OFICINA VII
Resumo: TP4 – Unidade 15
Unidade 1 – Mergulho no texto <ul><li>Seção 1: Por que e para que perguntar </li></ul>LER É ???? <ul><li>A leitura implica...
<ul><li>Admirável mundo louco </li></ul><ul><ul><li>Eles moram, quase todos, amontoados nuns lugares muito feios, que eles...
<ul><li>Um dos recursos essenciais na procura do conhecimento em geral é a pergunta. As questões que nos fazemos, ou fazem...
<ul><li>Seção 2: Como chegar à estrutura do texto </li></ul>Que partes compõem nossa unidade? <ul><li>Introdução </li></ul...
Faça a leitura da crônica de Carlos Eduardo Novaes (TP4, p. 127) Supermercados, as catedrais do consumo 1§: O crescimento ...
<ul><li>Crianças e adolescentes identificam-se muito com ela, pelo seu tom humorístico e pela transparência com que trata ...
Faça a leitura do texto de Fraga  (TP4, p. 132) Camping Quais frases são impertinentes ao texto? Quem você imagina que fez...
<ul><li>O plano de criação do texto, consciente ou inconscientemente estabelecido pelo autor, evidencia-se numa estrutura,...
<ul><li>Seção 2: Quando queremos aprender </li></ul>Que recursos são utilizados para facilitar sua compreensão e retenção ...
Leia o trecho do livro  Cidade e Cultura Urbana na Primeira República  (Discutindo história do Brasil? José Geraldo Vinci ...
<ul><li>Nesta unidade, procuramos apresentar-lhe vários procedimentos importantes para ajudá-lo no seu próprio processo de...
<ul><li>Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta,...
Tchau!
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Resumo Tp4 Unid 15 (1)

2.731 visualizações

Publicada em

Resumo teórico da Unidade 15 do Programa Gestar II.

Publicada em: Educação, Diversão e humor
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Resumo Tp4 Unid 15 (1)

