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Objetivo Entender de que forma a relação entre cultura e tecnologia é relevante na formulação de políticas para o campo da cultura no Brasil por parte do Estado (MinC).
Diagnósticos e desafios: - Ampliar o uso dos meios digitais de expressão e acesso à cultura e ao conhecimento;  - Promover a presença da diversidade cultural e regional nos meios de comunicação e fortalecer a televisão pública brasileira; - Reconhecer a inovação científica e tecnológica como valor estratégico para a cultura; Plano Nacional de Cultura
Plano Nacional de Cultura Estratégias gerais : 1. Fortalecer a ação do Estado no planejamento e na execução das políticas culturais; Modernizar infra-estrutura, digitalizar arquivos, ligar instituições publicas em rede; Papel regulamentador e legislador do Estado no campo das tecnologias, principalmente no que se refere a produção e difusão de conteúdos culturais
Estratégias gerais: 2. Incentivar, proteger e valorizar a diversidade artística e cultural brasileira: Modernização tecnológica das estruturas burocráticas; Disponibilidades de acervos culturais na internet; Mapeamento da cadeia produtiva das artes digitais; Inserção de conteúdos tradicionais em mídias tecnológicas. Plano Nacional de Cultura
Estratégias gerais 3. Universalizar o acesso dos brasileiros à fruição e à produção cultural: Apoiar a elaboração de uma política pública de acesso veloz e gratuito à internet nos municípios brasileiros, de modo a garantir a todos acesso às tecnologias de comunicação e informação.  Instituir programas para a manutenção de rede de equipamentos digitais de acesso público em espaços como telecentros, lan-houses, bibliotecas multimídias, escolas, museus e centros culturais, entre outros; Estimular a utilização da internet para o compartilhamento de conteúdos audiovisuais que possam ser utilizados livremente por instituições comunitárias.   Plano Nacional de Cultura
Estratégias gerais: 4. Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável: Implementar iniciativas de capacitação e fomento ao uso de meios digitais de registro, produção e difusão cultural. (apropriação social das tecnologias);  Fomentar a aquisição de computadores, programas e serviços de navegação para uso artístico/cultural (grupos tradicionais e populares); Fomentar o desenvolvimento de “softwares” livres e públicos para a produção, a difusão e a gestão da cultura; Realizar programa de prospecção e disseminação de modelos de negócios para o cenário de convergência digital, com destaque para os segmentos da música, dos jogos eletrônicos e da televisão digital. Plano Nacional de Cultura
Estratégias gerais: 5. Consolidar os sistemas de participação social na gestão das políticas culturais Construir um sistema de gestão compartilhada e em rede para as políticas de cultura intersetoriais relacionadas à educação, à ciência e tecnologia, ao turismo, ao meio ambiente, à previdência e às demais áreas, de modo a ampliar a participação social no monitoramento, avaliação e revisão de programas, projetos e ações. Plano Nacional de Cultura
 
Programa Cultura Viva “ Trata-se, pois, de um programa flexível, que se molda à realidade, em vez de moldar a realidade. Um programa que será não o que o governante pensa ser certo ou adequado, mas o que o cidadão deseja e consegue tocar adiante. Nada de grandioso, certamente. Mas sua multiplicação integrada, com banda larga e sites, emissoras de TV e rádio comunitárias, programas na TV pública e jornais comunitários, deve produzir uma revolução silenciosa no País, invertendo o fluxo do processo histórico. Agora será da periferia à periferia: depois, ao centro.” (Discurso do Min. Gilberto Gil em Berlim, Alemanha, 2006.)
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Casa das Fases Londrina - PR
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Referências BARBALHO, Alexandre. Política cultural. In: RUBIM, Linda. Organização e produção da cultura. Salvador, EDUFBA, 2005. COELHO, Teixeira. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo, Iluminuras / FAPESP, 1997.  CULTURA, Ministério da. Caderno “Diretrizes Gerais para o Plano Nacional de Cultura”. Brasília, agosto de 2008.  www.cultura.gov.br/pnc GIL, Gilberto. Pronunciamento sobre o Programa Cultura Viva. Berlim, Alemanha, Setembro de 2004. FOINA, Ariel G., FREIRE, Alexandre, FONSECA, Felipe. O Impacto da Sociedade Civil (des)Organizada: Cultura Digital, os Articuladores e Software Livre no Projeto dos Pontos de Cultura do MinC. 2006. MATO, Daniel (org.) Cultura, política y sociedad. Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires, CLACSO, 2005.  RUBIM, Antonio Albino Canelas. Políticas culturais: entre o possível e o impossível. In: NUSSBAUMER, Gisele (org.) Teorias & políticas da cultura. Salvador, EDUFBA, 2007, p.139-158. ______ Políticas culturais no Brasil: tristes tradições, enormes desafios. Salvador,  2007.
