CST EM GESTÃO AMBIENTAL – 4NA  SaneamentoAmbiental e Saúde       Prof. Thiago Mesquita
Curiosidades   Você sabia que a falta de acesso à água e    saneamento, mata uma criança a cada 19 segundos,    em decorr...
   Saneamento: Controle de todos os fatores    do meio físico do homem que exercem ou    podem exercer efeito deletério s...
Indicadores de saúde   30% das mortes de crianças com menos de    1 ano de idade são por diarréia   60% dos casos de int...
LEI 11.445, de 2007 Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a               política federal de sa...
Oportunidades para Implementação da Lei nº 11.445•Elaboração do Plano Nacional de Saneamento Básico•Incentivo a Estados e ...
PAC - Recursos para Saneamento Básico 2007-2010                                                                           ...
Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - PNSB    Convênio firmado entre o Ministério dasCidades e a Fundação IBGE em 2008...
2008 - Ano Internacional do Saneamento   Instituído pela ONU a fim de acelerar o cumprimento    dos ODM.   O ConCidades ...
Situação do saneamento no Brasil   10.116                            10.844                   RMSP             pessoas   p...
SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASILÁGUA•   17% da população não possui água encanada•   45% é a média das perdas físicas de á...
SITUAÇÃO ATUAL     SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASILESGOTO•   50% do esgoto doméstico produzido é coletado•   20% do esgoto...
SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASIL        SITUAÇÃO ATUALRESÍDUOS SÓLIDOS• 162 mil toneladas de Lixo são produzidas por dia• ...
SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASIL          SITUAÇÃO ATUALDRENAGEM URBANA• Enchentes e Inundações são rotinas, sendo as  pop...
PARA QUEM?
MAIS SAÚDE, MAIS VIDA
Saneamento e Água
ABASTECIMENTO DE ÁGUA EMORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DE           SÃO PAULO  Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS)...
Como a ausência de saneamento afeta a                   saúde Diversas doenças                        Interfere no meio   ...
Contato com             Transmissão através     água                  de insetos, tendo a  contaminada              água c...
MICROBIOLOGIA SANITÁRIA• A microbiologia tem por objetivos o estudo dos microrganismos esuas atividades. Os microrganismos...
MICROBIOLOGIA SANITÁRIA• À microbiologia básica interessa o estudo da morfologia seusarranjos e reações aos processos de c...
APLICAÇÃO DA MICROBIOLOGIA• Com relação à aplicação da microbiologia esta ciência pode serdividida em :  Microbiologia mé...
Hepatite A               IntoxicaçõesGastroenterite              AlgasFebre amarela                                     Es...
Indicadores Microbiológicos• O grupo coliforme: são bactérias Gram negativas, na forma debastonetes. São microrganismos tí...
Doenças transmitidas pela água, no          homem, por agentes biológicos   Doenças veiculadas pela ingestão:       Febr...
Doenças transmitidas pela água, no        homem, por agentes biológicos   Doenças veiculadas pelo contato com a    pele o...
Doenças transmitidas por insetos, tendo a     água como meio de procriação Malária (protozoário, Plasmodium) Febre amare...
Doenças causadas pela presença de          substâncias químicas Fluorose: excesso de flúor Saturnismo: excesso de chumbo...
Saneamento e Esgoto
QUAL A SITUAÇÃO NO BRASIL?
ALTERNATIVAS PARA REVERSÃO DO QUADRO    SANITÁRIO E MELHORIA DA SAÚDE PÚBLICA E        DO MEIO AMBIENTE: Plano tecnológico...
CARACTERÍSTICAS DOS ESGOTOS                                    E S G O T O                     9 9 ,9 %                  0...
QUAL O NÍVEL DE TRATAMENTO?POR QUE TRATARPOR QUE TRATAR        PARA PREVINIR/                      PARA PREVINIR/  OS ESGO...
QUAL O NÍVEL DE TRATAMENTO?QUAL A TECNOLOGIAQUAL A TECNOLOGIA MAIS ADEQUADA? MAIS ADEQUADA?                             QU...
Riscos Potenciais X Riscos Reais A simples presença do          Considera aspectosmicrorganismo patogênico         epidemi...
Reúso de águas                 Edifício ecológico                 Medidores de água                 individuais          ...
Impactos dos esgotos nos corpos d’água Poluente           Maiores fontes                             EfeitosSólidos em Esg...
Impactos dos esgotos nos corpos d’água     Poluente       Maiores                         Efeitos                    fonte...
Rio Potengi - RN
Rio Tietê - SP
Ambientes eutrofizados
Saneamento e Resíduos      Sólidos
Definição:   NBR - 10.004 da ABNT (2004)  “resíduos sólidos” como    resíduos nos estados sólidos e semi-sólidos, que   ...
Fatores que interferem a produção       de resíduos sólidos:
Fatores que interferem a produção       de resíduos sólidos:Tamanho     População        Geração perda cidade   urbana (ha...
Resíduos Sólidos: formas de       classificação   Quanto aos riscos potenciais de    contaminação do meio ambiente.   Qu...
Classificação dos resíduos sólidos:   Quanto à origem:       Domiciliar: aquele originado da vida diária das        resi...
Classificação dos resíduos sólidos:   Quanto à origem:       De portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários...
Classificação dos resíduos sólidos:   Quanto à composição química:       Orgânico: papel, jornais, revistas, plásticos, ...
Classificação dos resíduos sólidos:  Toxicidade  ABNT 10.004/04Classe 1      F     (inflamabilidade,   corrosividade,   r...
Classificação dos resíduos sólidos:  Toxicidade  ABNT 10.004/04   Alguns materiais encontrados nos resíduos sólidos    u...
Composição gravimétrica   Termo utilizado para descrever os componentes    individuais que constituem os resíduos sólidos...
Composição gravimétrica   No Brasil, a percentagem de matéria    orgânica no lixo é relativamente elevada,    variando ti...
Composição gravimétrica            1%     4% 5%         4%      2% 1%                                                     ...
Resíduos Sólidos: base jurídica   Leis e Resoluções CONAMA:      Lei 6.938/81  Criação da Política Nacional do Meio Amb...
Resíduos sólidos e transmissão de            doenças        Contato direto        Contato direto                          ...
Tempo de sobrevivência de       microvetores no lixo   Salmonella typhi          29-70 dias   Ascaris lumbricoides    ...
Resíduos sólidos e poluição do            meio-ambiente   Maus odores   Poluição do solo, e subseqüente poluição das águ...
Resíduos sólidos e poluição do                  meio-ambiente                                     Contaminação do ar  ful...
Resíduos sólidos e poluição do                meio-ambiente                             Poluição visual e mau cheiro, em l...
Problemas Sociais
Processamento
ReciclagemSeparação de materiais reenvio à indústria para novobeneficiamento
Reciclagem   ~ 3 % do lixo sólido orgânico urbano gerado   ~ 94% da produção nacional de latas   ~ 47% do papel  32 mi...
Compostagem   Processo biológico de transformação da    matéria orgânica em substâncias húmicas,    estabilizadas,    com...
