12 armagedom

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12 armagedom

  1. 1. ARMAGEDOM Cada crente instruído no segundo advento sabe que o conflito entreo bem e o mal começa no quartel geral do universo com a revolta deLúcifer contra o filho de Deus e Seus métodos de governo. Transferido aesta Terra, foi prolongado por milhares de anos. Este conflito está agorase aproximando de sua última fase; e o último espetáculo, a última crisena ordem presente da história da terra, é o que a Bíblia simbolicamentechama Armagedom. Muita ignorância prevaleceu com respeito a esta crise final. Foramfeitas descrições de um gigante no conflito militar no sudoeste da Ásia,entre o oriente e o ocidente. Esta "batalha do grande dia de Deus Todo-Poderoso" tem sido descrita em detalhes de acordo com os termos de usomilitar com que o orador ou escritor estava familiarizado, esquecendo oimportante fato que é o Rei dos reis e Senhor dos senhores que vai àfrente dos exércitos do céu contra todas as forças unidas de todo omundo. É uma tal batalha ou guerra com metralhadoras, tanques,aeroplanos e bombas atômicas?. Desde a publicação magistral de W. E. Read de todo este assuntoem Our Firm Foundation, vol. II (pp. 239-335), tem havido pouco lugarpara pontos de vistas anteriores sobre este assunto. O capítulo de Read esclarece o seguinte, entre outros pontosimportantes: 1) A guerra ( chamada erroneamente "batalha") falada na revelaçãosob o termo "Armagedom" será simplesmente a última da grandecontrovérsia que foi começada há muito por Lúcifer no quartel geral douniverso. Muitas vezes, durante as gerações posteriores, esta disputaalcançou uma crise, e toda vez Lúcifer perdeu e o Filho de Deus foivitorioso. Armagedom é o nome dado à última crise da série; desta vezLúcifer, aliás Satanás ou o diabo encontra a sua derrota final e completa. 2) No Éden ele ganhou Adão e Eva para o seu lado, mas no fim dacontrovérsia ele encontra uma companhia de 144.000 que tomam a sua
  2. 2. Armagedom 2posição ao lado de Deus e são tão firmes e dedicados a Seu Comandante,que Lúcifer nada pode fazer com eles. Como o Seu Dirigente noGetsêmani, Satanás não acha nenhum ponto em que ele possa enganar ouludibriá-los. Ele alista os dirigentes não redimidos, e povos do mundointeiro, de seu lado, e unidos fazem guerra contra o Cordeiro e Seus fiéissúditos; mas "O Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e oRei dos reis. Vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se achamcom ele" (Apocalipse 17:14). Em Apoc. 19:11-21 está o relatório dosmesmos eventos, escritos de um ponto de vista ligeiramente diferentes.Ambas as passagens duplicam ou ficam em paralelo com a passagem doArmagedom, e todas as três lidam com o mesmo evento. 3) É uma crise universal, global em extensão. Não houve neutrosnos dias de Noé; não haverá nenhum no Armagedom. Aos espíritos dedemônios se ajuntarão "os reis da terra e de todo o mundo" ( Apoc. 16:14)para guerrear contra Deus na Pessoa de seu, povo. Alinhados do lado doúltimo estará o resplandecente Rei dos Reis e Senhor dos senhores, com"Exércitos que estavam nos céus" seguindo-o (Apoc. 19:14); deste ladonão haverá vitimas, do outro lado nenhum sobrevivente. 4)Em três passagens separadas O Grande Conflito torna claro que ofim da provação humana virá, não entre a agitação e confusão de outraguerra mundial, mas (quando dirigentes religiosos estiverem exaltando oprogresso e iluminação mundanos, e o povo estiver embalado em umafalsa segurança (p. 38), quando os sinos do matrimônio estiveremtangendo e todos estiverem olhando à frente para muitos anos deprosperidade mundial" (p. 338; veja também pp. -491). 5) Quanto a assim a chamada fase militar do Armagedom, isto seaplica ao tumulto e completa confusão depois da prova terminar. "Depois que os santos tiveram livramento pela voz de Deus, a multidãodos ímpios volveu sua ira, de uns contra os outros. A Terra parecia serinundada com sangue, e havia cadáveres de uma extremidade dela a outra."– Primeiros Escritos, p. 290.
