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São Paulo, 27/05/2010
Percurso
1. Por quê? (Contexto)
2. O que são? (Implicações)
3. Para quê? (usos)
4. Como? (estratégias e operacionalização)
1. Por quê os indicadores tornaram-
se tão centrais nos debates sobre a
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socioambientais?
4
Globalização
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mudança dos referenciais de mudança
Mercado: parâmetros comparativos para tomada
de decisão (ISO, certificação, índices de risco país)
5
Novas tecnologias de informação e comunicação
Revolução das formas, circuitos e padrões de
comunicação => mudança de ritmos, linguagens,
processamento e apreensão do real
Informação sintética, conceitual e produtora de
imagens do real => desafio para a gestão da
informação e novas estratégias comunicativas
Indicadores são parte de nova linguagem e formas
comunicativas, formadores dos sujeitos e do “real”
Novos espaços e forças políticas
Ascensão de novas forças políticas no poder => novas
políticas cidadãs (concepções, temas e abordagens)
Aferição e orientação dos impactos das novas
estratégias de gestão pública
6
Terceiro Setor
Visibilidade , valorização e consciência do caráter
social e público dos projetos
Gestão em escala: processamento de informações
objetivadas
Mudanças na cooperação internacional e emergência
dos financiadores privados
Busca de consistência no teste de modelos para
disseminação e para Políticas Públicas
7
Indicadores vieram para ficar!!
... E isto requer clareza do que podem
e não podem ser ou fazer!
Definições
Recurso metodológico, empiricamente referido, que
informa algo sobre um aspecto da realidade social ou
sobre mudanças que estão se processando na mesma.
(Paulo Jannuzzi, ENCE)
“Marca” ou sinalizador, que busca expressar algum
aspecto da realidade sob uma forma que possamos
observá-lo ou mensurá-lo.
Indicadores como Meta (versão comum em
projetos) - “Parâmetros qualificados e/ou
quantificados que servem para detalhar em que
medida uma situação foi alcançada.”
Implicações
Indicam mas não são a própria realidade – baseiam-
se em variáveis
Resultantes de múltiplas relações - o que observar,
instrumentos, interpretação e uso das informações
são determinados pela visão da organização e pelas
suas relações.
Estão articuladas a uma teoria ou a um modelo
explicativo do social: pobreza, desenvolvimento,
sustentabilidade, etc.
Pressupõem pacto e diálogo
Aspectos
Tangíveis - Observáveis e aferíveis quantitativa ou
qualitativamente
renda, escolaridade, saúde, organização, gestão,
conhecimentos, habilidades, formas de participação,
legislação, direitos legais, divulgação, oferta.
Intangíveis - dimensões complexas, só podemos
captar parcial e indiretamente algumas de suas
manifestações
consciência social, auto-estima, valores, atitudes, estilos de
comportamento, capacidade empreendedora, liderança,
poder, cidadania.
“As estatísticas [e, portanto, os
indicadores,] não refletem a
realidade. Refletem o olhar da
sociedade sobre si mesma .”
“Elas não podem conhecer, o
que fazem é reconhecer...”
(Jean –Louis Besson. A Ilusão das
estatísticas)
Portanto...
.. a qualidade e utilidade de um
indicador estão determinadas pela
qualidade e relevância das perguntas
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Usos dos indicadores
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Formulação, orientação, monitoramento e
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Gestão de Projetos e Iniciativas do Terceiro Setor
17
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Gestão de Projetos: planejamento, monitoramento,
avaliação e sistematização (PMAS ou M&A)
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Prestação pública de contas dos produtos e serviços
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18
19
Inserção em estratégias de M&A
Objetivos
controlar, gerenciar;
confirmar, ganhar
experiência e
confiança;
aprimorar, mudar;
divulgar, difundir;
prestar contas;
convencer, envolver;
compartilhar, dividir;
aprender e ensinar
etc.
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convencer, envolver;
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O que verificar
Recursos
Atividades,
cronograma de
execução
Resultados, Impactos
Contexto / situação
Desempenho de
pessoas e da equipe
Qualidade e dos
produtos e serviços
Uso de produtos e
serviços e satisfação
Correlações entre
processos
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Aprendizado e aprimoramento de estratégias
...
