Trabalho de saude ambiental. abilio

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Trabalho de saude ambiental. abilio

  1. 1. NUCLEO INTEGRADOR EM SAÚDE I DIMENSÃO ECOLÓGICA PROFª. SÔNIA BAKONYI
  2. 2. EXERCÍCIO EM SAÚDE AMBIENTAL Psicologia I Abilio Machado Aroldo Souza Jocimara Stresser Selmária Gonçalves
  3. 3. “ O direito à cidade se baseará na gestão democrática, assegurando a função social da propriedade e da própria cidade, em seu espaço público, no sentido de promover políticas inclusivas de desenvolvimento e melhoria da saúde e da qualidade de vida.”
  4. 4. Para começar: lembre-se que você está aqui em algum lugar...
  5. 5. ...a importância do saneamento. <ul><li>O saneamento reflete-se ao tratamento de água e seu fornecimento... </li></ul>
  6. 6. ...à coleta e ao tratamento do esgoto sanitário... A cobertura da coleta de esgoto é de 49%: sendo de 71% no Sudeste, 33% no Centro-Oeste, ‘ 18% no Sul’ , 13% no Nordeste e 2% no Norte
  7. 7. domestico e industrial, urbano e rural,
  8. 8. ...oferecer estes serviços a contento e com qualidade,
  9. 9. ...promovendo assim uma melhora nas condições de saúde...
  10. 10. ...e qualidade de vida...
  11. 11. ...mas infelizmente se prima mais ao lado econômico ao lado operacional que com o resultado.
  12. 12. <ul><li>...A má distribuição do fornecimento caminha desde à falta de planejamento ou falta de diálogo com os outros órgãos municipais e estaduais, vão à submissão aos valores de mercado que usam a tendência de superfaturamentos e com isso acarretam menos investimentos e à falta de educação e cultura da própria população que criou em si uma conduta com os seu lixo não sabendo ou ignorando o prejuízo de onde e como se desfazer de seus resíduos. </li></ul><ul><li>Sobrecarga de uso e poluição </li></ul><ul><li>Stress Mundial – acesso desigual </li></ul>
  13. 13. Quando falamos de sanitarismo... <ul><li>...falamos em políticas públicas da Saúde Ambiental. que deveria contribuir para proteger e promover a saúde humana por meio de um conjunto de ações integradas com instâncias de governo e da sociedade civil para fortalecer atores sociais e indivíduos no enfrentamento dos determinantes socioambientais e na prevenção dos agravos decorrentes da exposição humana a ambientes adversos. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>...Até pouco tempo atrás as próprias estações de tratamento de água e esgoto descartavam seus resíduos nos arroios e outros lugares, contaminando e até mudando o curso natural, hoje já temos algumas leis proibitivas e que oferecem esta conscientização e melhor atuação. </li></ul>
  15. 15. Por que o saneamento deve estar associado à saúde... <ul><ul><ul><ul><ul><li>Pelo simples fato </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>de que a saúde </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>deve ser </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>prevenida... </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  16. 16. <ul><li>... &quot;Segundo a Organização Mundial da Saúde, para cada dólar investido em saneamento ambiental, economiza-se de US$ 4 a US$ 5 em saúde. Não investir em saneamento é mau uso do dinheiro público.&quot; </li></ul>
  17. 17. IMPORTÂNCIA E DISTRIBUIÇÃO da água <ul><li>Essencial para vida no Planeta </li></ul><ul><li>Inodoro e Incolor </li></ul><ul><li>Solvente universal </li></ul><ul><li>Fixo e Finito </li></ul><ul><li>Água virtual </li></ul><ul><li>Circula em três estados físicos </li></ul><ul><li>Recurso Renovável </li></ul><ul><li>Recurso Econômico </li></ul><ul><li>Distribuição desigual </li></ul><ul><li>Estratégico </li></ul>líquido sólido gasoso
  18. 18. ...tratamento do esgoto... Remoção de matéria orgânica Remoção de sólidos em suspensão Remoção de organismos patogênicos Remoção de nutrientes Objetivo de tratar os esgotos?
  19. 19. DOENÇAS CAUSADAS POR ÁGUA CONTAMINADA <ul><li>... 70% das internações no Brasil são provocadas por doenças transmitidas por água contaminada, ao custo de US$ 2 bilhões por ano. (Samuel Barreto, WWF) </li></ul>
  20. 20. Organismos patogênicos mais comuns Bactérias  Protozoários  Vírus  Helmintos 
  21. 21. ...Doenças Causadas por Parasitas Esquistossomose : O contágio se dá através do contato direto com água onde há larvas provenientes de caramujos. Amebíase: O contágio se dá através de água contaminada com cistos provenientes de fezes humanas Ascaridíase: O contágio se dá com o consumo de água onde há o parasita Áscaris Lumbricoides. Giardíase: O contágio se dá com o consumo de água onde há o parasita Giárdia Lamblya.
