E.E Profª Marcia Aparecida<br />Nome:			Nº			Série: 3ª A<br />Everton Santclair			07<br />Gabriel Felipe			08<br />Leonard...
MODERNISMO<br />modernismo<br />MoDeRnIsMo<br />Modernismo<br />Modernismo<br />
Referencias históricas<br /><ul><li>Início do século XX: apogeu da Belle Époque. O burguês comportado, tranqüilo, contando...
Reivindicações de massa. Greves e turbulências sociais. Socialismo ameaça.
Progresso científico: eletricidade. Motor a combustão: automóvel e avião.
Concreto armado: “arranha-céu”. Telefone, telégrafo. Mundo da máquina, da informação, da velocidade.
Primeira Guerra Mundial e Revolução Russa.
Abolir todas as regras. O passado é responsável. O passado, sem perfil, impessoal. Eliminar o passado.
Arte Moderna. Inquietação. Nada de modelos a seguir. Recomeçar. Rever. Reeducar. Chocar. Buscar o novo: multiplicidade e v...
Vanguarda - estar à frente, repudiar o passado e sua arte. Abaixo o padrão cultural vigente.</li></li></ul><li>Primeira Fa...
Término – 1930 (publicação de Alguma poesia de Carlos Drummond de Andrade)
Um período rico em manifestos e revistas de vida efêmera: são grupos em busca de definição.
Fase chamada de: heróica, guerreira, caracterizada pela combatividade e pela pluralidade de linguagens e perspectivas.
É a fase mais radical justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do pa...
Irracionalismo: negação do racionalismo burguês;
Influência das vanguardas artísticas européias;
Busca do moderno, original e polêmico;
Volta às origens e valorização do índio verdadeiramente brasileiro;
“Língua brasileira” - falada pelo povo nas ruas;
Paródias - tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras;
Nacionalismo em suas múltiplas facetas.</li></ul>	A postura nacionalista apresenta-se em duas vertentes:<br /><ul><li>Naci...
Nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes de extrema direita.</li></li></ul><li>Antônio de ...
As revistas<br />• Klaxon• Revista de Antropofagia• Revista Verde de Cataguases• A Revista• Manifesto da Poesia Pau-Brasil...
Klaxon<br />	A revista Klaxon - Mensário de Arte Moderna foi o primeiro mensário modernista. <br />	Seu nome é derivado do...
Os manifestos:<br />Denominam-se Pau-Brasil(1924) e Antropofagia(1928) as principais subcorrentes da 1ª fase modernista, e...
	O movimento de Antropofagia, que aprofunda e amplia as propostas já presentes em Pau-Brasil, é de deglutição, devoração c...
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	As subcorrentes que se opõem é o Verde-Amarelismo (1925-1926) e o Grupo da Anta (1926-1929), que defendem um nacionalismo...
AUTORES<br />
Alcântara Machado (1901-1935)<br />Foi um importante escritor modernista da primeira fase, apesar de não ter participado d...
<ul><li>Pathé Baby (1926)
Brás, Bexiga e Barra Funda (1927)
Laranja da China (1928)
Anchieta na Capitania de São Vicente (1928)
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Trabalho do 3º ano do ensino medio sobre a primeira fase do modernismo. Espero que gostem e seja informativo, apesar de não estar completo, só to colocando aki pra uns amigos meu verem.

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  1. 1. E.E Profª Marcia Aparecida<br />Nome: Nº Série: 3ª A<br />Everton Santclair 07<br />Gabriel Felipe 08<br />Leonardo Camargo 19<br />Mara Rubia 22<br />Renato Ribeiro 29<br />Tema:Modernismo 1ª fase<br />Disciplina:Língua Portuguesa Profª:Patrícia<br />
  2. 2. MODERNISMO<br />modernismo<br />MoDeRnIsMo<br />Modernismo<br />Modernismo<br />
  3. 3. Referencias históricas<br /><ul><li>Início do século XX: apogeu da Belle Époque. O burguês comportado, tranqüilo, contando seu lucro. Capitalismo monetário. Industrialização e Neocolonialismo.
  4. 4. Reivindicações de massa. Greves e turbulências sociais. Socialismo ameaça.
