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Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 1 (auditório principal - Dia 1)

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Resumo das principais palestras da HSM ExpoManagement 2015 - Parte 1 (referente ao primeiro dia). Grandes nomes da liderança, inovação e gestão, tranzendo conceitos e tendências.

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Resumo HSM ExpoManagement 2015 - Parte 1 (auditório principal - Dia 1)

  1. 1. Clipping | Palestras | Parte 1 Auditório Principal - Dia 9/nov
  2. 2. A HSM ExpoManagement é o maior evento de gestão da América Latina, reunindo anualmente os maiores líderes em inovação e empreendedorismo, além de um público de milhares de pessoas ávidas por conhecimento e oportunidades de negócios.
  3. 3. FONTE: HSM Educação Executiva
  4. 4. O escritor Malcom Gladwell publicou cinco livros e já vendeu mais de 20 milhões de cópias. Em um deles, Davi e Golias, Gladwell dá uma nova perspectiva para aquilo que costumamos classificar como desvantagens e obstáculos e mostra que muitas coisas podem ser criadas a partir da adversidade.
  5. 5. Como um azarão pode chegar em primeiro lugar, segundo Malcolm Gladwell quatro casos para mostrar que os azarões podem estar em grande vantagem quando o assunto é negócios e empreendedorismo. Steve Jobs e Xerox Na década de 1960, a Xerox já era uma empresa grande e lucrativa e estabeleceu um centro de pesquisa e desenvolvimento com alguns dos melhores profissionais e verba ilimitada para reinventar os escritórios tal qual eles eram formatados na época. Um dos produtos desenvolvidos pela empresa foi um computador pessoal com uma interface gráfica, muito mais amigável para os usuários, com ícones que podiam ser acessados com o clique de um mouse. Um empreendedor desconhecido na época, Steve Jobs, sabendo das inovações que a Xerox estava criando, conseguiu acesso para fazer um tour pela empresa. Ele ficou impressionado com as inovações do computador. De volta à sua empresa, mobilizou todo mundo para criar um mouse e uma interface inspirada na que tinha visto. O resultado foi o Macintosh, que superou o computador lançado pela Xerox. O que Jobs, que parecia o azarão da história, tinha para superar a Xerox? Senso de urgência e nada a perder. Com uma pequena companhia que poderia não dar em nada, ele viu ali sua chance e correu para concretizá-la, diz Malcolm Gladwell. O fato de ser o “underdog” (azarão) ajudou o empreendedor a construir a empresa mais valiosa do mundo. 1
  6. 6. David Sarnoff e o rádio Na década da 1920, a fabricante de rádios RCA não estava conseguindo deslanchar a venda de produtos. Na época, os rádios eram usados para ouvir notícias e música clássica. Um funcionário novato, David Sarnoff, sugeriu que a empresa transmitisse ao vivo uma luta de boxe que seria "a luta do ano", entre Jack Dempsey e Georges Carpentier. Seus superiores não apoiaram a ideia, mas deram liberdade para que ele fosse atrás por conta própria. Sarnoff acabou conseguindo fazer a primeira transmissão esportiva da história do rádio e transformou a função do aparelho. As vendas aumentaram logo depois. E o que ele via que seus chefes não podiam ver? Por ser um novato, sem uma carreira e uma reputação como engenheiro a cultivar, ele teve liberdade para enxergar possibilidades. A inexperiência que parecia uma desvantagem se tornou seu trunfo. 2 Malcolm McLean e os containers McLean começou a trabalhar em um posto de gasolina e comprou um caminhão, pois o dono do posto pagava US$ 5 a mais para quem fizesse o serviço de transporte de combustível. Ele conseguiu fazer dinheiro com o caminhão e construiu uma empresa de transporte. McLean também fazia entregas nos portos e não se conformava com a ineficiência do processo de carga e descarga. Na época, para carregar um navio era preciso descarregar os caminhões, armazenar a carga e depois 3
