O Fanzine como ferramenta de
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Jornalismo da UFT
Liana Vidigal ROCHA
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INTRODUÇÃO
• O curso de Comunicação Social/Jornalismo foi criado no ano
de 1996, na UNITINS.
• Com o surgimento da univers...
CONTEXTO HISTÓRICO
• O formato de produção fanzine foi apresentado aos acadêmicos
através de cursos e oficinas desenvolvid...
FANZINE – DO CONCEITO À PRODUÇÃO
• Fanzine = fanatic + magazine (revista do fã)
• Características:
- caráter alternativo
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FANZINE – DO CONCEITO À PRODUÇÃO
• Décadas de 30 e 40 surgem os primeiros fanzines nos→
EUA (ficção científica);
• Década ...
PROPOSTA DO ARTIGO
• Este artigo propõe-se a analisar o conteúdo da
produção de fanzines do curso de Comunicação
Social/Jo...
Paralelopípedo
• Estilo que agrega uma linguagem pessoal e idiossincrática;
• Linguagem poética que transita entre os tipo...
Papapí-papapá
• Linguagem descontraída, irônica e informal;
• Diversificação de elementos textuais e visuais;
• Crônica, p...
Aperitivos
• Caráter personalizado e estilizado;
• Imagem como informação principal;
• Textos curtos baseados poemas e afo...
CONSIDERAÇÕES FINAIS
• Temas recorrentes: cotidiano, amor e experiências pessoais;
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O Fanzine como ferramenta de comunicação dentro do curso de Jornalismo da UFT

  1. 1. O Fanzine como ferramenta de comunicação dentro do curso de Jornalismo da UFT Liana Vidigal ROCHA Ana Carolina Costa dos ANJOS Jeferson Lima BARBOSA Patrícia STRÖHER Grupo de Pesquisa Jornalismo e Multimídia Universidade Federal do Tocantins 1
  2. 2. INTRODUÇÃO • O curso de Comunicação Social/Jornalismo foi criado no ano de 1996, na UNITINS. • Com o surgimento da universidade federal, em 2002, o curso de Jornalismo passou para o domínio da UFT. • Desde então, os alunos tiveram a tarefa de elaborar produtos jornalísticos, o que fez com que alguns se interessassem pela divulgação de informações além do espaço determinado pelo curso. • A mídia que mais se adequou às necessidades dos alunos foi o fanzine. Motivos: maior liberdade editorial e baixo custo de produção e distribuição. 2
  3. 3. CONTEXTO HISTÓRICO • O formato de produção fanzine foi apresentado aos acadêmicos através de cursos e oficinas desenvolvidos em encontros e seminários de Comunicação realizados fora do Estado e sem vínculos com a universidade. • A produção de fanzine teve início na UFT em 2004, por meio da publicação do Paralelopípedo que contou com seis edições esporádicas, idealizadas por Thiago Ramos e Antonio Fabrício Barbosa. • O segundo fanzine foi o PaPaPiPaPaPa que teve uma edição única, em 2007, e envolveu os acadêmicos Sóstenes Reis, Gabi Glória de Castro, Vanessa Leão e Ana Keyla Gomes Franco. • No ano de 2008, surge o fanzine Aperitivos, criado pelos acadêmicos Tácio Pimenta e Thiago Ramos França. 3
  4. 4. FANZINE – DO CONCEITO À PRODUÇÃO • Fanzine = fanatic + magazine (revista do fã) • Características: - caráter alternativo - publicação amadora; - pequena tiragem; - impresso de forma artesanal; - baixo custo de produção; - liberdade editorial; - livre da preocupação do lucro. 4
  5. 5. FANZINE – DO CONCEITO À PRODUÇÃO • Décadas de 30 e 40 surgem os primeiros fanzines nos→ EUA (ficção científica); • Década de 1940 Russ Chauvenet cria o termo fanzine;→ • Década de 1970 surgem os fanzines punks e feministas;→ • Década de 1980 A França inaugura a primeira→ fanzinoteca; BRASIL • Edson Rontani é considerado o pioneiro por ter publicado, em 1965, Ficção, um boletim sobre ficção científica; • Anos de 1980 fanzine ganha força com o rock nacional;→ • Anos de 1990 crise econômica afeta a produção→ brasileira; 5
  6. 6. PROPOSTA DO ARTIGO • Este artigo propõe-se a analisar o conteúdo da produção de fanzines do curso de Comunicação Social/Jornalismo, da Universidade Federal do Tocantins, no período entre 2004 e 2008. • São eles: - Paralelopípedo (2004), - PaPaPiPaPaPa (2007) - Aperitivos (2008). 6
  7. 7. Paralelopípedo • Estilo que agrega uma linguagem pessoal e idiossincrática; • Linguagem poética que transita entre os tipos formal e informal; • O poema como forma predominante de expressão de ideias; • Texto jornalístico como fonte de informação (curiosa); • Identificação com o conteúdo; • Linguagem visual também idiossincrática; • Ilustrações como forma de complementar o conteúdo; • Desenhos e textos manuscritos sem auxílio de computadores ou máquinas de escrever; • Produto artesanal. 7
  8. 8. Papapí-papapá • Linguagem descontraída, irônica e informal; • Diversificação de elementos textuais e visuais; • Crônica, poesia e nota jornalística = estilos de texto mais recorrentes; • Misto de temas fictícios e reais do cotidiano; • Ilustração auxilia na compreensão do conteúdo; • Os desenhos foram feitos à mão livre; • Fotografia: função bem definida (ausência); • História em quadrinhos: ironia e crítica ; • Texto datilografado e poucas vezes manuscrito; • Valorização dos elementos visuais. 8
  9. 9. Aperitivos • Caráter personalizado e estilizado; • Imagem como informação principal; • Textos curtos baseados poemas e aforismos; • Variação temática: drama, amor, política e experiência pessoal; • Ligação entre texto e imagem; • Utilização da sátira; • Diálogos descompromissados acerca de assuntos cotidianos; • Linearidade do conteúdo; 9
  10. 10. CONSIDERAÇÕES FINAIS • Temas recorrentes: cotidiano, amor e experiências pessoais; • Recursos diferenciados: ora com tecnologia, ora manuscrito; • Linguagem coloquial; • Estilos textuais diversos: do poema ao texto jornalístico; • Reprodução de conteúdo jornalístico; • Elementos visuais diversificados: fotografia, ilustração, história em quadrinhos; • Textos irônicos, com humor e crítica. • Os fanzines expressaram ideias, opiniões e sentimentos pessoais, refletindo, em parte, o perfil do aluno da UFT, que pode ser descrito como criativo, crítico e bem-humorado. 10

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