  5. 5. Progresso científico: eletricidade. Motor a combustão: automóvel e avião.
  6. 6. Concreto armado: “arranha-céu”. Telefone, telégrafo. Mundo da máquina, da informação, da velocidade.
  7. 7. Primeira Guerra Mundial e Revolução Russa.
  8. 8. Abolir todas as regras. O passado é responsável. O passado, sem perfil, impessoal. Eliminar o passado.
  9. 9. Arte Moderna. Inquietação. Nada de modelos a seguir. Recomeçar. Rever. Reeducar. Chocar. Buscar o novo: multiplicidade e velocidade, originalidade e incompreensão, autenticidade e novidade.
  10. 10. Vanguarda - estar à frente, repudiar o passado e sua arte. Abaixo o padrão cultural vigente.</li></li></ul><li>Primeira Fase do Modernismo<br /><ul><li>Início – 1922 ( Semana da Arte Moderna)
  11. 11. Término – 1930 (publicação de Alguma poesia de Carlos Drummond de Andrade)
  12. 12. Um período rico em manifestos e revistas de vida efêmera: são grupos em busca de definição.
  13. 13. Fase chamada de: heróica, guerreira, caracterizada pela combatividade e pela pluralidade de linguagens e perspectivas.
  14. 14. É a fase mais radical justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do passado. Caráter anárquico e forte sentido destruidor.</li></li></ul><li>Características do Modernismo<br /><ul><li>Pluralidade de linguagens e perspectivas.
  15. 15. Irracionalismo: negação do racionalismo burguês;
  16. 16. Influência das vanguardas artísticas européias;
  17. 17. Busca do moderno, original e polêmico;
  18. 18. Volta às origens e valorização do índio verdadeiramente brasileiro;
  19. 19. “Língua brasileira” - falada pelo povo nas ruas;
  20. 20. Paródias - tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras;
  21. 21. Nacionalismo em suas múltiplas facetas.</li></ul> A postura nacionalista apresenta-se em duas vertentes:<br /><ul><li>Nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade, identificado politicamente com as esquerdas.
  22. 22. Nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes de extrema direita.</li></li></ul><li>Antônio de Alcântara Machado (1901-1935)<br />Cassiano Ricardo (1895-1974) <br />Guilherme de Almeida (1890-1969) <br />JuóBananére (1892-1933) <br />Manuel Bandeira (1886-1968) <br />Mário de Andrade (1893-1945) <br />Menotti delPicchia (1892-1988)<br />Oswald de Andrade (1890-1953) <br />Plínio Salgado (1895-1975)<br />Raul Bopp (1898-1984) <br />Ronald de Carvalho (1893-1935)<br />Principais autores:<br />
  23. 23. As revistas<br />• Klaxon• Revista de Antropofagia• Revista Verde de Cataguases• A Revista• Manifesto da Poesia Pau-Brasil• Verde Amarelista• Manifesto Regionalista de 1926.• Revista Estética <br />• Revista Terra Roxa e outras Terras<br />• Revista Festa<br />
  24. 24. Klaxon<br /> A revista Klaxon - Mensário de Arte Moderna foi o primeiro mensário modernista. <br /> Seu nome é derivado do termo usado para designar a buzina externa dos automóveis. <br /> O principal propósito da revista foi servir de divulgação do movimento modernista. <br /> Também destaca-se na revista a busca pelo atual; o culto ao progresso; a concepção de que a arte não deve ser uma cópia da realidade; aproveitamento das lições de uma nova arte em evidência, o cinema.<br />
  25. 25. Os manifestos:<br />Denominam-se Pau-Brasil(1924) e Antropofagia(1928) as principais subcorrentes da 1ª fase modernista, em sua vertente de nacionalismo crítico.<br /> A poesia Pau-Brasil reúne os nomes de Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. <br /> O manifesto foi desenvolvido pelo autor Oswald em tom de paródia e de festa. Busca o original e espontâneo e não imitações afirmando que a poesia tem de ser revolucionária. Devemos ver o Brasil de "dentro para fora“. E a redescoberta do Brasil – <br />reivindicava uma linguagem natural, <br />conclamava a originalidade nativa.<br />