A realidade é fruto da ação de muitos atores – a lógica
planejada de um projeto ou iniciativa não traduz a
realidade
Incerteza, complexidade, diversidade = projeto como
“aposta”
Incerteza de caminhos e resultados => aprendizado
contínuo sobre a dinâmica social a partir da
experiência
Aprender não “acontece”: necessita intenção,
investimento, reflexão não espontânea
Abordagem Tradicional
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ou organização
INDICADORES
Referências
Conceituais e
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projeto / org
Indicadores
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Estratégias para definição
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Especificação Operacional
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Unidade de análise
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educativas de
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professores
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Critérios
Critérios SMART – válido para “indicador-meta”
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Sensível – reflete as mudanças que ocorrem no
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Viável – disponibilidade de fontes, custo, esforço .
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Indicadores
O critério da verdade da qualidade de um indicador é se
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Há questões para as quais não é necessário ou relevante a
produção de indicadores. Outras ferramentas e técnicas
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Precisamos de indicadores quando a observação não nos
dá as respostas necessárias ou quando precisamos de
informações sintéticas para dialogar com atores que estão
distantes
Indicador não pode ser um elemento de prova, mas um
instrumento de diálogo com outros que estão fora do
projeto
Se não se consegue fazer um indicador, pode-se realizar
estudos ou construir boas perguntas-guia para orientar um
processo orientado de observação e debate.
“Na prática, nem sempre o indicador de maior
validade é o mais confiável; nem sempre o mais
confiável é o mais inteligível; nem sempre o mais
claro é o mais sensível; enfim, nem sempre o
indicador que reúne todas estas qualidades é passível
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requerida “.
(Jannuzzi, Mello, Tibau e Arruda - Curso Indicadores Sociais e políticas
públicas. ENCE/IBGE, IBASE, FORD, 2003)
Definição/conceitos
Precisa o significado dos termos e conceitos contidos
no enunciado do indicador.
Reduz ambiguidades e orienta a definição das variáveis
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Cada índice e/ou conjunto de indicadores relaciona-se a
uma teoria acerca do processo em questão
Variável(is)
O coração do indicador!! Aspectos que variam ao longo
do tempo, que expressam parte do fenômeno.
“Cercam” e se aproximam da complexidade do
fenômeno.
Tipo de medida
Define se as variáveis serão baseadas em dados, estimativas
ou opinião.
Fonte
Onde vai se buscar, obter ou encontrar a informação de cada
variável ou do conjunto delas
Universo
Define qual é o conjunto de pessoas, organizações ou outra
unidade qualquer que será considerada na análise, bem
como se serão analisados todos os indivíduos deste universo
ou apenas uma amostra dele
Unidade de análise
Define qual a unidade sobre a qual serão construídas e
comparadas as medidas, se indivíduos, organizações,
comunidades, cidades, etc.
Medida (Unidade de Medida)
Medida e escala que será utilizada pelo indicador.
Aponta como se quer a “informação” do indicador:
Define como será construída a informação do indicador a
partir das informações de cada variável. A medida pode ser
obtida:
Medindo ou contanto - (números exatos);
Graduando ou diferenciando - (“muito bom, regular, muito
má”);
Classificando - (sim ou não, homem ou mulher, etc.);
Descrevendo qualitativamente.
Fórmula do Indicador
Aponta como as informações das variáveis serão combinadas
de modo a gerar a medida do indicador.
Instrumento(s) de coleta e registro
Tipos de instrumentos que serão utilizados. Exemplos:
Coleta = Formulário, Calendário, Questionário, caderno de
campo, Observação, imagens.
Registro = Banco de dados, Planilha, quadro negro, fichas,
Vídeo, fotografia, etc.
Freqüência de observação, coleta
Intervalo de tempo que será necessário levantar as
informações de modo a registrar possíveis mudanças na
situação.
Freqüência de sistematização
Intervalo de tempo em que serão sistematizadas e
analisadas as informações coletadas
Obrigado!
Leandro Lamas Valarelli
leandrovala@uol.com.br
(21) 9808 7200 /2252 4470
Copyleft 2010 Leandro Lamas Valarelli
É autorizada e incentivada a reprodução do conteúdo deste documento, no
todo ou em parte, em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou
impresso, desde que citada a fonte e autores.
