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ESCOLA ESTADUAL “JOSÉ ALVES RIBEIRO”




             KARL MARX


Profª. – Fatima Freitas
        ROCHEDO - MS
  Karl Heinrich Marx – Nasceu em Tréveris, 5 de
  maio de 1818— Faleceu em Londres, 14 de março
  de 1883) foi um intelectual alemão considerado
  um dos fundadores da Sociologia.
 Também podemos encontrar a influência de
  Marx em várias outras áreas tais como: Filosofia,
  Economia, História já que o conhecimento
  humano, em sua época, não estava fragmentado
  em diversas especialidades da forma como se
  encontra hoje.
 Teve participação como intelectual e como
  revolucionário no movimento operário, sendo
  que ambos (Marx e o movimento operário)
  influenciaram uns aos outros durante o período
  em que o autor viveu.
 Com   formação em Filosofia, Direito e Economia,
  iniciou seus estudos dedicando-se aos temas
  relacionados à alienação do homem,
  principalmente as geradas pelas condições de
  trabalho.
 Mais tarde mudou a atenção para a conexão
  entre economia e vida social, argumentava que
  a organização da vida econômica – tanto no
  Estado feudal como no capitalismo industrial –
  afetava todos os demais aspectos da vida social,
  da família à religião e à cultura, principalmente
  a popular.
   Karl Marx desenvolveu a teoria do materialismo
    histórico – uma vez que tudo no capitalismo
    envolve sistemas econômicos e cujo principal
    foco são os aspectos materiais da vida humana.
   Foi a corrente mais revolucionária do
    pensamento social, tanto no campo teórico
    quanto no da ação política e prática social.
    É também um dos pensamentos mais difíceis de
    compreender, explicar ou sintetizar, pois Marx
    produziu muito, suas idéias se desdobraram em
    várias correntes e foram incorporadas por
    inúmeros teóricos.
 Sua  obra máxima, O CAPITAL, destinava-se a
  todos os homens, não apenas aos estudiosos.
 As condições básicas da sociedade capitalista e
  as possibilidades de superação apontadas pelas
  obras de Marx não puderam permanecer
  ignoradas pela sociologia.
 Suas teorias tinham em comum o desejo de
  impor de uma só vez uma transformação social
  total, implantando assim, o império da razão e
  da justiça eterna, defendia a eliminação do
  individualismo, da competição e da influência
  da propriedade privada.
 Para Marx, os ―males‖ do capitalismo não eram
  causados por indivíduos maus, mas por um
  sistema organizado de um modo que gerava
  conseqüências más.
   O capitalismo surge na história quando, por circunstâncias
    diversas, uma enorme quantidade de riquezas se concentra
    nas mãos de uns poucos indivíduos, que têm por objetivo a
    acumulação de lucros cada vez maiores.
   No início, a acumulação de riquezas se fez por meio da
    pirataria, do roubo, dos monopólios e do controle de preços
    praticados pelos Estados absolutistas.
   A comercialização era a grande fonte de rendimentos para os
    Estados e a nascente burguesia.
   Uma importante mudança aconteceu com a Revolução
    Industrial, quando, a partir do século XVI, o artesão e as
    corporações de oficio foram substituídas pelo trabalhador
    ―livre‖ assalariado – o operário – e pela indústria.
    Segundo Marx, a Revolução Industrial acelerou o processo de
    alienação do trabalhador aos meios e dos produtos de seu
    trabalho.
  Marx desenvolveu o conceito de alienação
  mostrando que a industrialização, a
  propriedade privada e o assalariamento
  separavam o trabalhador dos meios de
  produção – ferramentas, matéria-prima, terra e
  maquinas –, que se tornavam propriedade do
  capitalista.
 Separava também, ou alienava, o trabalhador
  do fruto de seu trabalho, que também é
  apropriado pelo capitalista.
 Essa é a base da alienação econômica do
  homem sob o capital.
  Politicamente, também o homem se tornou
  alienado, pois o princípio da representatividade –
  base do liberalismo – criou a idéia de Estado como
  um órgão político imparcial, capaz de representar
  toda a sociedade e dirigi-la de acordo com o
  poder delegado pelos indivíduos.
