).  Planalto das Guianas: localiza-se ao norte da Planície Amazônica, sendo constituído por terrenos cristalinos. É na região serrana que se encontram os pontos mais altos do país, como o pico da Neblina e o pico 31 de Março, na serra do Imeri, estado do Amazonas,  Planalto Central: localiza-se ao sul da região abrangendo o sul do Amazonas e do Pará e a maior parte dos estados de Rondônia e do Tocantins. É constituído por terrenos cristalinos e sedimentares antigos, sendo mais elevado ao sul e no Tocantins.
    8. 8. Geografia Foto de satélite de uma parte da Planície amazônica Mapa da ecorregião da Amazônia. Os limites da ecorregião amazônica são mostrados em amarelo. Imagens: NASA.
    9. 9. Clima  Algumas latitudes podem criar uma região com climas quentes e úmidos. A existência de calor e da enorme massa líquida favorecem a evaporação e fazem da Região Norte uma área bastante úmida. Dominada assim por um clima do tipo equatorial, a região apresenta temperaturas elevadas o ano todo (médias de 24°C a 26°C)  O regime de chuvas na região é bem marcado, havendo um período seco, de junho a novembro, e outro com grande volume de precipitação, Dezembro a Maio  A Região Norte apresenta o clima mais úmido do Brasil, sendo comum a ocorrência de fortes chuvas. São características da região. As chuvas de convecção ou de "hora certa"
    10. 10. Economia y produção  E uma região agrícola y extrativista de pouco peso no total do PIB nacional: em 2007 representava solo um 5%.  A madeira é o principal produto extrativo da região, concentrando-se nos estados do Pará, Amazonas e Rondônia.  A atividade pecuária, nos estados de Pará, Rondônia e Tocantins, é de tipo extensivo e quase exclusivamente de bovinos.  Rondônia e o estado mais sobressalente em agricultura: • 6º maior produtor de café do Brasil, • 3º na produção de cacau, e também tem uma importante produção de feijão, milho, soja, arroz e mandioca.  Também conta a extração de minerais como ouro, diamantes e alumínio, é o estado de Amazonas é o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil.
    11. 11. Economia y produção - Extrativismo  Extrativismo vegetal: madeira (Pará, Amazonas e Rondônia). A borracha já não representa a base econômica da região, como foi no século XX, apesar de ainda estar sendo produzida no estados: Amazonas, Acre e Rondônia.  Extrativismo animal: possuindo uma fauna extremamente rica, a Amazônia oferece grande variedade de peixes — destacando-se o tucunaré, o tambaqui e o pirarucu —, bem como tartarugas e um sem-número de outras espécies.  Extrativismo mineral: ouro, na serra pelada, diamantes, alumínio, estanho, ferro em grande escala na serra dos Carajás, estado do Pará e manganês e níquel, noroeste do Pará, encontra-se a mineração Rio do Norte (bauxita), na serra do Navio, estado do Amapá; e extração de minerais fósseis, como o petróleo e o gás natural do campo de Urucu, no estado do Amazonas, no município de Coari, o que o tornam o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil.