Algumas referências instigantes...
BESSON, Jean-Louis (org). A ilusão das estatísticas. São Paulo: Editora da Universidade
Estadual Paulista, 1995
CHIANCA, Thomaz; MARINO, Eduardo; SCHIESARI, Laura. Desenvolvendo a cultura de
avaliação em organizações da sociedade civil. São Paulo. Global Editora - Instituo Fonte,
2001. (coleção Gestão e Sustentabilidade)
FOWLER, Alan. Measuring non-tangible outcomes. April 2002
GERMANN, Dorsi; GOHL, Eberhard. Monitorização Participativa do Impacto - PIM
(Participatory Impact Management). GATE / Brot Fur die Welt. Stuttgart. 1997.
Cadernos 1, 2 e 3.
LAPITZ, Rocío; GORFINKIEL ,Denise et alli. El otro riesgo país: Indicadores y desarrollo
en la economía global. Montevideo: CLAES, 2005
JANNUZZI, Paulo de Martino. Indicadores Sociais no Brasil: conceitos, fontes de dados e
aplicações. Campinas, SP. Alinea Editora, 2004
KERSTENETZKY, Celia Lessa; CARVALHO, Márcia de. Desenvolvimento como
expansão de capacitações. Brasil no Século XXI. 2010, mimeo
ROCHE, Cris. Avaliação de impacto dos trabalhos de ongs: aprendendo a valorizar as
mudanças.São Paulo: Cortez: ABONG: Oxford, Inglaterra: Oxfam, 2000.
SOCIAL WATCH. El uso de indicadores para la evaluación del desarrollo social.
Julho,2007. Mimeo.

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Petrobras indicadores sociais

  • 2. Percurso 1. Por quê? (Contexto) 2. O que são? (Implicações) 3. Para quê? (usos) 4. Como? (estratégias e operacionalização)
  • 3. 1. Por quê os indicadores tornaram- se tão centrais nos debates sobre a economia, a política, o meio ambiente e os projetos socioambientais?
  • 4. 4 Globalização Utopias x conhecimento “pragmático” e operacional – perda de referências abrangentes e mudança dos referenciais de mudança Mercado: parâmetros comparativos para tomada de decisão (ISO, certificação, índices de risco país)
  • 5. 5 Novas tecnologias de informação e comunicação Revolução das formas, circuitos e padrões de comunicação => mudança de ritmos, linguagens, processamento e apreensão do real Informação sintética, conceitual e produtora de imagens do real => desafio para a gestão da informação e novas estratégias comunicativas Indicadores são parte de nova linguagem e formas comunicativas, formadores dos sujeitos e do “real”
  • 6. Novos espaços e forças políticas Ascensão de novas forças políticas no poder => novas políticas cidadãs (concepções, temas e abordagens) Aferição e orientação dos impactos das novas estratégias de gestão pública 6
  • 7. Terceiro Setor Visibilidade , valorização e consciência do caráter social e público dos projetos Gestão em escala: processamento de informações objetivadas Mudanças na cooperação internacional e emergência dos financiadores privados Busca de consistência no teste de modelos para disseminação e para Políticas Públicas 7
  • 8. Indicadores vieram para ficar!! ... E isto requer clareza do que podem e não podem ser ou fazer!
  • 9.
  • 10. Definições Recurso metodológico, empiricamente referido, que informa algo sobre um aspecto da realidade social ou sobre mudanças que estão se processando na mesma. (Paulo Jannuzzi, ENCE) “Marca” ou sinalizador, que busca expressar algum aspecto da realidade sob uma forma que possamos observá-lo ou mensurá-lo. Indicadores como Meta (versão comum em projetos) - “Parâmetros qualificados e/ou quantificados que servem para detalhar em que medida uma situação foi alcançada.”
