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EDITORIAL                                                                          S                          QUEM É QUE É...
Profa. Dra. Jailma dos Santos Pedreira Moreira – jailma.pedreira@uol.com.br                                               ...
S DA CULT URA E O                           TEO RIAS E CRÍ                                                       TICA     ...
SISTEMAS DE CULTURA EMERGENTES   E O LUGAR DO TRABALHO COOPERATIVO                                     E  TRANSDISCIPLINAR...
ACERVO PÓS-CRÍTICA                            www.poscritica.uneb.br                                                      ...
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  1. 1. ano 1 # 1 dezembro 2009 MESTRADO EM CRÍTICA CULTURAL:PÁGINA 2Imagem eprojeçõesliterárias deAlagoinhas emicrorregiãoPÁGINA 3Crítica cultural,campo detrabalho,trabalho decampo epropostaspara um novoprofissionaldas letras INAUGURANDO PÁGINA 4Teorias e O COMPLEXO Usina de Produção de signos culturaiscríticas dacultura e o DA PÓS-lugar dossaberes GRADUAÇÃO LITHOSILVAsubalternosPÁGINA 11Tradiçãooral/populare PolíticasCulturais:reivindicações,reflexões edebates
  2. 2. EDITORIAL S QUEM É QUE É UMA HETEROTOPIA R OJEÇÕE OINHAS MAGEM E P IAS DE ALAG CULTURAL E SEUS PLURAIS? I ERÁR ) LIT ANDA/ PÓS-CRITICA VES (MESTR DA CRUZ AL CRISTIANA A@HOTMAIL.COM O CRORREGIÃ ET CRISCRUZPO V ma forma de visibilização E MI se reinventa o espaço público, e populares locais e, além dis- ACERVO PÓS-CRÍTICA de uma produção científi- todos em frangalhos por força so, e por conta disso, tornar-se ca forte, mas ainda anônima do dos totalitarismos e regimes uma referência científica que se ponto de vista da cultura cien- de exclusão; desenvolva cada vez mais, a des- tífica especializada e acadêmica; Um investimento numa outra peito de todas as conspirações e Uma forma de trabalho coleti- forma de evento científico, aca- mediocridades acadêmicas. vo voltado à afirmação de um dêmico, e no contexto de um Uma forma, enfim, de po- campo de trabalho científico programa de pós-graduação tencializar o local como um cri- novo – o da crítica cultural em estrito senso, que escape ao vo crítico e desconstrutor per- Letras, sua institucionalização solilóquio e/ou diálogo apenas manente do global e hegemô- recente, seus agenciamentos, “entre os pares”, e que ponha nico e definir uma nova palavra seus maquinismos, suas pro- em movimento, em diálogo, em de (des)ordem: nem localismo postas metodológicas, teóri- confronto, o saber acadêmico ingênuo, nem deslumbramento Cultura Global e seus modos de imposição, circulação e recepção locais cas, conceituais, sua produção avançado sobre cultura com a provinciano pelas seduções fe- nacional e internacional, seus interlocutores nas grandes áreas da linguística letras e prática popular dos criadores, gestores, produtores, anima- dores e agitadores culturais; tichistas e globais, universais. É fazer a cultura aconte- cer com se traficássemos e a produção literária da região Norte agreste de Alagoinhas-Ba estará sendo vendidas pelo próprio autor a preço de custo. Algumas vezes, na tentativa de fazer auto-ajuda, Literatura policial estrangeira. Assim, torna-se instigante para críticos cultu-ano 1 # 1 dezembro 2009 artes, ciências humanas e ci- Uma forma de fazer fun- socializássemos o seu produ- discutida no Pré-Fórum em circular a obra, estes fazem rais e outros profissionais da ências sociais e aplicadas. cionar um equipamento cultural to com todas aqueles/as que Crítica Cultura, do Mestrado da doações em bibliotecas para Literatura pensar por que a Uma forma de assanhar como esse programa de pós- trabalham diuturnamente por UNEB Campus II_ Alagoinhas, dar acessibilidade ao público população não lê os autores o espírito científico do su- graduação em crítica cultural uma nova humanidade: socia- no GT 2 Cultura Global e seus leitor, é a estratégia da “de- da região? Como incentivar os jeito subalterno e anônimo, e formar, garantir e sustentar lista, libertária, afirmativa e modos de imposição, circu- mocratização do livro”. Estes leitores a conhecer a literatura bem como o espírito comunal a permanência de seus qua- heterotópica! Afirmemos essa lação e recepção locais, que escritores, geralmente, são local? Como será este público e revolucionário do sujeito dros produtivos e cooperativos passagem do pré-fórum, dos terá como proposta refletir a reconhecidos pela população leitor? Quais os autores mais acadêmico, em direção a uma envolvendo corpo docente, dis- dias 17 e 18/12/2009, no ausência de um mapeamento como artistas, porém é comum lidos pela população? Qual a democratização dos acessos cente e equipes de apoio; campus II da UNEB/Alagoinhas, e seleção crítica dos estudos que até mesmo estudantes e faixa etária que mais se dedi- a bens e equipamentos cultu- Uma imagem de que é pos- ao II Fórum de Crítica