  22. 22. ...Doenças Causadas por Vírus Hepatite Viral tipo A e Poliomielite: O contágio se dá ao contato ( consumo ou banho ) com água contendo urina ou fezes humanas.
  23. 23. ...Doenças causadas por Bactérias Meningoencefalite: O contágio se dá pelo contato (consumo ou banho) com águas contaminadas. Cólera: O contágio se dá com o consumo de água contaminada por fezes ou vômito de algum indivíduo contaminado.
  24. 24. Leptospirose: A água contaminada por urina de ratos é a principal causa da doença, cuja incidência aumenta com chuvas fortes e enchentes. Apresenta maior perigo em águas próximas a depósitos de lixo e em áreas sem esgotamento sanitário.
  25. 25. Febre Tifóide: O contágio se dá pela ingestão de água ou alimentos contaminados( a contaminação de alimentos ocorre ao se lavar alimentos com água contaminada).
  26. 26. Gastroenterites: a ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes causam muita variedade de distúrbios gástricos, geralmente associados a fortes diarréias. Desinteria Bacilar: Uma série de bactérias causam, através da ingestão de água sem tratamento, severas formas de diarréias, formando um quadro de febre, dores e mal estar geral.
  27. 27. Doenças transmitidas indiretamente através da água : <ul><li>Esquistossomose </li></ul><ul><li>fluorose </li></ul><ul><li>malária </li></ul><ul><li>Bócio </li></ul><ul><li>febre amarela </li></ul><ul><li>Dengue </li></ul><ul><li>Tracoma </li></ul><ul><li>leptospirose </li></ul><ul><li>Perturbações gastro-intestinais de etiologia escura </li></ul><ul><li>Infecções: </li></ul><ul><li>olhos, ouvidos, gargantas e nariz. </li></ul>
  28. 28. A Organização Mundial de Saúde (OMS) sugere três tipos para acompanhamento da qualidade das águas: <ul><li>A) MONITORAMENTO </li></ul><ul><li>B) VIGILÂNCIA </li></ul><ul><li>C) ESTUDO ESPECIAL </li></ul>
  29. 29. Suporte Institucional Legal <ul><li>- INSTITUTO BRASILEIRO DE MEIO AMBIENTE – IBAMA </li></ul><ul><li>- CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA </li></ul><ul><li>- POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – LEI FEDERAL Nº. 6.938/81 </li></ul><ul><li>- ÓRGÃOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO E LEGISLAÇÃO ESTADUAIS e MUNICIPAIS. </li></ul>Resolução Nº. 6 (ANA) - “PROGRAMA NACIONAL DE DESPOLUIÇÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS” regulamenta: - o pagamento pelo esgoto tratado e estimula a construção de ETEs - Introdução do conceito de “POLUIDOR-PAGADOR”
  30. 30. Por que o saneamento é sempre tema de segundo plano no Brasil? <ul><li>Os mecanismos tradicionais de governo são insuficientes para a consecução deste novo intento. </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Os desafios que devem ser enfrentados permeiam toda a organização social, </li></ul>
  32. 32. <ul><li>...desde a produção, </li></ul>
  33. 33. <ul><li>...a distribuição </li></ul>
  34. 34. <ul><li>...e o consumo de bens </li></ul>
  35. 35. <ul><li>...e serviços </li></ul>
  36. 36. <ul><li>...até as formas de estruturação do Estado e seus aparelhos, </li></ul>
  37. 37. <ul><li>...em suas relações com a sociedade, </li></ul>
  38. 38. <ul><li>...inclusive a sua cultura. </li></ul>
  39. 39. <ul><li>A idéia de crescimento se transforma tendo em vista uma nova concepção de desenvolvimento. </li></ul>
  40. 40. <ul><li>A incorporação de temas no trato da saúde pública, </li></ul>
  41. 41. <ul><li>...como a degradação ambiental... </li></ul>
  42. 42. <ul><li>– a poluição das águas, </li></ul>
  43. 43. <ul><li>...do ar... </li></ul>
  44. 44. <ul><li>...e do solo, </li></ul>
  45. 45. <ul><li>...as radiações ionizantes e não-ionizantes, </li></ul>
  46. 46. <ul><li>...os desastres naturais, </li></ul>
  47. 47. <ul><li>...os acidentes com produtos perigosos, </li></ul>
  48. 48. <ul><li>...as substâncias químicas </li></ul>
  49. 49. <ul><li>...e seus efeitos à saúde da população... </li></ul>
  50. 50. <ul><li>...apontam a capacidade de ativar e acelerar as mudanças pretendidas. </li></ul>
  51. 51. Explicando o processo convencional de esgoto, detalhando as diferentes etapas: Tratamento preliminar Tratamento primário Tratamento terciário ou pós-tratamento Tratamento secundário
  52. 52. Tratamento preliminar <ul><li>O esgoto é sujeito aos processos de separa ç ão dos s ó lidos mais grosseiros (s ó lidos suspensos: trapos, escovas de dente, tocos de cigarro e excretas) e os s ó lidos decant á veis (como areia e gordura). </li></ul>Sistema de gradeamento. Peneira autolimpante. Caixa de gordura (detalhe da escuma).