  • 11. Implicações Indicam mas não são a própria realidade – baseiam- se em variáveis Resultantes de múltiplas relações - o que observar, instrumentos, interpretação e uso das informações são determinados pela visão da organização e pelas suas relações. Estão articuladas a uma teoria ou a um modelo explicativo do social: pobreza, desenvolvimento, sustentabilidade, etc. Pressupõem pacto e diálogo
  • 12. Aspectos Tangíveis - Observáveis e aferíveis quantitativa ou qualitativamente renda, escolaridade, saúde, organização, gestão, conhecimentos, habilidades, formas de participação, legislação, direitos legais, divulgação, oferta. Intangíveis - dimensões complexas, só podemos captar parcial e indiretamente algumas de suas manifestações consciência social, auto-estima, valores, atitudes, estilos de comportamento, capacidade empreendedora, liderança, poder, cidadania.
  • 13.
  • 14. “As estatísticas [e, portanto, os indicadores,] não refletem a realidade. Refletem o olhar da sociedade sobre si mesma .” “Elas não podem conhecer, o que fazem é reconhecer...” (Jean –Louis Besson. A Ilusão das estatísticas)
  • 15. Portanto... .. a qualidade e utilidade de um indicador estão determinadas pela qualidade e relevância das perguntas que motivaram a sua construção
  • 16.
  • 17. Usos dos indicadores Disputa e avaliação do “desenvolvimento” - PIB (década 50) x IDH (1990) IDH-M, IDH-G, IDH-Raça Índice de Qualidade de Vida Índice Paulista de Responsabilidade Social Índice de Vulnerabilidade Juvenil Índice de Exclusão Social Índice de Oportunidades Humanas (IOH) Indicadores de Direitos Humanos Índice de Capacidades Básicas Etc. Formulação, orientação, monitoramento e avaliação de Políticas Públicas Gestão de Projetos e Iniciativas do Terceiro Setor 17
  • 18. Usos no Terceiro Setor Gestão de Projetos: planejamento, monitoramento, avaliação e sistematização (PMAS ou M&A) Avaliação de projetos e programas sociais Definição de Estandares e Certificação Responsabilidade social Marketing social Prestação pública de contas dos produtos e serviços gerados e seus resultados 18
  • 19. 19 Inserção em estratégias de M&A Objetivos controlar, gerenciar; confirmar, ganhar experiência e confiança; aprimorar, mudar; divulgar, difundir; prestar contas; convencer, envolver; compartilhar, dividir; aprender e ensinar etc. Objetivos controlar, gerenciar; confirmar, ganhar experiência e confiança; aprimorar, mudar; divulgar, difundir; prestar contas; convencer, envolver; compartilhar, dividir; aprender e ensinar etc. O que verificar Recursos Atividades, cronograma de execução Resultados, Impactos Contexto / situação Desempenho de pessoas e da equipe Qualidade e dos produtos e serviços Uso de produtos e serviços e satisfação Correlações entre processos O que verificar Recursos Atividades, cronograma de execução Resultados, Impactos Contexto / situação Desempenho de pessoas e da equipe Qualidade e dos produtos e serviços Uso de produtos e serviços e satisfação Correlações entre processos
  • 20. Aprendizado e aprimoramento de estratégias ... A realidade é fruto da ação de muitos atores – a lógica planejada de um projeto ou iniciativa não traduz a realidade Incerteza, complexidade, diversidade = projeto como “aposta” Incerteza de caminhos e resultados => aprendizado contínuo sobre a dinâmica social a partir da experiência Aprender não “acontece”: necessita intenção, investimento, reflexão não espontânea
  • 21.
  • 22. Abordagem Tradicional Referências conceituais e/ou Objetivos do projeto ou organização INDICADORES
  • 23.
  • 24. Referências Conceituais e Objetivos do projeto / org Indicadores Interesses e necessidades de informação dos vários grupos e atores Questões de aprendizado sobre processos críticos e estratégicos Perguntas / Aspectos Prioritários para o monitoramento e avaliação Momentos, Procedimentos e Instrumentos para responder às perguntas “Negociação” real, virtual ou imaginária Abordagem Negocial Características de funciona- mento e de gestão do Projeto / org Estruturas, sistemas e recursos existentes
  • 25.
  • 26.