Cultural, sobre a imposição, circulação professores já terem ouvido ca à leitura? É preciso conhecer rais – em tempos de institu- sível, na UNEB e em campi do já em movimento, para os dias e recepção locais da cultura falar deles, entretanto jamais o público para saber o que ofe- cionalização da malha cultural interior da Bahia, criar um pro- 29 e 30 de abril e 01 e 02 de hegemônica. Para esta dis- tenham lido suas obras. recer ao divulgar o potencial li- no Brasil, bem como de uma grama de pós-graduação estrito maio de 2010. cussão são convidados todos É necessário fazer um ma- terário da microrregião. socialização e intercâmbio senso, capaz de intercambiar com aqueles que se inquietam com peamento dessa produção lite- Na sociedade contempo- dos saberes, para que seja a comunidade científica regional, a distância entre a Literatura e rária, analisar os modos de im- rânea não cabe trancafiar a possível reinventar o espírito nacional, internacional, colocá-la Prof. Dr. Osmar Moreira a vida cotidiana. Foram articu- posição da cultura hegemônica Literatura em arquivos e es- (coordenador do Mestrado em político ao mesmo tempo em em relação com forças produtivas Crítica Cultural, Pós-Crítica) lados contatos com escritores na Literatura, a produção, cir- tantes de Bibliotecas, é preci- nacionais, grupos de estudos culação e recepção das obras so despi-la dos preconceitos, especializados, professores que circulam globalmente e tirá-la do pedestal e lançá-la EXPEDIENTE de universidades nacionais, dirigentes de cultura da mi- das produções locais, a fim de legitimar as políticas pú- ao cotidiano com toda a sua potencialidade, aproximando- UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) crorregião, poetas, escritores blicas para Literatura, que vem a do leitor. A promoção de Lourisvaldo Valentim da Silva - REITOR e bibliotecários locais, além da sendo construídas, entretanto eventos culturais que envol- Amélia Tereza Santa Rosa Maraux - VICE-REITORA DIREC 03, através de e-mail, precisam se consolidar. Discu- vam saraus, recitais, leitura Wilson Roberto de Mattos - PRÓ-REITOR DE PESQUISA E ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO divulgação virtuais no site do tir estratégias que devem ser trechos de obras de grandes Pós Crítica, telefonemas, car- utilizadas para revitalizar esta pensadores, encenações de2 Adriana dos Santos Marmori Lima - PRÓ-REITORA DE EXTENSÃO tazes, anúncios em jornais, Literatura local, impulsionando peças ao ar livre, em meio da MESTRADO EM CRÍTICA CULTURAL - PÓS-CRÍTICA consultas a bancos de dados a visibilidade da potência cul- feira ou em espaços públicos DEDC / Campus II – Alagoinhas Coordenador: Osmar Moreira da Capes, da Secult e convites tural nela contida é imprescin- alternativos é uma proposta a poscritica@listas.uneb.br - (75) 3422-1536 / 1139 - WWW.POSCRITICA.UNEB.BR diretos feitos durante a III Con- dível, assim é preciso refletir ser analisada por escritores, ferência de Cultura da Bahia como anda este processo em agitadores culturais, profes- COORDENAÇÃO PRODUÇÃO em Ilhéus. Acajutiba, Alagoinhas, Ápora, sores e população em geral Osmar Moreira Expresso 18 - cadernocultural.expresso18@hotmail.com É perceptível que produção Araçás, Aramari, Cardeal da que desejem integrar a cultu- literária local é crescente, uma Silva, Catu, Conde, Crisópolis, ra literária ao seu cotidiano e PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO lavra de novos autores vêm se Entre Rios, Esplanada, Inham- revisar sua própria história a NÚCLEO DE PRODUÇÃO juntar aos que já reconhecidos bupe, Itanagra, Itapicuru, Jan- partir da reflexão deste coti- Nossa Tribo Design (75) 3421-0541 Davi Soares escritores da região, porém daira Mata de São João Olindi- diano reinventado. Isis Favilla IMPRESSÃO é importante salientar que na, Oriçangas, Pedrão, Pojuca, Enfim, se a literatura con- Écristio Raislan TIRAGEM Gráfica Santa Helena mesmo havendo uma vasta Rio Real e Sátiro Dias, cidades temporânea é espaço do si- LithoSilva 8 mil exemplares Distribuição gratuita produção literária neste ter- que compõem o território Nor- mulacro do real que circula no ritório, a leitura das obras de te Agreste de Alagoinhas, o cotidiano e flui como a própria autores locais ainda é restrita GT2 se propõe a esse fim. vida é necessário que a cul- a um seleto público. Frequen- Percebe-se que a Literatu- tura capturada das ruas para temente, os livros destes não ra continua sendo vista como os livros retornem para elas, a APOIO chegam ao mercado como pro- uma Arte de Academia, Casa fim de visualizar a potência de duto cultural comercializável, do Poeta, Universidades, algo construção de sentidos e sa- suas obras são produzidas de distante do povo que quando beres que circulam no dia a dia modo independente, não tem ler dá preferência aos Clássicos do cidadão comum como num divulgação na mídia, sendo da Literatura, a Literatura de lance de dados.
