Grupo 01 tr14 carla tôzo planejamento de projetos_de_gestao_comunicativa

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Grupo 01 tr14 carla tôzo planejamento de projetos_de_gestao_comunicativa

  1. 1. Carla de Oliveira Tôzo
  2. 2. <ul><li>A preocupação em planejar e avaliar projetos de Comunicação nasceram nos anos 70 e 80 ficando conhecida na América Latina como comunicação para o desenvolvimento . </li></ul><ul><li>Contexto histórico : </li></ul><ul><li>surge após a 2ª Grande Guerra (ajudar a reconstrução da Europa com a ajuda dos países de 3º mundo; justificativa para o envolvimento dos aliados levando em consideração que a paz traria desenvolvimento econômico para todos os países e homens); </li></ul><ul><li>Nos países de 1º Mundo a recuperação veio rápido mas nos outros a situação permaneceu a mesma. A África pede socorro econômico, por exemplo, mas a América Latina passa a buscar caminhos próprios de desenvolvimento. </li></ul><ul><li>Anos 90 a sociedade civil faz pressão em prol de um discurso a favor do planeta, do desenvolvimento sustentável. Nasce o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Vale ressaltar que o campo da Comunicação não esteve ausente a esses debates. A própria Unesco ajudou a configurar uma “nova ordem mundial” da informação e da comunicação, conhecida sob a sigla Nomic. </li></ul><ul><li>Os países latinoamericanos, em especial, passam a pensar no conceito de gestão da comunicação. Enxergar a comunicação além da ótica do mercado. Mais um vez, os neoliberais tentam nos fazer acreditar que isso seja impossível. </li></ul><ul><li>Para entender o gestor e necessário identificar os campos de atuação do comunicador como planejador. Planejar é uma das funções primordiais do comunicador, independente da área (setor público, privado, escola, ONG ou um empreendedor de um projeto que acaba de conceber); </li></ul><ul><li>É importante sempre ter em mente que o gestor de comunicação atua em prol do beneficiário de seu trabalho. O seu compromisso ético é com o público ante patrocinadores. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Para realizar um bom serviço o gestor de comunicação deve: </li></ul><ul><li>1) ter como referência a própria sociedade e suas necessidades; </li></ul><ul><li>2) criar mecanismos que permitam ouvir as audiências, garantindo uma maior participação possível dos interessados tanto na produção quanto na recuperação de resultados. </li></ul><ul><li>Esse gestor ao planejar deve criar condições políticas-sociais na consulta e tomada de decisões; encontrar alternativas que ampliem a eficiência e eficácia do uso da comunicação pelo número maior de pessoas; desenvolver mecanismos que garantam a fidelidade dos envolvidos às propostas; permitir a realimentação da execução do projeto. </li></ul><ul><li>Deve-se pensar sempre: para quem se planeja? Não deve ser em cabinete, de forma isolada... Mas sim com a participação do grupo envolvido. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>É aí que nasce a ideia de planejamento da comunicação que pode ser descendente e ascendente. </li></ul><ul><li>O 1º envolve mais cinco etapas: </li></ul><ul><li>- Definição de diretrizes e objetivos (para cada problema detectado uma possível solução. Levar em consideração a filosofia e política dos órgãos envolvidos, recursos/prazos e viabilidade); </li></ul><ul><li>Fixação de Metas globais e setoriais provisórias (se apoiam nos princípios da demanda e da oferta localizados no plano anteriormente especificado). Leva em consideração teste de coerência intermediária (verifica no período se há coerência entre as diferentes metas a serem alcançadas ) e coerência posteriores (verifica as consequencias positivas e negativas da implantação do plano) </li></ul><ul><li>- Elaboração de programas setoriais e/ou de projetos específicos (tanto quanto forem necessários para englobar todas as metas de cada setor econômico e social) </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Produção definitiva do plano (momento de desenvolver, com maior grau de precisão, decisões que vão otimizar recursos – econômico e social – levando em conta prazos e localizações). Deve-se ficar atento se o projeto é de rentabilidade financeira (comerciais e comerciáveis; encomendado pro empresas do setor público ou privado) e rentabilidade social (cobrir objetivos humanitários, político, cultural, educacional) </li></ul><ul><li>Redação do documento final. Utilizando Bordenave e Carvalho o modelo do documento seria: </li></ul><ul><li>Gênese e antecedentes do projeto, incluindo suas justificativas ou razões; patrocinadores; clientela; alcance (geográfico e temático); objetivos; delineamento do projeto, incluindo bases pedagógicas; contexto institucional e organização; meios de comunicação utilizados; mecanismos de difusão e utilização das mensagens; utilização de pesquisa e de avaliação. </li></ul><ul><li>Após verificar a coerência do projeto este já pode ser submetido às autoridades. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>2) parte da consulta aos agentes participantes da produção e recepção dos resultados. Permite a intervenção dos próprios usuários ou beneficiários do produto final. É necessário permanente vigilância para que a democratização dos modos e formas de conduzir as fases do processo não se percam. </li></ul><ul><li>Sob essa ótica deve-se levar em consideração uma série de pontos, entre eles: método de pesquisa-participante; identificação das expectativas e desejos dos setores interessados e etc... </li></ul><ul><li>Outra questão a se considerar deve ser instrumentos do planejamento que pode estar: </li></ul><ul><li>- Relacionada com o diagnóstico ( diagnóstico macroestrutural – geopolítica e econômica-cultural; diagnóstico específico – contexto desenhado na análise; prognóstico específico – possíveis hipóteses sobre possíveis soluções para as carências apontadas no diagnóstico) </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Relacionada à pesquisa acadêmica (a pesquisa ajuda o planejador oferecendo instrumentos de observação da realidade dando credibilidade aos dados com os quais pretende trabalhar) </li></ul><ul><li>Relacionada com a execução dos planos (o que foi aprovado deve corresponder ao que foi inicialmente planejado. O programa/plano será desenvolvido de acordo com a verba disponível) </li></ul><ul><li>Relacionada com o acompanhamento e controle (avaliação do processo. Acompanhar todas as situações e verificar se o processo está correndo como fora planejado) </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Conclui-se que o planejamento de comunicação é um processo criado para auxiliar na eficiência de uma atividade planejada. Esse projeto é composto por fases, portanto, sua realização não é aleatória, mas sim articulada e obedece etapas. </li></ul><ul><li>1) diagnosticar a realidade; </li></ul><ul><li>2) definir a natureza do planejamento (descendente ou ascendente) </li></ul><ul><li>3) definir procedimentos </li></ul><ul><li>4) elaboração do projeto propriamente dito (detalhamento, descrição, redação, cronograma...) </li></ul><ul><li>5) Avaliação (acompanhamento do andamento e resultados) </li></ul><ul><li>Em todo o processo deve haver a participação do grupo envolvido e a permanente vigilância das fases do projeto, para que, não deixe de ser democrático. </li></ul>

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