  26. 26. O movimento de Antropofagia, que aprofunda e amplia as propostas já presentes em Pau-Brasil, é de deglutição, devoração crítica de suas influências de modo a recriá-las, tendo em vista a redescoberta do Brasil.<br /> A expressão “antropofagia”, que literalmente significa “comer carne humana” e se refere a rituais indígenas, transforma-se em metáforas da devoração simbólica das influências européias defendida por Oswald de Andrade.<br />
  27. 27. Representantes do movimento de Antropofagia<br />• Oswald de Andrade: Manifesto antropófago. • Tarsila do Amaral: Abaporu. • Raul Bopp: Cobra Norato(poema sobre a Amazônia. • Antônio de Alcântara Machado: Brás, Bexiga e Barra Funda, Laranja da China (livros). <br />Abaporu(Aba=homem; poru=que come)<br />
  28. 28. As subcorrentes que se opõem é o Verde-Amarelismo (1925-1926) e o Grupo da Anta (1926-1929), que defendem um nacionalismo ufanista, exaltando o primitivismo e a ingenuidade da “mãe-pátria” (patriotismo) e mantendo uma postura conservadora, direitista. Daí a proximidade entre seus adeptos e o nazi-fascismo brasileiro, o Integralismo.<br />Representantes do Verde-Amarelismo e Grupo da Anta:<br />• Plínio Salgado: A marcha para o Oeste.<br />• Cassiano Ricardo: Martim-Cererê e Vamos caçar papagaios.<br />•Menotti Del Picchia: Juca Mulato.<br />• Guilherme de Almeida: Raça.<br />
  29. 29. AUTORES<br />
  30. 30. Alcântara Machado (1901-1935)<br />Foi um importante escritor modernista da primeira fase, apesar de não ter participado da SAM, integrando o grupo somente em 25. Produziu prosa ficcional, renovando sua estrutura para construir histórias curtas e do cotidiano. Privilegia o imigrante, principalmente o italiano, e sua fusão, ampliando o universo cultural de São Paulo.<br />Apesar de não ser tão radical como os outros modernistas contemporâneos seus, usava uma linguagem em seus contos que se aproximava muito do falado. Seus personagens do livro de contos Brás, Bexiga e Barra Funda falavam uma mistura de italiano e português. Retrata uma realidade citadina e realista, num tom divertido, enfatizando a vida difícil dos imigrantes e sua ascensão.<br />
  31. 31. <ul><li>Pathé Baby (1926)
  32. 32. Brás, Bexiga e Barra Funda (1927)
  33. 33. Laranja da China (1928)
  34. 34. Anchieta na Capitania de São Vicente (1928)
  35. 35. Mana Maria (romance inacabado e publicado pós-morte 1936)
  36. 36. Cavaquinho e Saxofone (coletânea de artigos e estudos, 1940)</li></ul>Obras principais:<br />
  37. 37. Cassiano Ricardo (1895-1974)<br />Paulista, Cassiano deixou uma obra marcada pelas tendências de seu tempo sem, entretanto, deixar um estilo próprio. Iniciou sua carreira com Dentro da Noite (1915) neo-simbolismta, passou por tendências parnasianas em A Flauta de Pã (1917, para integrar-se ao Verde-amarelismo com Vamos Caçar Papagaios (1926). Com o formalismo de 45, torna-se meditativo e melancólico. Em 1960, entra para a corrida vanguardista com experimentalismo e franca adesão ao Concretismo e à Poesia Praxis.<br />
  38. 38. Obras principais:<br />Prosa:<br /><ul><li>O Brasil no Original (1936)
  39. 39. O Negro na Bandeira (1938)
  40. 40. A Academia e a Prosa Moderna (1939)
  41. 41. Pedro Luís Visto Pelos Modernos (1939)
  42. 42. Marcha para o Oeste (1943)
  43. 43. A Academia e a Língua Brasileira (1943)