  7. 7. Ingvar Kamprad e os móveis O fundador da Ikea não se conformava que os fabricantes de móveis passassem tanto tempo colocando as pernas das mesas e cadeiras, que dificultava seu transporte. Assim, ele criou uma empresa na Suécia que enviava os móveis desmontados aos compradores. Quando começou a ter sucesso, vendendo por preços mais baixos que as demais empresas no mercado, o negócio foi boicotado por seus concorrentes, que forçaram fornecedores e parar de fazer entregas. Kamprad resolveu montar uma fábrica na Polônia, um país que tinha muita madeira e mão de obra barata, mas que na época era alinhado com a União Soviética. Ele fez a mudança apesar de muitos o acharem "louco". Kamprad conseguiu chegar a esse resultado porque não tinha nada a perder e era sua opção mais viável. Ser um azarão deu-lhe liberdade para arriscar. 4 O tempo de carga e descarga para um produto que ia de Nova York a Londres demorava tanto quanto a viagem de navio de uma cidade a outra. McLean resolveu mudar a maneira de transportar as cargas, fazendo com que a parte de trás dos caminhões fosse separada do chassi e colocada direto dentro dos navios. Ele criava, assim, o transporte por contêineres e mudava o jeito de mover cargas pelo mundo. Os donos dos portos e os donos das grandes companhias de transporte não haviam pensado nisso. Por ser alguém vindo de fora, McLean conseguiu enxergar o potencial de integrar todos os elos da cadeia e resolver o problema. FONTE: Época Negócios
  8. 8. "Os psicólogos avaliam um grande inovador por três características. A primeira é ser criativo; a segunda é ser ao mesmo tempo consciente e capaz de implementar as ideias. E por último: ser desagradável. Tem que ser alguém disposto a fazer algo, embora o mundo ache que você é louco. Isso é mais fácil para os azarões." FONTE: HSM Educação Executiva
  9. 9. FONTE: HSM Educação Executiva
  10. 10. 2 Jim McKelvey é mais conhecido pela Square, startup de meios de pagamento móveis que ele fundou junto com Jack Dorsey, do Twitter. A empresa é hoje avaliada em mais de US$ 5 bilhões. Mas essa não foi sua única iniciativa empreendedora. Ele também começou outras cinco empresas, tendo sucesso em quatro delas.
  11. 11. seis regras do empreendedorismo que você não precisa seguir à risca Ao longo de sua trajetória, ele conseguiu entender que, muitas das regras de ouro do empreendedorismo, não funcionam na prática exatamente do mesmo modo como são anunciadas. Empreendedores não procuram oportunidades, resolvem problemas Foi um problema que deu origem a Square. McKelvey queria vender um de seus trabalhos em vidro para uma senhora e ela só tinha um cartão American Express, que ele não conseguia passar. Ao mesmo tempo, McKelvey diz que sempre pensou em resolver o problema de seu amigo Bob, que ele acreditava ser um ótimo artista, mas morou por muito tempo no banco de trás de seu carro por não ter acesso a crédito. 1 Empresas bem sucedidas não colocam produtos incríveis no mercado, mas melhoram rápido Para McKelvey, mais importante do que lançar o produto perfeito é fazê-lo evoluir rapidamente, com os ajustes necessários. “Deixe o mundo reagir ao produto”, diz. 2
  12. 12. Mais do que inventar, use a tecnologia disponível O empreendedor diz que considera a invenção como última saída. É preciso assumir que a solução já está lá. Ele usa como exemplo o dia em que presenteou seu pai, de 90 anos, com um iPad. Ele explicou que o aparelho era capaz de fazer qualquer coisa com o aplicativo certo. “Se encontrar qualquer coisa que ele não faça, me diga que criarei outra empresa de um bilhão de dólares”, disse ao pai. 3 Trabalhar rápido é impor- tante, mas saber o timing certo é mais ainda. A noção de que o mais rápido é sempre melhor não serve sempre no mundo da tecnologia. O Orkut fez sucesso por um tempo, mas foi o Facebook, pegando carona especialmente nos dispositivos móveis, que se tornou a rede social de maior alcance. 4 “Não tem a ver com ser o mais rápido, tem a ver com ter o timing.” FONTE: Época Negócios