    12. 12. História da região Norte do Brasil  Os primeiros habitantes da região Norte foram os indígenas, que compartilhavam uma diversificada quantidade de tribos e aldeias, do período pré-colombiano até a chegada dos europeus.  Em 1616, chegaram os portugueses. Eles construíram fortes militares para defender a região contra a invasão de outros povos. A região também foi parte de caminhos do Movimento das Bandeiras.  Os missionários vieram para a região à procura de índios para catequizar. Eles reuniam os índios em aldeias chamadas missões. As missões deram origem a várias cidades.  Os brasileiros de outros estados, principalmente nordestinos, vieram para a região Norte a fim de trabalhar na extração da borracha. Muitas famílias japonesas vieram trabalhar nas colônias agrícolas. Os japoneses iniciaram a plantação da pimenta-do-reino e da juta.  Durante as décadas de 60, 70 e 80, os governos militares implantaram um grande plano de integração dessa região com as demais regiões do Brasil, incluindo a construção de várias rodovias (como a rodovia Transamazônica), instalação de indústrias e a criação da zona franca de Manaus
    13. 13. Estado do Acre  Sua superfície equivale a menos de 2% do total do país.  É um dos estados menos povoados do Brasil e foi o último a ser efetivamente povoado.  Nele está o ponto extremo oeste do Brasil.  Sua capital é a cidade de Rio Branco.  Outras localidades importantes são: Cruzeiro do Sul, Feijó, Sena Madureira, Senador Guiomard e Tarauacá.  Juruá, Tarauacá, Muru, Embirá e Xapuri são seus rios mais importantes.  A economia do Estado se baseia na extração da borracha e da castanha, na pecuária e na agricultura  O transporte fluvial, concentrado nos rios Juruá e Moa, a oeste do estado, e Tarauacá e Envira, a noroeste, é um dos principais meio de circulação,  O censo de 2010 contabilizou que o Acre possui 707.125 habitantes
    14. 14. Revolução Acreana Pressionados pelo advogado José Carvalho, os bolivianos foram forçados a abandonar a região. Para evitar a sua volta, o governador do Amazonas Ramalho Júnior organizou o ingresso no Acre de uma unidade de aventureiros comandadas pelo espanhol Luis Gálvez Rodríguez de Arias. Gálvez partiu de Manaus em 4 de junho de 1899 e chegou à localidade boliviana de Puerto Alonso, a qual teve seu nome mudado para Porto Acre, onde proclamou a República do Acre em 14 de julho de 1899. Apesar disso o governo brasileiro, com base no tratado internacional de Ayacucho assinado em 1867, considerava o Acre como território boliviano e enviou tropas que dissolveram a República do Acre em 15 de março de 1900. Revisão de litígio: Em 4 de abril de 2008, o governo do Acre vence uma disputa judicial com o estado do Amazonas, a respeito de uma disputa territorial que se arrastava havia 26 anos no complexo florestal Liberdade, Gregório e Mogno.
    15. 15. Estado de Rondônia  Ocupa uma área de 237.576 quilômetros quadrados  O estado foi criado em 1943, mas só virou estado em 1988, com a nova Constituição Federal.  O nome Rondônia foi uma homenagem ao sertanista "marechal" Cândido Rondon.  Sua capital e maior município é Porto Velho.  Outras cidades importantes são: Ariquemes, Cacoal, Espigão do Oeste, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena.  Com 1.590.011 habitantes, Rondônia é o 3º estado mais populoso e o mais denso da região Norte  O estado destaca-se na produção de café, cacau, feijão, milho, soja, arroz e mandioca.
    16. 16. Estado do Tocantins  Ocupa uma área de 277.620 km²  Sua capital é a cidade planejada de Palmas.  Na bandeira nacional e no selo nacional do Brasil, o Tocantins é representado pela estrela Adhara.  As maiores cidades do estado são respectivamente: Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins  São importantes o Rio Tocantins (incluindo o Rio Maranhão), o Rio Araguaia, o Rio Javaés, o Rio do Sono, o Rio das Balsas, o Rio Manuel Alves e o rio Paranã.  O clima é tropical.  A economia se baseia no comércio, na agricultura (arroz, milho, feijão, soja, melancia), na pecuária e em criações
    17. 17. Estado do Amazonas  Originalmente, a área do atual Estado do Amazonas não integrava as terras portuguesas, conforme os termos do Tratado de Tordesilhas, ficando sobre domínio espanhol  Com uma área de 1.570.745 km², constituindo-se na nona maior subdivisão mundial  É o segundo estado mais populoso desta macrorregião, com seus 3,6 milhões de habitantes em 2012  Manaus, a capital e sua maior cidade com 1,8 milhão de habitantes em 2012 que concentra cerca de 60% da população do estado, e Parintins, com quase 104 mil habitantes.  É ainda o 2º estado mais rico da região Norte, responsável por 32% do PIB da região  O principal impulso ao crescimento veio em 1967, quando foi criada a Zona Franca de Manaus, um polo para indústrias de alta tecnologia com isenção fiscal.