  3. 3. Profa. Dra. Jailma dos Santos Pedreira Moreira – jailma.pedreira@uol.com.br Este GT está aberto a discussões em questão central não ser o objeto consi- E PROPOSTAS PARA UM NOVO PROFISSIONAL DAS LETRAS CRÍTICA CULTURAL, CAMPO DE TRABALHO, TRABALHO DE CAMPO Ivana Carla Oliveira Sacramento (mestranda/Pós-Crítica) - ivanasacramento19@gmail.com torno do que vem se denominando derado cultural, mas o olhar que se lan- Úrsula Nascimento de Souza Cunha (mestranda/Pós-Crítica) - ursula.cunha@hotmail.com como crítica cultural, seu campo de ça sobre os objetos, os autores, o velho Thays Macedo Mascarenhas (mestranda/Pós-Crítica) - thaysmascarenhas@msn.com trabalho, como seria o seu trabalho texto tido como literatura. O olhar que de campo e, com isso, quais seriam as descobre a discursividade, visualiza suas demandas e os cuidados que o pes- interligações com um espaço-tempoIMPACTOS SOCIAIS DA LEITURA E DA ESCRITA quisador de letras deveria estar atento, passado ou presente, visualiza os con- quais seriam as propostas para esse flitos, um contexto, as singularidades, novo profissional que está emergindo. as prescrições, a contingência e, junto Considerando as mudanças signifi- com ela, as possibilidades de reescrita Políticas de cativas na área de Letras ocorridas no e reinvenção. letramento e fim da década de 70 e início de 80, fla- A importância da linguagem, en- posicionamentos gradas pelo crítico literário-cultural, Sil- quanto ponto de entrada e de saída, ao identitários viano Santiago, e resumidas pelo mesmo mesmo tempo, desse modo de produ- como um momento em que a arte desce ção, que se quer outro, é fundamental. É do palco e vai se dar no cotidiano da dessa forma que percebemos a realida- vida, novos rumos estão sendo pensa- de semiótico-discursiva e ficamos a nos dos e efetivados para o profissional de perguntar sobre as construções cultu- Letras que, cada vez mais, busca fazer rais cotidianas, sobre os modos de vida, de sua pesquisa, de sua ação, uma for- inclusive da Academia. Ficamos a nos ma de intervenção cultural. perguntar sobre outras possibilidades Os debates sobre a proposta de para o crítico cultural profissional de le- 3 intervenção cultural que assola a área tras, para a necessidade de sua atuação LITHOSILVA de Letras são instigados pelo legado em todos os espaços, ainda mais consi- dos Estudos Culturais e pelas reconfi- derando a precariedade de olhares dis- gurações, por exemplo, que vem sendo tanciados. Isso demanda novos desafios atribuídas à disciplina Literatura Com- institucionais, culturais, disciplinares. As parada. Tais debates têm revelado as formações teriam que ser outras, os Nos próximos dias 17 e 18, no au- sentação de comunicações de diversos pré-requisitos para empregos, concur- disputas de poder e a emergência de ditório da Universidade do Estado da estudiosos dessa área, entre eles o uma democratização discursiva. Mais sos, teriam que ser outros, a perspec- Bahia (UNEB), campus II (Alagoinhas), professor da Universidade do Estado ainda, têm revelado o aprisionamento tiva para cultura teria que ser outra... e será realizado o I Pré-Fórum de Crítica da Bahia (UNEB), em Juazeiro, Dr. Cos- disciplinar, os perigos reativos de uma estaríamos caminhando para um mundo Cultural, evento que tem por objetivo me Batista dos Santos, especialista em institucionalização e o engendramento que teria que ser outro, onde a agência fomentar discussões sobre temas re- políticas de letramento e da subjetivi- de novas comunidades de saber, recon- fosse mais que relevante, fosse ques- lacionados a questões culturais e da dade, Profa Ms Aurea Pereira (UNEB/Ala- duzindo as subjetividades institucio- tionada, revisionada constantemente sociedade moderna. goinhas), Prof. Ms José Carlos Queiroz nais, como alternativa de intervenção, contra as formas parasitárias, contra o O Pré-Fórum contará com a apre- (UNEB/Juazeiro) também será debatido de revigoramento, de não fechamento texto prescritivo. sentação de 14 grupos de trabalhos a questão do etnoletramento, que tem em um solilóquio entre os pares. Nesse caminhar heterotópico, com diversos temas relacionados aos como ponto de partida a associação da As demandas cruciais que apon- ficamos pensando também como o ano 1 # 1 dezembro 2009 Estudos Culturais, entre eles à política competência discursiva à cultura e à tam para a coexistência das diferenças, estamos tecendo, produzindo-o. O de