  44. 44. A Poesia na Técnica do Romance (1953)
  45. 45. O Homem Cordial (1959)
  46. 46. 22 e a Poesia de Hoje (1962)
  47. 47. Reflexos sobre a Poética de Vanguarda (1966)</li></ul>Poesia:<br /><ul><li>Dentro da Noite (1915)
  48. 48. A Frauta de Pã (1917)
  49. 49. Vamos Caçar Papagaios (1926)
  50. 50. Martim-Cererê (1928)
  51. 51. Deixa Estar, Jacaré (1931)
  52. 52. O Sangue das Horas (1943)
  53. 53. Um Dia depois do Outro (1947)
  54. 54. A Face Perdida (1950)
  55. 55. Poemas Murais (1950)
  56. 56. Sonetos (1952)
  57. 57. João Torto e A Fábula (1956)
  58. 58. Arranha-Céu de Vidro (1956)
  59. 59. Poesias Completas (1957)
  60. 60. Montanha Russa (1960)
  61. 61. A Difícil Manhã (1960)
  62. 62. Jeremias sem Chorar (1964)</li></li></ul><li>Guilherme de Almeida (1890-1969)<br />Foi um advogado, crítico de cinema, poeta, tradutor brasileiro, jornalista e ensaísta. Guilherme de Almeida foi também o responsável pela divulgação do poemeto japonês haikai no Brasil. Foi o combatente na Revolução Constitucionalista do ano de 1932, teve uma obra muito famosa, que mostrava o seu amor a São Paulo, que foi o poema Nossa Bandeira. Escreveu também a bela letra da Canção do Expedicionário, com a música de Spartaco Rossi, onde se referia à participação dos pracinhas brasileiros na Segunda Guerra Mundial. Guilherme de Almeida também foi presidente da Comissão Comemorativa do Quarto Centenário da cidade de São Paulo. <br />
  63. 63. Obras principais:<br /><ul><li> A Flauta que Eu Perdi (subtítulo Canções Gregas, 1924)
  64. 64. Meu (1925)
  65. 65. Raça (1925) - versos livres, sonoridade e ressurgir de algumas rimas. Raça (rapsódia da mestiçagem brasileira) pertence ao nacionalismo estético com nomeação metonímica (português = velho cavaleiro, índio reluz em cores e preto = samba), versos grandes, frases nominais e vocábulos mais raros.</li></ul> Você (1930)<br /><ul><li>Características: versos metrificados, rimas raras, sonetos e sentimentalismo. Apanágio da técnica, reconstitui a maneira de Camões e dos Cancioneiros</li></li></ul><li>JuóBananére (1892-1933)<br />
  66. 66. Manuel Bandeira (1886-1968)<br />É uma das figuras mais importantes da poesia brasileira e um dos iniciadores do Modernismo. Do penumbrismo pós-simbolista de A Cinza das Horas às experiências concretas da década de 60 de Composições e Ponteios, a poesia de Bandeira destaca-se pela consciência técnica com que manipulou o verso livre. Participa indiretamente da SAM, quando Ronald de Carvalho declama seu poema Sapos.<br />Sempre pensando que morreria cedo (tuberculoso), acabou vivendo muito e marcando a literatura brasileira. Morte e infância são as molas propulsoras de sua obra. Ironizava o desânimo provocado pela doença, mas em Cinza das Horas apresenta melancolia e sofrimento por causa da “dama branca”. Além de ser um poeta fabuloso, também foi ensaísta, cronista e tradutor. O próprio autor define sua poesia como a do "gosto humilde da tristeza".<br />Ritmo Absoluto e Libertinagem são frutos de um processo de integração com o Rio. Sua poesia contagia-se de uma visão erótico-sentimental, resultante da forma de encarar o amor a partir da experiência do corpo. Libertinagem usa lirismo solto, repleto de cenas do cotidiano, com verdadeiras aulas de solidariedade e ternura.<br />Em Estrela da Manhã, atinge a plenitude de seu lirismo libertário, mostrando que tudo pode ser matéria poética: um clássico esquecido, uma frase de criança, uma notícia de jornal, a casa em que morava e até mesmo uma propaganda de três sabonetes (Baladas das três mulheres do sabonete Araxá).<br />