  • 30. Especificação Operacional Enunciado Conceitos Variável(is) Tipo de medida Fonte Universo Unidade de análise Medida Fórmula Instrumentos de coleta e registro Freqüência de observação/coleta Freqüência de sistematização
  • 31. Exemplo: Mudança nas práticas educativas de professores Mudança nas práticas educativas de professores Práticas pedagógicasPráticas pedagógicasRelação com alunosRelação com alunos Domínio de conteúdosDomínio de conteúdos Uso de BibliotecaUso de Biblioteca Aula expositivaAula expositivaEstudo do MeioEstudo do Meio Recursos audiovisuaisRecursos audiovisuais Aula ExpositivaAula Expositiva Atividade ExtracurricularAtividade Extracurricular Projetos comuns com outros professores Projetos comuns com outros professores Uso de Laboratório de Informática Uso de Laboratório de Informática Diferentes LinguagensDiferentes Linguagens
  • 32. Exemplo: Mudança nas práticas educativas de professores Mudança nas práticas educativas de professores Práticas pedagógicasPráticas pedagógicasRelação com alunosRelação com alunos Domínio de conteúdosDomínio de conteúdos Uso de BibliotecaUso de Biblioteca Aula expositivaAula expositivaEstudo do MeioEstudo do Meio Recursos audiovisuaisRecursos audiovisuais Aula ExpositivaAula Expositiva Atividade ExtracurricularAtividade Extracurricular Projetos comuns com outros professores Projetos comuns com outros professores Uso de Laboratório de Informática Uso de Laboratório de Informática Diferentes LinguagensDiferentes Linguagens Estratégias de sala de aula Estratégias de sala de aula Diversidade de Práticas pedagógicas Diversidade de Práticas pedagógicas NenhumaNenhuma BaixaBaixa MédiaMédia AltaAlta Muito AltaMuito Alta
  • 33.
  • 34.
  • 35. Exemplos de indicadores Assimetria da participação social nos processos de regulação Diversificação de estratégias pedagógicas de professores do ensino médio Adequação e utilização de ambientes pedagógicos Incorporação da perspectiva de gênero nas propostas de organizações sociais Diversidade de parcerias Qualidade e intensidade da participação social em conselhos de políticas públicas Qualidade dos processos de planejamento Grau de envolvimento de escolas com um projeto Acesso a linguagens e expressões artísticas Auto-estima Qualidade do ambiente de relacionamento familiar Adoção de práticas agroecológicas Empoderamento de mulheres Estágio de alcance de metas Nível de participação comunitária de indivíduos Proatividade etc
  • 36. Problemas comuns... Indicador Propaganda Enganosa ou preguiçoso.... Indicador “ Bando de Dados”... Indicador como expressão de causa ou conseqüência Indicadores de “um só tiro” X de acompanhamento Cadastros ou registros inexistentes, incompletos ou inadequados Questionários do tipo Jaque... Definição de amostras em universos bastante reduzidos.. Sistemas de registro e sistematização – de planilhas eletrônicas simples a bancos de dados complexos... Diálogar com a “turma de TI”...
  • 37. Critérios Critérios SMART – válido para “indicador-meta” Atribuível – mudanças são relativas aos processos deflagrados pelos atores em evidência. Sensível – reflete as mudanças que ocorrem no fenômeno em questão . Viável – disponibilidade de fontes, custo, esforço . Confiabilidade – qualidade do levantamento dos dados Inteligibilidade – transparência da metodologia de construção do indicador. Comunicabilidade - compreensível por vários indivíduos e grupos. 37
  • 38. Indicadores O critério da verdade da qualidade de um indicador é se ele é útil para a discussão/reflexão/decisão Há questões para as quais não é necessário ou relevante a produção de indicadores. Outras ferramentas e técnicas podem ser mais úteis e relevantes Precisamos de indicadores quando a observação não nos dá as respostas necessárias ou quando precisamos de informações sintéticas para dialogar com atores que estão distantes Indicador não pode ser um elemento de prova, mas um instrumento de diálogo com outros que estão fora do projeto Se não se consegue fazer um indicador, pode-se realizar estudos ou construir boas perguntas-guia para orientar um processo orientado de observação e debate.