COMPOSTAGEM          DOMÉSTICA                       BulnesBulnes                       Bulnes
COMPOSTAGEM DOMÉSTICA - VERMICOMPOSTAGEM
Bulnes         Bulnes
Utilização do composto   O composto maturado, de boa qualidade é isento de    odores, de agentes contaminantes, fácil de ...
Incineração   Consiste na oxidação dos materiais, a altas    temperaturas, sob condições controladas, convertendo    mate...
Incineração   Processo de combustão efetuado em incineradores    de câmaras múltiplas, o qual apresenta mecanismos    par...
Incineração   Quando ocorre má operação:     Materiais   particulados     Fumaça     Odor     Emissões   de gases tóx...
Digestão anaeróbiaMatéria Orgânica      CH4 / CO2
Destino FinalRegião     Lixões    Aterros       Aterros     Usinas     Outros                    sanitários   controlados ...
Destino Final   Lixão ou vazadouro:    forma    inadequada    de    disposição  terrenos a    céu aberto, sem medidas   ...
Destino Final: aterro controlado   Utiliza princípios de engenharia para o confinamento    dos resíduos sólidos, porém ge...
Destino Final: aterro controlado
Destino Final: aterro sanitário   É o de menor dano à saúde pública e minimiza os impactos    ambientais.   Partes do si...
Destino Final: aterro sanitário
Drenagem                       dos líquidos   Impermeabilização   da camada                       Drenagem                ...
Destino Final: projeto de aterro          sanitários   Sistema     de    Tratamento     de      Base    (Impermeabilizaçã...
Destino Final: projeto de aterro          sanitários   Sistema de drenagem:     águas  pluviais     líquidos percolados...
Destino Final: projeto de aterro              sanitários   Sistema de drenagem de dos líquidos    percolados (lixiviado):
Destino Final: projeto de aterro          sanitários   Sistema de drenagem e tratamento dos gases:       Os queimadores ...
Saneamento eDrenagem Urbana
SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE            ÁGUA
Importância sanitária e social • Sob o aspecto sanitário e social, o abastecimento de água visa, fundamentalmente, a:     ...
Importância Econômica• Sob o aspecto econômico, o abastecimento de água visa, emprimeiro lugar, a:       aumentar a vida ...
A água na natureza• A água abrange quase quatro quintos da superfície terrestre; desse total,97,0% referem-se aos mares e ...
Características da Água• Características físicas: As impurezas estão associadas, emsua maior parte, aos sólidos presentes ...
Características da ÁguaCaracterísticas físicas• Turbidez: A turbidez representa o grau de interferência com apassagem da l...
Características da ÁguaCaracterísticas Químicas• pH: Representa a concentração de íons hidrogênio H + (em escalaanti-logar...
Características da ÁguaCaracterísticas Químicas• Cloretos: Geralmente provêm da dissolução de mineraisou daintrusão da águ...
Características da ÁguaCaracterísticas Biológicas• Coliformes: São indicadores da presença de microrganismospatogênicos na...
Características da ÁguaCaracterísticas Biológicas• Coliformes: São indicadores da presença de microrganismospatogênicos na...
Sistema de abastecimento de Água• O abastecimento de água pode ser feito de forma individual ou coletiva.Sendo esta última...
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA• higiênicas – remoção de organismos patogênicos;• estéticas – correção da turbidez, cor, odo...
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA
SISTEMA DE ESGOTAMENTO       SANITÁRIO
SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO           GERAÇÃO DE ESGOTOS - COMPOSIÇÃO E                      QUANTIDADE:• hábitos e c...
SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO           GERAÇÃO DE ESGOTOS - COMPOSIÇÃO E                      QUANTIDADE:• hábitos e c...
PROCESSOS E GRAU DE TRATAMENTO• REMOÇÃO DE SÓLIDOS GROSSEIROS EM SUSPENSÃO:Crivos, grades, desintegradores.• REMOÇÃO DE SÓ...
PROCESSOS E GRAU DE TRATAMENTO• EFICIÊNCIA DAS UNIDADES:      • Tratamento preliminar - sólidos, gordura, areia;      • Tr...
FINALIDADE DO TRATAMENTO   Evitar poluir novamente o meio ambiente Ter consciência da necessidade de diminuir o volume d...
UNIDADES DO TRATAMENTO
Grandes ETEs –Lagoas de estabilização
Grandes ETEs –Tratamento anaeróbio
Lodos Ativados: Vista GeralETE Suzano/SP
Lagoas de estabilização   lagoas facultativas   lagoa aerada facultativa   lagoas aeradas de mistura completa   sistema au...
ETE – PONTA NEGRA
Reúso de águas     Plantio de melancia                           Plantio de feijão
Reúso de águas                 Mamona         Mamão
Reúso de águas Girassol                 Capim Tanzânia
Reúso de águasem piscicultura                  Tanques de piscicultura
Tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, cultivada em esgoto             tratado, com aeração mecânica
EXEMPLOS TRATAMENTO EUTILIZAÇÃO DE EFLUENTES        TRATADOS
TANQUE SÉPTICO – FILTRO ANAERÓBIO   PESQUISA UFRN: PROSAB (2003) (Andrade    Neto, 2004)
TANQUE SÉPTICO – FILTRO ANAERÓBIO
TANQUE SÉPTICO – FILTRO ANAERÓBIO
HIDROPONIA COM ESGOTO TRATADO: UFRN                    Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
HIDROPONIA COM ESGOTO TRATADO
HIDROPONIA COM ESGOTO TRATADO               Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
GRAMA HIDROPÔNICA        Fonte: PROSAB (2003), Abujamra et al. (2005)
FORRAGEM HIDROPÔNICA - PROSAB               Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
IRRIGAÇÃO COM ESGOTO TRATADO: CAPIM, CAFÉ, MILHO,                GIRASOL - PROSAB                             Fonte: PROSA...
Alimentação Animal com Produtos Irrigados com Esgotos Sanitários Não foram encontradas evidências de riscos reais à saúde ...
IRRIGAÇÃO COM ESGOTO TRATADO: PARELHAS – RN (Pesquisa                  UFRN – PROSAB)                               Fonte:...
PARELHAS – RNSorgo irrigado com esgoto tratado, no semi-árido (Parelhas, RN)UFRN - 95 t / ha                              ...
PARELHAS – RNMilho irrigado com esgoto tratado, no semi-árido (Parelhas, RN)UFRN - 5 t / ha (julho-novembro)              ...
PARELHAS – RNFeijão irrigado com esgoto tratado, no semi-árido (Parelhas, RN)
UFC – MAMÃO e GIRASOL
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1º aula

  1. 1. CST EM GESTÃO AMBIENTAL – 4NA SaneamentoAmbiental e Saúde Prof. Thiago Mesquita
  2. 2. Curiosidades Você sabia que a falta de acesso à água e saneamento, mata uma criança a cada 19 segundos, em decorrência de diarréia? Infecções parasitárias transmitidas pela água ou pelas más condições de saneamento atrasam a aprendizagem de 150 milhões de crianças. Em razão dessas doenças, são registradas 443 milhões de faltas escolares por ano. No mundo, as estimativas apontam para 1,1 bilhão de pessoas sem acesso a água limpa e cerca de 2,6 bilhões de habitantes moram em domicílio sem esgoto. Dessas, quase duas em cada três vivem com menos de dois dólares por dia.