  67. 67. Obras principais:<br />Poesia:<br /><ul><li> A Cinza das Horas (1917)
  68. 68. Carnaval (1919)
  69. 69. O Ritmo Dissoluto (1924)
  70. 70. Libertinagem (1930)
  71. 71. Estrela da Manhã (1936)
  72. 72. Lira dos Cinquent’Anos (1940)
  73. 73. Belo, Belo (1948)
  74. 74. Mafuá do Malungo (1948)
  75. 75. Opus 10 (1952)
  76. 76. Estrela da Tarde (1963)
  77. 77. Estrela da Vida Inteira (1966)</li></ul>Prosa:<br /><ul><li> Crônicas da Província do Brasil 1937)
  78. 78. Guia de Ouro Preto (1938)
  79. 79. Noções de História das Literaturas (1940)
  80. 80. Literatura Hispano-Americana (1949)
  81. 81. Gonçalves Dias (1952)
  82. 82. Itinerário de Pasárgada (1954)
  83. 83. De Poetas e de Poesia (1954)
  84. 84. Flauta de papel (1957)
  85. 85. Andorinha, Andorinha (seleção de Carlos Drummond de Andrade, 1966)
  86. 86. Colóquio Unilateralmente Sentimental (1968)</li></li></ul><li>Mário de Andrade (1893-1945)<br />Um dos organizadores do Modernismo e da SAM, foi o que apresentou projeto mais consistente de renovação. Começou escrevendo críticas de arte e poesia (ainda parnasiana) com o pseudônimo de Mário Sobral. Rompeu com o Parnasianismo e o passado com Paulicéia Desvairada e a Semana, da qual participou ativamente.<br />Injetou em tudo que fez um senso de problemático brasileirismo, daí sua investida no folclore. De jeito simples, sua coloquialidade desarticulou o espírito nacional de uma montanha de preconceitos arcaicos. Lutou sempre por uma literatura brasileira e com temas brasileiros.<br />
  87. 87. Obras principais:<br />Poesia:<br /><ul><li>Há uma Gota de Sangue em casa Poema (1917)
  88. 88. Paulicéia Desvairada (1922)
  89. 89. Losango Cáqui (1926)
  90. 90. Clã do Jabuti (1927)
  91. 91. Remate de males (1930)
  92. 92. Poesias (1941)
  93. 93. Lira Paulistana (1946)
  94. 94. O Carro da Miséria (1946)
  95. 95. Poesias Completas (1955)</li></ul>Ensaio:<br /><ul><li>A Escrava que não é Isaura (1925)
  96. 96. O Aleijadinho e Álvares de Azevedo (1935)
  97. 97. O Baile das Quatro Artes (1943)
  98. 98. Aspectos da Literatura Brasileira (1943)
  99. 99. O Empalhador de Passarinhos (1944)
  100. 100. O Banquete (1978)</li></ul>Crônicas:<br />Os Filhos da Candinha (1943)<br />Conto:<br /><ul><li>Primeiro Andar (1926)
  101. 101. Balazarte (1934)
  102. 102. Contos Novos (1946)</li></ul>História da Arte:<br /><ul><li>Padre Jesuíno de Monte Melo (1946)
  103. 103. outros folhetos reunidos nas Obras Completas</li></ul>Romance:<br /><ul><li>Amar, Verbo Intransitivo (1927)
  104. 104. Macunaíma (1928)</li></li></ul><li>ManottidelPicchia (1892-1988)<br />
  105. 105. Oswald de Andrade (1890-1953)<br />Foi poeta, romancista, ensaísta e teatrólogo. Figura de muito destaque no Modernismo Brasileiro, ele trouxe de sua viagem a Europa o Futurismo. Formado em Direito, Oswald era um playboy extravagante: usa luvas xadrez e tinha um Cadillac verde apenas porque este tinha cinzeiro, para citar apenas algumas de suas muitas extravagâncias. Amigo de Mário de Andrade, era seu oposto: milionário, extrovertido, mulherengo (casou-se 5 vezes, as mais célebres sendo as duas primeiras esposas: Tarsila do Amaral e Patrícia "Pagu" Galvão).<br />Foi um dos principais artistas da Semana de Arte Moderna e lançou o Movimento Pau-Brasil e a Antropofagia, corrente que pretendia devorar a cultura européia e brasileira da época e criar uma verdadeira cultura brasileira. Fazendeiro de café, perdeu tudo e foi à falência em 1929 com o crash da Bolsa de Valores. Militante esquerdista, passou a divulgar o Comunismo junto com Pagu em 1931, mas desligou-se do Partido em 1945.<br />Sua obra é marcada por irreverência, coloquialismo, nacionalismo, exercício de demolição e crítica. Incomodar os acomodados, estimular o leitor através de palavras de coragem eram constantes preocupações desse autor.<br />