letramento educacional (GT 5). No estrutura social, além de se evidenciar a dignidade do viver e a transvaloração que, por exemplo, estão fazendo os GT, organizado pelas alunas do Mestra- as variedades de língua(gem) e a etnia dos valores ficaram a margem das re- professores, quais os impasses que do em Crítica Cultura, Ivana Sacramen- do sujeito; e a questão do letramento gras, ou naturalizadas por essas, pelo enfrentam, as demandas, como é to, Thays Mascarenhas e Úrsula Cunha, digital, com o objetivo de se refletir em contorno disciplinar e pré-definição dos construído o regime de parceria rumo será discutido sobre a necessidade de torno da leitura e dos modos de ler que métodos. Dessa forma, é justamente a uma educação libertária? Quais as dessas margens, do que ficou de fora perspectivas que adotamos para as se implementar uma reflexão crítica a tecnologia tem exigido aos sujeitos, das disciplinas, que um novo intertexto salas de aulas, para as bibliotecas, as sobre os impactos sociais do uso da sobretudo, em relação às Tecnologias das Letras tem se formado, na conflu- instituições literárias, a universidade, leitura e da escrita na prática peda- da Informação e Comunicação (TIC). ência com tantas outras disciplinas, a escola, os saberes? Como estamos gógica, valorizando e criando espaços O Pré-Fórum será um momento de ativando a leitura e a escrita, a língua, com suas margens, enquanto proposta para experimentar os múltiplos letra- reflexão sobre as políticas culturais da de uma ampliação do seu campo de a linguagem com sua ambivalência, o mentos na vida social, dentre eles, o região de Alagoinhas e reunirá para trabalho, de um radical trabalho de potencial da literatura? Como lidamos etnoletramento na construção dos isso acadêmicos e representantes campo, de um cuidadoso trabalho te- com o fato discursivo, mais que pre- processos identitários dos sujeitos. da comunidade local. Para um evento órico para não se cair em um vale tudo sente e cotidiano, das mil formas de A perspectiva do letramento é dessa natureza, fizemos contatos com ou relativismo irresponsável, para não inclusão excludentes, dos inúmeros uma estratégia que pode dar sentido vários pesquisadores da área, princi- se deixar seduzir pela diferença que sujeitos assujeitados, com seus direi- a uma ressignificação social das fun- palmente através do banco de teses não faz diferença. tos mais básicos renegados? O novo ções da escola, para que promova uma da Capes, no sentido de criar canais Nessa linha, o alerta também vale profissional de Letras, que se quer aprendizagem significativa, e torne por onde trocas teóricas e experien- para aqueles que, ainda assim, acham crítico cultural, começa a se consti- efetiva a interação do sujeito com as ciais venham a culminar em maio de que o texto considerado literário está tuir na medida em que restitui em diversas leituras do cotidiano. Ou seja, 2010 com o II Fórum em Crítica Cul- sendo deixado de lado e junto com si a capacidade de perguntar. Nessa esta competência discursiva pode ser tural, e não só nesse momento, mas ele autoras e muito mais autores, em linha, desse novelo global-local, in- definida como o uso social das práti- como uma sedimentação de pesquisas prol de uma novidade que despreza o tertextual e intersubjetivo, cas de leitura e de escrita de forma relevantes neste e em outros progra- passado. O olhar crítico do profissional duas perguntas são de base consciente pelo aluno. mas de mestrado com foco na grande de letras, enquanto crítico cultural, vai para o desenrolar de tantas justamente no sentido de romper velhas outras questões: o que es- Os sujeitos devem inserir-se em área de Linguística, Letras e Artes. dicotomias, de desfazer, enquanto gesto tou ajudando a fazer desse situações constantes de letramen- O GT5: Políticas de letramento operacional, enquanto proposta de relei- mundo? O que estou to, sendo isso possível através da e posicionamentos identitários na tura, o lugar em separado que foi atri- ajudando a fazer de utilização de textos que manifestem formação do professor, pretende ser buído à literatura, às letras, às artes em mim mesmo? práticas sociais, em outra análise, um espaço convergente de questio- geral. A arte agora é a da sobrevivência, trabalhar textos em uma situação de namentos e discussões, com o firme inclusive do campo das Letras em tem- interação social permite ao indivíduo propósito de um