 Marx mostrou, entretanto, que na sociedade de
  classes esse Estado representa apenas a classe
  dominante e age conforme o interesse desta.
 Uma vez alienado, separado e mutilado, o
  homem só pode recuperar sua condição humana
  pela critica radical ao sistema econômico, à
  política e a filosofia que o excluíram da
  participação efetiva na vida social
  Karl Marx argumentava que as divisões de classe
  baseiam-se em diferenças nas relações entre indivíduos
  e processo de produção, em especial na propriedade e
  controle dos meios de produção.
 Sob o capitalismo, esses meios são possuídos e
  controlados por uma única classe – a classe burguesa ou
  capitalista –, cujos membros não os usam
  concretamente para produzir riquezas.
 Em vez disso, esse trabalho é realizado por membros
  da classe operária ou proletariado, que produz
  riquezas, mas não possui e não controla os meios de
  produção.
 Sendo assim, os capitalistas dependem necessariamente
  do trabalho de outras pessoas para prosperar, dessa
  maneira eles controlam os meios de produção e, por
  extensão, a riqueza produzida.
 Os trabalhadores satisfazem suas necessidades através
  de salários, que lhe são pagos em troca da venda de seu
  trabalho - força de trabalho -, salários que, do ponto de
  vista marxista, representam apenas uma parte do valor
  da riqueza que eles produzem.
 Daí, classe e relações de classe baseiam-se em tensão
  e luta de interesses e opostos, antagônicos e
  conflitantes, exploração, complementaridade e
  interdependência entre as classes sociais.
 O proletário e a burguesia não foram as únicas classes
  identificadas por Marx, embora sejam as mais
  importantes.
 As demais incluíam a aristocracia e os donos da terra, e
  o lumpemproletariado, ou subclasse – que incluiria a
  atual população dos sem-teto/miseráveis – que não
  mantém nenhuma relação com o processo de produção.
o   A história do homem é, segundo Marx, a história
    da luta de classes, da luta constante entre
    interesses opostos, embora esses conflitos nem
    sempre se manifestem socialmente sob a forma
    de guerra declarada.
o   As divergências, oposição e antagonismo de
    classes estão subjacentes á toda relação social,
    nos mais diversos níveis da sociedade, em todos
    os tempos, desde o surgimento da propriedade
    privada.
o   Marx queria a inversão da pirâmide social, ou
    seja, pondo no poder a maioria, os proletários,
    que seria a única força capaz de destruir a
    sociedade capitalista e construir uma nova
    sociedade, socialista.
 O que é decisivo são as ações das classes sociais
  que, para Marx e Engels, em todas as sociedades
  em que a propriedade é privada existem lutas de
  classes (senhores x escravos, nobres feudais x
  servos, burgueses x proletariados).
 A luta do proletariado do capitalismo não deveria
  se limitar à luta dos sindicatos por melhores
  salários e condições de vida.
 Ela deveria também ser a luta ideológica para
  que o socialismo fosse conhecido pelos
  trabalhadores e assumido como luta política pela
  tomada do poder.
 Sob o CAPITALISMO, os trabalhadores não vendem
  trabalho, uma vez que não tem controle sob os meios
  de produção, o processo de produção ou o que é
  produzido.
 Tudo o que tem pra vender é tempo – seu potencial
  de produzir alguma coisa – em troca de salário.
 A distinção entre trabalho e força de trabalho é
  fundamental na análise marxista do conflito de classe
  e do capitalismo, porquanto chama a atenção para as
  relações sociais entre trabalhadores, produção e
  classe capitalista, bem como para as conseqüências
  que elas produzem para a natureza do trabalho e a
  criação da desigualdade de classe.
 Privar os trabalhadores de vender seu trabalho, por
  exemplo, e reduzi-los a vender força de trabalho é
  uma das grandes causas da alienação.
 Considerado um conceito fundamental na análise
  marxista, o modo de produção é a maneira como uma
  sociedade é organizada para produzir bens e serviços.
  Consiste de dois aspectos principais: as forças
  produtivas e as relações de produção.
 As forças produtivas incluem todos os elementos que
  são reunidos na produção – da terra, matérias-primas,
  combustível, qualificações e trabalho humano à
  maquinaria, ferramentas e fábrica.