  106. 106. Depois de participar da SAM, viaja à Europa e o diário de bordo destas viagens é o romance cubista Memórias Sentimentais de João Miramar, que os críticos chamaram de prosa telegráfica. Este romance-caleidoscópio inaugura, no nível da prosa, a tendência antinormativa da literatura contemporânea, rompendo os modelos realistas. Seus 163 fragmentos registram a trajetória do brasileiro rico de todos os tempos: Europa - casamento - amante - desquite - vida literária - apertos financeiros - ...<br />Em Paris, deslumbrado, descobriu a própria Terra: tinha nventado a poesia de exportação — o Pau-Brasil. Poemas-pílilas, onde mistura-se a linguagem antiga dos cronistas e jesuítas com o modo de falar atual. Com essa mistura, tempera seus poemas com sua fina ironia.<br />O momento esteticamente mais radical do Modernismo foi a Antropofagia. Invocando a cultura e os costumes primitivos do Brasil, este movimento afirma a necessidade de sermos um povo antropófago, para não nos atrofiarmos culturalmente. Deve-se filtrar as contribuições estrangeiras para alcançar uma síntese transformadora.<br />Com a crise econômica de 1929, Oswald passa por difíceis condições financeiras e se vê obrigado a conjugar o verbo “crakar”<br />
  107. 107. Falido economicamente, Oswald vai se pendurar nos “reis da vela”, os agiotas do beco do escarro (zona bancária de SP). Com isso, o autor vai recolhendo material para sua peça O Rei da Vela.<br />Serafim Ponte Grande é o romance que testemunha a fase de identidade ideológica com a esquerda. Serafim encarna o mito do herói latino-americano individual que parte como um louco em busca da libertação e da utopia. . Oswald projeta em Serafim o herói que vai remar sempre contra a corrente do inconformismo, procurando romper, através da crítica, do sarcasmo e da ironia as rédeas sufocantes do ser burguês. Por ser o sonhe de Serafim individual, acaba frustrando-se e, depois de aprender as duras realidades da vida, torna-se um irrecuperável marginal que cai fora do sistema.<br />Morreu sofrendo dificuldades de saúde e financeiras, mas sem perder o contato com os artistas da época.<br />
  108. 108. Obras principais:<br />Poesia:<br /><ul><li>Pau-Brasil (1925)
  109. 109. Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade (1927)
  110. 110. Poesias Reunidas (edição póstuma)</li></ul>Memórias<br />Um Homem sem Profissão (1954)<br />Romance:<br /><ul><li>Os Condenados (I - Alma, II - Estrela do Absinto, III - A escada, 1922 a 1934)
  111. 111. Memórias Sentimentais de João Miramar (1924)
  112. 112. Serafim Ponte Grande (1933)
  113. 113. Marco Zero (I - A Revolução Melancólica, II - Chão, 1943 a 1946)</li></ul>Crônicas<br />Telefonemas (edição póstuma)<br />Manifestos, teses e ensaios:<br /><ul><li>Manifesto Pau-Brasil (1925)
  114. 114. Manifesto Antropófago (1928)
  115. 115. A Arcádia e a Inconfidência (1945)
  116. 116. Ponta de Lança (1945)
  117. 117. A Crise da Filosofia Messiânica (1946)
  118. 118. A Marcha das Utopias (1966)</li></ul>Teatro:<br /><ul><li>O Homem e o Cavalo (1934)
  119. 119. O Rei da Vela (1937)
  120. 120. A Morta (1937)
  121. 121. O Rei Floquinhos (Infantil, 1953)</li></li></ul><li>
  122. 122.
  123. 123.
  124. 124.
  125. 125. Acabou!!!<br />Boa sorte pro próximo.<br />

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