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  • 1.
  • 2. Objetivo Entender de que forma a relação entre cultura e tecnologia é relevante na formulação de políticas para o campo da cultura no Brasil por parte do Estado (MinC).
  • 3. Diagnósticos e desafios: - Ampliar o uso dos meios digitais de expressão e acesso à cultura e ao conhecimento; - Promover a presença da diversidade cultural e regional nos meios de comunicação e fortalecer a televisão pública brasileira; - Reconhecer a inovação científica e tecnológica como valor estratégico para a cultura; Plano Nacional de Cultura
  • 4. Plano Nacional de Cultura Estratégias gerais : 1. Fortalecer a ação do Estado no planejamento e na execução das políticas culturais; Modernizar infra-estrutura, digitalizar arquivos, ligar instituições publicas em rede; Papel regulamentador e legislador do Estado no campo das tecnologias, principalmente no que se refere a produção e difusão de conteúdos culturais
  • 5. Estratégias gerais: 2. Incentivar, proteger e valorizar a diversidade artística e cultural brasileira: Modernização tecnológica das estruturas burocráticas; Disponibilidades de acervos culturais na internet; Mapeamento da cadeia produtiva das artes digitais; Inserção de conteúdos tradicionais em mídias tecnológicas. Plano Nacional de Cultura
  • 6. Estratégias gerais 3. Universalizar o acesso dos brasileiros à fruição e à produção cultural: Apoiar a elaboração de uma política pública de acesso veloz e gratuito à internet nos municípios brasileiros, de modo a garantir a todos acesso às tecnologias de comunicação e informação. Instituir programas para a manutenção de rede de equipamentos digitais de acesso público em espaços como telecentros, lan-houses, bibliotecas multimídias, escolas, museus e centros culturais, entre outros; Estimular a utilização da internet para o compartilhamento de conteúdos audiovisuais que possam ser utilizados livremente por instituições comunitárias. Plano Nacional de Cultura
  • 7. Estratégias gerais: 4. Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável: Implementar iniciativas de capacitação e fomento ao uso de meios digitais de registro, produção e difusão cultural. (apropriação social das tecnologias); Fomentar a aquisição de computadores, programas e serviços de navegação para uso artístico/cultural (grupos tradicionais e populares); Fomentar o desenvolvimento de “softwares” livres e públicos para a produção, a difusão e a gestão da cultura; Realizar programa de prospecção e disseminação de modelos de negócios para o cenário de convergência digital, com destaque para os segmentos da música, dos jogos eletrônicos e da televisão digital. Plano Nacional de Cultura
  • 8. Estratégias gerais: 5. Consolidar os sistemas de participação social na gestão das políticas culturais Construir um sistema de gestão compartilhada e em rede para as políticas de cultura intersetoriais relacionadas à educação, à ciência e tecnologia, ao turismo, ao meio ambiente, à previdência e às demais áreas, de modo a ampliar a participação social no monitoramento, avaliação e revisão de programas, projetos e ações. Plano Nacional de Cultura
  • 9.  
  • 10. Programa Cultura Viva “ Trata-se, pois, de um programa flexível, que se molda à realidade, em vez de moldar a realidade. Um programa que será não o que o governante pensa ser certo ou adequado, mas o que o cidadão deseja e consegue tocar adiante. Nada de grandioso, certamente. Mas sua multiplicação integrada, com banda larga e sites, emissoras de TV e rádio comunitárias, programas na TV pública e jornais comunitários, deve produzir uma revolução silenciosa no País, invertendo o fluxo do processo histórico. Agora será da periferia à periferia: depois, ao centro.” (Discurso do Min. Gilberto Gil em Berlim, Alemanha, 2006.)
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.  
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21. Casa das Fases Londrina - PR
  • 23.