 As relações de produção incluem as forças deles com
  as forças produtivas – se eles são proprietários da
  terra ou dos meios de produção, por exemplo, ou se
  recebem salário para usar meios que pertencem a
  outras pessoas.
   Na economia escravista, as relações de
  produção concentravam-se na posse de escravos,
  que usavam meios de produção de propriedade
  de seus senhores.
 Eles tinham autoridade também para se apropriar
  de tudo o que os escravos produziam, incluindo
  seus filhos.
 Sob o feudalismo, as relações de produção
  tinham caráter diferente.
 A nobreza não possuía os meios de produção, mas
  tinha direito á parte do que era produzido nas
  terras sobre as quais exercia autoridade.
 Os servos eram politicamente submetidos à
  nobreza, mas tinham direito de usar a terra e
  eram donos de seus próprios meios de produção.
 Sob  o capitalismo, as relações de produção e as
  forças produtivas são muito diferentes das que
  vigoravam nas sociedades escravista e feudal.
 Essas forças incluem tecnologia sofisticada,
  através da qual a produção é principalmente
  industrial e não agrária, dependente de insumos
  maciços de energia de fontes como combustíveis
  fósseis e energia nuclear.
 As relações de produção implicam a posse dos
  meios de produção por uma classe capitalista,
  controle dos mesmos por uma classe gerencial,
  e uma grande classe de trabalhadores que os
  utilizam para produzir bens em troca de salário.
    Marx tentou demonstrar que no capitalismo
    sempre haveria injustiça social, e que o
    único jeito de uma pessoa ficar rica e
    ampliar sua fortuna seria explorando os
    trabalhadores, ou seja, o capitalismo, de
    acordo com Marx é selvagem, pois o
    operário produz mais para o seu patrão do
    que o seu próprio custo para a sociedade, e
    o capitalismo se apresenta necessariamente
    como um regime econômico de exploração,
    sendo a mais-valia a lei fundamental do
    sistema.
A  força vendida pelo operário ao patrão vai ser
  utilizada não durante 6 horas, mas durante 8,
  10, 12 ou mais horas.
 A mais-valia é constituída pela diferença entre o
  preço pelo qual o empresário compra a força de
  trabalho (6 horas) e o preço pelo qual ele vende
  o resultado (10 horas por exemplo).
 Desse modo, quanto menor o preço pago ao
  operário e quanto maior a duração da jornada
  de trabalho, tanto maior o lucro empresarial.
 1844- MANUSCRISTOS DE PARIS
 1848 - MANIFESTO COMUNISTA
 O CAPITAL
 Encontrando-se  deprimido por conta da morte de
  sua esposa, ocorrida em Dezembro de 1881, Marx
  desenvolveu, em consequência dos problemas de
  saúde que suportou ao longo de toda a vida,
  bronquite e pleurisia, que causaram o seu
  falecimento em 1883.
 Foi enterrado na condição de apátrida, no
  Cemitério de Highgate, em Londres.
 Muitos dos amigos mais próximos de Marx
  prestaram homenagem ao seu funeral, incluíndo
  Wilhelm Liebknecht e Friedrich Engels. O último
  declamou as seguintes palavras:
   “Marx era, antes de tudo, um revolucionário. Sua verdadeira missão
    na vida era contribuir, de um modo ou de outro, para a derrubada da
    sociedade capitalista e das instituições estatais por esta suscitadas,
    contribuir para a libertação do proletariado moderno, que ele foi o
    primeiro a tornar consciente de sua posição e de suas necessidades,
    consciente das condições de sua emancipação.
    A luta era seu elemento. E ele lutou com uma tenacidade e um
    sucesso com quem poucos puderam rivalizar. (…) Como
    consequência, Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado de seu
    tempo. Governos, tanto absolutistas como republicanos, deportaram-
    no de seus territórios. Burgueses, quer conservadores ou ultra
    democráticos, porfiavam entre si ao lançar difamações contra ele.
