Mobilidade, convergência e 
hiperlocalismo no 
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Liana Vidigal Rocha 
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INTRODUÇÃO 
• Imagine o que seria de uma sociedade caso 
fosse subitamente privada da informação da 
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INTERNET 
• Década de 1960 --> surgimento da Internet; 
• Década de 1970 --> presente nas universidades 
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WEBJORNALISMO 
• Apresenta interação internauta-notícia através de 
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A ERA DA MOBILIDADE 
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JORNALISMO MÓVEL 
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JORNALISMO MÓVEL 
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EXEMPLO – REVISTA EXAME 
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CONVERGÊNCIA 
• Não é um fenômeno novo. Os meios de comunicação 
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JORNALISMO MULTIMÍDIA 
• É a combinação de elementos que “intensifica as 
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Liana vidigal mobilidade

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Este artigo discorre sobre as evoluções e características que têm marcado o webjornalismo brasileiro nas duas últimas décadas. A partir de uma revisão bibliográfica sobre as fases do webjornalismo e os conceitos de mobilidade, convergência e hiperlocalismo foi possível observar os modelos que compõem este tipo de jornalismo produzido exclusivamente para a World Wide Web, além da ilustração de exemplos que mostram as adaptações que público e profissionais da área tiveram que enfrentar em virtude do uso recorrente das potencialidades do meio. O jornalismo antes baseado, sobretudo, na imagem e no texto, agora é participativo, convergente, móvel e voltado para a proximidade.

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Liana vidigal mobilidade

  1. 1. Mobilidade, convergência e hiperlocalismo no webjornalismo brasileiro Liana Vidigal Rocha Universidade Federal do Tocantins
  2. 2. INTRODUÇÃO • Imagine o que seria de uma sociedade caso fosse subitamente privada da informação da atualidade e dos meios de comunicação? • A necessidade vital de informação é o que fortalece o exercício do Jornalismo, que representa a forma pela qual o público participa da vida social, direta ou indiretamente.
  3. 3. INTERNET • Década de 1960 --> surgimento da Internet; • Década de 1970 --> presente nas universidades norte-americanas; • Década de 1980 --> começa a ser explorada pelo mercado; • Década de 1990 --> era digital.
  4. 4. WEBJORNALISMO • Apresenta interação internauta-notícia através de elementos multimídia, como imagem e áudio, oferecendo ao consumidor uma leitura não-linear. 1ª fase --> Reprodução do conteúdo das edições impressas; 2ª fase --> Percepção: o digital distancia-se do impresso; 3ª fase --> Incrementação dos conteúdos multimídia; 4ª fase --> Composição de novas narrativas e colaboração; 5ª fase --> Mobilidade, convergência e hiperlocalismo.
  5. 5. A ERA DA MOBILIDADE • Novas Mídias Interativas → funções pós-massivas → ferramentas informativas de conversação. • Cultura da Mobilidade → transformações estéticas, sociais, políticas e comunicacionais em nível global (LEMOS, 2010, p. 71). • Redução do tamanho dos dispositivos → reflexão sobre questões que envolvem a mobilidade física e informacional. • O jornalismo móvel surge a partir da mobilidade.
  6. 6. JORNALISMO MÓVEL “Articulação da produção, da distribuição ou do consumo de informação jornalística em condições de mobilidade - pelo agente produtor e/ou agente consumidor - a partir do uso dessas tecnologias móveis digitais e conexões de rede sem fio” (SILVA, 2009).
  7. 7. JORNALISMO MÓVEL • Texto e design precisam ser adaptados para os dispositivos móveis. • Aplicativos são desenvolvidos e têm sido o “principal canal entre desenvolvedores de softwares e consumidores” (RUBLESCKI et al, 2013). • É importante oferecer informações em diferentes versões, mas ao alcance de todos.
  8. 8. EXEMPLO – REVISTA EXAME Com a consolidação dos dispositivos móveis, o material jornalístico deve ser pensado não somente de forma multimídia, mas para diferentes mídias.
  9. 9. CONVERGÊNCIA • Não é um fenômeno novo. Os meios de comunicação já tinham testado esse processo no âmbito empresarial, profissional e editorial (SALAVERRÍA, GARCÍA AVILÉS e MASIP, 2010, p. 42). • É vista como "uma estratégia de crescimento das empresas de comunicação como consequência das mudanças de hábito de consumo da notícia” (RASÊRA, 2010, p. 4).
  10. 10. JORNALISMO MULTIMÍDIA • É a combinação de elementos que “intensifica as possibilidades de escolha do leitor” (GRADIM, 2002, p. 6). • É “a possibilidade de produzir vídeos, slideshows e microdocumentários muitas vezes com esmero estético apurado, o que inclui roteiro, trilha musical etc” (PRADO, 2011, p. 125).
  11. 11. EXEMPLO Especial Multimídia publicado no site do jornal Folha de S. Paulo
  12. 12. HIPERLOCALISMO • É a tendência do jornalismo em explorar temas e discussões de interesse local (região, cidade ou bairro). • Este modelo não é novo, mas ganhou força com a internet e as mídias sociais. • Seu papel é atualizar e contextualizar a cultural local, servindo de contraponto às publicações nacionais e internacionais.
  13. 13. JORNALISMO HIPERLOCAL • O G1, apesar da abrangência nacional, também aposta na informação de proximidade ao oferecer o desmembramento da informação por região. • Já o Portal O Norte veicula informações sobre as cidades próximas à cidade de Araguaína (TO), local de sua sede.
  14. 14. CONSIDERAÇÕES FINAIS • Internet → alterações no processo de construção da notícia. • Público e profissionais tiveram que se adaptar. • Texto e imagem já não são mais suficientes. • A informação deve ser em tempo real. • Mobilidade, Convergência e Hiperlocalismo → jornalismo mais participativo, convergente, móvel e de proximidade.
  15. 15. OBRIGADA!!

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