  1. 1. OFICINA VII
  2. 2. Resumo: TP4 – Unidade 15
  3. 3. Unidade 1 – Mergulho no texto <ul><li>Seção 1: Por que e para que perguntar </li></ul>LER É ???? <ul><li>A leitura implica esforço </li></ul><ul><li>Lemos sempre pra alguma coisa </li></ul><ul><li>O ato de ler se constitui numa sequência de hipóteses e previsões </li></ul><ul><li>Ler é poder. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Admirável mundo louco </li></ul><ul><ul><li>Eles moram, quase todos, amontoados nuns lugares muito feios, que eles chamam de cidades. </li></ul></ul><ul><ul><li>Esses lugares cheiram muito mal por causa de umas porcarias que eles fabricam e de umas nuvens escuras que saem de uns tubos muito grandes que por sua vez saem de dentro de umas caixas que eles chamam de fábricas. </li></ul></ul><ul><li>Parece que eles vivem dentro de outras caixas. Algumas dessas caixas são grandes, outras são pequenas. </li></ul><ul><li>Nem sempre moram mais freguetes nas caixas maiores. Às vezes acontece o contrário: nas caixas grandes moram pouquinhos freguetes e nas caixas pequenininhas moram um monte deles. </li></ul><ul><li>Nas cidades existem muitas caixas amontoadas umas nas outras. </li></ul><ul><li>Parece que dentro desses amontoados há um tubo, por onde corre um carrinho na direção vertical, chamado elevador, porque eleva as pessoas para o alto dos amontoados. Não ouvi dizer que eles tenham descedores, o que me leva a acreditar que eles pulem lá de cima até embaixo, de alguma maneira que eu não sei explicar. </li></ul><ul><li>Quando fica claro, eles saem das caixas deles e todos começam a ir pra outro lugar e ficam nisso de ir daqui pra lá o tempo todo, até que fica escuro e todos voltam pro lugar de onde vieram. </li></ul><ul><li>Não sei como é que eles encontram o lugar de onde eles saíram, mas encontram; eentram outra vez nas caixas. </li></ul><ul><li>Assim que eu cheguei era um pouco difícil compreender o que eles diziam. Mas logo, logo, graças aos meus estudos de flóbitos, consegui aprender uma porção das línguas que eles falam. </li></ul><ul><li>Ah, porque eles falam uma porção de línguas diferentes. </li></ul><ul><li>E como é que eles se entendem? </li></ul><ul><li>E quem disse que eles se entendem? </li></ul><ul><li>ROCHA, R. Este admirável mundo louco. São Paulo: Salamandra, 2003. </li></ul>Quais os três autores presentes no texto? Qual a visão do visitante da “cidade”? Que passagens mostram uma crítica? Que expressões mostram que o autor do relato parece não entender bem a vida na Terra? RUTH ROCHA O VISITANTE O PESQUISADOR
  5. 5. <ul><li>Um dos recursos essenciais na procura do conhecimento em geral é a pergunta. As questões que nos fazemos, ou fazemos aos outros, são uma boa medida do nosso interesse e dos caminhos que percorremos, quando queremos aprender alguma coisa. São, afinal, uma forma importante de interação com o mundo. </li></ul><ul><li>Também na ajuda ao aluno para a construção do significado do texto, a formulação de perguntas é de um valor inestimável, sobretudo quando temos consciência de que elas podem ter objetivos muito diferentes - de motivação à leitura até a comparação e crítica do texto. Por isso mesmo, a consideração das respostas tem de ser, também, diferente. </li></ul><ul><li>O processo da leitura pode ser considerado uma seqüência de perguntas/hipóteses que o leitor faz (mesmo inconscientemente) em torno do texto. Por isso mesmo, nossas perguntas devem ajudar nosso aluno a avançar na formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma. Daí a importância de se trabalhar também com perguntas formuladas pelos próprios alunos. Da mesma forma, é importante pensarmos que o trabalho com o texto pode ser muito mais produtivo quando é uma atividade compartilhada. </li></ul>Resumindo
  6. 6. <ul><li>Seção 2: Como chegar à estrutura do texto </li></ul>Que partes compõem nossa unidade? <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Seções </li></ul><ul><li>Resumindo final </li></ul><ul><li>Texto básico </li></ul>
  7. 7. Faça a leitura da crônica de Carlos Eduardo Novaes (TP4, p. 127) Supermercados, as catedrais do consumo 1§: O crescimento dos supermercados é uma contradição numa sociedade que propõe “pessoas magras”. 2§: Os supermercados acendem a tendência para o consumismo. 3§: Os supermercados fazem a alimentação perder sua característica de necessidade, para virar uma questão de marketing. Qual a ideia principal de cada parágrafo?
  8. 8. <ul><li>Crianças e adolescentes identificam-se muito com ela, pelo seu tom humorístico e pela transparência com que trata os temas mais complicados. </li></ul><ul><li>2. Paulista, formada em Ciências Sociais, durante muito tempo foi orientadora educacional. </li></ul><ul><li>3. Sobretudo para adolescentes, tem feito adaptações extremamente bem cuidadas dos clássicos universais, como Odisséia, além de criar narrativas muito interessantes, como: Pra que serve? e De repente, dá certo. </li></ul><ul><li>4. Ruth Rocha é uma das autoras mais conhecidas da literatura para crianças e adolescentes do Brasil. </li></ul><ul><li>5. Depois, enveredou pelo campo da literatura, como editora, organizadora de coleções e autora. </li></ul><ul><li>6. Ela tem mais de cem obras publicadas e é campeã de vendagem de livros. </li></ul><ul><li>7. Na época da ditadura militar, por exemplo, seus livros - O reizinho mandão, O rei que não sabia de nada, O que os olhos não vêem - em torno de reis mandões e muitas vezes ignorantes eram uma clara alusão ao momento político que vivíamos. </li></ul>Ordene as seguintes informações sobre Ruth Rocha As possibilidades de construção são muitas: Exemplo: 4,2,7,1,3,5,6 4,3,7,1,5,2,6