    Tudo isso ele punha de lado, como se fossem teias de aranha, não
    tomando conhecimento, só respondendo quando necessidade
    extrema o compelia a tal. E morreu amado, reverenciado e
    pranteado por milhões de colegas trabalhadores revolucionários - das
    minas da Sibéria até a Califórnia, de todas as partes da Europa e da
    América - e atrevo-me a dizer que, embora, muito embora, possa ter
    tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal. ”
Karl marx
Karl marx
“Venda para um
homem um
peixe, ele come
durante um dia,
ensine para um
homem como
pescar, você
arruína uma
oportunidade
empresarial
maravilhosa.”

Karl Marx
 Sociologia   para o Ensino Médio – Nelson Dácio
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  Oliveira
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  • 1. ESCOLA ESTADUAL “JOSÉ ALVES RIBEIRO” KARL MARX Profª. – Fatima Freitas ROCHEDO - MS
  • 2.  Karl Heinrich Marx – Nasceu em Tréveris, 5 de maio de 1818— Faleceu em Londres, 14 de março de 1883) foi um intelectual alemão considerado um dos fundadores da Sociologia.  Também podemos encontrar a influência de Marx em várias outras áreas tais como: Filosofia, Economia, História já que o conhecimento humano, em sua época, não estava fragmentado em diversas especialidades da forma como se encontra hoje.  Teve participação como intelectual e como revolucionário no movimento operário, sendo que ambos (Marx e o movimento operário) influenciaram uns aos outros durante o período em que o autor viveu.
  • 3.  Com formação em Filosofia, Direito e Economia, iniciou seus estudos dedicando-se aos temas relacionados à alienação do homem, principalmente as geradas pelas condições de trabalho.  Mais tarde mudou a atenção para a conexão entre economia e vida social, argumentava que a organização da vida econômica – tanto no Estado feudal como no capitalismo industrial – afetava todos os demais aspectos da vida social, da família à religião e à cultura, principalmente a popular.
  • 4. Karl Marx desenvolveu a teoria do materialismo histórico – uma vez que tudo no capitalismo envolve sistemas econômicos e cujo principal foco são os aspectos materiais da vida humana.  Foi a corrente mais revolucionária do pensamento social, tanto no campo teórico quanto no da ação política e prática social.  É também um dos pensamentos mais difíceis de compreender, explicar ou sintetizar, pois Marx produziu muito, suas idéias se desdobraram em várias correntes e foram incorporadas por inúmeros teóricos.
  • 5.  Sua obra máxima, O CAPITAL, destinava-se a todos os homens, não apenas aos estudiosos.  As condições básicas da sociedade capitalista e as possibilidades de superação apontadas pelas obras de Marx não puderam permanecer ignoradas pela sociologia.  Suas teorias tinham em comum o desejo de impor de uma só vez uma transformação social total, implantando assim, o império da razão e da justiça eterna, defendia a eliminação do individualismo, da competição e da influência da propriedade privada.  Para Marx, os ―males‖ do capitalismo não eram causados por indivíduos maus, mas por um sistema organizado de um modo que gerava conseqüências más.
  • 6. O capitalismo surge na história quando, por circunstâncias diversas, uma enorme quantidade de riquezas se concentra nas mãos de uns poucos indivíduos, que têm por objetivo a acumulação de lucros cada vez maiores.  No início, a acumulação de riquezas se fez por meio da pirataria, do roubo, dos monopólios e do controle de preços praticados pelos Estados absolutistas.  A comercialização era a grande fonte de rendimentos para os Estados e a nascente burguesia.  Uma importante mudança aconteceu com a Revolução Industrial, quando, a partir do século XVI, o artesão e as corporações de oficio foram substituídas pelo trabalhador ―livre‖ assalariado – o operário – e pela indústria.  Segundo Marx, a Revolução Industrial acelerou o processo de alienação do trabalhador aos meios e dos produtos de seu trabalho.
  • 7.  Marx desenvolveu o conceito de alienação mostrando que a industrialização, a propriedade privada e o assalariamento separavam o trabalhador dos meios de produção – ferramentas, matéria-prima, terra e maquinas –, que se tornavam propriedade do capitalista.  Separava também, ou alienava, o trabalhador do fruto de seu trabalho, que também é apropriado pelo capitalista.  Essa é a base da alienação econômica do homem sob o capital.