  3. 3. Armagedom 3 Assim escreve W. E. Read: "Depois de os santos serem todos selados, e o poderoso Fiat sair dotrono de Deus é que a atual guerra (militar) do dia de Deus ocorre. Isto será,em parte ao menos, quando os juízos estiverem caindo sem misericórdiasobre as cabeças descobertas dos perversos, e alcançará o seu clímaxquando o Senhor dos Céus cavalgar para ter Sua controvérsia com asnações." – Our Firm Foundation, Vol. II, p. 300. Mas agora temos que relacionar a verdade a respeito doArmagedom ao assunto geral do tempo do fim para podermos ver suarelação com o quadro geral, pois no plano do Rei da eternidade oArmagedom será um importante marco militar ao lado do caminho paraa final liquidação do problema do pecado. Todos nós precisamos tornar-nos mais inteligentes com respeito a estes assuntos, pois todos nosprecisamos "Compreender o progresso dos eventos no dispor das naçõespara o último conflito da grande controvérsia." Testimonies, vol. 8 p. 307. Alguns mal entendidos precisam ser esclarecidos primeiro sobreArmagedom. Os melhores entendidos agora quase universalmenteconcordam que este nome é simbólico, pois é um nome inventado e nãotem nenhuma locação especificamente geográfica. Etimologicamentenão conexão com Megido, exceto na assonância, uma ligeira semelhançano som, ela é usada no Apocalipse como um símbolo da luta final entre obem e o mal, a última crise moral e religiosa, na história terrena dahumanidade. Todas as nações e povos através da terra toda, estão envolvidas umadúzia de passagens tanto no Velho e Novo Testamento, assim declara. Ena própria natureza das coisas isto deve ser correto. Então fantasia osfatos ao falar dele como um negócio militar num pequeno canto dosudoeste da Ásia. No começo desta passagem do Armagedom, dando os eventos queocorrem sob a sexta praga (Apoc. 16:12-16) nós somos informados arespeito do secamento do grande rio Eufrates "para preparar o caminhodos reis do oriente".
  4. 4. Armagedom 4 Isto também é figurado, pois em qualquer moderna luta osecamento mesmo do mais largo rio não teria importância para um ladoou outro. Simbólico, sim; mas do quê? A maneira de Deus ver os eventos em nossos tempos, ou mesmo dedescrevê-los para nós nestes últimos dias, pode melhor ser entendidopelo estudo de seus métodos de lidar com conhecimentos em antigostempos, pois então a providência de Deus nos mostrou as normas decomo Ele administra os negócios das nações "pois tudo quanto outrorafoi escrito, para nosso ensino foi escrito". Rom. 15:4. Ele não premia aignorância ou preguiça mental. Nós temos somente a nós mesmos paraculpar, se não usamos os relatórios do Velho Testamento e suasprofecias para ajudar-nos a compreender seus textos como estamosconsiderando aqui. Em muitos lugares os israelitas foram advertidos de antemão arespeito do que Babilônia faria por eles. Muito tempo antes de setornarem cativos e escravos em Babilônia, eles foram avisados sobreCiro e seus persas, que viriam do Oriente para libertá-los. Um dos seusatos espetaculares ao capturar Babilônia e assim libertando os judeuscativos, seria o desviarem as águas do Eufrates, estas águas tendo sidopor séculos uma das maiores proteções de Babilônia. Então quandoBabilônia foi tomada se libertou os judeus cativos e permitiu que elesvoltassem à sua própria terra. Tudo isto é o ambiente divino, pelo que é dito sob a sexta praga, arespeito do secamento do grande rio Eufrates, para que o caminho dosreis do Oriente pudesse ser preparado. Um estudo cuidadoso deste relatório inteiro, dos eventos da sextapraga, convencerão a qualquer leitor imparcial que "os reis do oriente"estão em contraste antitético aos "reis da terra e de todo o mundo", comosão mencionados no verso 14. Sendo que os últimos são os inimigos deDeus e de Seu povo, então, segue-se que os "reis do oriente" devem estardo lado de Deus, assim devem ser considerados como libertadores,exatamente como Ciro e seus persas que vieram do Oriente se tornaram
