CARNAVALIZAÇÃO EM
BAKTHIN
Ministrantes: Ana Grabriella Ferreira da Silva
Geilma Hipólito Lúcio
CARNAVALIZAÇÃO
Principais obras que emitem o conceito:
Problemas da poética de Dostoiévki (1929);
A cultura popular na Ida...
CANAVALIZAÇÃO
Algumas características:
Profanação;
Familiarização;
Excentricidade;
Destronamento;
Riso;
Imagem grotesca;
A...
CARNAVALIZAÇÃO
O palco do carnaval medieval era “A praça pública”:
CARNAVALIZAÇÃO
O conceito de carnavalização nos remete de imediato ao signo
carnaval. Porém, é necessário esclarecer que, ...
CARNAVALIZAÇÃO
Sobre o carnaval propriamente dito não é um fenômeno literário. O
carnaval “É uma forma sincrética de espet...
CARNAVALIZAÇÃO
“[O carnaval] era uma forma concreta (embora provisório) da própria
vida [...] durante o carnaval é a própr...
CARNAVALIZAÇÃO
“O carnaval triunfa sobre a mudança, sobre o processo propriamente
dito da mudança e não precisamente sobre...
CARNAVALIZAÇÃO
Na Idade Média, quase toda festa religiosa tinha, em essência, seu
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CARNAVALIZAÇÃO
As manifestações da cultura popular na Idade Média e no
Renascimento foram divididas por Bakhtin em três ca...
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CARNAVALIZAÇÃO
“Nesse sentido, o carnaval não era uma forma artística de espetáculo
teatral, mas uma forma concreta da pró...
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Carnavalização em bakthin

  1. 1. CARNAVALIZAÇÃO EM BAKTHIN Ministrantes: Ana Grabriella Ferreira da Silva Geilma Hipólito Lúcio
  2. 2. CARNAVALIZAÇÃO Principais obras que emitem o conceito: Problemas da poética de Dostoiévki (1929); A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: O contexto de François Rabelais (1965)
  3. 3. CANAVALIZAÇÃO Algumas características: Profanação; Familiarização; Excentricidade; Destronamento; Riso; Imagem grotesca; Ambivalência; Paródia.
  4. 4. CARNAVALIZAÇÃO O palco do carnaval medieval era “A praça pública”:
  5. 5. CARNAVALIZAÇÃO O conceito de carnavalização nos remete de imediato ao signo carnaval. Porém, é necessário esclarecer que, dentro da arquitetônica bakhtiniana, este signo possui um significado diferente. A carnavalização sofreu grade influência do carnaval medieval.
  6. 6. CARNAVALIZAÇÃO Sobre o carnaval propriamente dito não é um fenômeno literário. O carnaval “É uma forma sincrética de espetáculo de caráter ritual, muito complexa, variada, que, sob base carnavalesca geral, apresenta diversos matizes e variações dependendo da diferença de épocas, povos e festejos particulares. O carnaval criou toda uma linguagem de formas concreto-sensoriais e simbólicas, entre grandes e complexas ações de massas e gestos carnavalescos. Essa linguagem exprime de maneira diversificada e, pode-se dizer, bem articulada (como toda linguagem) uma cosmovisão carnavalesca una (porém complexa), que lhe penetra todas as formas. (BAKHTIN, 2005, p.122)
  7. 7. CARNAVALIZAÇÃO “[O carnaval] era uma forma concreta (embora provisório) da própria vida [...] durante o carnaval é a própria vida que se representa e interpreta (sem cenário, sem palco, sem atores, sem espectadores, ou seja, sem atributos específicos de todo espetáculo teatral) uma outra forma livre da sua realização, isto é, o seu próprio renascimento e renovação sobre melhores princípios” (BAKHTIN, 1987, p. 6-7) “É a essa transposição do carnaval para a linguagem da literatura que chamamos de carnavalização da literatura.” (p.122) Em outros termos Bakhtin traz a noção da cosmovisão carnavalesca presente na literatura.
  8. 8. CARNAVALIZAÇÃO “O carnaval triunfa sobre a mudança, sobre o processo propriamente dito da mudança e não precisamente sobre aquilo que muda. O carnaval por assim dizer não é substancional mas funcional. Nada absolutiza, apenas proclama a alegre relatividade de tudo. [...] O carnaval desconhece tanto a negação absoluta quanto a afirmação absoluta.” (BAKHTIN, 2005, p. 125)
  9. 9. CARNAVALIZAÇÃO Na Idade Média, quase toda festa religiosa tinha, em essência, seu aspecto carnavalesco público-popular. [...] Pode-se dizer (com algumas ressalvas, evidentemente), que o homem medieval levava mais ou menos duas vidas: uma oficial, monoliticamente séria e sombria, subordinada à rigorosa ordem hierárquica, impregnada de medo, dogmatismo, devoção e piedade, e outra publica carnavalesca, livre, cheia de riso ambivalente, profanações de tudo o que é sagrado, descidas e indecências do contato familiar com tudo e com todos. E essas duas vidas eram legítimas, porém separadas por rigorosos limites temporais. (BAKHTIN, 2005, p.129)
  10. 10. CARNAVALIZAÇÃO As manifestações da cultura popular na Idade Média e no Renascimento foram divididas por Bakhtin em três categorias: 1. As formas dos ritos e espetáculos (festejos carnavalescos, obras cômicas representadas nas praças públicas, etc.); 2. Obras cômicas verbais (orais e escritas, em latim ou língua vulgar); 3. Diversas formas e gêneros do vocabulário familiar e grosseiro (insultos, juramentos, blasões populares, etc.).
  11. 11. CARNAVALIZAÇÃO
  12. 12. CARNAVALIZAÇÃO “Nesse sentido, o carnaval não era uma forma artística de espetáculo teatral, mas uma forma concreta da própria vida, que não era simplesmente representada no palco, antes, pelo contrário, vivida enquanto durava o carnaval”. (p.06).

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