  3. 3.  Saneamento: Controle de todos os fatores do meio físico do homem que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre o seu bem estar físico, social e mental. Saneamento Ambiental Resíduos Drenagem Água Esgoto Sólidos UrbanaAbastecimento Tratamento Tratamento Esgotamento De De De Água Sanitário Água Esgotos
  4. 4. Indicadores de saúde 30% das mortes de crianças com menos de 1 ano de idade são por diarréia 60% dos casos de internação em pediatria são devido a falta de saneamento 5,5 milhões de casos de esquistossomose ocorrem no Brasil
  5. 5. LEI 11.445, de 2007 Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a política federal de saneamento básico PRINCÍPIOS FUNDAMENTAISUniversalização do acesso;Integralidade;Componentes: abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e manejo de águas pluviais urbanas;Articulação com outras políticas públicas;Eficiência e sustentabilidade econômica;Transparência das ações (sistema de informações);Controle social;Segurança, qualidade e regularidade;Integração das infra-estruturas e serviços com a gestão eficiente dos recursos hídricos.
  6. 6. Oportunidades para Implementação da Lei nº 11.445•Elaboração do Plano Nacional de Saneamento Básico•Incentivo a Estados e Municípios para a elaboração deseus respectivos Planos•Incentivo à criação de consórcios (Lei 11.107/05) e aoestabelecimento de parcerias com o setor privado•Programas de Capacitação e Mobilização Social emSaneamento•Programa de Aceleração do Crescimento (PAC -Saneamento) - R$ 40 bilhões período 2007/2010
  7. 7. PAC - Recursos para Saneamento Básico 2007-2010 Em R$ bilhões FONTE PRIORIDADES DE INVESTIMENTO Investimento Saneamento integrado em favelas e palafitas (PPI) 4 Água, esgoto, destinação final de lixo e drenagem urbana em cidades de grande e médio porte - inclui desenvolvimento institucional (PPI) 4 OGU Água, esgoto, destinação final de lixo e drenagem urbana em cidades de até 50 mil habitantes 4 Subtotal 12 Financiamentos a Estados, Municípios e Companhias de Saneamento 12 FGTS / Financiamento a Prestadores Privados e Operações de Mercado 8 FAT Subtotal 20 * Contrapartida de Estados, Municípios e Prestadores 8 TOTAL 40* Não está incluído o valor de R$ 1,42 Bi referente ao PAC Revitalização Fonte: PAC
  8. 8. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - PNSB Convênio firmado entre o Ministério dasCidades e a Fundação IBGE em 2008 Início da Pesquisa – outubro/2008 Relatórios preliminares – 4º trimestre 2009 Temas pesquisados: -Água -Esgoto -Manejo de Residuos Sólidos -Manejo de Águas Pluviais Urbanas
  9. 9. 2008 - Ano Internacional do Saneamento Instituído pela ONU a fim de acelerar o cumprimento dos ODM. O ConCidades e o Governo Federal constituíram um GT com o intuito executar agenda de ações sob o foco de marcar a participação do “Brasil no Ano Internacional do Saneamento”. Estratégias:  Sensibilizar para a relevância da melhoria das condições de saúde, qualidade de vida e desenvolvimento econômico e social;  Mobilizar e comprometer os diferentes atores na busca de maior articulação e otimização de esforços com vistas à universalização do saneamento.
  10. 10. Situação do saneamento no Brasil 10.116 10.844 RMSP pessoas pessoas morreram por foram 1998 doenças assassinadas impulsionadas por diarréia 29 pessoas morreram por dia de doenças decorrentes de falta de água encanada, coleta de esgoto e de lixo
  11. 11. SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASILÁGUA• 17% da população não possui água encanada• 45% é a média das perdas físicas de água tratada no sistema de distribuição das operadoras do País• Eutrofização crescente dos mananciais• Falta de disposição adequada do lodo de ETAS
  12. 12. SITUAÇÃO ATUAL SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASILESGOTO• 50% do esgoto doméstico produzido é coletado• 20% do esgoto coletado é tratado• 50% do esgoto doméstico é “tratado” em fossas• Disposição inadequada dos lodos de ETES e de fossas
  13. 13. SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASIL SITUAÇÃO ATUALRESÍDUOS SÓLIDOS• 162 mil toneladas de Lixo são produzidas por dia• 40% são dispostos adequadamente• 73% dos municípios dispõe esses resíduos em lixões
  14. 14. SERVIÇOS DE SANEAMENTO NO BRASIL SITUAÇÃO ATUALDRENAGEM URBANA• Enchentes e Inundações são rotinas, sendo as populações mais carentes as que sofrem os maiores impactos• A disposição incorreta dos resíduos sólidos impacta severamente a drenagem urbana
  15. 15. PARA QUEM?
  16. 16. MAIS SAÚDE, MAIS VIDA
  17. 17. Saneamento e Água
  18. 18. ABASTECIMENTO DE ÁGUA EMORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DE SÃO PAULO Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), para cada dólar investido em saneamento, de quatro a cinco dólares são economizados em saúde curativa.
  19. 19. Como a ausência de saneamento afeta a saúde Diversas doenças Interfere no meio infecciosas e ambiente, deparasitárias têm no Implantação de um sistema de maneira ameio ambiente, uma interromper o ciclofase do seu ciclo de saneamento de transmissão da transmissão doença
  20. 20. Contato com Transmissão através água de insetos, tendo a contaminada água como meio de procriação doenças associadas à água Verminoses Ingestão de água tendo a água contaminada como estágio no ciclobiológica química
  21. 21. MICROBIOLOGIA SANITÁRIA• A microbiologia tem por objetivos o estudo dos microrganismos esuas atividades. Os microrganismos compreendem as Bactérias,Fungos, Vírus, Algas e Protozoários.• Os microrganismos são os organismos ideais para estudo dosfenômenos biológicos porque possuem algumas peculiaridadescomo:  Apresentam uma ampla variedade de processos bioquímicos que vão desde a simplicidade nutritiva crescendo em meios salinos até o parasitismo;  Variam desde a exigência de um a vários compostos químicos como os aminoácidos ou os energéticos;  Apresentar uma elevada relação de superfície volume e efetuar o processo de duplicação genômica;  Apresentam altas taxas metabólicas podendo atingir cerca de 100 gerações em menos de vinte e quatro horas alcançando populações superiores a um milhão no mesmo período, tornando-os ideais para estudo metabólicos e genéticos.
  22. 22. MICROBIOLOGIA SANITÁRIA• À microbiologia básica interessa o estudo da morfologia seusarranjos e reações aos processos de coloração, fisiologia,metabolismo, genética, a caracterização e identificação dosmicrorganismos.• Ao microbiologista também interessa estudar a sua distribuiçãonatural, as relações recíprocas e com outros seres vivos nos quaisprovocam efeitos benéficos, indiferentes ou prejudiciais ao homem,outros animais e às plantas, bem como às alterações físicas equímicas que provocam no meio ambiente.• Quanto ao estudo dos diferentes tipos de microrganismos amicrobiologia divide-se em Bacteriologia que estuda as bactérias, aMicologia que estuda os fungos, a Ficologia que estuda as algas ea Virologia que se dedica aos estudos dos elementos acelulares, osvírus.