  5. 5. Armagedom 5os libertadores dos judeus por ocasião da destruição da antiga Babilônia.A moderna Babilônia, a Grande, também é protegida por suas "muitaságuas" (Apoc. 17:1), que simbolizam os muitos "povos e multidões, enações, e línguas" (Verso 15). Quando estas multidões acordam para vera maneira em que eles foram enganados pela grande meretriz – umdespertamento que ocorrerá sobre as pragas precedentes, mas tardedemais para lhes fazer qualquer bem – este acordar tardio constituirá osecamento do Eufrates e preparará o caminho para os anjos de Deusvirem para a final e permanente libertação de seu povo tristementesitiado. Dois outros textos lidam com os mesmos eventos a respeito doArmagedom e significam o mesmo. Em Apocalipse 19:11-21 o Rei dosreis e Senhor dos senhores é descrito como cavalgando num cavalobranco com todos os exércitos do céu presentes. Em oposição, oudispostos em batalhas contra eles, estão "a besta, e os reis da terra, e seusexércitos" (verso 19); mas o que podem todos os poderes da terra realizarem um conflito tão desigual? Ellen G. White torna-o muito claro que esta passagem é equivalenteà batalha do Armagedom: "A batalha do Armagedom em breve será ferida. Aquele em cujasvestes está escrito o nome, Rei dos reis e Senhor dos senhores, em brevedirigirá os exércitos do céu". Testimonies to the Church, Vol. 6, p. 406. A outra passagem exatamente paralela é de Apocalipse 17:14, ondeos dez reis "concordam", ou chegam a "um pensamento" e fazem guerraao Cordeiro, "e o Cordeiro os vencerá; pois ele é Senhor dos senhores, eRei dos reis." Ninguém pode deixar de notar a linguagem idêntica aquique é usada em Apocalipse 19, e ambas são equivalentes à passagem doArmagedom. Todos os três significam o mesmo conflito entre o bem e omal, quando o Filho de Deus sai para fazer um fim completo a todaoposição humana e satânica, a guerra do "grande dia de Deus Todo-Poderoso".
  6. 6. Armagedom 6 Toda a pessoa na terra tem que enfrentar este Armagedom ou de umlado ou de outro. Não haverá neutros naquele dia. Dante retratou osfogos mais quentes do inferno para os que tinham tentado serem neutrosem uma hora de crise moral, e a Providência assegura que todos terão deser contados do lado de Deus ou contra Ele. "Uma vez a todo homem ounação vem o momento de decidir", na luta da Verdade com a Falsidade,para o lado do bem ou mal. Durante os longos séculos desde o começo uns poucos indivíduosaqui e ali em cada geração tem alcançado uma maturidade de caráter,quando, como Jó eles podiam resistir aos assaltos máximos do mal. Elesnão somente confiaram na justiça de Cristo como imputada a eles, maseles tinham este caráter justo tão impartido a eles ou incorporados emseus seres que eles eram de todas as maneiras vitoriosas contra Satanásem todos os seus disfarces. Também tem sido universalmente verdadeiro que toda a sociedadeorganizada durante todos os longos séculos, tem sido sempre umfracasso. Antes do Dilúvio os Setitas falharam como um grupo e a terratornou-se universalmente corrupta. Os israelitas falharam durante otempo dos juízes também durante a gloriosa prosperidade de Davi eSalomão; e os dois reinos tiveram que ir ao cativeiro. Depois do exílionão foi melhor e finalmente eles crucificaram