  13. 13. A perseverança é maior que a ousadia Quando você abre uma empresa, muitas vezes é movido pelo sentimento de medo do desconhecido. Você vai em frente porque acredita que aquilo precisa ser feito. E conforme você segue em frente, vai vendo um novo caminho se descortinando e sabe que, se parar, nunca vai conseguir enxergar além. 6 Conheça grandes líderes, mas questione-os McKelvey não esconde que é fã de Jack Welch. Mas ele afirma que o “maior gestor do século” não tem a solução para os problemas de todas as empresas. Tudo que um guru ou alguém bem sucedido aprende, é aprendido no contexto de uma época específica, de uma determinada empresa. E às vezes, nem os melhores possuem as respostas. Além disso, o empreendedor também ressalta que na trajetória dos empreendedores a sorte tem seu devido papel. 5 FONTE: Época Negócios
  14. 14. "Meu pai me perguntou o que poderia fazer com um iPad? Respondi: você pode fazer o que quiser! E se encontrar qualquer coisa que queira e ele não faça, me diga que criarei outra empresa de um bilhão de dólares." Jim Mckelvey
  15. 15. FONTE: HSM Educação Executiva
  16. 16. Uma das maiores especialistas do mundo em shared economy – economia compartilhada ou colaborativa -, a americana Robin Chase, fundadora das empresas ZipCar, GoLoco e Veniam Works, e autora do livro Economia Compartilhada, afirma que a economia compartilhada tem o poder de “criar abundância em um mundo marcado pela escassez.”
  17. 17. 5 dicas para se dar bem na economia colaborativa A especialista americana Robin Chase ensina a lucrar com negócios baseados no compartilhamento Descubra onde está a capacidade excedente Os negócios de maior sucesso da economia colaborativa tiram proveito de ativos ociosos já existentes no mercado. A Zipcar, criada por Robin, foi criada depois que a empreendedora descobriu que os carros particulares passam 95% do tempo ociosos. Hoje, o negócio fatura alto alugando carros particulares para seus clientes. O WhatsApp triunfou fazendo uso de dispositivos e conexões que os usuários já tinham. Muitas empresas lucram usando um ativo que estava sendo desperdiçado: a energia solar. Quais são os recursos excedentes que você pode usar para montar sua startup? 1 FONTE: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios
  18. 18. Invista em negócios ligados às cidades inteligentes A tendência das Smart Cities é uma das mais promissoras do momento. Empresas ligadas à shared economy podem investir em biocombustíveis, sistemas de planejamento urbano, startups que fazem uso dos espaços públicos, empreendimentos relacionados à logística – uma empresa americana, a uShip, ganha dinheiro redistribuindo cargas de caminhões, para diminuir o consumo de combustível e a redução de emissão de CO2. 2 Crie plataformas para conectar, organizar e dar voz aos usuários Não basta descobrir onde está o excedente, ou investir no aprimoramento da vida nas cidades. É preciso criar plataformas modernas e funcionais que estimulem as pessoas a se unirem em torno de objetivos comuns. Não é à toa que empresas como Airbnb e Etsy estão entre as mais bem-sucedidas do momento. 3 FONTE: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios
  19. 19. Invista em modelos que ajudam a encontrar a pessoa certa no momento certo Diversas empresas colaborativas têm como base a ajuda mútua: elas lançam ferramentas que permitem que pessoas com conhecimentos ou informações específicas ajudem outras. Exemplos desse nicho são o Waze, onde usuários compartilham informações sobre o trânsito, e a HelpAround, startup que ajuda diabéticos em situações de emergência, com apoio de comunidades locais. 4 Use o menor produto mínimo viável possível Quando criou o Zipcar, Robin investiu apenas US$ 75 mil dólares: no início, a empresa consistia em um fusca que ficava estacionado no quintal de sua casa e era compartilhado por 22 pessoas. Testado o modelo, ela colocou mais quatro carros para alugar e divulgar o negócio. “O importante é sentir, desde o começo, se o seu negócio é capaz de tocar a alma dos consumidores”, diz. 5 FONTE: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios
  20. 20. FONTE: HSM Educação Executiva
  21. 21. O autor do best-seller Inteligência Emocional afirma que o estresse é o inimigo do foco. Por estresse, entenda-se tensões no ambiente corporativo e uma quantidade enorme de informações que nos bombardeiam diariamente. E vale dizer: estamos perdendo dinheiro por falta de foco. “Precisamos ser administradores da nossa atenção, não vítimas da nossa inatenção”, diz Goleman.