  23. 23. APLICAÇÃO DA MICROBIOLOGIA• Com relação à aplicação da microbiologia esta ciência pode serdividida em :  Microbiologia médica estuda os microrganismos patogênicos para homem, para a cavidade oral (Microbiologia oral) e animais (Microbiologia Animal ou Veterinária). Este campo de aplicação está relacionado com o controle e prevenção das doenças, associada portanto às práticas assépticas, antibioticoterapia, quimioterapia e imunização, bem como com a epidemiologia ou epizootiologia e os métodos de diagnóstico das doenças infecciosas.  Microbiologia Ambiental estuda os microrganismos, particularmente bactérias e fungos que desempenham papel importante na decomposição de matéria orgânica e a reciclagem dos elementos químicos da natureza (ciclos biogeoquímicos).
  24. 24. Hepatite A IntoxicaçõesGastroenterite AlgasFebre amarela Esquistossomose Dengue He Filariose s ru lm Poliomielite Ví int Causadores os de doenças associadas à s água Ba io Diarréia ár cté Cólera zo Malária ria to Leptospirose Disenteria s o Pr Salmonelose Fungos Giardíase Febre tifóide Micoses
  25. 25. Indicadores Microbiológicos• O grupo coliforme: são bactérias Gram negativas, na forma debastonetes. São microrganismos típicos da microflora fecal e aespécie Escherichia coli é considerada como sendo sendo de origemunicamente fecal.• A detecção e medida de bactérias coliformes tem sido efetuada naágua desde o fim do século XIX.• A metodologia padrão empregada no exame bacteriológico daágua, para medida do grupo coliforme, inclui três procedimentos: • Tubos múltiplos; • Membrana filtrante; • Técnica Collilert
  26. 26. Doenças transmitidas pela água, no homem, por agentes biológicos Doenças veiculadas pela ingestão:  Febre tifóide (bactéria, Salmonella typhi)  Febre paratifóide  Disenteria bacilar (bactéria, Shigella dysenteriae)  Disenteria amebiana (protozoário, Entamoeba histolytica)  Enteroinfecções em geral  Cólera (bactéria, Vibrio cholerae)  Hepatite infecciosa (Vírus da Hepatite A)  Poliomielite (vírus)  Giardíase
  27. 27. Doenças transmitidas pela água, no homem, por agentes biológicos Doenças veiculadas pelo contato com a pele ou mucosas:  Esquistossomose (helmintos)  Infecções dos olhos, nariz, ouvidos e garganta  Doenças de pele
  28. 28. Doenças transmitidas por insetos, tendo a água como meio de procriação Malária (protozoário, Plasmodium) Febre amarela (vírus, Flavivírus) Dengue (vírus, Aedes aegypti ) Filariose (helmintos)
  29. 29. Doenças causadas pela presença de substâncias químicas Fluorose: excesso de flúor Saturnismo: excesso de chumbo Metaemoglobonemia (cianose): excesso de nitratos Efeito laxativo: como os sulfatos Outras substâncias tóxicas: zinco, arsênio, cromo hexavalente, cianetos, cádmio, mercúrio, perclorato, etc.
  30. 30. Saneamento e Esgoto
  31. 31. QUAL A SITUAÇÃO NO BRASIL?
  32. 32. ALTERNATIVAS PARA REVERSÃO DO QUADRO SANITÁRIO E MELHORIA DA SAÚDE PÚBLICA E DO MEIO AMBIENTE: Plano tecnológico PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico Valorização e aplicação das tecnologias de tratamento de esgotos desenvolvidas no Brasil Reúso dos esgotos na agricultura e psicultura, após desinfecção Reúso do lodo de esgotos na agricultura, após higienização
  33. 33. CARACTERÍSTICAS DOS ESGOTOS E S G O T O 9 9 ,9 % 0 ,1 % Á gua S ó lid o 70% 30% O rg â n ic o In o r g â n i c o 65% 25% 10% A re iaP ro te ín a s C a rb o id ra to s G o rd u ra s S a is M e ta is
  34. 34. QUAL O NÍVEL DE TRATAMENTO?POR QUE TRATARPOR QUE TRATAR PARA PREVINIR/ PARA PREVINIR/ OS ESGOTOS? OS ESGOTOS? CONTROLAR: CONTROLAR: REMOÇÃO DE REMOÇÃO DE AUTODEPURAÇÃO AUTODEPURAÇÃO MATÉRIA ORGÂNICA MATÉRIA ORGÂNICA REMOÇÃO DE REMOÇÃO DE DOENÇAS DOENÇAS PATOGÊNICOS PATOGÊNICOS REMOÇÃO DE REMOÇÃO DE EUTROFIZAÇÃO EUTROFIZAÇÃO NUTRIENTES NUTRIENTES REMOÇÃO DE REMOÇÃO DE ASSOREAMENTO ASSOREAMENTO SÓLIDOS SÓLIDOS
  35. 35. QUAL O NÍVEL DE TRATAMENTO?QUAL A TECNOLOGIAQUAL A TECNOLOGIA MAIS ADEQUADA? MAIS ADEQUADA? QUAL A ÁREA QUAL A ÁREA O QUE VAI SER TRATADO? O QUE VAI SER TRATADO? DISPONÍVEL? DISPONÍVEL? ONDE VAI SER TRATADO? ONDE VAI SER TRATADO? CONCLUSÃO: CONCLUSÃO: NÃO EXISTE NÃO EXISTE QUANTO A COMUNIDADE UMA SOLUÇÃO UMA SOLUÇÃO QUANTO A COMUNIDADE PODE PAGAR? PODE PAGAR? GERAL GERAL QUAL O DESTINO DO QUAL O DESTINO DO EFLUENTE? EFLUENTE?
  36. 36. Riscos Potenciais X Riscos Reais A simples presença do Considera aspectosmicrorganismo patogênico epidemiológicos: causaria a infecção -resistência do microrganismo a fatores ambientais (To, luz, desecação, predatismo); -dose infectiva -patogenicidade -suceptibilidade do hospedeiro -nivel de exposição
  37. 37. Reúso de águas Edifício ecológico Medidores de água individuais Dispositivos de economia de água Controle das perdas de água Coleta da água de chuva Reúso de águas cinzas
  38. 38. Impactos dos esgotos nos corpos d’água Poluente Maiores fontes EfeitosSólidos em Esgoto doméstico, esgoto Problemas estéticos; aumento dasuspensão industrial, águas pluviais turbidez; deposição de lodo no fundo do corpo aquático; adsorção de poluentes; proteção de organismos patogênicos.Matéria Idem, escoamento superficial Consome o oxigênio da água; a floraorgânica (carreando resíduos de e a fauna são prejudicadas; abiodegradá agricultura e pecuária), alguns decomposição anaeróbia que sevel efluentes de agroindústrias, etc. inicia a seguir, produção de gases mal-cheirosos.Nutrientes Idem, incluindo fosfatos Florescimento de algas (eutrofização presentes em detergentes, dos cursos d’água), alta produção e resíduos de agricultura e morte de vegetação, depleção de pecuária, especialmente oxigênio; contaminação da água nitratos usados como subterrânea (nitrato). fertilizantes.