Seu longamente prometidoRei Ungido. O pentecoste trouxe poder Divino ao grupo e deu-lhes umnovo começo mas Paulo reconheceu que o mistério da iniqüidade jáestava operando em seus dias, e no tempo de Constantino a Igreja comoum corpo se vendeu e formou um casamento adúltero com o inimigo. AReforma parecia prometer coisas melhores; mas cada uma das igrejas Reformadas deixou de se separar do poder civil, e todas igualmente usavamo açoite de César para compelir a obediência às exigências eclesiásticas. A cabeça Divina da Igreja, determinou, porém, existir diante doUniverso uma igreja pura, sem manchas nem rugas ou qualquer coisa tal,uma igreja purificada em doutrina, guardando todos os mandamentos epossuindo a justiça de Cristo tão incorporada em seu ser íntimo, que eles
  7. 7. Armagedom 7serão capazes de suportar sem um Mediador contínuo tudo que o inimigopode lançar contra eles e serem vitoriosos sobre o assalto final da besta esua imagem. "Em sua boca nenhuma mentira foi encontrada, pois elessão sem mancha". Apoc. 14:5, R.S.V. "Cousas gloriosas são faladas deti, ó cidade de Deus". Salmos 87:3. Recebemos a certeza de "a oração de Cristo, de que a igreja fosseuma, como Ele e o Pai eram um, será afinal atendida" – Testemunhospara Ministros, p. 50. "Quando a tempestade da perseguição realmente se lançar sobre nósas verdadeiras ovelhas ouvirão a voz do Pastor verdadeiro... O povo deDeus se unirá e apresentará ao inimigo uma frente unida... então amensagem do terceiro anjo aumentar-se-á a um alto clamor e a terra todaserá iluminada com a glória do Senhor" – Testimonies, vol. 6 p. 401. A mesma ordem e harmonia perfeita que prevalecem nos céus serávisto aqui entre o povo de Deus na terra. Como já vimos em umaprevisão: "Marchavam em perfeita ordem, semelhantes a um grupo desoldados". Primeiros Escritos, p. 271. Eles manterão o passo uns com osoutros em toda a parte neste mundo terrível porque todos estão ouvindo amesma batida de tambores da orquestra celestial. "E agora nestes últimosdias, quando Deus está levando os Seus filhos à unidade da fé, há maisreal necessidade de ordem que jamais antes". Ibid, p. 97. Todos nós reconhecemos que precisamos ter uma preparaçãoespecial para enfrentarmos a crise à frente, mas como nós a obteremos?Os nossos dirigentes constantemente nos lembram a nossa condiçãolaodiceana; mas esta condição que é simplesmente a forma moderna doantigo farisaísmo, não é melhor conhecida certamente do que adisposição espalhada de diminuir o que é chamado "Ensino doutrinal" oupregação concluindo que nós já temos toda a luz que precisamos comrespeito às profecias de Daniel e do Apocalipse. Os santos fundadores donosso trabalho jamais tomaram esta posição. Os dirigentes como TiagoWhite, José Bates, e Ellen White sempre diziam que nós constantementedevíamos procurar mais luz. e compreensão melhor destas plantas
  8. 8. Armagedom 8divinas dos tempos à frente, pois somente por assim recebermos nova luzcom respeito a eles estaríamos nós em condições de sobreviver aosperigos do grande conflito final. É verdade, nós devemos ser cuidadosos no procurarmos interpretarprofecias não cumpridas, mas existe um outro lado nesta situação. Nósestamos agora tão perto do clímax final que, a não ser quecompreendamos corretamente estas profecias a respeito do tempo àfrente, eles não podem fazer-nos nenhum bem, e nós facilmenteperderíamos suas mensagens apropriadas. Neste ponto nós temos aseguinte advertência: "Devemos nós esperar até o cumprimento das profecias do fim antesde dizermos qualquer cousa a respeito delas? De que valor serão as nossaspalavras