  22. 22. FONTE: HSM Educação Executiva
  23. 23. "O estresse é o inimigo do foco" O psicólogo Daniel Goleman diz que precisamos administrar nossa atenção para melhorar nosso desempenho profissional -- e também de empresas O autor explica que há dois tipos de distração. Quando você está tentando trabalhar em um café e há vozes ao redor das quais você precisa se desligar, eis o tipo fácil de distração. O tipo difícil é a distração emocional. Há uma parte do cérebro responsável por identificar ameaças. Ela nos ajudou a sobreviver e chegar até aqui, mas é um problema nas organizações. A questão é que essa parte do cérebro responde tanto a ameaças físicas quanto abstratas. FONTE: Época Negócios
  24. 24. Se seu colega recebe uma promoção ou se você é um chefe tentando sobreviver a uma crise, essa parte emocional “sequestra” o cérebro e, portanto, o foco. Isso acaba com a nossa habilidade de pensar com clareza, aprender e se adaptar. Além disso, quando estamos nesse “modo ameaçado”, a tendência é tomar decisões mais automáticas e agressivas. Goleman justifica a atitude de Mike Tyson ao arrancar as orelhas durante a luta com Holyfield como uma situação de "sequestro emocional". A inteligência emocional, afirma o psicólogo, é o que costuma diferenciar os líderes das empresas. Além de entender como uma decisão tomada hoje vai afetar a empresa amanhã, ele precisa gerenciar os funcionários para colocar uma estratégia em prática. “A maior tarefa do líder é dirigir a atenção para onde ela precisa ir”, afirma. Para isso, o líder precisa trabalhar três tipos de foco: em si mesmo, nas pessoas com quem trabalha e no sistema que determina se a empresa terá sucesso. FONTE: Época Negócios
  25. 25. Para os líderes, eis a dica: a neurociência já mostrou que o cérebro é capaz de sentir a atitude da outra pessoa. Esse canal é extremamente importante na hora de criar um ambiente de alto desempenho. O líder é aquela pessoa na qual todo mundo presta atenção. Um estudo da Universidade de Yale mostrou que se o líder estava de mau humor, as pessoas entravam na “vibe” e tinha um desempenho pior. Quando ele estava de bom humor, a influência era positiva. “Essa é a conversa silenciosa, que faz muita diferença no desempenho. Os líderes precisam prestar atenção ao seu estado emocional”. Outra dica: se alguém for conversar com você, esqueça o celular, o email que está entrando na caixa ou a televisão. Preste atenção no seu interlocutor e somente nele. Para treinar a concentração, Goleman sugere o uso da técnica de mindfulness. Ela consiste em sentar-se em uma posição confortável e prestar atenção na respiração, enquanto você inspira e expira. Sempre que sua mente tenta divagar, você deve trazer a atenção de volta para a respiração. Quanto mais você treina, mais fácil fica. É como se fosse uma musculação do foco. Ferramentas FONTE: Época Negócios