  • 8.  Politicamente, também o homem se tornou alienado, pois o princípio da representatividade – base do liberalismo – criou a idéia de Estado como um órgão político imparcial, capaz de representar toda a sociedade e dirigi-la de acordo com o poder delegado pelos indivíduos.  Marx mostrou, entretanto, que na sociedade de classes esse Estado representa apenas a classe dominante e age conforme o interesse desta.  Uma vez alienado, separado e mutilado, o homem só pode recuperar sua condição humana pela critica radical ao sistema econômico, à política e a filosofia que o excluíram da participação efetiva na vida social
  • 9.  Karl Marx argumentava que as divisões de classe baseiam-se em diferenças nas relações entre indivíduos e processo de produção, em especial na propriedade e controle dos meios de produção.  Sob o capitalismo, esses meios são possuídos e controlados por uma única classe – a classe burguesa ou capitalista –, cujos membros não os usam concretamente para produzir riquezas.  Em vez disso, esse trabalho é realizado por membros da classe operária ou proletariado, que produz riquezas, mas não possui e não controla os meios de produção.  Sendo assim, os capitalistas dependem necessariamente do trabalho de outras pessoas para prosperar, dessa maneira eles controlam os meios de produção e, por extensão, a riqueza produzida.
  • 10.  Os trabalhadores satisfazem suas necessidades através de salários, que lhe são pagos em troca da venda de seu trabalho - força de trabalho -, salários que, do ponto de vista marxista, representam apenas uma parte do valor da riqueza que eles produzem.  Daí, classe e relações de classe baseiam-se em tensão e luta de interesses e opostos, antagônicos e conflitantes, exploração, complementaridade e interdependência entre as classes sociais.  O proletário e a burguesia não foram as únicas classes identificadas por Marx, embora sejam as mais importantes.  As demais incluíam a aristocracia e os donos da terra, e o lumpemproletariado, ou subclasse – que incluiria a atual população dos sem-teto/miseráveis – que não mantém nenhuma relação com o processo de produção.
  • 11. o A história do homem é, segundo Marx, a história da luta de classes, da luta constante entre interesses opostos, embora esses conflitos nem sempre se manifestem socialmente sob a forma de guerra declarada. o As divergências, oposição e antagonismo de classes estão subjacentes á toda relação social, nos mais diversos níveis da sociedade, em todos os tempos, desde o surgimento da propriedade privada. o Marx queria a inversão da pirâmide social, ou seja, pondo no poder a maioria, os proletários, que seria a única força capaz de destruir a sociedade capitalista e construir uma nova sociedade, socialista.
  • 12.  O que é decisivo são as ações das classes sociais que, para Marx e Engels, em todas as sociedades em que a propriedade é privada existem lutas de classes (senhores x escravos, nobres feudais x servos, burgueses x proletariados).  A luta do proletariado do capitalismo não deveria se limitar à luta dos sindicatos por melhores salários e condições de vida.  Ela deveria também ser a luta ideológica para que o socialismo fosse conhecido pelos trabalhadores e assumido como luta política pela tomada do poder.
  • 13.  Sob o CAPITALISMO, os trabalhadores não vendem trabalho, uma vez que não tem controle sob os meios de produção, o processo de produção ou o que é produzido.  Tudo o que tem pra vender é tempo – seu potencial de produzir alguma coisa – em troca de salário.  A distinção entre trabalho e força de trabalho é fundamental na análise marxista do conflito de classe e do capitalismo, porquanto chama a atenção para as relações sociais entre trabalhadores, produção e classe capitalista, bem como para as conseqüências que elas produzem para a natureza do trabalho e a criação da desigualdade de classe.  Privar os trabalhadores de vender seu trabalho, por exemplo, e reduzi-los a vender força de trabalho é uma das grandes causas da alienação.
  • 14.  Considerado um conceito fundamental na análise marxista, o modo de produção é a maneira como uma sociedade é organizada para produzir bens e serviços. Consiste de dois aspectos principais: as forças produtivas e as relações de produção.  As forças produtivas incluem todos os elementos que são reunidos na produção – da terra, matérias-primas, combustível, qualificações e trabalho humano à maquinaria, ferramentas e fábrica.  As relações de produção incluem as forças deles com as forças produtivas – se eles são proprietários da terra ou dos meios de produção, por exemplo, ou se recebem salário para usar meios que pertencem a outras pessoas.