  • 39. “Na prática, nem sempre o indicador de maior validade é o mais confiável; nem sempre o mais confiável é o mais inteligível; nem sempre o mais claro é o mais sensível; enfim, nem sempre o indicador que reúne todas estas qualidades é passível de ser obtido na escala espacial e periodicidade requerida “. (Jannuzzi, Mello, Tibau e Arruda - Curso Indicadores Sociais e políticas públicas. ENCE/IBGE, IBASE, FORD, 2003)
  • 40. Definição/conceitos Precisa o significado dos termos e conceitos contidos no enunciado do indicador. Reduz ambiguidades e orienta a definição das variáveis adequadas Cada índice e/ou conjunto de indicadores relaciona-se a uma teoria acerca do processo em questão Variável(is) O coração do indicador!! Aspectos que variam ao longo do tempo, que expressam parte do fenômeno. “Cercam” e se aproximam da complexidade do fenômeno.
  • 41. Tipo de medida Define se as variáveis serão baseadas em dados, estimativas ou opinião. Fonte Onde vai se buscar, obter ou encontrar a informação de cada variável ou do conjunto delas Universo Define qual é o conjunto de pessoas, organizações ou outra unidade qualquer que será considerada na análise, bem como se serão analisados todos os indivíduos deste universo ou apenas uma amostra dele Unidade de análise Define qual a unidade sobre a qual serão construídas e comparadas as medidas, se indivíduos, organizações, comunidades, cidades, etc.
  • 42. Medida (Unidade de Medida) Medida e escala que será utilizada pelo indicador. Aponta como se quer a “informação” do indicador: Define como será construída a informação do indicador a partir das informações de cada variável. A medida pode ser obtida: Medindo ou contanto - (números exatos); Graduando ou diferenciando - (“muito bom, regular, muito má”); Classificando - (sim ou não, homem ou mulher, etc.); Descrevendo qualitativamente. Fórmula do Indicador Aponta como as informações das variáveis serão combinadas de modo a gerar a medida do indicador.
  • 43. Instrumento(s) de coleta e registro Tipos de instrumentos que serão utilizados. Exemplos: Coleta = Formulário, Calendário, Questionário, caderno de campo, Observação, imagens. Registro = Banco de dados, Planilha, quadro negro, fichas, Vídeo, fotografia, etc. Freqüência de observação, coleta Intervalo de tempo que será necessário levantar as informações de modo a registrar possíveis mudanças na situação. Freqüência de sistematização Intervalo de tempo em que serão sistematizadas e analisadas as informações coletadas
  • 44. Obrigado! Leandro Lamas Valarelli leandrovala@uol.com.br (21) 9808 7200 /2252 4470 Copyleft 2010 Leandro Lamas Valarelli É autorizada e incentivada a reprodução do conteúdo deste documento, no todo ou em parte, em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, desde que citada a fonte e autores.
  • 45. Algumas referências instigantes... BESSON, Jean-Louis (org). A ilusão das estatísticas. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995 CHIANCA, Thomaz; MARINO, Eduardo; SCHIESARI, Laura. Desenvolvendo a cultura de avaliação em organizações da sociedade civil. São Paulo. Global Editora - Instituo Fonte, 2001. (coleção Gestão e Sustentabilidade) FOWLER, Alan. Measuring non-tangible outcomes. April 2002 GERMANN, Dorsi; GOHL, Eberhard. Monitorização Participativa do Impacto - PIM (Participatory Impact Management). GATE / Brot Fur die Welt. Stuttgart. 1997. Cadernos 1, 2 e 3. LAPITZ, Rocío; GORFINKIEL ,Denise et alli. El otro riesgo país: Indicadores y desarrollo en la economía global. Montevideo: CLAES, 2005 JANNUZZI, Paulo de Martino. Indicadores Sociais no Brasil: conceitos, fontes de dados e aplicações. Campinas, SP. Alinea Editora, 2004 KERSTENETZKY, Celia Lessa; CARVALHO, Márcia de. Desenvolvimento como expansão de capacitações. Brasil no Século XXI. 2010, mimeo ROCHE, Cris. Avaliação de impacto dos trabalhos de ongs: aprendendo a valorizar as mudanças.São Paulo: Cortez: ABONG: Oxford, Inglaterra: Oxfam, 2000. SOCIAL WATCH. El uso de indicadores para la evaluación del desarrollo social. Julho,2007. Mimeo.