  9. 9. Faça a leitura do texto de Fraga (TP4, p. 132) Camping Quais frases são impertinentes ao texto? Quem você imagina que fez o diário? Em que parte começa a ficção? Em que parte começa a complicação?
  10. 10. <ul><li>O plano de criação do texto, consciente ou inconscientemente estabelecido pelo autor, evidencia-se numa estrutura, reveladora de seu pensamento. Por isso, estabelecer a estrutura do texto lido é um dos melhores caminhos para se chegar a seu significado global, independentemente do gênero e da extensão dele. Daí a importância de você investir em atividades que ajudem seu aluno a desenvolver essa habilidade. </li></ul><ul><li>Você pode desenvolver com ele atividades diversificadas, como depreender as idéias principais e sintetizá-las ou dar-lhes título. Pode, ainda, apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente. Pode também inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados. </li></ul><ul><li>A definição da estrutura do texto não significa uma divisão em partes sempre aceitas unanimemente: pode haver variações irrelevantes, que não interferem na compreensão global do texto. </li></ul>Resumindo
  11. 11. <ul><li>Seção 2: Quando queremos aprender </li></ul>Que recursos são utilizados para facilitar sua compreensão e retenção de seu conteúdo? Indicamos os objetivos de cada seção. Em seguida, as atividades procuram ir paulatinamente criando a compreensão. Usamos também negritos, boxes, para salientar os pontos mais importantes. E oferecemos-lhe as respostas, que pretendem colaborar com a sua compreensão.
  12. 12. Leia o trecho do livro Cidade e Cultura Urbana na Primeira República (Discutindo história do Brasil? José Geraldo Vinci de Moraes PASSOS IMPORTANTES <ul><li>Leia o texto procurando ter uma ideia geral; </li></ul><ul><li>Faça a leitura compreensiva; </li></ul><ul><li>Sublinhe as ideias mais importantes; </li></ul><ul><li>Marque os termos de relação entre as ideias; </li></ul><ul><li>5. À margem, você pode, se quiser, fazer marcas para indicar trecho que não compreendeu (?), ou que você considerou muito bom (!), ou discutível (?!). </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Nesta unidade, procuramos apresentar-lhe vários procedimentos importantes para ajudá-lo no seu próprio processo de leitura, como também na sua prática pedagógica. </li></ul><ul><li>Se você prestar bastante atenção, vai perceber que as suas duas primeiras seções são uma preparação para chegarmos ao objetivo da última parte: ler para aprender, embora cada uma delas tenha também outros objetivos. </li></ul><ul><li>As perguntas são uma atividade essencial também quando lemos, ou quando ajudamos alguém a ler. Na realidade, só lemos porque temos algum tipo de indagação sobre certo assunto ou certo texto. Por isso mesmo, ajudar o aluno a interrogar-se sobre tal assunto ou tal texto é encaminhá-lo no sentido de “criar motivos” para a leitura. </li></ul><ul><li>A compreensão do texto tem muito a ver com a percepção da sua estrutura, o plano de organização que o autor usou, consciente ou inconscientemente, para interagir com o leitor, seja qual for o gênero escolhido. Ajudar o aluno e depreender esse “esqueleto”, essa arquitetura, é dar-lhe melhores elementos para compreender o texto. </li></ul>Resumindo
  14. 14. <ul><li>Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta, de apreensão de dados, com várias releituras. Anotações suas no próprio texto, ou sobre ele, assim como a busca de sua estrutura são atividades facilitadoras para a compreensão global do texto e a retenção de seus dados. Fazer o resumo dele também é ótimo expediente para apreender o mais importante do texto. </li></ul><ul><li>Além de aprender o que nos diz um texto, podemos e devemos procurar horizontes mais amplos para nossa leitura: buscar dados sobre o assunto além do texto, relacioná-los, compará-los, na convergência e na divergência, buscar conclusões são ações da pessoa curiosa e investigadora, que se interroga sobre as coisas, os fatos, o mundo, como gostaríamos que fossem nossos alunos. </li></ul><ul><li>Poderíamos, assim, dizer que uma leitura mais cuidadosa do texto implica a compreensão do que está escrito “na linha” (o mais diretamente observável no texto), “por trás” da linha” (o que está implícito, mesmo não conscientemente), “além da linha” (como o dito se relaciona com outros textos e outras vozes) e “na entrelinha” (no caso do texto literário, que sugere mais de uma interpretação). </li></ul>Resumindo
  15. 15. Tchau!

×