  39. 39. Impactos dos esgotos nos corpos d’água Poluente Maiores Efeitos fontesMetais pesados Mineração, Bio-aumento de metais tóxicos em cada indústrias, estágio sucessivo da cadeia alimentar, emissão de com ameaça aos consumidores, inclusive chumbo pelos humanos; reduz a capacidade de escapamentos de autodepuração das águas; contaminação veículos. da água subterrânea.Microrganismos Esgotos Transmissão de doenças infecciosas.patogênicos domésticos, esgotos hospitalares; águas pluviais.Detergentes Esgotos Redução na tensão superficial, sabor, domésticos e formação de espuma e toxicidade. industriais.
  40. 40. Rio Potengi - RN
  41. 41. Rio Tietê - SP
  42. 42. Ambientes eutrofizados
  43. 43. Saneamento e Resíduos Sólidos
  44. 44. Definição: NBR - 10.004 da ABNT (2004)  “resíduos sólidos” como resíduos nos estados sólidos e semi-sólidos, que resultam da atividade da comunidade: de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição.  Considera-se, também, resíduo sólido, os lodos de ETAs, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornam inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d’água, ou exijam, para isso, soluções técnicas e economicamente viáveis, em face de melhor tecnologia disponível.
  45. 45. Fatores que interferem a produção de resíduos sólidos:
  46. 46. Fatores que interferem a produção de resíduos sólidos:Tamanho População Geração perda cidade urbana (hab) capita (kg/hab/dia)Pequena Até 30 mil 0,50Média De 30 mil a 500 0,50 a 0,80 milGrande De 500 mil a 5 0,80 a 1,00 milhõesMegalópole Acima da 5 Acima de 1,00 milhões
  47. 47. Resíduos Sólidos: formas de classificação Quanto aos riscos potenciais de contaminação do meio ambiente. Quanto à natureza ou origem. Por sua natureza física, química ou biológica Orgânico x inorgânico Biodegradáveis x não-biodegradáveis Decomposição rápida x decomposição lenta
  48. 48. Classificação dos resíduos sólidos: Quanto à origem:  Domiciliar: aquele originado da vida diária das residências.  Comercial: aquele proveniente dos diversos estabelecimentos comerciais e de serviços.  Público: os originados dos serviços da limpeza pública urbana (limpeza das vias públicas, praias, galerias, córregos e de terrenos, restos de podas de árvores, etc), e de limpeza de áreas de feiras livres.  De serviços de saúde: constituem os resíduos sépticos.
  49. 49. Classificação dos resíduos sólidos: Quanto à origem:  De portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários: constituem os resíduos sépticos, que contêm, ou potencialmente podem conter germes patogênicos, trazidos aos portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários.  Industrial: aqueles, originados nas atividades dos diversos ramos da indústria: metalúrgica, química, petroquímica, papeleira, alimentícia, entre outros.  Agrícola: resíduos sólidos das atividades agrícolas e da pecuária.  Entulho: resíduos da construção civil: demolições e restos de obras, solos de escavações, entre outros.
  50. 50. Classificação dos resíduos sólidos: Quanto à composição química:  Orgânico: papel, jornais, revistas, plásticos, embalagens, borracha, pneus, luvas, remédios, restos de alimento, restos de colheita, entre outros.  Inorgânicos: metais, vidros, cerâmicas, areia e pedras. Quanto à presença de umidade:  Seco: aparentemente sem umidade  Úmido: visivelmente molhado
  51. 51. Classificação dos resíduos sólidos: Toxicidade  ABNT 10.004/04Classe 1 F (inflamabilidade, corrosividade, reatividade,(Perigosos) toxicidade ou patogenicidade)  apresentam riscos à saúde pública através do aumento da mortalidade ou da morbidade, ou ainda provocam efeitos adversos ao meio ambiente quando manuseados ou dispostos de forma inadequada.Classe 2 2A (não inertes)  Podem apresentar características(Não- de combustibilidade, biodegradabilidade ouperigosos) solubilidade, com possibilidade de acarretar riscos à saúde ou ao meio ambiente, não se enquadrando nas classificações de resíduos Classe I – Perigosos – ou Classe 2B – Inertes. 2B (inertes)  Não oferecem riscos à saúde e ao meio ambiente, além da imobilização dos seus constituintes
  52. 52. Classificação dos resíduos sólidos: Toxicidade  ABNT 10.004/04 Alguns materiais encontrados nos resíduos sólidos urbanos são considerados perigosos, conseqüentemente, devem ser separados do lixo comum para que lhes seja dada uma destinação específica, depois de descartados. Entre os materiais, podem ser incluídos:  Materiais para pintura: tintas, vernizes, solventes e pigmentos.  Materiais para jardinagem e tratamento de animais: repelentes, inseticidas, pesticidas e herbicidas.  Produtos para motores: óleos lubrificantes, fluidos de freio e transmissão, baterias.  Outros itens: pilhas, frascos de aerossóis, lâmpadas fluorescentes.
  53. 53. Composição gravimétrica Termo utilizado para descrever os componentes individuais que constituem os resíduos sólidos urbanos (RSU) e sua distribuição relativa em peso. A grande quantidade de fontes geradoras faz com que os resíduos tenham uma composição muito variada e heterogênea. A informação sobre a composição dos resíduos sólidos urbanos é importante para dimensionar a quantidade de equipamentos necessários, sistemas de tratamento e os planos de gestão.
  54. 54. Composição gravimétrica No Brasil, a percentagem de matéria orgânica no lixo é relativamente elevada, variando tipicamente entre 45 e 60% (em peso), diferentemente dos países desenvolvidos que apresentam percentagem de matéria orgânica abaixo de 30
  55. 55. Composição gravimétrica 1% 4% 5% 4% 2% 1% 45%3%3% 20% Matéria putrescível 12% Papel/papelão Plásticos Madeira Têxteis Borracha/couro Metais Vidro Fraldas descartáveis Côco Outros (osso, gesso, etc)
  56. 56. Resíduos Sólidos: base jurídica Leis e Resoluções CONAMA:  Lei 6.938/81  Criação da Política Nacional do Meio Ambiente.  Lei 9.605/98  Lei de crimes ambientais.  CONAMA 01/86  responsabilidades e critérios para avaliação de impacto ambiental.  CONAMA 06/88  processo de Licenciamento Ambiental de Atividades Industriais, sobre os resíduos gerados e/ou existentes.  CONAMA 358/05  Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde. Normas técnicas (ABNT):  10.004/04  Classificação quanto aos riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública (manuseio e destinação adequados).  13.896/94  Fixa condições mínimas exigíveis para projeto, implantação e operação de aterros de resíduos não perigosos, etc. Portarias estaduais (SEMA):  Lei 13.103/01  Dispõe sobre a política estadual de resíduos sólidos do estado do Ceará Portarias municipais: lei orgânica do município  Lei 8408/99  Estabeleca normas de responsabilidade sobre a manipulação de resíduos
  57. 57. Resíduos sólidos e transmissão de doenças Contato direto Contato direto Doenças Doenças Lixo Insetos e Ratos Homem Contato indireto Contato indireto Alimentação De animais (porcos, aves) Mal-estar Mal-estar Poluição Do Meio
  58. 58. Tempo de sobrevivência de microvetores no lixo Salmonella typhi  29-70 dias Ascaris lumbricoides  2000-2500 dias Leptospira  15-43 dias interrogans Polio vírus  20-170 dias Bacilo tuberculose  150-180 dias Larvas de vermes  25-40 dias
  59. 59. Resíduos sólidos e poluição do meio-ambiente Maus odores Poluição do solo, e subseqüente poluição das águas superficiais e subterrâneas (chorume) Poluição direta da água  lançamento no corpo de água Poluição do ar  resultante da queima não controlada dos resíduos, e produção de gases (metano) Poluição visual  resultante do aspecto anti-estético dos resíduos, quando não dispomos adequadamente Ruídos e poeira
  60. 60. Resíduos sólidos e poluição do meio-ambiente Contaminação do ar  fuligem (que afeta os pulmões) até poluentes cancerígenos como as dioxinas, resultantes da queima de plásticos. As fumaças podem, inclusive, interromper o tráfego aéreo.Poluição de mananciais (lixiviado)Lixo lançado nos córregos substrato para as larvas demosquitos e impedem o fluxo daágua (enchentes urbanas)
  61. 61. Resíduos sólidos e poluição do meio-ambiente Poluição visual e mau cheiro, em locais onde o lixo é depositado inadequadamente seja como depósito final, seja por ausência de regularidade na sua coleta. O ambiente fica deteriorado, as áreas em volta são desvalorizadas e compromete a qualidade de vida dos moradores.Assoreamentos de córregos pordeposição inadequada de lixo inundações  transmissão dedoenças.
