Lição 11 final

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    1. 1. ESCOLA BÍBLICA 2015
    2. 2. TEMA LIÇÃO
    3. 3. Lição Final: A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO TEXTO ÁUREO
    4. 4. Lição Final: A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO VERDADE PRÁTICA
    5. 5. Lição Final: A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO LEITURA DIÁRIA  Tg 5.7,8 - Pacientes até a vinda do Senhor  Tg 5.9 - Não nos acusemos mutuamente  Tg 5.10,11 - O exemplo da paciência de Jó  Tg 5.12 - Ninguém seja falso  Tg 5.13-16 - A oração da fé  Tg 5.17,18 - O exemplo da oração de Elias
    6. 6. Lição Final: A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Tiago 5.7-20
    7. 7. Lição Final: A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO INTERAÇÃO O meio-irmão do Senhor Jesus dá inicio a sua carta trazendo aos crentes uma palavra de encorajamento, pois ao que tudo indica, eles estavam sendo duramente provados (1.2,3). Sabemos que as provações não são para nos abater, mas para nos lapidar, fortalecer e amadurecer. Tiago finda sua carta, também com uma consolação. Ele fala a respeito da paciência em meio às aflições e cita Jó como exemplo de vida e paciência (5.11). Este servo de Deus, depois de experimentar terríveis sofrimentos, recebe do Todo-Poderoso a sua vitória. Tiago lembra aos irmãos que Jesus em breve voltará e que toda tribulação terá o seu fim, pois desfrutaremos da misericórdia e bondade de Deus
    8. 8. Lição Final: A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO OBJETIVOS Após esta lição, deveremos estar aptos a:  Compreender o valor da paciência e da proibição de juramento.  Saber a respeito do real significado da unção dos enfermos.  Conscientizar-se da importância da conversão de um irmão.
    9. 9. INTRODUÇÃO Conselho: Ensino ou aviso ao que cabe fazer. Depois de estudarmos os principais assuntos da Epístola de Tiago, nessa última lição deste livro, chegamos às seções finais da carta (v.7-20). Nessa ocasião, analisaremos os ensinos práticos e atuais que o meio-irmão do Senhor escreveu para os seus leitores. São conselhos bíblicos práticos, perenes e necessários ao nosso relacionamento com Deus e a uma boa
    10. 10. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO 1. O valor da paciência e da perseverança (vv.7,8). No versículo sete Tiago evoca uma imagem agrícola para exemplificar o valor da paciência e da perseverança. Tal imagem é comum aos destinatários de sua época. O líder da Igreja em Jerusalém nos ensina que tanto a paciência quanto a perseverança são valores que devem ser cultivados, não em alguns momentos, mas durante a vida toda. A fim de vencermos as dificuldades, privações, inquietações e sofrimentos da existência terrena, precisaremos da paciência e da perseverança. Essas características também estão relacionadas à nossa esperança na vinda do Senhor. Sejamos pacientes e perseverantes em aguardá-la, pois ela, conforme nos diz as
    11. 11. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO 2. O valor da tolerância de uns para com os outros (v.9). Mais uma vez a Palavra do Senhor reitera o cuidado com a língua, pois se não soubermos usá-la acabaremos por cometer falsos julgamentos contra as pessoas. No versículo nove, Tiago adverte-nos acerca do dia do juízo divino. O Juiz está às portas! Ele sim julgará com retidão e, justamente por isso, não podemos nos ocupar emitindo opiniões e comentários falsos contra quaisquer pessoas, quer sejam
    12. 12. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12). O ensino desses três versículos, primeiramente, alude à aflição e a paciência dos profetas que falaram em nome do Senhor. De igual modo, posteriormente, trata da paciência de Jó e o fim que o Senhor lhe concedeu após tamanha aflição e sofrimento (Ez 14.14,20; Hb 11.23- 38). Os crentes a quem Tiago escreveu sentiam-se orgulhosos por ser comparados aos personagens do Antigo Testamento. Ao experimentar as aflições, eles sabiam que assim como Deus concedera graça a Jó (Jó 42.10-17), da mesma forma daria a eles. No versículo doze, após o exemplo do poder de Deus em relação aos seus servos, os profetas e Jó, Tiago admoesta-nos a que não caiamos no erro de jurar pelo céu ou pela terra. Nossas palavras não são poderosas para garantir o juramento. Não! Tudo depende de Deus e da sua vontade. Tiago nos ensina que não devemos fazer tais juramentos, pois a palavra do discípulo de Jesus deve se
    13. 13. II. A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS 1. Oração e cânticos (Tg 5.13). Diante das adversidades, ou nos períodos de bonança, a Bíblia nos recomenda a adorar a Deus. Se estivermos tristes e angustiados, devemos buscar o Senhor em oração; se estivermos alegres, devemos cantar louvores a Deus. Em ambas as situações, Deus deve ser adorado! Como é bom sermos acolhidos pelo Senhor. Se tivermos de chorar, choremos na presença dEle; se tivermos de cantar, entoemos louvores diante
    14. 14. II. A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS 2. A oração da fé (vv. 14,15). A orientação de se chamar os presbíteros, ou anciãos da comunidade cristã, para orar por um enfermo e ungi-lo com azeite, denota a ideia de respeito que os crentes tinham com esses ministros. Os presbíteros serviam ao povo de Deus com alegria. Isso também indica que a atitude de ungir o enfermo com o óleo não deve ser banalizada em nosso meio. A base bíblica em o Novo Testamento fala do acolhimento ao enfermo para que ele seja curado. É a “oração da fé” que, além de curar o
    15. 15. II. A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS 3. Oração e confissão (v.16-18). Esse é um texto maravilhoso, mas infelizmente, desprezado por muitos. Ele rechaça a “confissão entre os irmãos”. É um incentivo a koinonia, ou seja, à união e ao amor fraternal entre os salvos. Como todos somos pecadores, em vez de acusarmo-nos uns aos outros, devemos realizar confissões públicas para ajudarmo-nos mutuamente. Uma vez confessada a nossa culpa e tendo orado uns pelos outros, seremos sarados. Tiago lança ainda mão do conhecido profeta Elias, para mostrar que até mesmo um homem como ele, que foi usado poderosamente por Deus, era igual a nós e sujeito às mesmas paixões. Todavia, o profeta orou e Deus ouviu o seu clamor (1 Re 17.1; 18.1).
    16. 16. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO 1. O cuidado de uns para com os outros (v.19). Nos versículos finais da epístola, a conversão é ilustrada como literalmente retornar à verdade original da qual alguém um dia se afastou. A mensagem é bem clara: só podemos alcançar quem se desviou da verdade se formos em busca de tal pessoa. Para ir precisamos exercer um cuidado especial e amoroso de uns para com os
    17. 17. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO 2. A proximidade do ensino de Tiago com o de Jesus. É importante ressaltarmos que o ensino da Epístola de Tiago encontra-se em plena harmonia com o Evangelho de Jesus (Mc 12.30,31). Com muita clareza percebemos que o fio condutor que perpassa toda a epístola é justamente o da Lei do Amor: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o
    18. 18. CONCLUSÃO Chegamos ao fim do estudo panorâmico e conciso da Epístola de Tiago. Que cada um de nós, não importando a idade, cresça mais e mais em Cristo, para a glória e o louvor de Deus Pai. O nosso desejo é que a Igreja do Senhor cresça diariamente no temor de Deus, em Sua santidade, demonstrando a fé em Cristo Jesus através das boas obras, pois esta é a vontade do

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