O documento aborda a primeira fase do modernismo brasileiro na década de 1920, destacando o contexto histórico de turbulências políticas e sociais. A Semana de Arte Moderna de 1922 é apresentada como um momento crucial de desconstrução artística, buscando uma nova estética nacional. Principais figuras como Oswald de Andrade e Mário de Andrade são mencionadas, destacando suas contribuições e inovações na literatura e nas artes.