  62. 62. Problemas Sociais
  63. 63. Processamento
  64. 64. ReciclagemSeparação de materiais reenvio à indústria para novobeneficiamento
  65. 65. Reciclagem ~ 3 % do lixo sólido orgânico urbano gerado ~ 94% da produção nacional de latas ~ 47% do papel  32 milhões de toneladas de papel de escritório ~ 47% das latas de aço consumidas ~ 46% das embalagens de vidro  390 mil ton/ano ~ 51% das embalagens PET pós-consumo  193,9 mil toneladas das 378 produzidas ~ 24% embalagens Longa Vida no Brasil  46 mil toneladas
  66. 66. Compostagem Processo biológico de transformação da matéria orgânica em substâncias húmicas, estabilizadas, com propriedades e características completamente diferentes do material inicial. Deve ser desenvolvida em duas fases distintas:  fase ativa, quando ocorrem as reações bioquímicas de oxidação mais intensas;  fase de maturação, onde ocorre a humificação do material previamente estabilizado.
  67. 67. COMPOSTAGEM DOMÉSTICA BulnesBulnes Bulnes
  68. 68. COMPOSTAGEM DOMÉSTICA - VERMICOMPOSTAGEM
  69. 69. Bulnes Bulnes
  70. 70. Utilização do composto O composto maturado, de boa qualidade é isento de odores, de agentes contaminantes, fácil de ser manuseado, estocado e transportado, o que difere de um composto não maturado. A forma mais importante do uso do composto é na aplicação agrícola, onde é utilizado como fertilizantes e condicionador de solos. Pode também ser utilizado como matéria-prima no processamento de fertilizantes industriais e no controle de erosão, reflorestamento, parques, etc. O composto também pode ser utilizado como um complemento na alimentação de porcos e peixes.
  71. 71. Incineração Consiste na oxidação dos materiais, a altas temperaturas, sob condições controladas, convertendo materiais combustíveis (lixo) em resíduos não- combustíveis (escórias e cinzas) com emissão de gases. É um método preconizado como o mais adequado para assegurar a eliminação de microrganismos patogênicos presentes na massa dos resíduos, desde que sejam atendidas as necessidades de projeto e operação adequadas ao controle do processo.
  72. 72. Incineração Processo de combustão efetuado em incineradores de câmaras múltiplas, o qual apresenta mecanismos para um rigoroso monitoramento e controle dos parâmetros de combustão. Maioria dos tipos de resíduos sólidos de serviços de saúde (RSS), principalmente os infecciosos, patológicos e pérfuros-cortantes, tornando-os inócuos. Vantagem  redução significativa de volume dos resíduos, entre 90 e 95%, fazendo com que seja descrito muitas vezes como um processo de disposição final.
  73. 73. Incineração Quando ocorre má operação:  Materiais particulados  Fumaça  Odor  Emissões de gases tóxicos como ácido clorídrico e óxidos de nitrogênio e enxofre, compostos policlorados como dioxinas e furanos  sérios riscos à saúde pública
  74. 74. Digestão anaeróbiaMatéria Orgânica CH4 / CO2
  75. 75. Destino FinalRegião Lixões Aterros Aterros Usinas Outros sanitários controlados (R e C)Norte 84,3 5,5 7,6 0,2 2,4Nordeste 85,6 4,5 5,7 1,6 2,6Centro- 56,4 17,4 18,3 3,5 4,4oesteSudeste 40,9 16,3 18,7 7,5 16,6Sul 29,7 16,8 25,9 16,4 11,2Brasil 53,0 12,8 16,5 7,6 10,1 PNSB, IBGE, 2002
  76. 76. Destino Final Lixão ou vazadouro: forma inadequada de disposição  terrenos a céu aberto, sem medidas de proteção ao meio ambiente e à saúde  degradação indiscriminada da natureza.
  77. 77. Destino Final: aterro controlado Utiliza princípios de engenharia para o confinamento dos resíduos sólidos, porém geralmente não dispõe de impermeabilização de base, o que compromete a qualidade das águas subterrâneas, nem conta com sistema de tratamento de lixiviado e de dispersão de gases. Portanto, ainda produz poluição. Nesses casos costuma-se aplicar uma camada de cobertura provisória com material argiloso, a fim de minimizar a entrada da água de chuva no aterro. Aplica-se também uma impermeabilização superior, quando o aterro atinge sua cota operacional máxima
  78. 78. Destino Final: aterro controlado
  79. 79. Destino Final: aterro sanitário É o de menor dano à saúde pública e minimiza os impactos ambientais. Partes do sistema:  Impermeabilização da base  Sistema de coleta do chorume/lixiviado e tratamento  Sistema de coleta dos gases  Sistema de drenagem das águas pluviais  O lixo é compactado por meio de máquinas, o que prolonga a vida útil do aterro  Colocação de camadas de cobertura Em alguns casos pode ser feito o aproveitamento energético do biogás.
  80. 80. Destino Final: aterro sanitário
  81. 81. Drenagem dos líquidos Impermeabilização da camada Drenagem dos gasesAterro sanitário
  82. 82. Destino Final: projeto de aterro sanitários Sistema de Tratamento de Base (Impermeabilização da Fundação) Sistema de drenagem: de águas pluviais, líquidos percolados e gases; Sistema de cobertura; Estabilidade da massa aterrada; Sistema de coleta e tratamento de lixiviado; Sistema de tratamento dos gases; Plano de encerramento do aterro; Sistema de monitoramento ambiental e geotécnico.
