O documento apresenta dois textos sobre os movimentos de libertação das colônias portuguesas em África segundo perspectivas opostas. O texto de Marcello Caetano vê os movimentos como formados no estrangeiro e apoiados por países estrangeiros em ataques a Portugal, enquanto Agostinho Neto defende que o MPLA se estruturou internamente e mantém relações internacionais independentes sem alinhamento a nenhum país.