embasamento teórico pos de rapidez de consumo e de capital evidenciar a função social da escrita, imprescindível para estudos que en- mundial integrado. A literatura desce do pois em sua vida diária, como cidadão, volvem linguagem e educação, e como palco, da estante, para se potencializar conseguirão escolher o estilo de es- um espaço fundante e validador para no cotidiano das ruas, das casas, para crita que possa fornecer cidadania em as pesquisas iniciadas no Pós-crítica também ser politizada, para reficcio- diversos eventos de linguagem. e para o II Fórum em Crítica Cultural nalizar o sujeito, para abrir fendas de No evento, que contará com a apre- a ser realizado em maio de 2010. possibilidades outras na realidade. Daí a
  4. 4. S DA CULT URA E O TEO RIAS E CRÍ TICA RES SUBALTERNOS LUGAR DOS SABE l/bolsista CA PES) - andre_livre@ yahoo.com .br ca Cultura (Mestrando em Críti Oliveira dos Santos André Luizano 1 # 1 dezembro 2009 SLAN ÉCRISTIO RAI REVISTA RAYANDO LOS CONFINES crítica cultural. Encontrei alia- (WWW.RAYANDOLOSCONFINES.COM. de uma caixa de ferramenta dos em teses e dissertações AR), das Publicações do FUNDO não sem tensões. teórico-prática para as mi- cujos resumos foram colhidos DE CULTURA ECONÔMICA em todas Com esses traços con- norias excluídas / menores / no Banco de Dados da Coorde- as suas filiais (www.fce.com. marxismo contemporâneo com ceituais e esse delineamen- subalternas pode intensificar nação de Aperfeiçoamento de ar), de alguns artigos e publi- socialismo libertário clássico, to, o GT tentará responder a a função da classe trabalha- Pessoal de Nível Superior-CA- cações vinculadas ao Instituto4 a proposta do Pré-Fórum de Crítica Cultural evi- dencia mais uma vez a posicio- resistindo às imposições de uma cultura totalizante e seus fetichismos. demandas teóricas / políticas microrregionais cujas articu- lações estratégicas procuram dora (quem, com a natureza, produz a riqueza!) e a noção PES, vinculados aos Programas de Pós-Graduação de Letras e Linguística, Cultura e Socieda- Colombiano de Antropologia e História (www.icanh.gov.con/ secciones/publicaciones), da de trabalho revolucionário para nalidade político-intelectual do A noção de subalterno questionar os equívocos de além da ditadura do proleta- de e ao programa de Produção Revista Afuera (www.revistaa- Programa de Pós-Graduação aqui operada se alia com sua certas tradições teóricas riado e do individuo soberano, Cultural da FACOM, todos da fuera.com), entre outras. em Crítica Cultural (Pós-Críti- acepção disseminada pelo (certos marxismos e anar- fortalecendo uma outra noção UFBA, em Letras da UFPE, em Cartografar os microes- ca) do Departamento de Edu- Núcleo de Estudos da Subal- quismos), flagrando em cada de cultura como princípio de Letras/Artes/ Sociologia da paços de onde emergem os cação do Campus II da UNEB/ ternidade-NUES, grupo de pes- um seus aspectos ativos – fa- resistência, em que o crivo se- UFMG, em Letras (Ciência da subalternos, ouvindo com Alagoinhas, isto é, contra a quisa vinculado ao Pós-Crítica: zendo-os dançar –, enquanto ria a estética da vida em pura Literatura) da UFRJ, em Letras atenção seus ruídos; estar prisão e a sisudez disciplina- subalterno é aquele que joga condição para a emergência de afirmação e suas cintilações da PUC/Rio de Janeiro (ver: atento ao alerta de Foucault/ res e a favor de um fazer aca- com as alternâncias do poder uma máquina de guerra (so- serem como o seminal traba- www.capes.gov.br). Acerca da Deleuze de que não cabe ao dêmico com a [e a serviço da] e não simplesmente aquele cialista libertária) contra as lho desenvolvido pelo Prof. Dr. caixa de ferramenta da críti- intelectual (político-engajado) comunidade. Nesse sentido, a inferior-passivo, como defen- investidas do capitalismo em Osmar Moreira no X Seminário ca cultural e dos estudos da dizer [pelos subalternos] “a emergência do Grupo de Tra- dem certos saberes científicos sua vontade de dominação e do NUES intitulado GILLES DELEU- subalternidade, os aliados se verdade muda” que se escon- balho 07 Teorias e Crítica da (hegemônicos / ocidentais controle. ZE: PENSAMENTO EM MOVIMENTO E espalham por toda a América de atrás dos fenômenos; mas CULTURA E O LUGAR DOS SABERES / colonizadores). Do mesmo Ora, se na malha cultural SOCIALISMO LIBERTÁRIO (2006). Latina, como nos Programas conjugar o acadêmico com o SUBALTERNOS se justifica devido modo, a noção