  83. 83. Destino Final: projeto de aterro sanitários Sistema de drenagem:  águas pluviais  líquidos percolados  gases
  84. 84. Destino Final: projeto de aterro sanitários Sistema de drenagem de dos líquidos percolados (lixiviado):
  85. 85. Destino Final: projeto de aterro sanitários Sistema de drenagem e tratamento dos gases:  Os queimadores ou flares são colocados individualmente em cada dreno vertical.  Desta maneira, cada dreno poderá ter sua eficiência monitorada isoladamente, além de permitir uma melhor investigação na massa de lixo circundante.
  86. 86. Saneamento eDrenagem Urbana
  87. 87. SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
  88. 88. Importância sanitária e social • Sob o aspecto sanitário e social, o abastecimento de água visa, fundamentalmente, a:  controlar e prevenir doenças;  implantar hábitos higiênicos na população como, por exemplo, a lavagem das mãos, o banho e a limpeza de utensílios e higiene do ambiente;  facilitar a limpeza pública;  facilitar as práticas desportivas;  propiciar conforto, bem-estar e segurança;  aumentar a esperança de vida da população.
  89. 89. Importância Econômica• Sob o aspecto econômico, o abastecimento de água visa, emprimeiro lugar, a:  aumentar a vida média pela redução da mortalidade; aumentar a vida produtiva do indivíduo, quer pelo aumento da vida média quer pela redução do tempo perdido com doença;  facilitar a instalação de indústrias, inclusive a de turismo, e conseqüentemente ao maior progresso das comunidades;  facilitar o combate a incêndios.
  90. 90. A água na natureza• A água abrange quase quatro quintos da superfície terrestre; desse total,97,0% referem-se aos mares e os 3% restantes às águas doces. Entre aságuas doces, 2,7% são formadas por geleiras, vapor de água e lençóisexistentes em grandes profundidades (mais de 800m), não sendoeconomicamente viável seu aproveitamento para o consumo humano.• Em conseqüência, constata-se que somente 0,3% do volume total deágua do planeta pode ser aproveitado para nosso consumo, sendo 0,01%encontrada em fontes de superfície (rios, lagos) e o restante, ou seja0,29%, em fontes subterrâneas (poços e nascentes).• A água subterrânea vem sendo acumulada no subsolo há séculos esomente uma fração desprezível é acrescentada anualmente pelaschuvas ou retirada pelo homem. Em compensação, a água dos rios érenovada cerca de 31 vezes, anualmente.•A precipitação média anual, na terra, é de cerca de 860mm. Entre 70% e75% dessa precipitação voltam à atmosfera como evapotranspiração.
  91. 91. Características da Água• Características físicas: As impurezas estão associadas, emsua maior parte, aos sólidos presentes na água. Estes sólidospodem ser em suspensão, coloidais ou dissolvidos, dependendodo seu tamanho.• Características químicas: As características químicas de umaágua podem ser interpretadas através de uma das duasclassificações: matéria orgânica ou inorgânica.• Características biológicas: Os seres presentes na águapodem ser vivos ou mortos. Dentre os seres vivos, tem-se ospertencentes aos reinos animal e vegetal, além dos protistas.Características físicas• Cor: Responsável pela coloração na água. Resulta dapresença de sólidos dissolvidos, decomposição da matériaorgânica; ferro e manganês ou antropogênica, resíduosindustriais e esgotos domésticos. Não apresenta risco direto àsaúde.
  92. 92. Características da ÁguaCaracterísticas físicas• Turbidez: A turbidez representa o grau de interferência com apassagem da luz, através da água. Tem sua orgem natural com apresença de partículas de rocha, argila e silte. algas e outrosmicrorganismos. Como origem antropogênica tem-se os despejosdomésticos e industriais, microrganismos e erosão.• Sabor e odor: O sabor é a interação entre o gosto (salgado, doce,azedo e amargo) e o odor (sensação olfativa). Os sólidos emsuspensão, sólidos dissolvidos e gases dissolvidos são osconstituintes responsáveis. Como origem natural do sabor e do odor,ternos a matéria orgânica em decomposição, microrganismos, gasesdissolvidos (ex.gás sulfidrico).• Temperatura: Temperatura é a medição da intensidade de calor, e aunidade é ºC. Quando de origem natural: transferência de calor porradiação, condução e convecção (atmosfera e solo) e antropogênica:águas de torres de resfriamento e despejos industriais.
  93. 93. Características da ÁguaCaracterísticas Químicas• pH: Representa a concentração de íons hidrogênio H + (em escalaanti-logarítmica), dando uma indicação sobre a condição de acidez,neutralidade ou alcalinidade da água. A faixa de pH é de O a 14.• Alcalinidade: É a quantidade de íons na água que reagirão paraneutralizar os íons hidrogênio. É uma medição da capacidade da águade neutralizar os ácidos (capacidade de resistir às mudanças de pH:capacidade tampão). Os principais constituintes da alcalinidade sãoos bicarbonatos (HCO3), carbonatos (C032-) e os hidróxidos (OH-). Adistribuição entre as três formas na água é função do pH.• Dureza: Concentração de cátions multimetálicos em solução. Oscátions mais freqüentemente associados à dureza são cátionsbivalentes Ca+2 e Mg2. A dureza é sensível ao calor, causa um sabordesagradável e pode ter efeitos laxativos, reduz a formação deespuma, implicando num maior consumo de sabão
  94. 94. Características da ÁguaCaracterísticas Químicas• Cloretos: Geralmente provêm da dissolução de mineraisou daintrusão da água do mar; podem, também, proveniente dos esgotosdomésticos ou industriais; em altas concentrações , conferem saborsalgado à água ou propriedade laxativas• Ferro e Manganês: Pode originar-se da dissolução de compostosdo solo ou de despejos industriais; causam coloração avermelhadaà água (ferro) ou marrom (manganês), manchando roupas e outrosprodutos industrializados. Favorecem o desenvolvimento dasferrobactérias, que causam maus odores e coloração à água eobstruem canalizações.• Fósforo: Encontra-se na água nas formas de ortofosfatos,polifosfato e fósforo orgânico; é essencial para o crescimento dealgas, mas em excesso, causa a eutrofização.
  95. 95. Características da ÁguaCaracterísticas Biológicas• Coliformes: São indicadores da presença de microrganismospatogênicos na´água; os coliformes fecais existem em grandesquantidades nas fezes humanas e, quando encontrados na água,significa que a mesma recebeu esgotos domésticos, podendoconter organismos causadores de doenças.• Algas: Desempenham um importante papel no ambiente aquático,sendo responsáveis pela produção de grande parte do oxigêniodissolvido do meio, em grandes quantidades, como resultante doexcesso de nutrientes (eutrofização), trazem alguns incovenientes:sabor, odor, toxidez; turbidez e cor; corrosão, interfer~encia noprocesso de tratamento da água; aspecto estético desagradável
  96. 96. Características da ÁguaCaracterísticas Biológicas• Coliformes: São indicadores da presença de microrganismospatogênicos na´água; os coliformes fecais existem em grandesquantidades nas fezes humanas e, quando encontrados na água,significa que a mesma recebeu esgotos domésticos, podendoconter organismos causadores de doenças.• Algas: Desempenham um importante papel no ambiente aquático,sendo responsáveis pela produção de grande parte do oxigêniodissolvido do meio, em grandes quantidades, como resultante doexcesso de nutrientes (eutrofização), trazem alguns incovenientes:sabor, odor, toxidez; turbidez e cor; corrosão, interfer~encia noprocesso de tratamento da água; aspecto estético desagradável
  97. 97. Sistema de abastecimento de Água• O abastecimento de água pode ser feito de forma individual ou coletiva.Sendo esta última recomendada para áreas urbanas. As soluçõesindividuais de suprimento de água se aplicam as áreas rurais e ascoletivas as áreas urbanas.a)Captação da água de chuva (cisternas)b)Mananciais subterrâneos: fontes de encostas (“olhos d’água”), poçosc)Mananciais superficiais: rios, riachos, lagos, lagoas, reservatóriosartificiaisCISTERNAS: As cisternas são utilizadas, principalmente, em zonasrurais, em regiões onde há carência de água. As cisternas constituemuma solução indicada para regiões semi áridas, onde, na época dassecas ocorre escassez de água.POÇOS: Os poços têm sido utilizados para abastecimentos individuais,no meio rural e em muitas áreas de cidades que não contam comsistemas públicos de fornecimento de água. São usados, também, comomananciais de água de sistemas coletivos.