  53. 53. Tratamento primário : Método físico <ul><li>Objetiva remover o material em suspensão, não grosseiro, que flutue ou decante, mas que requer o emprego de equipamentos com tempo de reten ç ão maior que no tratamento preliminar. </li></ul>Decantador circular. Flotação (injeção de ar).
  54. 54. Tratamento secundário : Método biológico <ul><li>Ap ó s tratamento prim á rio, o esgoto cont é m s ó lidos dissolvidos e finos s ó lidos suspensos que não decantam; </li></ul><ul><li>Para remover essas part í culas utilizam-se microrganismos que se alimentam dessa mat é ria orgânica suspensa ou sol ú vel; </li></ul><ul><li>Os microrganismos mais importantes para o tratamento dos esgotos são as bact é rias; </li></ul><ul><li>Fornecer condi ç ões para que as bact é rias sobrevivam e utilizem o esgoto da forma mais eficiente poss í vel; </li></ul><ul><li>Exemplos de tratamento: lagoas de estabiliza ç ão. </li></ul>
  55. 56. ETE Atuba Sul – Curitiba - PR
  56. 57. Tratamento terciário : Método químico <ul><li>Empregado para a obten ç ão de um efluente final de alta qualidade ou quando é necess á ria a remo ç ão de substâncias espec í ficas do efluente l í quido gerado na linha de processos de ind ú stria; </li></ul>-Desestabilização das partículas coloidais (0,1 – 1  m). -Coagulação por neutralização da carga.
  57. 58. <ul><ul><li>Cloração; </li></ul></ul><ul><ul><li>Remoção de nutrientes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Absorção em carvão ativado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Filtração em areia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Resinas trocadoras de íons; </li></ul></ul><ul><ul><li>Osmose reversa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Eletrodiálise. </li></ul></ul>
  58. 59. Lagoas de estabilização <ul><li>Op ç ão tecnol ó gica para se alcan ç ar plenamente o objetivo da “ ausência de pat ó genos ” ; </li></ul><ul><li>Elevada eficiência na remo ç ão de parasitos (ovos de helmintos e cistos de protozo á rios), v í rus e bact é rias patogênicas; </li></ul><ul><li>Nenhum sistema convencional pode competir com a eficiência de remo ç ão de microorganismos das lagoas de estabiliza ç ão (exceto que se adicione algum produto qu í mico ao processo de desinfec ç ão). </li></ul>
  59. 60. Características: lagoas de estabilização <ul><li>Grandes tanques que armazenam águas residuárias; </li></ul><ul><li>As águas residuárias brutas são tratadas por processos naturais, envolvendo algas e bactérias; </li></ul><ul><li>Objetivo: melhorar as características sanitárias do esgoto; </li></ul><ul><li>Construídas, na maioria dos casos, com pouca profundidade (2 a 4 m) e têm tempo de detenção relativamente elevado (alguns dias); </li></ul><ul><li>Parâmetros mais relevantes no processo de avaliação do comportamento das lagoas de estabilização e a qualidade de seus efluentes: </li></ul><ul><ul><li>DBO, que caracteriza a carga orgânica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Número mais provável (NMP) de coliformes termotolerantes, que indica a contaminação microbiológica; </li></ul></ul>
  60. 61. Características: lagoas de estabilização <ul><li>Remoção de ovos de helmintos ocorre através do processo físico da sedimentação (diretamente ligado ao tempo de detenção hidráulico do sistema); </li></ul><ul><li>Sistema de lagoas de estabilização com 3 células e tempo de detenção hidráulico de 30 a 40 dias: capaz de produzir um efluente contendo menos de 1000 CTer/100 ml e livre de ovos de helmintos (Strauss, 1986 apud Cavalcante, 1997). </li></ul>
  61. 62. Remoção de patógenos Eficiência na remoção de patógenos em lagoas de estabilização e em processos convencionais de tratamento. <ul><li>Remoção de microorganismos patogênicos das águas residuárias: nº dos que sobrevivem é mais importante do que o número dos que morrem; </li></ul><ul><li>Valores de 1 e 0,01% de patógenos sobreviventes podem ser significativos se o número correspondente se aproxima do valor da dose infectiva. </li></ul>Pat ó geno Lagoas de estabiliza ç ão Tratamento convencional Bact é rias 99,9999% 90 – 99% Ovos de helmintos 100% 90 – 99%