de cultura ati- da microrregião de Alagoi- Pensando em como coor- de Pós-Graduação em Litera- não acadêmico, criar, disse- à ausência de outro roteiro vada tem a ver, dentre outras nhas/Litoral Norte uma noção denar o GT, procurei me aliar tura / Crítica Cultural /Ciências minar criações. Nesse mar político minoritário que con- coisas, com os modos de ser de cultura totalizante – que a empreendimentos político/ Sociais da Universidade de tempestuoso tentarei navegar sidere o saber subalterno en- de uma coletividade, transi- não considera as culturas em teóricos que guardam interes- Buenos Aires (www.iigg.fsoc. na mediação das discussões quanto aquele que implode as tando na mesma altitude que diferença, os desejos mini- ses próximos aos meus e, em uba.ar.htm), da Universidade do Grupo de Trabalho TEORIAS dicotomias e reinventa o espa- as esferas econômicas, políti- mais, as vozes silenciadas etc. minha pesquisa, descobri ou- Nacional Autônoma do Mé- E CRÍTICAS DA CULTURA E O LUGAR ço público como condição de cas, ambientais, entre outras, –, a serviço da indústria cul- tras tocas (como o site www. xico (www.unam.mx), além DOS SABERES SUBALTERNOS. Con- horizontalidade entre os pode- constituindo com estas zonas tural e do mercado capitalista, poscritica.uneb.br) que for- da REVISTA DE CRÍTICA CULTURAL vido a todos(as) a se arriscar res e aquele capaz de conjugar de intersecções intensas, mas ainda é hegemônica, a garantia mam uma rede rizomática da (WWW.CRITICACULTURAL.ORG), da comigo.
  5. 5. SISTEMAS DE CULTURA EMERGENTES E O LUGAR DO TRABALHO COOPERATIVO E TRANSDISCIPLINAR Cristopher Moura, mestrando do Programa em Crítica Cultural/ bols ista da Capes UMA DISCUSSÃO LIBERTÁRIA: RAÇA, GÊNERO, CLASSE E SEXUALIDADES 5 NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR O Mestrado em Crítica Cultural, situado na grande área de Linguística, que um ser humano libertário possa emergir é o foco central das discussões. A abordagem e serializar nossas temáticas, cuja importância pode definiti- vamente criar uma sociedade Letras e Artes da Capes/ desses temas na formação do pensante e critica. MEC, estará realizando nos professor percorre um cami- A organização de um GT, dias 17 e 18 de dezembro nho íngreme, já que aparece inserido em um Pré-Fórum de de 2009, no Campus II da como algo novo, cujo público- Crítica Cultural, demanda um UNEB/Alagoinhas, o Pré- alvo a que se destina ainda trabalho cuidadoso de divulga- ILUSTRAÇÕES: Fórum de Crítica Cultural, oferece resistências para sua ção e prospecção de projetos de ÉCRISTIO RAISLAN como espaço de preparação implementação, o que acarreta pesquisa que possam convergir do II Fórum de Crítica Cultu- certo desconforto, impedindo para a temática em questão, sem ano 1 # 1 dezembro 2009 ral, a ser realizado entre o a fluidez desejada. A forma- desviar o olhar do que é o centroA cultura é um conceito profundamente reacio-nário. É essa a conclusão que Civil -a necessidade de cons- trução de Planos e Fundos Mu- nicipais de Cultura, todos eles tural pode servir para afirmação e resistência de comunidades periféricas historicamente exclu- final de abril e início de maio ção de professores/as carece na sua estrutura curricular do nosso interesse, re- flexão crítica sobre de 2010. de temáticas que sistemati- raça, gênero,Félix Guattari chega ao revirar compondo um Sistema Munici- ídas? O que está em jogo? Como Para tal re- zem o estudo e pesquisa classe eas diferentes acepções que pal de Cultura em conformidade os territórios de identidade baia- flexão foram no que concerne a gênero sexualidade.passou o conceito de cultu- com Os Sistemas Estadual e Fe- nos podem se organizar e criar organizados e sexualidade, Nesse de-ra ao longo da história em deral de Cultura em vias de se condições institucionais para diversos Grupos safio, umMICROPOLÍTICA: CARTOGRAFIAS DO efetivarem no Brasil, a iminente garantirem o direito a produção de Trabalhos, olhar seDESEJO. Certamente, o que essa aprovação da PEC 150/2003, e fruição dos bens culturais? De e entre eles o estende a longo prazo,afirmação provocativa põe que garantirá mais recursos que maneira as universidades GT 8 Raça, gê- estendendo-se à formação pois o Pré-Fórum é umem cena é a necessidade de para a Federação, Estados e do interior da Bahia podem inau- nero, classe e de uma identidade libertária espaço acadêmico de dis-refletirmos e questionarmos Municípios, tem