Estrutura e superestrutura

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    1. 1. Estrutura e Superestrutura Classes sociais e estrutura social. Um toque de Clássicos Karl Marx
    2. 2. Estrutura e Superestrutura • O conjunto das forças produtivas e das relações sociais de produção de uma sociedade forma sua base ou estrutura • Fundamento sobre o qual se constituem as instituições políticas e sociais.
    3. 3. • São os homens que produzem as suas representações, mas os homens reais, atuantes, e tais como foram condicionados por um determinado desenvolvimento das suas forças produtivas e do modo de relações que lhe corresponde • A consciência nunca pode Ser mais que o Ser consciente, e o Ser dos homens é o seu processo da vida real
    4. 4. • Assim, a explicação das formas jurídicas, políticas, espirituais e de consciência encontra-se na base econômica e material da sociedade, no modo como os homens estão organizados no processo produtivo.
    5. 5. Classes Sociais e Estrutura social • A atividade vital do trabalhador, a manifestação de sua própria vida • Através dela o homem se humaniza.
    6. 6. • No processo de produção os homens estabelecem entre si determinadas relações sociais através das quais extraem da natureza o que necessitam.
    7. 7. • Enquanto as sociedades estiveram limitadas por uma capacidade produtiva exígua, a organização social era simples e existia apenas uma divisão natural
    8. 8. • O surgimento de um excedente da produção que permite a divisão social do trabalho, assim como a apropriação das condições de produção por parte de alguns membros da comunidade os quais passam a estabelecer algum tipo de direito sobre o produto ou sobre os próprios trabalhadores.
    9. 9. • A configuração básica de classes nos termos expostos acima expressa-se, de maneira simplificada, num modelo dicotômico: de um lado, os proprietários ou possuidores dos meios de produção, de outro, os que não os possuem. • A utilidade do esquema dicotômico reside na possibilidade de identificar a configuração básica das classes de cada modo de produção
    10. 10. • A tendência do modo capitalista de produção é separar cada vez mais o trabalho e os meios de produção, concentrando e transformando estes últimos em capital e àquele em trabalho assalariado e, com isso, eliminar as demais divisões intermediárias das classes.
    11. 11. • A organização econômica e política ancoraram-se cada vez mais firmemente em níveis internacionais e, no interior de cada sociedade.
    12. 12. • A crítica feita pelo marxismo à propriedade privada dos meios de produção da vida humana dirige-se, antes de tudo, às suas conseqüências: a exploração da classe de produtores não-possuidores por parte de uma classe de proprietários, a limitação à liberdade e às potencialidades dos primeiros e a desumanização de que ambos são vítimas.
    13. 13. • O domínio dos possuidores dos meios de produção não se restringe à esfera produtiva: a classe que detém o poder material numa dada sociedade é também a potência política e espiritual dominante.
    14. 14. Fim

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