  62. 63. Vantagens e desvantagens <ul><li>Adequada para regiões tropicais e subtropicais, onde há disponibilidade de terrenos a custos baixos, com condições climáticas favoráveis ao processo de biodegradação (temperatura elevada e luz solar abundante durante todo o ano); </li></ul><ul><li>Requerem cuidados mínimos para uma boa operação e manutenção (seus processos biológicos são naturais e não necessitam de equipamento eletromecânico, combustível nem de energia elétrica); </li></ul><ul><li>Limitações: o custo e a disponibilidade de grandes extensões de terrenos; </li></ul><ul><li>Necessidades de terreno podem ser minimizadas em sistemas de lagoas de estabilização em série. </li></ul>
  63. 65. A) Coagulação e floculação <ul><li>- Transforma as impurezas que se encontram em suspensão fina, ou em solução, em películas maiores (flocos), para que possam ser removidas por sedimentação e filtração. </li></ul><ul><li>- A coagulação é obtida pela aplicação de sulfato de alumínio ou cloreto férrico, que reage com a alcalinidade natural da água. Se esta alcalinidade não for suficiente, ela é aumentada acrescentando-se cal  hidratada à água. </li></ul><ul><li>- A floculação é uma fase posterior  à  coagulação,  que permite a formação de flocos (resultantes da aglutinação das partículas nos coágulos) no floculador. </li></ul>
  64. 66. B) Decantação <ul><li>-  é um processo dinâmico de separação de partículas sólidas suspensas na água. Estas partículas, sendo mais pesadas que a água tendem a depositar-se no fundo, clarificando a água e reduzindo em grande percentagem as impurezas. </li></ul>
  65. 67. C) Filtração <ul><li>- consiste em fazer a água passar através de substâncias porosas (areia, carvão antracito) capazes de reter flocos em suspensão e demais materiais que não decantaram, permitindo que a água se torne límpida. </li></ul>
  66. 68. D) Desinfecção ou Cloração <ul><li>- como os processos de purificação (A,B e C) não são considerados suficientes para remoção completa das bactérias existentes na água, assim como para dar mais segurança ao processo de tratamento, há necessidade de fazer também a desinfecção  do  produto.  Para tanto,  aplica-se cloro ou hipoclorito de cálcio na água. </li></ul>
  67. 69. E) Fluoretação <ul><li>- nesta etapa do processo adiciona-se flúor na água. O objetivo é a prevenir a cárie  dental infantil, utilizando-se sal de flúor, conforme determinação da OMS Organização Mundial da Saúde. </li></ul>
  68. 70. F) Correção de acidez <ul><li>-  como todos esses processos se passam em meio ácido, a acidez deve ser corrigida. Isto se obtém adicionando-se cal hidratada na água filtrada e consumo. </li></ul>
  69. 71. Processos alternativos de tratamento de esgoto <ul><li>ELETRÓLISE = visando principalmente remoção de matéria orgânica. </li></ul><ul><li>IRRADIÇÃO ULTRAVIOLETA = visando principalmente desinfecção. Comprimentos de onda de 260 – 265 nm têm função germicida. Ação: material genético dos microrganismos (ácido nucléico). </li></ul><ul><li>FUNGOS FILAMENTOSOS = Aspergillus niger, Aspergillus flavus e Drechslera . </li></ul><ul><li>OZÔNIO = oxidação de microrganismos (desinfecção) e de compostos como fenol, cianeto, metais pesados e orgânicos. </li></ul><ul><li>PROCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADOS = (iniciativa do IPEN e indústrias) – utiliza radiação ionizante proveniente de feixe de elétrons de alta energia, gerados em aceleradores industriais. (PROCESSO USADO PARA DEGRADAÇÃO QUÍMICA DE COMPOSTOS ORGÂNICOS INDUSTRIAIS E DESINFECÇÃO DE ESGOTOS E LODOS DOMÉSTICOS). </li></ul>
  70. 72. Vídeos <ul><li>http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0 ,,GIM656527-7823-PLANETA+AGUA+POLUICAO,00. html </li></ul><ul><li>http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0 ,,GIM826400-7823 MG+POLUICAO+NO+RIO+SAO+FRANCISCO+PREOCUPA+PESCADORES,00. html </li></ul><ul><li>http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0 ,,GIM829916-7823-ASSOREAMENTO+DEIXA+RIO+SAO+FRANCISCO+MAIS+RASO,00. html </li></ul>
  71. 73. Obrigado... &quot; Segundo a Organização Mundial da Saúde, para cada dólar investido em saneamento ambiental, economiza-se de US$ 4 a US$ 5 em saúde. Não investir em saneamento é mau uso do dinheiro público.&quot;

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