reconfigurado o gurar outra cultura de pesquisa sexualidades na e consciente do seu papel no cussão e resultados quepermanentemente sobre esse panorama brasileiro no que diz para além dos fechamentos dis- formação do mundo. inevitavelmente incidi-conceito; fazer isso num país respeito à compreensão de cul- ciplinares, que as tornem prota- professor. A O GT 8 buscou pesqui- rão na sociedade, cujocomo nosso, em que a noção tura e do fazer cultural. Desse gonistas e cumpridoras do seu importância sadores de todo o país poder transformadorde cultura historicamente foi modo, Cultura no plano institu- papel social? Como o Sistema de desse GT que discutem a temática, pode não ser medidousada numa tentativa de si- cional passa a ser entendida Cultura pode criar uma cultura de justifica-se com os quais fizemos con- já, na sua exposição,lenciamento dos grupos mino- numa dimensão antropológica a sistema que atravesse e vivifique pela ausência de uma refle- tato através do banco de teses mas cujas raízes serão fincadas eritários brasileiros, ora numa partir de uma concepção tripar- outros Sistemas (Sistemas de Fé, xão crítica sobre raça, gê- da Capes, dos artigos do Scie- se espalharão e darão frutos, comperspectiva valorativa e et- tite: como um direito social de Sistemas Educacionais, Sistemas nero, classe e sexualidade lo, listas na internet, grupos vida, com desejos, aspirações, li-nocêntrica: Cultura como arte cada cidadão brasileiro, como de Saúde) viciados e reativos. na formação do professor, de pesquisas como SER-TÃO, berdade e consciência.produzida por especialistas, direito simbólico e como possi- Questões como essas evidenciando dificuldades núcleo de estudos e pesqui- Trata-se de reflexões queora agenciada por históricas bilidade de geração de riqueza. serão levantadas e debatidas enfrentadas por eles em sua sas em gênero e sexualidade, permitem ampliar nosso campoforças politiqueiras: cultura Nesse sentido, torna-se im- no grupo de Trabalho 3: SISTE- prática docente, valorizando vinculado ao Programa de Di- de ação, pois além do aportecomo palanque eleitoreiro ou prescindível uma ampla reflexão MAS DE CULTURA EMERGENTES E O como essa reflexão pode in- reitos Humanos da Universi- teórico necessário para o bomfilantropia, se tornou uma ta- sobre o atual processo de insti- LUGAR DO TRABALHO COOPERATIVO tervir na formação de crian- dade Federal de Goiás, NUGSEX desenvolvimento do GT, é indis-refa indispensável. tucionalização da malha cultural E TRANSDISCIPLINAR, que estará ças, jovens e adultos, crian- – DIADORIM grupo de estudo pensável uma sistematização Com efeito, levantar essa no Brasil, seus mecanismos e em movimento no Pré-Fórum do um canal de comunicação de gênero e sexualidade vin- para melhor operacionalizar oquestão em plena instituciona- instrumentos, suas formas de de crítica cultural. Espera-se importante na sala de aula culado a UNEB, NEIM e CEAFRO espaço e o tempo, importanteslização da cultura no atual con- agenciamentos, seus novos com isso uma ampla participa- e fora dela, numa socieda- vinculados à UFBA, universida- para uma finalização a conten-texto brasileiro e baiano está entendimentos. Quais são, por ção da Sociedade Civil, agentes de que invisibiliza ques- des nacionais e internacionais, to do que esperamos obter.na ordem o dia. A proliferação exemplo, os novos modos de culturais, empresários, artistas, tões concernentes a esses como a Universidad de Cádiz / Criamos, a partir desse GT, umde Conferências Municipais de subjetivação de indivíduos, conselheiros, pesquisadores da temas. Analisar como as Esp, com o propósito de que espaço aberto para discussão eCultura em centenas de cidades grupos, comunidades, cidades cultura. É mais que chegada a relações de poder permeiam contribuam não só para a se- aprendizagem dessas questõesbaianas, a paulatina criação de e instituições implicados nesse hora da Sociedade Civil assumir relações de raça, gênero, dimentação do nosso Pré-Fó- que darão suporte e amadureci-conselhos municipais de cultura novo redimensionamento cultu- a condição não só de deman- classe e sexualidade, atu- rum, mas a longo prazo com a mento para o Fórum que aconte-– conselhos de representação ral no Brasil e na Bahia? Em que dante, mas de proponente. En- ando como impeditivo para semente lançada para ampliar cerá em maio de 2010.paritária, Governo/Sociedade medida a institucionalização cul- tão, mãos à obra!