  • 15. Na economia escravista, as relações de produção concentravam-se na posse de escravos, que usavam meios de produção de propriedade de seus senhores.  Eles tinham autoridade também para se apropriar de tudo o que os escravos produziam, incluindo seus filhos.  Sob o feudalismo, as relações de produção tinham caráter diferente.  A nobreza não possuía os meios de produção, mas tinha direito á parte do que era produzido nas terras sobre as quais exercia autoridade.  Os servos eram politicamente submetidos à nobreza, mas tinham direito de usar a terra e eram donos de seus próprios meios de produção.
  • 16.  Sob o capitalismo, as relações de produção e as forças produtivas são muito diferentes das que vigoravam nas sociedades escravista e feudal.  Essas forças incluem tecnologia sofisticada, através da qual a produção é principalmente industrial e não agrária, dependente de insumos maciços de energia de fontes como combustíveis fósseis e energia nuclear.  As relações de produção implicam a posse dos meios de produção por uma classe capitalista, controle dos mesmos por uma classe gerencial, e uma grande classe de trabalhadores que os utilizam para produzir bens em troca de salário.
  • 17. Marx tentou demonstrar que no capitalismo sempre haveria injustiça social, e que o único jeito de uma pessoa ficar rica e ampliar sua fortuna seria explorando os trabalhadores, ou seja, o capitalismo, de acordo com Marx é selvagem, pois o operário produz mais para o seu patrão do que o seu próprio custo para a sociedade, e o capitalismo se apresenta necessariamente como um regime econômico de exploração, sendo a mais-valia a lei fundamental do sistema.
  • 18. A força vendida pelo operário ao patrão vai ser utilizada não durante 6 horas, mas durante 8, 10, 12 ou mais horas.  A mais-valia é constituída pela diferença entre o preço pelo qual o empresário compra a força de trabalho (6 horas) e o preço pelo qual ele vende o resultado (10 horas por exemplo).  Desse modo, quanto menor o preço pago ao operário e quanto maior a duração da jornada de trabalho, tanto maior o lucro empresarial.
  • 19.  1844- MANUSCRISTOS DE PARIS  1848 - MANIFESTO COMUNISTA  O CAPITAL
  • 20.  Encontrando-se deprimido por conta da morte de sua esposa, ocorrida em Dezembro de 1881, Marx desenvolveu, em consequência dos problemas de saúde que suportou ao longo de toda a vida, bronquite e pleurisia, que causaram o seu falecimento em 1883.  Foi enterrado na condição de apátrida, no Cemitério de Highgate, em Londres.  Muitos dos amigos mais próximos de Marx prestaram homenagem ao seu funeral, incluíndo Wilhelm Liebknecht e Friedrich Engels. O último declamou as seguintes palavras:
  • 21. “Marx era, antes de tudo, um revolucionário. Sua verdadeira missão na vida era contribuir, de um modo ou de outro, para a derrubada da sociedade capitalista e das instituições estatais por esta suscitadas, contribuir para a libertação do proletariado moderno, que ele foi o primeiro a tornar consciente de sua posição e de suas necessidades, consciente das condições de sua emancipação.  A luta era seu elemento. E ele lutou com uma tenacidade e um sucesso com quem poucos puderam rivalizar. (…) Como consequência, Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado de seu tempo. Governos, tanto absolutistas como republicanos, deportaram- no de seus territórios. Burgueses, quer conservadores ou ultra democráticos, porfiavam entre si ao lançar difamações contra ele.  Tudo isso ele punha de lado, como se fossem teias de aranha, não tomando conhecimento, só respondendo quando necessidade extrema o compelia a tal. E morreu amado, reverenciado e pranteado por milhões de colegas trabalhadores revolucionários - das minas da Sibéria até a Califórnia, de todas as partes da Europa e da América - e atrevo-me a dizer que, embora, muito embora, possa ter tido muitos adversários, não teve nenhum inimigo pessoal. ”
  • 24. “Venda para um homem um peixe, ele come durante um dia, ensine para um homem como pescar, você arruína uma oportunidade empresarial maravilhosa.” Karl Marx
  • 25.  Sociologia para o Ensino Médio – Nelson Dácio Tomazzi  Introdução à Sociologia – Pérsio Santos de Oliveira  Imagens google.