  • 24.
  • 25.  
  • 26.
  • 27.
  • 28. Referências BARBALHO, Alexandre. Política cultural. In: RUBIM, Linda. Organização e produção da cultura. Salvador, EDUFBA, 2005. COELHO, Teixeira. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo, Iluminuras / FAPESP, 1997. CULTURA, Ministério da. Caderno “Diretrizes Gerais para o Plano Nacional de Cultura”. Brasília, agosto de 2008. www.cultura.gov.br/pnc GIL, Gilberto. Pronunciamento sobre o Programa Cultura Viva. Berlim, Alemanha, Setembro de 2004. FOINA, Ariel G., FREIRE, Alexandre, FONSECA, Felipe. O Impacto da Sociedade Civil (des)Organizada: Cultura Digital, os Articuladores e Software Livre no Projeto dos Pontos de Cultura do MinC. 2006. MATO, Daniel (org.) Cultura, política y sociedad. Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires, CLACSO, 2005. RUBIM, Antonio Albino Canelas. Políticas culturais: entre o possível e o impossível. In: NUSSBAUMER, Gisele (org.) Teorias & políticas da cultura. Salvador, EDUFBA, 2007, p.139-158. ______ Políticas culturais no Brasil: tristes tradições, enormes desafios. Salvador, 2007.
  • 29.

Notas do Editor

  1. Relevância do tema diante da escassez de estudos na área de Políticas Culturais e pela importância em estabelecer alguns marcos teórico-conceituais para os estudos em políticas culturais. Diante de um histórico no país marcado pela Ausência, autoritarismo e instabilidade das políticas culturais como assinala RUBIM em “Políticas Culturais no Brasil: tristes tradições, enormes desafios” Por estarmos vivendo um momento privilegiado das políticas culturais pelo Estado no país com a Gestão iniciada pelo Ministro Gilberto Gil e continuada pelo Ministro Juca Ferreira.
  2. Se quisermos UM MODELO DE CRESCIMENTO AUTO-SUSTENTADO ONDE PREVALEÇA harmonia entre a lógica do simbólico e a razão do mercado, respeitando o patrimônio natural e o patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial QUE OBJETIVE a redução das desigualdades locais, regionais e mundiais; A partir de um MODELO DEMOCRÁTICO DE DECISÕES.
  3. Se quisermos UM MODELO DE CRESCIMENTO AUTO-SUSTENTADO ONDE PREVALEÇA harmonia entre a lógica do simbólico e a razão do mercado, respeitando o patrimônio natural e o patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial QUE OBJETIVE a redução das desigualdades locais, regionais e mundiais; A partir de um MODELO DEMOCRÁTICO DE DECISÕES.
  4. Se quisermos UM MODELO DE CRESCIMENTO AUTO-SUSTENTADO ONDE PREVALEÇA harmonia entre a lógica do simbólico e a razão do mercado, respeitando o patrimônio natural e o patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial QUE OBJETIVE a redução das desigualdades locais, regionais e mundiais; A partir de um MODELO DEMOCRÁTICO DE DECISÕES.
  5. Se quisermos UM MODELO DE CRESCIMENTO AUTO-SUSTENTADO ONDE PREVALEÇA harmonia entre a lógica do simbólico e a razão do mercado, respeitando o patrimônio natural e o patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial QUE OBJETIVE a redução das desigualdades locais, regionais e mundiais; A partir de um MODELO DEMOCRÁTICO DE DECISÕES.
  6. Se quisermos UM MODELO DE CRESCIMENTO AUTO-SUSTENTADO ONDE PREVALEÇA harmonia entre a lógica do simbólico e a razão do mercado, respeitando o patrimônio natural e o patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial QUE OBJETIVE a redução das desigualdades locais, regionais e mundiais; A partir de um MODELO DEMOCRÁTICO DE DECISÕES.
  7. Se quisermos UM MODELO DE CRESCIMENTO AUTO-SUSTENTADO ONDE PREVALEÇA harmonia entre a lógica do simbólico e a razão do mercado, respeitando o patrimônio natural e o patrimônio cultural, tanto material quanto imaterial QUE OBJETIVE a redução das desigualdades locais, regionais e mundiais; A partir de um MODELO DEMOCRÁTICO DE DECISÕES.
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