  6. 6. ACERVO PÓS-CRÍTICA www.poscritica.uneb.br Uma representação CRÍTICA CULTURAL, DO COMPLEXO da Usina DA PÓS-GRADUAÇÃO C omecemos pela des- crição do espaço e infraestrutura ísica. São especiais e regulares; outro, com três ambientes para as três linhas de pesquisa, onde literária, antropologia, filosofia, ciência política, adquiridos re- centemente junto às editoras uma sala de cinema digital, e um espaço para uma gráfica rápida, em que funcionará um 4 módulos nos quais tere- os mais de 20 professores, co- da UFMG, UFRJ, UNICAMP, UFRGS laboratório de análise e pro- mos: um, com laboratório nectados com o mundo, ainda e UNESP, além de um Centro dução de material didático e a DAVI SOARES onde circularão e estarão atenderão seus orientandos; de Documentação, com arqui- fábrica de Letras. Sem falar na produzindo 60 mestrandos; teremos ainda uma biblioteca vo deslizante com capacidade cantina, último módulo, ladea- e 04 salas de aula envolven- setorial, como extensão da para armazenar milhares de da por um teatro de arena, e do disciplinas para alunos Carlos Drummond de Andrade, peças digitalizadas, microfil- como um portal para um cine- já com 1.800 livros (500 títu- madas. Ainda nesse módulo, ma de arte! los) em crítica cultural, teoria temos um auditório, com 120 MESTRAD lugares, estruturado para ser O EM CR Complexo da ÍTICA Pós-Graduação I CULTUano 1 # 1 dezembro 2009 DO COMEÇO RAL: UMA USIN P ara se conquistar essa infra-estrutura, mesmo ainda nesse estado atual, fo- visibilização dessa luta sem trégua, através de centenas de textos de agitação, junto de muitos colegas produtivos e empenhados e, mais recen- temente, da Administração acadêmico, a forte participação político-sindical de muitos de nós que compõem o corpo do- Crítica Cultural, do Complexo da Pós-graduação do Campus II da UNEB (outros programas ram necessárias as seguintes à comunidade científica local, Central; g) sem mencionar, cente do programa. de mestrado a serem implan- frentes de trabalho: a) oito regional, nacional e, como re- ainda, por ter um outro tempo Antes de se ter essa infra- tados e para garantirem con- anos de luta (dezenas de reu- torno, o apoio de estudantes, diferente do da pesquisa e do estrutura, que é a etapa I – dições mínimas adequadas de niões científicas + seminários trabalho devem tomar como ACERVO PÓS-CRÍTICA + consultorias) para se mon- exemplo a luta empreendida tar uma proposta relevante até aqui), a ladainha que se de pesquisa junto aos orga- ouvia era “como montar um nismos científicos nacionais e mestrado por aqui se sequer internacionais; b) implantação, temos sala de aula para a gra- desenvolvimento e consolida- duação”, ou ainda “não temos ção da Iniciação Científica no biblioteca”, “o corpo docente Departamento de Educação não produz”, “não trabalho do Campus II (nos últimos 5 com estudantes só com inte- anos circularam em torno de lectuais”, “trabalhar na UNEB R$ 800.000,00 (oitocentos mil só aos fins de semana”, entre6 reais) só com bolsas de pes- quisa em IC); c) produção, por parte do corpo docente do pro- outros, mas nunca acredita- mos nisso. Antes de se tornar farrapo ou um bóia-fria acadê- grama, de centenas de artigos, mico, é preferível operar com o ensaios, resumos completos Reunião com o corpo docente que existe e com quem quer para livros, anais de eventos produzir alguma coisa. Profa Dra. Margareth Rago de pequeno, médio e longo Quando não era essa ladai- alcance; d) criação de um nha, ainda vigente, era o alto A comunidade científica e pro ambiente de animação cientí- nível de exigência da Capes e, esse espaço envolverá 60 me fica no Campus II, de modo a com razão: não há como im- 20 a 30 alunos especiais, 20 e envolver toda a comunidade plantar um programa de pós- ção científica orientados por p do Agreste de Alagoinhas e graduação, que suporte uma permanente, de colaboradores NOSSA USINA DE PRODUÇÃO Litoral Norte; e) dedicação de avaliação permanente, sem in- estágios como recém-doutore centenas de horas de trabalho fraestrutura de pesquisa, sem professores visitantes vindos junto a várias instituições da laboratório para estudantes do mundo, sobretudo de un UNEB (Reitoria, PPG, Setor de e professores, sem biblioteca, e latino-americanas. E a imag Licitação, Astec, Ascom, Gerinf, sem uma base e uma história produção, possível, já começa Gerfin, entre outros), da CA- consistente de pesquisa, sem gramas e associações da gran PES, de Editoras Universitárias, uma proposta pertinente e tica, Letras e Artes, Ciências Centros de Pesquisas nacio- comprometida com o desenvol- Sociais Aplicadas, de todo Br nais e internacionais, Empre- vimento social de populações importante que isso: é o fu sas para licitação de material excluídas, sem um ritmo de equipamento, mais que uma permanente, entre outras; e) funcionamento que faça avan- dível para as instituições esco planejamento estratégico de çar de mestrado para doutora- território Agreste de Alagoinh curto, médio e longo prazo; f ) Imagens dos preparativos do I Fórum de Cultura Microrregional do, deste para um pós-doc.

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