  26. 26. Ao final da palestra, Goleman falou sobre os objetivos que ninguém é capaz de enxergar. Ele cita a história de Kobun Chino, o guia espiritual de Steve Jobs, um excelente arqueiro. Ao se apresentar para um grupo na Califórnia, ele faz a flecha passar longe do alvo -- ultrapassando a cerca e despencando no Oceano Pacífico. O público se espanta, mas ele grita como se tivesse atingido o alvo. E atingiu, mas não o alvo que todos estavam olhando. Os alvos que ninguém vê O psicólogo faz o paralelo dos ensinamentos de Chino com a liderança de Jobs: ele foi capaz de criar um mercado para produtos que ninguém via, como o iPad. E isso foi essencial para o futuro da Apple. O mesmo acontece agora com o Google, que criou a empresa Alphabet e mostra claramente que o site de buscas é um produto de sucesso, mas que não será o único motor de crescimento da companhia. FONTE: Época Negócios
  27. 27. FONTE: HSM Educação Executiva
  28. 28. Durante décadas e décadas, as vendas continuaram iguais… Se surgiam mudanças, elas eram triviais… quando ocorriam, isso acontecia ao longo de um extenso período de tempo… As pessoas passavam toda a sua vida profissional vendendo, geralmente para a mesma empresa, e ao se aposentar, muitos ainda continuavam fazendo o que faziam quando começaram…
  29. 29. Avalie objetivamente suas equipes e pessoal de vendas. Invista no treinamento daqueles que querem melhorar e chegar ao nível seguinte. Elabore indicadores-chave de desempenho para medir as práticas corretas e fazer com que as equipes as executem. Como começar a transformação?
  30. 30. FONTE: HSM Educação Executiva
  31. 31. FONTE: HSM Educação Executiva
  32. 32. FONTE: HSM Educação Executiva
  33. 33. Como empresário, Abilio Diniz não ignora a crise. "Eu sinto que tem muita gente sofrendo nesse momento, gente angustiada e preocupada não só com o dia de hoje, mas com aquilo que vem pela frente", diz. Nem por isso ele se mostramuito preocupado.
  34. 34. Como empresário, Abilio Diniz não ignora a crise. "Eu sinto que tem muita gente sofrendo nesse momento, gente angustiada e preocupada não só com o dia de hoje, mas com aquilo que vem pela frente", diz. Nem por isso ele se mostramuito preocupado. O empresário, um dos mais conhecidos do país, diz que já passou momentos mais difíceis na sua vida, lembrando a crise da década de 1980. “O dia em que eu parar de sonhar, a vida não vai ter muita graça” FONTE: Época Negócios
  35. 35. Em suas empresas, ele diz que sempre buscou colocar um propósito. O empresário afirma que seguiu um princípio no Grupo Pão de Açúcar -- que continua seguindo até hoje nas outras empresas. "Não queremos ser uma empresa, queremos ser 'a' empresa". Apesar de garantir que é uma pessoa muito humilde, Abilio não se poupa nas comparações. "Quem substituiu Beethoven? Mozart? O que um fez, ninguém mais fez. O propósito é lutar para ser você", diz. “Lutar para ser você” FONTE: Época Negócios
  36. 36. FONTE: Época Negócios Abilio diz que ainda não parou de sonhar. "O dia em que eu parar de sonhar, a vida não vai ter muita graça", afirma. Mas afirma que está feliz com o que conquistou. "Você tem que amar aquilo que já foi buscar". Sobre humildade, o empresário diz que não acha que o conceito tenha a ver com usar roupa velha e fazer voto de pobreza. "Humildade é saber que você não sabe tudo", afirma. “Eu amo aquilo que já tenho”
  37. 37. Compartilhe!!!
  38. 38. FONTES DE PESQUISA:

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