  98. 98. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA• higiênicas – remoção de organismos patogênicos;• estéticas – correção da turbidez, cor, odor e sabor;• econômicas – redução da corrodividade, dureza, cor, turbidez, ferro emenganês.• PROCESSOS: • Sedimentação ou decantação; • Coagulação / Flotação; • Filtração; • Desinfecção; • Remoção de dureza; • Aeração; • Remoção de ferro e manganês; Remoção de sabor e odor;
  99. 99. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA
  100. 100. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO
  101. 101. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO GERAÇÃO DE ESGOTOS - COMPOSIÇÃO E QUANTIDADE:• hábitos e condições socieconômicas da população;• existência de ligações clandestinas de águas pluviais na rede;• construção, manutenção e conservação das redes de esgoto;• clima;• custo e medição de água distribuída;• pressão e qualidade da água distribuída;• estado de conservação dos aparelhos hidro-sanitários -vazementos
  102. 102. SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO GERAÇÃO DE ESGOTOS - COMPOSIÇÃO E QUANTIDADE:• hábitos e condições socieconômicas da população;• existência de ligações clandestinas de águas pluviais na rede;• construção, manutenção e conservação das redes de esgoto;• clima;• custo e medição de água distribuída;• pressão e qualidade da água distribuída;• estado de conservação dos aparelhos hidro-sanitários -vazamentos
  103. 103. PROCESSOS E GRAU DE TRATAMENTO• REMOÇÃO DE SÓLIDOS GROSSEIROS EM SUSPENSÃO:Crivos, grades, desintegradores.• REMOÇÃO DE SÓLIDOS GROSSEIROS SEDIMENTÁVEIS:Caixa de areia, centrifugadores.• REMOÇÃO DE ÓLEOS, GRAXA E SUBSTÂNCIASFLUTUANTES: Tanque de retenção de gorduras, tanque de flotação,decantadores e removedores de escuma.• REMOÇÃO DE MATERIAL MIÚDO EM SUSPENSÃO: Tanque deflotação, tanques de precipitação química, filtros de areia.• REMOÇÃO DE SUSBST. ORG. DISSOLVIDAS: Irrigação degrandes superfícies, campo de nitrificação com e sem finalidadeagrícola, filtros biológicos, lagoas de estabilização, tanques de lodoativados, tanques sépticos, valos de oxidação ou sistemas de oxidaçãototal.• REMOÇÃO DE ODORES E CONTROLE DE DOENÇAS
  104. 104. PROCESSOS E GRAU DE TRATAMENTO• EFICIÊNCIA DAS UNIDADES: • Tratamento preliminar - sólidos, gordura, areia; • Tratamento primário – decantação, flotação, unidades compostas de decanto disgestão, digestão e secagem do lodo • Tratamento secundário – filtração biológica, processos de lodos ativados, lagoas de estabilização (sistema unitário) • Tratamento avançado – remoção de nutrientes, remoção de complexos orgânicos.
  105. 105. FINALIDADE DO TRATAMENTO Evitar poluir novamente o meio ambiente Ter consciência da necessidade de diminuir o volume de detritosgerados Proteger áreas de mananciais da ocupação humana Implantar métodos mais eficientes de irrigação minimizando odesperdício da água utilizada na agricultura
  106. 106. UNIDADES DO TRATAMENTO
  107. 107. Grandes ETEs –Lagoas de estabilização
  108. 108. Grandes ETEs –Tratamento anaeróbio
  109. 109. Lodos Ativados: Vista GeralETE Suzano/SP
  110. 110. Lagoas de estabilização lagoas facultativas lagoa aerada facultativa lagoas aeradas de mistura completa sistema australiano (lagoa anaeróbia - lagoa facultativa) lagoas de polimento / maturação
  111. 111. ETE – PONTA NEGRA
  112. 112. Reúso de águas Plantio de melancia Plantio de feijão
  113. 113. Reúso de águas Mamona Mamão
  114. 114. Reúso de águas Girassol Capim Tanzânia
  115. 115. Reúso de águasem piscicultura Tanques de piscicultura
  116. 116. Tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, cultivada em esgoto tratado, com aeração mecânica
  117. 117. EXEMPLOS TRATAMENTO EUTILIZAÇÃO DE EFLUENTES TRATADOS
  118. 118. TANQUE SÉPTICO – FILTRO ANAERÓBIO PESQUISA UFRN: PROSAB (2003) (Andrade Neto, 2004)
  119. 119. TANQUE SÉPTICO – FILTRO ANAERÓBIO
  120. 120. TANQUE SÉPTICO – FILTRO ANAERÓBIO
  121. 121. HIDROPONIA COM ESGOTO TRATADO: UFRN Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  122. 122. HIDROPONIA COM ESGOTO TRATADO
  123. 123. HIDROPONIA COM ESGOTO TRATADO Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  124. 124. GRAMA HIDROPÔNICA Fonte: PROSAB (2003), Abujamra et al. (2005)
  125. 125. FORRAGEM HIDROPÔNICA - PROSAB Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  126. 126. IRRIGAÇÃO COM ESGOTO TRATADO: CAPIM, CAFÉ, MILHO, GIRASOL - PROSAB Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  127. 127. Alimentação Animal com Produtos Irrigados com Esgotos Sanitários Não foram encontradas evidências de riscos reais à saúde animal e riscos potenciais à saúde humana por consumo de produtos animais Fonte: PROSAB (2003), Bastos et al, 2003
  128. 128. IRRIGAÇÃO COM ESGOTO TRATADO: PARELHAS – RN (Pesquisa UFRN – PROSAB) Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  129. 129. PARELHAS – RNSorgo irrigado com esgoto tratado, no semi-árido (Parelhas, RN)UFRN - 95 t / ha Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  130. 130. PARELHAS – RNMilho irrigado com esgoto tratado, no semi-árido (Parelhas, RN)UFRN - 5 t / ha (julho-novembro) Fonte: PROSAB (2003); Andrade Neto (2004)
  131. 131. PARELHAS – RNFeijão irrigado com esgoto tratado, no semi-árido (Parelhas, RN)
  132. 132. UFC – MAMÃO e GIRASOL

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