    18. 18. Estado de Roraima  Ocupa uma área aproximada de 224,3 mil km²  A capital, Boa Vista, concentra 65,3% da população do estado  Seu ponto culminante, o Monte Roraima, empresta- lhe o nome  A população de Roraima é de 451 227 habitantes, segundo a estimativa populacional de 2009, o que faz do estado a unidade federativa menos populosa do Brasil  Os três principais produtos exportados por Roraima, em 2010, foram o couro, a madeira e água mineral.
    19. 19. Estado do Pará  Segundo maior estado do país, com extensão de 1.247.689 km²  É o mais rico e mais populoso estado da região norte, contando com uma população de 7.321.493 habitantes.  Sua capital é o município de Belém, que reúne em sua região metropolitana cerca de 2,1 milhões habitantes, sendo a segunda maior população metropolitana da região Norte.  Outras cidades importantes do estado são: Abaetetuba, Altamira, Ananindeua, Barcarena, Cametá, Castanhal, Itaituba, Marituba, Marabá, Paragominas, Parauapebas, Redenção, Santarém e Tucuruí.  O Pará apresenta uma economia sem relevância até cerca de 1880, quando começa o Ciclo da Borracha.
    20. 20. Estado do Pará – Ciclo da Borracha O desenvolvimento tecnológico e a Revolução Industrial, na Europa, foram o estopim que fizeram da borracha natural, até então um produto exclusivo da Amazônia, um produto muito procurado e valorizado, gerando lucros e dividendos a quem quer que se aventurasse neste comércio. Desde o início da segunda metade do século XIX, a borracha passou a exercer forte atração sobre empreendedores visionários. A atividade extrativista do látex na Amazônia revelou-se de imediato muito lucrativa. A borracha natural logo conquistou um lugar de destaque nas indústrias da Europa e da América do Norte, alcançando elevado preço. Isto fez com que diversas pessoas viessem ao Brasil na intenção de conhecer a seringueira e os métodos e processos de extração, a fim de tentar também lucrar de alguma forma com esta riqueza.
    21. 21. Estado do Pará – Ciclo da Borracha Extração de látex de uma seringueira • Foram os índios centro-americanos os primeiros a descobrir e fazer uso das propriedades singulares da borracha natural. Entretanto, foi na floresta amazônica que de fato se desenvolveu a atividade da extração da borracha, a partir da seringa ou seringueira (Hevea brasiliensis), uma árvore que pertence à família das Euphorbiaceae, também conhecida como árvore da fortuna. • Do caule da seringueira é extraído um líquido branco, chamado látex, em cuja composição ocorre, em média, 35% de hidrocarbonetos, destacando-se o 2-metil- buta-1,3-dieno (C5H8), comercialmente conhecido como isopreno, o monômero da borracha.
    22. 22. Estado do Pará – Ciclo da Borracha Belém ficou conhecida como Paris n'América no Ciclo da Borracha A partir da extração da borracha surgiram várias cidades e povoados, depois também transformados em cidades. Belém e Manaus, que já existiam, passaram então por importante transformação e urbanização. Manaus foi a primeira cidade brasileira a ser urbanizada[carece de fontes] e a segunda a possuir energia elétrica - a primeira foi Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.
    23. 23. Estado do Pará – Ciclo da Borracha Teatro Amazonas em Manaus, um dos luxuosos edifícios construídos com as fortunas da borracha Teatro da Paz em Belém, um dos símbolos do ciclo da borracha.