então? Devemos nós esperar, até que os juízos de Deus caiamsobre o transgressor antes de lhe dizermos como evitá-las? Onde está anossa fé na palavra de Deus? Precisamos nós ver as cousas preditasacontecerem antes de vermos o que Ele nos disse? Em claros, distintosraios de luz tem vindo a nós, mostrando-nos que o grande dia do Senhorestá perto às mãos, mesmo às portas. Leiamos e compreendamos antesque seja tarde demais". Testimonies, vol. 9, p. 20. Nós oramos por um reavivamento e reforma, mas nós fomosinformados plenamente como devíamos recebê-lo. Podemos nós esperarque Deus aprove nossos esforços humanos de produzi-los enquanto nósestamos negligenciando os métodos que Ele já selecionou e aprovou? "Quando nós, como um povo, compreendermos o que este livro (oApocalipse) para nós significa, ver-se-á entre nós grande reavivamento." –Testemunhos para Ministros, p. 113. Isto é porque a correção de um erro doutrinal pode ter um podervitalizante e eletrificador sobre tanto o corpo como a alma. Isto é porqueas profecias de Deus são promessas implícitas. Quando cridas e aceitaspela fé, elas se tornam parte do depósito de "grandes e preciosaspromessas", pelos quais nos tornamos "participantes da natureza divina",e escapamos "à corrupção que está no mundo" (2 Pedro 1:4).
  9. 9. Armagedom 9 Nós oramos por uma melhor experiência religiosa masnegligenciamos os próprios meios pelos quais elas podem ser obtidas. "Quando os livros de Daniel e Apocalipse forem bem compreendidos,terão os crentes uma experiência religiosa inteiramente diferente". –Testemunhos para Ministros, p. 114. Nenhum progresso jamais será feito por diminuirmos edesprezarmos cuidadosas e corretas normas doutrinárias. O erro e idéiasfalsas nunca santificam, mas a verdade de Deus sempre tem umainfluência santificadora. Quando as verdades especiais planejadas porDeus para os nossos tempos são recebidas e aceitas sempre resultarão emuma experiência religiosa melhorada. Nosso salvador divino tem umprograma e um método para produzir os resultados que Ele deseja, e Elenão irá honrar tempos e métodos diferentes do que os que Ele ordenou. Nós ouvimos muito a respeito de recebermos a justiça de Cristo,mas isto quase sempre se refere à imputação desta justiça. Isto é muitomais importante como um começo, mas existe uma muito mais elevadafase de consecução, quando o caráter justo de Cristo torna-se impartido anós quando nos tornamos cristãos amadurecidos vencedores, completosem Seu nome e por sua graça. Esta maturidade ou caráter impartido é orequisito para recebermos o selo de Deus, para que nós possamossuportar e tornar-nos membros dos 144.000 triunfantes. "Que lutemos com toda a força que Deus nos deu para estarmos entreos cento e quarenta e quatro mil". Ellen G. White, Review and Herald, de 9de março de 1905. "Esta diante da igreja o amanhecer de um dia brilhante e glorioso, seela puser as vestes da justiça de Cristo, retraindo-se de toda a aliança aomundo" – Testimonies, vol. 8 p. 11. "É impossível dar uma idéia da experiência do povo de Deus queestará vivo sobre a terra quando a glória celestial e a repetição dasperseguições do passado forem unidas. Eles andarão na luz que procede dotrono de Deus. Por intermédio dos anjos haverá constate comunicação entreos céus e a Terra". – Ibid. Vol. 9, p. 16.
  10. 10. Armagedom 10 "Nós estamos nos dirigindo para casa.... Não demorará muito até quenós O vejamos em que nossa esperança de vida eterna estão concentrados.E em sua presença, todas as provas e sofrimentos desta vida serão comonada". – Ibid, p. 287.

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