    24. 24. Estado do Amapá  Ocupa uma área de 142.814,585 km².  A capital é Macapá.  As cidades mais populosas são Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Oiapoque.  O Amapá é um dos mais novos estados brasileiros e o mais preservados deles, tendo 72% dos seus 14,3 milhões de hectares destinados a Unidades de Conservação e Terras Indígenas.  O Amapá tem um grande número de imigrantes vindo da Guiana Francesa.  Atualmente, está sendo construída sobre o Rio Oiapoque uma ponte binacional, que ligará o estado do Amapá à Guiana Francesa  Dentre os principais produtos produzidos no estado estão: a castanha-do-pará, mandioca e o arroz
    25. 25. Aspectos Culturais da Região Norte • As duas maiores festas populares do Norte são: o Círio de Nazaré e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi- bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. • O Círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e maior evento religioso do mundo, celebrado desde 1793, na cidade de Belém do Pará, anualmente, no segundo domingo de outubro. • Reúne, anualmente, cerca de dois milhões de romeiros numa caminhada de fé pelas ruas da capital do estado, num espetáculo grandioso em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a mãe de Jesus.
    26. 26. Aspectos Culturais da Região Norte • O Festival Folclórico de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último fim de semana de junho na cidade de Parintins, Amazonas. • É uma apresentação a céu aberto, onde competem duas associações, o Boi Garantido, de cor vermelha, e o Boi Caprichoso, de cor azul. • A apresentação ocorre no Bumbódromo (Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes). • Durante as três noites de apresentação, os dois bois exploram as temáticas regionais como lendas, rituais indígenas e costumes dos ribeirinhos através de alegorias e encenações.
    27. 27. Aspectos Culturais da Região Norte • O artesanato no Norte é bem diversificado e os trabalhos são produzidos com fibras, coquinhos, cerâmica, pedra-sabão, barro, couro, madeira, látex, entre outros. São feitos bichos, colares, pulseiras, brincos, cestarias, potes, etc. • O artesanato indígena é utilizado como enfeites, para compor a indumentária usada nos rituais e também para a produção de utensílios domésticos e na comercialização. Os Karajá são excelentes artesãos da arte plumária e cerâmica. Os Akwe (Xerente) são considerados o povo do trançado (cestaria) e os Timbiras (Apinajé e Krahô), são especialistas na arte dos trançados e artefatos de sementes nativas do cerrado.
    28. 28. Turismo no Norte do Brasil • A Região Norte tem especial vocação no eco-turismo (Floresta Amazônica).. • Centro Histórico: de Belém, de Boa Vista, de Manaus, de Rio Branco • Zona Franca de Manaus • Encontro das águas • Festival Folclórico de Parintins • Monte Roraima • Serra do Tepequém • Cachoeiras de Presidente Figueiredo, de Uiramutã • Pesca esportiva • “A Lagoa da Confusão”, em Tocantins • Cidade de Porto Velho, em Rondônia. • Macapá, no Amapá.
    29. 29. Turismo no Norte do Brasil O "Encontro das Águas é a confluência do rio Negro, de água preta, com o rio Solimões, de água barrenta, perto de Manaus Festival Folclórico de Parintins Uma das cachoeiras de Presidente Figueiredo
    30. 30. Turismo no Norte do Brasil Boa Vista Do alto, da esquerda para a direita: Teatro Amazonas, Vista Parcial de Manaus, Ponte Rio Negro, Encontro das Águas, Pôr do sol no Rio Negro, Catedral Metropolitana de Manaus e vista do bairro Nossa Senhora das Graças. Acima a esquerda, o pórtico do Parque da Maternidade; acima a direita, o Novo Mercado Velho de Rio Branco, as margens do Rio Acre; na centro-esquerda a Ponte JK; na centro-direita a passarela Joaquim Macedo; abaixo tomada aérea do 1º
    31. 31. Conclusão  A Região Norte é uma das cinco regiões brasileiras, sendo a mais extensa delas, com uma área de 3.869.637 km², corresponde a 42,27% do território brasileiro, sendo a maior região brasileira em superfície  Na região predomina o clima equatorial com exceção do norte do Pará, do sul do Amazonas e de Rondônia onde o clima é tropical.  Na Região Norte está localizado um importante ecossistema para o planeta: a Amazônia.  A história da região Norte do Brasil foi decisiva para a formação do atual estado nacional e seu contexto geográfico estratégico no contexto continental.

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